quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Eleições Municipais 2012: A Educação na Berlinda




Imagem capturada na Internet (Google)



Pode-se dizer que nenhum governo, seja na esfera Municipal, Estadual ou Federal, conseguiu resolver a questão da Educação (sem querer entrar no mérito da discussão sobre a área da Saúde).
 
Entra e sai governo e nada muda. As eleições municipais deste ano está na reta final, ou seja, no próximo domingo, dia 07 de outubro, cada eleitor em sua cidade deverá votar no seu candidato a Prefeito e Vereador.
 
As promessas são muitas, como todos já conhecem os discursos dos candidatos no período pré-eleitoral, mas - em termos da área da Educação -  não há nada de concreto, de verdadeiro e de mudanças significativas em prol do aluno e do professor, isto é, do processo ensino-aprendizagem.
 
Nada muda, tudo continua no mesmo e, muitas das vezes, até piora ao invés de melhorar ou manter-se na mesma situação...

Fala-se muito sobre o fim da Promoção Automática, da estratégia de dois professores em cada sala, do fim do féficit de professores na rede municipal através de novos concursados e evitando o uso da Dupla Regência, entre outros tantos blá, blá, blá, blá na área educacional.

Mas, nenhum deles menciona - pelo que eu pude assistir até hoje - sobre o fim das salas super lotadas e da construção de novas escolas. Educação de qualidade não se faz com turmas com 45 ou mais alunos. Não há como!

Precisamos de mudanças salariais, sem dúvida! Precisamos de Plano de Carreira digno e unificado, sim! Precisamos acabar com as diversas maquiagens que os governos cismam de aplicar para escamotear à realidade duradoura da política de promoção irresponsável (Conceitos EP = Promoção Automática = Conceito Global), com toda a certeza! Precisamos de melhores condições de trabalho, sem discussão!

Na área de Educação há muito o quê mudar!

Precisamos que os discursos à favor da educação não passem de meras propagandas pré-eleitorais, que elas se consolidem na prática, assim que a intervenção do governo se faça presente.

Precisamos ser ouvidos, pois só que atua em sala de aula pode expressar e transmitir os revés da docência.

Precisamos nos sentir valorizados não só pelo nosso trabalho, mas pela nossa responsabilidade como educadores. E, ao mesmo tempo, saber que os alunos estão sendo valorizados, sobretudo, os da rede pública de ensino através da valorização do papel do seu professor. 

Precisamos resgatar a importãncia do professor e acabar com a banalização da Educação.

Precisamos valorizar o espaço escolar, a sua pluralidade cultural e ter a garantia que este é um espaço seguro, democrático e socialização sem preconceitos.

Este é o meu pensamento...

2 comentários:

Althayr disse...

E pelo que está acontecendo , nunca ira mudar , brasil sempre sera subdesenvolvido, economia esta crescendo bem , e a qualidade de vida? Estará ela crescendo junto a economia?

Marli Vieira de Oliveira disse...

Este é um dos maiores problemas do nosso país, assim como outros emergentes. Há crescimento econômico, mas desenvolvimento mesmo não se verifica, pois é mantido uma má distribuição de renda, uma qualidade de vida deficiente e outros fatores socioeconômicos que impedem uma mudança do nível de desenvolvimento.

Gostei de ver a sua participação e desculpe-me por só agora estar lhe respondendo.