domingo, 29 de setembro de 2013

Projeto Herdeiros do Pré-Sal: Curso para Docentes (31/08/2013) - Parte IV



Reprodução do Folder do Projeto (MGEO UFRJ - BG Brasil)

Antes da visitação ao Museu da Geodiversidade, última atividade programada para o dia, nós - professores cursistas - tínhamos que apresentar a nossa "tarefa de casa", a qual consistia na elaboração de uma Oficina a ser trabalhada com os alunos.
 
Eu fiz duas, sendo uma voltada para demonstração do Ciclo da Água através da construção de um Terrário e a outra sobre Vulcanismo (ascendência e extravasamento do magma).  
 
 
TERRÁRIO
 
Material utilizado:
 
- 02 (duas) garrafas Pet (branca incolor);
 
- Tesoura (cortar as garrafas);
 
- Cascalho, areia, terra mais clara e terra mais escura (demonstração dos horizontes do solo);
 
- Plantas de pequeno porte com raízes;
 
- Água para regar (pouca quantidade);
 
- Fita durex grossa para vedar as duas garrafas. 
 
Bastou o recipiente receber, indiretamente, a luz solar por algumas horas, de um dia para outro, para que o processo de evapotranspiração das plantas fosse visível através da formação de gotículas em toda a garrafa.




 
 
 
 
VULCANISMO

Material utilizado:
 
- 02 (dois) recipientes de vidro, de tamnhos diferentes;
 
- Folhas de jornal;
 
- Argila para moldar;
 
- Tinta marrom;
 
- Vinagre (quantidade suficiente para encher o recipiente menor, superior);
 
- Anilina ou qualquer outra tinta vermelha (pouca quantidade);
 
- Bicabornato de sódio (uma colher de sopa).


 



 

 



 
 


Neste caso houve um equívoco, na hora da demonstração,
ao invés de tinta vermelha foi colocada a marrom. 

sábado, 28 de setembro de 2013

Leitura Imagética: Processos Erosivos


PROCESSOS EXÓGENOS

A curiosidade maior dos alunos, que eu - inclusive - acredito ser mais pela sua denominação, sempre incide no que seja uma voçoroca. E, por mais que eu expliquei o seu processo evolutivo, seja oralmente ou por desenho esquemático no quadro desde o desenvolvimento inicial na forma de sulco, passando por ravinamento até alcançar o nível de voçoramento, a compreensão nem sempre é alcançada facilmente. 

Em decorrência disso, optei por publicar as imagens pertinentes a diversos processos erosivos (erosão e transporte) neste espaço para melhor visualização e compreensão destes, mas ressalto que todos têm em comum a água pluvial (das chuvas) como agente erosivo.

O escoamento superficial quando passa a ser concentrado deixa marcas visíveis no solo, as quais chamamos de sulcos. Estas são bem visíveis na paisagem. Com a incidência das chuvas, a água vai escavando e aprofundando mais, ainda, os sulcos, evoluindo para a formação de ravinas. A continuidade do ravinamento, com o incisão maior da água no solo pode chegar ao ponto de alcançar o lençol freático e, daí, o processo erosivo ganha maior força, agindo da "jusante para a montante" (de baixo para cima), formando a voçoroca.   

Todas as imagens são do meu acervo particular, com exceção dos desenhos, dos quais cito as fontes.

 
Imagem extraída do Dicionário Geológico-Geomorfológico
(GUERRA, Antonio Teixeira, 1987, pag. 349, RJ)



Deslizamento do solo com a remoção de parte da estrada
Desenho obtido da Cartilha Geologia: A Ciência da Terra
XXXIII Congresso Brasileiro de Geologia (SBG/UFRJ, 1984) 
 



Escoamento superficial (Bairro Pilar, Duque de Caxias, RJ)
(Foto: Marli Vieira)



Ravinas e Voçorocas em formação
Município de Vassouras (Foto: Marli Vieira) 


Ravinas e Voçorocas em formação
Município de Vassouras (Foto: Marli Vieira) 
 


Voçorocas
Município de Saquarema, Serra do Mato Grosso -
(Foto: Marli Vieira) 

 

 Voçorocas e ravinas
Trecho da Rodovia Presidente Dutra entre Aparecida do Norte (SP) e Penedo (RJ)
(Foto: Marli Vieira) 

