terça-feira, 31 de maio de 2011

01 de Junho: Início da I Campanha da Solidariedade 2011



Logotipo da Campanha da Solidariedade da E.M. Dilermando Cruz


Amanhã, dia 01 de junho, teremos o início da I Campanha da Solidariedade de 2011 da E.M. Dilermando Cruz, localizada no bairro de Bonsucesso, município do Rio de Janeiro (RJ).

Como muitos já sabem, o projeto foi iniciativa de um grupo de alunas, no ano de 2007, quando ingressaram no antigo ginásio (5ª série/atual 6º ano). Elas desejavam dar continuidade às atividades da ex-professora da 4ª série (atual 5º ano), profª Eliane Castro, quanto à arrecadação de donativos para o Hospital Mário Kroeff (Penha Circular, município do Rio de Janeiro).
Elas pediram se eu poderia ajudá-las, o quê prontamente aceitei diante do belo exemplo de solidariedade. Foi a partir deste primeiro contato, que o projeto começou e transcorreu com o mesmo grupo (com algumas saídas de alunos e entrada de outros) até o ano passado (2010).



Profª Eliane Castro (dezembro de 2010)



O projeto cresceu muito e, hoje, podemos afirmar que a Escola Municipal Dilermando Cruz é uma Escola Solidária, graças à participação de sua comunidade escolar e dos alunos envolvidos diretamente nas campanhas anuais.




A referida turma em 2009 




Grupo de alunos da turma no dia da formatura (2010)


 Pois bem, a Turma 1901 se formou e a 1601 assumiu o compromisso de dar continuidade ao referido projeto.

Um fato que me chamou muita atenção, acerca desta turma (1601), é que eles estão ansiosos por demais para iniciar a Campanha e muitos não se sentem acanhados em visitar as salas das turmas do 6º ao 9º ano. Nem mesmo optando por se vestirem estilizados. Achei muito legal.

Já realizamos reuniões anteriores, mas na última 2ª feira (30/05) fizemos o sorteio dos primeiros grupos que irão divulgar a Campanha nas salas de aula. Também fechamos com os alunos que iriam pintar os cartões de avisos (lembretes) para as turmas iniciais (I segmento do Ensino Fundamental) e os cartazes.

O material (cartolina e impressos) foi entregue, ontem e hoje.



 Imagem da Campanha de 2010: Alunas da Turma 1501, da profª Eliane Castro,
 contribuindo com donativos
(da direita para a esquerda, Milena, Ana Caroline e Sabrina Pereira)
Hoje, as mesmas alunas são da turma 1601



Hoje, antes da correção do exercício de aula, fiz uma apresentação de como o grupo deve entrar na sala e o que eles devem falar nas turmas acerca da Campanha.

Amanhã, a divulgação nas salas só acontecerá no 1º turno (parte da manhã), pois como esqueci de levar a Autorização para os alunos, estes só poderão iniciar - as visitações nas salas do turno da tarde - na próxima 5ª feira (02/06), quando trouxerem o documento assinado pelo responsável.

Sete cartazes foram confeccionados pelos próprios alunos. Eu mesma, ainda, não os vi, mas amanhã eles levarão e estes serão fixados nas paredes internas e externas da Unidade Escolar, assim como pequenos comunicados deverão ser fixados nos murais de cada sala de aula.

Como muitos já sabem, as Instituições beneficiadas com o Projeto da Campanha da Solidariedade, ligadas ao tratamento de câncer, são:

. Hospital Mário Kroeff (Penha Circular)

. Casa de Apoio à Criança com Câncer – São Vicente de Paulo (Irajá) 

domingo, 22 de maio de 2011

Mensagem: Quero ser um Televisor

Como, recentemente, houve reunião dos responsáveis na E.M. Dilermando Cruz (20/05) e eu lembrei de algumas falas de certos alunos que reclamam que os pais não se preocupam com eles, com os seus estudos, achei interessante compartilhar a mensagem abaixo.


