terça-feira, 23 de março de 2010

Continente africano x água potável

Aproveitando o Dia Mundial da Água, comemorado ontem, estou compartilhando dois artigos publicados no AmbienteBrasil acerca dos problemas que envolve este recurso natural.


Transcrição na íntegra...


África: 155 milhões de pessoas não têm acesso a água potável

Mais de 155 milhões de pessoas, ou 39% da população da África ocidental e central, não têm acesso a água potável, informou a agência da ONU para a infância, a Unicef, nesta segunda-feira (22), o Dia Mundial da Água.

Essa região tem a menor cobertura de água potável do mundo, abrigando 18% da população mundial que não tem acesso a água potável.

"Faltando cinco anos para 2015, prazo estabelecido para as Metas de Desenvolvimento do Milênio (MDG), a água e a situação sanitária na África Ocidental e Central continuam sendo uma preocupação", afirma o comunicado da Unicef.

De acordo com a organização, apenas oito dos 24 países da região estão prestes a atingir os objetivos no que se refere ao fornecimento de água: Benin, Burkina Faso, Camarões, Cabo Verde, Gabão, Gana, Guiné e Mali.

"O número total de pessoas na região sem acesso a fontes de água potável aumentou no período de 1990 a 2008 de 126 milhões de pessoas para 155 milhões", indica o comunicado.

Isso significa que, apesar de uma melhora na cobertura de 49% em 1990 para 61% em 2008, os países precisam chegar a 75% em 2015.

"Mais de 155 milhões de pessoas (39%) estavam sem acesso a fontes de água potável em 2008, e o ritmo lento do aumento não conseguiu alcançar a velocidade de expansão da população na região", afirma o documento.

Seis países têm menos de 50% de cobertura em água potável: Chade, República Democrática do Congo, Guiné Equatorial, Níger, Mauritânia e Serra Leoa.

Também é motivo de preocupação o fato de 291 milhões de pessoas na África Ocidental e Central não terem acesso a nenhum serviço sanitário - a região tem a maior taxa de mortalidade infantil de todas as regiões em desenvolvimento, com 169 crianças mortas em 1.000 nascimentos. (Fonte: G1)


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