 
Ravinas 
Município de Saquarema, Serra do Mato Grosso
(Foto: Marli Vieira) 



Voçoroca
Município de Saquarema, Serra do Mato Grosso
(Foto: Marli Vieira) 


Deslizamento de terra (Bairro Pilar, Duque de Caxias, RJ)
(Foto: Marli Vieira)
 

Deslizamento de terra (Bairro Pilar, Duque de Caxias, RJ)
(Foto: Marli Vieira)
 

Deslizamento de terra (Bairro Pilar, Duque de Caxias, RJ)
(Foto: Marli Vieira)


Sulcos e ravinas
Trecho da Rodovia Presidente Dutra entre Aparecida do Norte (SP) e Penedo (RJ)
(Foto: Marli Vieira) 
 
 
Movimento de terra (deslizamentos)
Trecho da Rodovia Presidente Dutra entre Aparecida do Norte (SP) e Penedo (RJ)
(Foto: Marli Vieira) 
 

Voçorocas e marcas de pisoteio de gado
Trecho da Rodovia Presidente Dutra entre Aparecida do Norte (SP) e Penedo (RJ)
(Foto: Marli Vieira) 
 
 

Projeto Herdeiros do Pré-Sal: Curso para Docentes (31/08/2013) - Parte III


Reprodução do Folder do Projeto (MGEO UFRJ - BG Brasil)


Tal como mencionei na postagem anterior (dia 22 de setembro), as atividades programadas para o segundo e último dia do curso não se limitaram apenas aos cursos ministrados pelas professoras da Faculdade de Geologia da UFRJ, pois ainda tivemos uma palestra sobre "Operações de FPSOs", as apresentações das nossas oficinas no Laboratório e, por último, a visitação ao Museu da Geodiversidade. 
 
A palestra foi realizada no Auditório Othon Henry Leonardos, localizado no próprio Instituto de Geociências da UFRJ, tendo aberto a programação a Prof.ª Dr.ª Cícera Neysi de Almeida, que felicitou a presença e participação do palestrante,  sr. Valdir Pessoa, Gerente de Operações da BG Brasil.
 
Valdir Pessoa - Gerente de Operações da BG Brasil
 
 
Após as palavras iniciais de ambos, o sr. Valdir Pessoa iniciou a sua palestra sobre as "Operações de FPSOs".


 
 
Os FPSOs (Flooting Production Storage Offloading) em português, significa Unidades de Produção, Estocagem e descargamento de petróleo e gás.  

Ou, conforme define a Petrobras, "Navio tanque que recebe o óleo dos poços produtores, processa o produto como se fosse uma plataforma de produção, armazena e abastece outros navios através de linhas flexíveis.

São navios-plataformas, de grandes portes, que ficam em local definido, presos através de estacas permanentes ("âncoras").
 
Como estes ficam parados por muitos anos no local da exploração de petróleo, cerca de 25 a 30 anos, isto é, o tempo de vida útil do campo petrolífero, eles não precisam do motor, que é retirado do navio. Isso foi visto durante a exibição de um vídeo sobre a conversão de um navio petroleiro, velho, para uma unidade flutuante (FPSO).
 
Segundo o mesmo, a maioria dos FPSO do mercado é construído à partir de petroleiros com cerca de 20 anos de idade.
 
As etapas seguintes à conversão do navio petroleiro para um FPSO são: integração (instalação de módulos), preparação (para a partida dos sistemas do FPSO) e, finalmente, instalação, quando este é ancorado no campo petrolífero e interligado a este através dos risers de produção. 
 
A conexão entre os FPSOs e os poços de petróleos é realizada através de linhas chamadas de risers. O petróleo é trazido e processado nestes navios-plataformas, onde é feita a separação do petróleo em óleo, gás e água, sendo esta última tratada e devolvida ao mar.
 
O palestrante detalhou toda a operação realizada nos FPSOs, assim como os equipamentos envolvidos na exploração, produção e estocagem.
 
O óleo produzido fica armazenado em tanques e são transferidos, posteriormente, para a terra através de navios aliviadores.
 