Imagem capturada na Internet (Fonte: O Pensador da Aldeia) 


QUERO SER UM TELEVISOR

A professora Ana Maria pediu aos alunos que fizessem uma redação e nessa redação o que eles gostariam que Deus fizesse por eles.

À noite, corrigindo as redações, ela se depara com uma que a deixa muito emocionada.

O marido, nesse momento, acaba de entrar, a vê chorando e diz:

"O que aconteceu?" Ela respondeu: "Leia". Era a redação de um menino.

"Senhor, esta noite te peço algo especial:

Me transforme em um televisor.

Quero ocupar o seu lugar.

Viver como vive a TV de minha casa.

Ter um lugar especial para mim, e reunir minha família ao redor...

Ser levado a sério quando falo...

Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem questionamentos.

Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona.

E ter a companhia do meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado.

E que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de ignorar-me.

E ainda que meus irmãos "briguem" para estar comigo.

Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo.

E, por fim, que eu possa divertir a todos. Senhor, não te peço muito...

Só quero viver o que vive qualquer televisor!"

Naquele momento, o marido de

Ana Maria disse:

"Meu Deus, coitado desse menino! Nossa, que coisa esses pais".

E ela olha: "Essa redação é do nosso filho".


C.E. José Marti: O Bullying em pauta nas discussões e nas atividades

Eu havia prometido, mas como mencionei no post anterior, eu não tive tempo para parar e publicar no Blog, assim como as atividades na Comunidade do Orkut ficaram paralisadas.

No dia 06/05 (6ª feira), as turmas do Colégio Estadual José Marti (noturno) entregaram os trabalhos e realizaram outras atividades, em sala de aula, pertinentes ao Projeto “Em Movimento”.

Após a minha aula na turma 3001, eu e o professor Antonio Francisco (Artes) ficamos responsáveis pela turma 2002. ~

Embora a frequência, na referida turma, fosse muito baixa, a produção e discussões foram ótimas e bastante enriquecedoras.

O tema em discussão foi Bullying e, antes de iniciarmos o debate, com os pronunciamentos dos alunos acerca desta prática, foi realizado uma enquete com os alunos presentes a fim de traçar o perfil dos mesmos em termos de vítimas e/ou agressores na situação em discussão.

Para a nossa surpresa (minha e do prof. Antonio), 67% dos alunos presentes declararam que já foram agressores, enquanto 17% alegou sua condição de vítima e os outros 17% de telespectador.

Depois do pronunciamento de cada aluno e das discussões arroladas, cada aluno produziu uma atividade para a exposição: tivemos desde desenho, história em quadrinho, produção de textos.

Foi muito interessante as formas de representação e, sobretudo, de relatos pessoais, inclusive, a ponto de mexer com o emocional através das lembranças vividas e sofridas.

Neste dia, os alunos presentes e que participaram foram: Adrian George da Silva Parry, André de Souza Viana, Amadeu Simões Pereira, Francisca Maria Gomes Benjamim, Michel Cláudio Freitas de Oliveira e Rafael Inácio.

Verdadeiramente foi uma pena a baixa frequência verificada na turma, neste dia. Se o número de aluno fosse mais elevado, a produção e as discussões teriam um efeito bem maior.

   
Prof. Antonio (à direita) e alguns alunos da Turma 2002











Ausência Justificada

Imagem capturada na Internet (Fonte: Desenhos e Riscos)


Estou passando por aqui, correndo - como sempre - só para justificar a minha ausência. Estive ocupa com o término das correções de provas e de trabalhos, provas de Recuperação e preenchimento de planilhas de notas das minhas 14 (quatorze) turmas e, ainda, com a participação em três Conselhos de Classes, já que estou lotada em três Unidade Escolares.

Na verdade, eu ainda não estou totalmente livre, pois até a presente data, não consegui postar as notas no Conexão Educação da Secretaria de Estado de Educação (SEE/RJ).

Já encaminhei e-mail pedindo ajuda e esclarecimentos quanto a inoperância do meu acesso, mas até o presente momento não obtive resposta.

Também me atrasei no Curso do E-proinfo em consequência disso, mas consegui - hoje - postar a minha primeira atividade. Até então só havia realizado leituras pertinentes à primeira temática do Módulo 1, as Teorias de Aprendizagem.

Fora outros problemas de ordem pessoal, eu espero tomar outro ritmo, ainda, esta semana. Mas, para quem me conhece, é melhor não prometer nada.

domingo, 8 de maio de 2011

Escute sua mãe: Martha Medeiros

Hoje, segundo domingo de maio, é comemorado o Dia das Mães. Como estive ocupada neste final de semana com o casamento da minha sobrinha e afilhada, Flávia Aguiar, e com o almoço na casa da minha mãe, onde estive desde ontem à noite, após o casamento, não tive tempo de selecionar uma mensagem para o dia.

Mas, pela manhã, em sua casa, li uma crônica de autoria de Martha Medeiros, publicada na Revista O Globo, muito pertinente à data e ao papel das mães.

Talvez, muitos jovens só concordem com ela quando estiverem em sua fase adulta, mas o seu texto traduz - de forma magnífica - o que é ser mãe. Inclusive, sobre aquelas que falham em sua responsabilidade.

Sou mãe e filha, dois motivos importantes de se comemorar os 364 dias de convivência em um dia só, pois, na verdade,  não há um dia das Mães,  apenas... Todo dia é dia das mães.

Em razão disso e por achar pertinente como mensagem neste dia, compartilho com os filhos e filhas (mães, pais etc.), a crônica de Martha Medeiros. E para saber mais sobre a origem do Dia das Mães, leiam o post, publicado no dia 09 de maio de 2009, neste espaço. Clique AQUI



                              Imagem  capturada na Internet (Fonte: Palavras ao Vento)



                                                              ESCUTE SUA MÃE

                                                                                                     Martha Medeiros

Dois meses atrás, na noite de entrega do Oscar, o diretor Tom Hooper, do premiado O Discurso do Rei, subiu ao palco para receber sua estatueta e contou a todos, em seu agradecimento, que foi sua mãe que, assistindo certa vez a uma leitura dramática, se interessou pelo texto e incentivou o filho a fazer dele um filme. Portanto, não fosse a mãe de Tom Hooper, não haveria a consagração de Colin Firth nem nada do que estava acontecendo naquela noite. Hooper concluiu sua fala de forma bem-humorada, dando um conselho para o mundo inteiro: “Listen your mother”.

Não há personagem mais rico do que as mães. Elas, sim, são as rainhas do discurso, as diretoras de cena, as figurinistas do set. E é sempre delas o corte final. Podemos não concordar com muita coisa do que elas dizem, podemos até fazer um jogo duro para deixá-las malucas, mas suas palavras nunca entram por um ouvido e saem pelo outro. O que mãe diz é lei. Jamais desistem do posto de xerifes da casa.

Eu nunca me arrependi de ouvir minha mãe, mesmo quando o que ela dizia não fechava com o que eu pensava, e isso aconteceu algumas vezes. Desde a opinião sobre um filme que eu ainda não havia visto, até um conselho sobre como agir numa situação delicada, sempre confiei no bom senso dela, não porque seja uma sábia com PhD em Filosofia, Psicologia, Cinema ou Medicina, mas porque sua sapiência é congênita, foi outorgada pela simples condição de ter parido filhos um dia.

Posso falar assim porque também sou mãe e também sou sábia diante das minhas filhas, mesmo errando como toda mãe erra. No entanto, erros maternos possuem uma ternura que os transformam em acertos póstumos. Quando uma mãe morre, vira santa na mesma hora e tudo o que ela fez – de errado, inclusive – se dilui na lembrança de que um dia houve ali um cais.