O sr. Valdir Pessoa ainda mencionou sobre os principais sistemas de produção e de utilidade nos FPSOs, como é o trabalho nestas unidades em termos de segurança de trabalho, a jornada de trabalho (14 dias embarcado e 14 dias de folga, em terra), as refeições diárias, a modalidade de transporte (helicóptero) para entrar e sair das unidades, tendo como pontos referenciais o Rio de Janeiro, Campos, Macaé ou Cabo Frio, a infraestrutura existente e o tipo de profissionais que trabalham nos FPSOs. 
 
O vídeo abaixo é o mesmo que foi exibido durante a palestra. Ele mostra, passo a passo, as etapas de adaptação de um navio petroleíro em um FPSO, com destaque para as etapas pertinentes à conversão, integração e preparação.  
 
 


terça-feira, 24 de setembro de 2013

Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em PDF


 
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) está disponibilizando, na Web, o Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em Unidades de Conservação Federais, em PDF.

O Atlas é um produto dos 10 anos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), no qual foram compilados dados, anexados mapas e sínteses dos resultados das pesquisas sobre a ocorrência de espécies de fauna brasileira ameaçadas de extinção, nas Unidades de Conservação Federais.
 
De acordo com MundoGeo, os dados apresentados no Atlas foram extraídos, inicialmente, do Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção (Machado et al., 2008), sendo atualizados e complementados pelos Centros Nacionais de Pesquisa e Conservação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)  e pelas Unidades de Conservação Federais, além de outros documentos técnicos e científicos.
 
 
 Imagem extraída do Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção

 
 
 
Fontes:
 
 


Dica de Evento: IX Semana de Geografia da UNICAMP




Imagem capturada na Internet (Fonte: IGE/UNICAMP)


Sob o tema “Os desafios do fazer geográfico: entre teoria e prática”, a nona edição da Semana de Geografia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) vai ser realizada no período de 11 a 14 de novembro do ano em curso.
 
Trata-se de um evento científico realizado anualmente, desde 2005, por estudantes da graduação e do Programa de Pós-Graduação em Geografia, com apoio do Departamento de Geografia, do Instituto de Geociências e da Associação dos Geógrafos Brasileiros  (AGB– Seção Campinas).
 
De acordo com a equipe organizadora do referido eventos, a Conferência de Abertura será proferida pelo Prof. Dr. Antonio Carlos Robert Moraes (USP) na noite de 11 de novembro. A programação também prevê quatro mesas-redondas focadas no papel do profissional formado em Geografia em relação aos movimentos sociais e o direito à cidade, ao ensino de Geografia, aos estudos ambientais e ao planejamento urbano.
 
Serão oferecidos, ainda, minicursos e trabalhos de campo.
 
Todas as atividades serão gratuitas e se destinam a estudantes de graduação e pós-graduação de todo o Brasil, professores e geógrafos, além de demais interessados pela ciência geográfica.

Os participantes também poderão apresentar suas pesquisas e reflexões sobre a Geografia nos Espaços de Diálogo Geográfico, tal como vem sendo realizado desde 2010, na forma de Comunicações. 

Para obter mais informações, acessem o site abaixo:


 
 

Vídeo: Cenas do Tsunami de 2011 destruindo completamente o Porto de Kesennuma, no Japão



Dando prosseguimento à postagem anterior, referente às ações do tsunami que atingiu o Japão, em 2011, o vídeo - aqui compartilhado (endereço de acesso) - mostra a ação das águas atingindo o Porto de Kesennuma, no Japão e avançando para o interior.
 
A devastação é completa e assustadora diante da força das águas e da impotência humana em controlar tais eventos naturais.
 
Trata-se de mais um vídeo de forma a contemplar e enriquecer a matéria deste 3º Bimestre do Ensino Médio e, também, a curiosidade de muitos alunos.
 
Assistam o vídeo no endereço abaixo:
 
 

 
 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Tsunami e o seu Grande Poder de Destruição


Xilogravura "A Grande Onda de Kanagawa" - Imagem obtida na Internet
(Fonte: Wikipedia)

 
Há tempo prometi aos alunos postar o endereço de um vídeo que mostra, de dentro de um carro, os tremores de terra (abalos sísmicos) e, logo depois o deslocamento de água sob o efeito de um tsunami.
 
Considerado no âmbito de fenômenos ligados à dinâmica interna da Terra, a denominação Tsunami” é de origem japonesa e decorre da junção das palavras "porto" (tsu) e "onda" (nami), ou seja, “onda de porto”. Tsunami corresponde às ondas gigantes que atingem e invadem as terras emersas (continentes e ilhas).
 