Sei de filhos e filhas que não possuem essa complacência toda diante de suas mães. Quando pergunto o que essas mães fizeram para merecer tanto descaso, geralmente ouço como resposta: “o que elas não fizeram, você quer dizer”. Mães se omitem, é verdade. Mães são egoístas, também. Mães às vezes privilegiam o marido em detrimento dos filhos – as submissas, ao menos. Mães se atrapalham, mães se apaixonam, mães metem os pés pelas mãos, e isso nunca é retratado nos comercias de tevê. Mães são muito mais protegidas e mimadas pela sociedade do que as crianças. Mães são sempre sagradas, mesmo sendo tão triviais.

Se sua mãe é meio avoada e não enxerga um palmo na frente do nariz, ame-a, simplesmente. Mas se ela consegue ir além da página 2, não só a ame como a escute. Confie no seu sexto sentido, preste atenção no que ela diz nas entrelinhas, respeite sua vivência, acredite no quanto ela lhe conhece e lhe quer bem, aprenda com sua sensatez, aceite seus palpites. Não é preciso assinar embaixo de tudo o que ela diz, mas, ainda assim, leve em consideração suas dicas e impressões. Radar de mãe não se despreza.

Fonte: Revista O Globo, Ano 7, Nº 354 (08/05/2011)

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A Rede Terrorista Al Qaeda perde o seu líder: Osama bin Laden morreu!

Osama bin Laden (Imagem capturada na Internet - Fonte: Folha.com)


 Hoje, não houve uma sala de aula que eu entrasse, que a notícia comentada por um ou mais alunos era: Osama bin Laden morreu.

Até pela manhã, em casa, estando já acordada desde 5h30, a primeira frase que o meu marido expressou foi “Marli, Obama Bin Laden morreu”. Eu pensei até em responder: “Bom dia para você também”, mas a minha surpresa com a notícia inesperada foi muito grande, que achei melhor nem brincar.

Na verdade, o líder da rede terrorista Al Qaeda, foi morto com um tiro em uma operação militar conduzida pelos EUA, em sua mansão, localizada na cidade de Abbottabad (Paquistão).

Além de Osama bin Laden foram mortos um de seus filhos, uma mulher e dois homens.

Apesar de sua morte representar uma “vitória” para o mundo ocidental, em especial, para os EUA e os parentes das vítimas do maior ataque terrorista protagonizado em solo estadunidense, em 11 de setembro de 2001, sob o seu comando (rede terrorista Al Qaeda), a sua morte não encerra de vez o impasse criado nas relações de ambos os lados.

Alguns analistas, inclusive, cogitam que ele pode ser tornar mais perigoso morto do que em vida? Até porque, o inimigo número dos EUA assegurou que não seria capturado vivo (como não foi) e, também, que inúmeros seguidores abraçariam a sua causa após sua morte, ou seja, ele sugeriu que represálias acontecerão.

Resta saber se estas acontecerão mesmo; se em curto, médio ou longo prazo e, ainda, contra o território estadunidense ou às forças americanas no Afeganistão ou a ambos.

Não restam dúvidas que a insegurança e o temor de uma ação terrorista vão coexistir, tirando a tranquilidade das autoridades e da população estadunidense.

Nenhum descuido será mais aceito... Alerta máximo, mesmo estando Osama bin Laden morto. Agora, mais do que nunca!

Como eu falei, hoje, em sala de aula, a maior ameaça hoje, em dia, são os terroristas que se encontram espalhados pelo mundo todo.

Se haverá um futuro para a rede terrorista Al Qaeda, as opiniões se divergem, mas ao que tudo indica, o forte candidato a assumir o controle, a liderança da organização é um médico egípcio, que era considerado o braço direito de bin Laden: Ayman Al-Zawahri.

Segundo as notícias vinculadas ao médico, este estaria escondido nas montanhas, na faixa fronteiriça entre o Paquistão e o Afeganistão.

A história parece não ter fim!


Fontes de Consulta

. Folha.com (várias edições)

. Opinião e Notícias

Colégio Estadual José Marti: Atividade Dirigida



Em razão da realizacão do Conselho de Classe, na sexta feira passada, os trabalhos dos alunos do 2º ano (Turma 2002) deverão ser entregues esta semana. E, tal como, eu os orientei é preciso realizar uma síntese do histórico da empresa, assim como anotar alguns dados, como:
o ramo da empresa; o país de origem; o ano de fundação; número de países em que suas filiais se encontram localizadas e outros itens de interesse do grupo.


Apresentação da Atividade:


- O texto deverá ser digitado em papel branco A4 e em uma só face da folha, pois este vai ser fixado na parede. Não se esquecer de anexar o logotipo da marca (empresa) na parte superior da folha e posicionada de forma centralizada.

- Adotar as seguintes regras de apresentação do trabalho:

. Fonte: Georgia;

. Tamanho da Fonte: 14 (para leitura na parede);

. Espaçamento entre linhas: 1,5 linhas (ver em parágrafo);

. Margens (superior, inferior, esquerda e direita): 1,5 cm (ver Configurar Página).

Colégio Estadual Prof.ª Sonia Regina Scudese: Orientações acerca da Atividade Dirigida

Cartaz produzido com diversas imagens capturadas na Internet


Os alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Prof.ª Sonia Regina Scudese também precisam ficar atentos quanto às orientações acerca do trabalho sob a temática Mulher (Dia Nacional da Mulher): Turmas 1005, 1007 e 1010:

Entrevista com mulheres integrantes da População Economicamente Ativa (PEA) e que não façam parte da nossa Comunidade Escolar.

- Trabalho em grupo (de 3 a 4 alunos).


. Passo a passo:

- Formação do grupo (livre; de acordo com a escolha dos alunos);

- Escolha da mulher a ser entrevistada;

- Formular a entrevista, com um mínimo de 10 perguntas, sabendo que outras poderão ser criadas durante a realização da mesma (em situação complementar e/ou de curiosidade por parte do grupo);

- Entregar as perguntas à professora (pessoalmente ou por e-mail) para avaliação e/ou retificação;

- Entrar em contato com a pessoa, entregar a autorização de uso de imagem (xérox na papelaria) e marcar o dia para a realização da entrevista (caso, ela não concorde com o uso de imagem, escolher outra pessoa);

- Os alunos devem se apresentar - ao local de trabalho da pessoa a ser entrevistada - devidamente uniformizados;

- Realizar a entrevista munidos de máquina fotográfica para o registro do grupo com a pessoa entrevistada em seu local de trabalho;

- Antes de iniciar a entrevista, o grupo deverá anotar os seguintes dados pessoais da pessoa:

. Nome;

. Idade;

. Escolaridade;

. Naturalidade (estado onde nasceu):

. Religião;

Estado Civil:

. Número de filhos;

. Profissão.


Obs.: Caso a pessoa seja estrangeira, anotar a nacionalidade.


Apresentação da Atividade:

- A entrevista deverá ser digitada em papel branco A4 e em uma só face da folha, pois esta vai ser fixada na parede. Não se esquecer de anexar a foto na parte superior da folha e posicionada de forma centralizada.

- Adotar as seguintes regras de apresentação do trabalho:

. Fonte: Georgia;

. Tamanho da Fonte: 14 (para leitura na parede);

. Espaçamento entre linhas: 1,5 linhas (ver em parágrafo);

. Margens (superior, inferior, esquerda e direita): 1,5 cm (ver Configurar Página).


Qualquer dúvida, os alunos devem entrar em contato comigo na Unidade Escolar, neste espaço, na Comunidade Geografia em Foco (Orkut) ou por e-mail.

domingo, 1 de maio de 2011

1º de maio: Dia do Trabalho

Imagem capturada na Internet (Google - Fonte: desconhecida)

 

Hoje, dia 1º de maio, é feriado nacional: Dia do Trabalho. Na verdade é feriado também em outros países do mundo.

No Brasil, a data só se tornou oficial (feriado nacional) com a publicação do Decreto, instituído pelo então presidente Artur Bernardes, em 26 setembro de 1925.

Com relação ao feriado, propriamente dito, a Internet oferece um gama de sites e publicações acerca da origem da referida data comemorativa, inclusive, vocês podem saber mais a respeito do tema no post do ano passado neste espaço (acesse-o AQUI).

Este ano resolvi abordar de outra forma a temática até para fugir da mesmice, ou seja, do mesmo tratamento ao qual é dado a este dia. Em razão disso, optei tomar por referência o trabalho.

E, sob esta perspectiva, o tema trabalho deve ser focado sob o contexto da Globalização, pois foi através deste processo - inserido na atual fase do Capitalismo (Capitalismo Financeiro) - que se verificaram grandes mudanças no modo de produção, nas relações de trabalho.

As inovações tecnológicas que marcam, entre outras características, o processo da Globalização, vão engendrar mudanças significativas, também, nas empresas, na oferta de emprego, na criação de novas profissões e, ao mesmo tempo, na extinção de outras, nos níveis de desemprego e na necessidade do aperfeiçoamento dos indivíduos às novas tecnologias (qualificação).

Como exemplos de profissões que foram extintas e/ou se encontram em processo de extinção ou, ainda, que apresentam uma redução significativa, têm-se: o instrutor (ou professor) de datilografia (de máquinas manual, elétrica e eletrônica), cobrador de ônibus, caixa de agência bancária, o fotógrafo lambe-lambe (aquele que fica na praça), entre outros.

Entre as novas profissões que surgiram face às inovações tecnológicas, pode-se citar: o programador, o web designer, operador de telemarketing, técnico em manutenção de computadores, designer gráfico etc.

Além da inserção das TICs (Tecnologias de Informação e de Comunicação) nas diferentes esferas de atuação da sociedade, presenciamos mudanças significativas no que diz respeito à automação ou robotização nas indústrias, com a introdução de tecnologias robóticas substituindo a mão de obra humana.

Sendo assim, o desemprego ganha espacialidade e passa a ser um fenômeno mundial e não apenas predominante nos países subdesenvolvidos. Os fatores também são ampliados, pois a própria tecnologia passa a ser um fator do desemprego, mas o desemprego pode envolver um ou mais fatores.


Principais fatores do desemprego:

- Fatores Conjunturais: resultam de uma situação temporária (ou não) mediante, por exemplo, a uma crise econômica ou decorrente de uma guerra, dos danos causados por desastres naturais, entre outros;

- Fatores Estruturais ou Tecnológicos: resultam da modernização das estruturas produtivas e de trabalho, sobretudo, com a automação ou robotização das empresas em substituição à mão de obra humana (a máquina substituindo o homem).

Outro fator que contribuiu bastante e ainda contribui para o desemprego, sobretudo, nos países ricos e pode ser considerado como fator conjuntural é a transferência das empresas dos países desenvolvidos para os países subdesenvolvidos, as chamadas multinacionais ou transnacionais.

Neste processo de expansão e internacionalização das empresas, no sentido de saída de um país desenvolvido e o ingresso em um país subdesenvolvido e/ou emergente teve início nas décadas de 50 e 60, com as multinacionais norte-americanas. Nas décadas de 60 e 70, as empresas europeias também se lançaram aos países subdesenvolvidos, enquanto, nas décadas subsequentes (décadas de 70 e 80) foi a vez das empresas japonesas.

Hoje, muitos países emergentes (países subdesenvolvidos industrializados) participam do mesmo processo com suas grandes empresas, como é o caso do Brasil que, durante o governo de Juscelino Kubitschek, abriu a economia para o capital internacional, atraindo grandes empresas estrangeiras, em especial, montadoras de automóveis (Ford, Volkswagen e General Motors) e, hoje, participa com suas multinacionais brasileiras em outros países (Petrobrás, Sadia, a Vale do Rio Doce, a Embraer , a Gerdau , a Natura etc.).

Em geral, os países subdesenvolvidos ofereciam e, ainda, oferecem diversos fatores atrativos à transferência e instalação de empresas estrangeiras em seu território, tais como: mão-de-obra barata (baixa escolaridade); oferta de energia e baixo custo das matérias-primas em razão da proximidade às fontes. Além disso, a legislação ambiental – muitas das vezes – se mostrou não muito rigorosa (até hoje), apresentando-se falha em termos de maior controle, inclusive, com registro de corrupção (suborno em ações) favorável à empresa estrangeira, poluidora.

Além destes atrativos peculiares aos países subdesenvolvidos, os governos locais, comumente, ofereciam grandes vantagens aos empresários a fim de consolidar a instalação de suas respectivas empresas em seus territórios, tais como: isenção fiscal, doação de terrenos para a instalação das indústrias; construção de uma infraestrutura capaz de assegurar o transporte, o escoamento e a distribuição da matéria-prima e dos produtos (ferrovias, rodovias, portos, viadutos etc.).

Embora, os fatores Estruturais ou Tecnológicos sejam majoritários nos países desenvolvidos, eles também são verificáveis em nações subdesenvolvidas, sobretudo, nos países emergentes.

A substituição do homem pela máquina requer um alto investimento, contudo, a médio e longo prazo, os lucros são garantidos, pois as máquinas não têm salário mensal, nem o 13º salário no final do ano, não tiram férias, nem licença médica ou de maternidade, não sofrem acidente de trabalho e, melhor, não protestam, entram em greve.

O problema mais agravante é o quê vai ser feito com os desempregados? Pois, os fatores estruturais ou tecnológicos não são cíclicos, temporários, eles são permanentes, duradouros.

O que fazer nos países subdesenvolvidos, onde a maior parte dos governos não oferece programas de assistência social e aos desempregados (como por exemplo, o seguro-desemprego que fornece assistência financeira temporária)?

Ainda sob este contexto da Globalização com as inovações tecnológicas, mas, sobretudo, com a inserção das TICs (Tecnologias de Informação e de Comunicação) nos diferentes ramos do setor terciário (comércio e de serviços), os países subdesenvolvidos também ficam na desvantagem e, a maioria, à margem do processo em razão ao acesso restrito das populações a estes recursos tecnológicos modernos.

Para minimizar os efeitos deste desenvolvimento desigual e da consequente exclusão digital, os governos adotam medidas e programas de incentivo à inserção e uso das TICs, como a implantação e a reativação de Laboratórios de Informática nas Unidades Escolares, oferta de cursos de aperfeiçoamento na área de informática e de mídias na Educação aos professores das redes públicas e privada, acesso a crédito para compra de equipamentos, a implantação de programas de Internet gratuita a comunidades carentes, entre outros.

Não resta dúvida que a data de hoje é de comemoração, pelo menos, para aqueles que podem se sentir seguros em seus empregos, enquanto que os desempregados... Só Deus sabe como estão driblando a vida, sobrevivendo. E, até quando...

De acordo com os dados do IBGE, nas seis maiores regiões metropolitanas do país (onde é medido o índice nacional de desemprego), no ano passado, o número de desempregados apresentou uma queda e estava na ordem de 1,48 milhão de pessoas.

As causas são diversas, não resta dúvida! Mas, não esqueçamos que, como país emergente, o Brasil é afetado por múltiplos fatores de desemprego.

Com tudo isso, pode-se concluir duas coisas:

- A Educação – em seus diferentes níveis de escolaridades - deve, necessariamente, acompanhar e inserir tais inovações tecnológicas em suas práticas escolares a fim de promover a inclusão digital e atender a demanda do mercado de trabalho;

- O indivíduo deve, sempre, investir em si mesmo, qualificando-se em prol de uma ocupação que esteja em alta no mercado de trabalho, de padrões concernentes às tecnologias modernas, a fim de não sofrer ameaças de desemprego ou demissão devido a substituição por máquinas.


Fontes de Consulta


. Material didático (particular)

. Revista Geografia (FNDE)

. Sua Pesquisa

. UOL Economia