De uma maneira geral, a causa principal do tsunami está atrelada aos tremores (sismos) na crosta oceânica, em áreas de convergência de placas tectônicas, a qual empurra a massa de água para cima.
 
Mas este, no entanto, também pode se originar pelo deslocamento de massas continentais na superfície marinha ou, ainda, sob efeito de erupções vulcânicas ou da queda de meteorito na água.
 
Embora seja um fenômeno essencialmente natural, o tsunami também pode ser provocado pela ação do homem, situação esta – em especial – na água através de detonações  de artefatos nucleares no fundo do oceano (testes atômicos).
 
Assim como, em superfície emersa, o homem também pode ocasionar terremoto quando da construção de uma Usina Hidrelétrica. Estudos já provaram que o lago artificial (represa) de Usinas Hidrelétricas é capaz de acarretar pequenos abalos sísmicos na área e adjacências.
 
Como o Pacífico é o oceano que apresenta uma grande instabilidade tectônica, notadamente, é nele que a maior parte dos tsunamis ocorre. Isso não significa dizer que em outros oceanos, este fenômeno não ocorra. Mas, não resta dúvida que a incidência maior se dá no oceano Pacífico, que integra o chamado Círculo do Fogo, área de grande ocorrência de vulcanismo e abalos sísmicos (terremotos e maremotos).  
 
Os tsunamis, cujas ondas podem atingir mais de 30 metros de altura e uma velocidade de 1.000 Km/hora, são capazes de devastar a zona costeira e causar sérios prejuízos, não só em termos de perdas materiais, mas sobretudo, em termos de perdas humanas.
O vídeo disponibilizado no endereço abaixo nos fornece a dimensão do fenômeno e de seu caráter devastador, destruidor. Assistam!
 
 

Fixando a Matéria: Geografia Econômica (Energia)

01. Atualmente, a procura de novas fontes renováveis de energia surge como alternativa importante para superar dois problemas sérios: a futura escassez de fontes não-renováveis de energia (principalmente , do petróleo) e a poluição ambiental causada por essas fontes, sobretudo, pelos combustíveis fósseis. Nesse contexto, são alternativas de recursos energéticos renováveis, EXCETO:
 
(a) Biogás, utilização das bactérias na transformação de detritos orgânicos em metano.
(b) Energia geotérmica, aproveitamento do calor do interior da Terra.
(c) Energia eólica, energia que proveniente do vento.
(d) Biomassa, massa dos seres vivos habitantes de uma região.
(e) Carvão mineral, extraído da terra através de processos de mineração.
 
02. (Ufv 96): O Brasil é um país rico em rios, o que lhe confere um grande potencial hidrelétrico. Este potencial está relacionado respectivamente aos seguintes fatores geográficos:
 
(a) às condições climáticas e ao relevo acidentado.
(b) à predominância no país do clima equatorial e à existência de poucas áreas planas.
(c) à continentalidade do território e à disposição longitudinal do seu relevo.
(d) à latitude e à monotonia do relevo.
(e) à tropicalidade e à existência de planícies de tamanho considerável.
 
03. Para a produção de energia elétrica, faz-se necessário represar um rio, construindo uma barragem, que irá formar um reservatório (lago). A água represada moverá as turbinas, que produzirão a energia. Entre os impactos ambientais causados por esta construção, podem-se destacar:
 
(a) aumento da temperatura local e chuva ácida;
(b) alagamentos e desequilíbrio da fauna e da flora;
(c) alagamento de grandes áreas e aumento do nível dos oceanos;
(d) alteração do curso natural do rio e poluição atmosférica;
(e) alagamentos e poluição atmosférica.
 
04. Com relação ao setor energético do nosso país podemos afirmar que, EXCETO:
 
(a) A região Sudeste é a maior produtora de carvão, com destaque para o estado de São Paulo.
(b) As usinas nucleares brasileiras estão localizadas no município de Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro.
(c) A região Sudeste é responsável pela maior parte da produção de petróleo nacional através da Bacia de Campos (no norte do estado do Rio de Janeiro).
(d) Um dos benefícios do programa Proálcool, do governo federal, considerado na sua implantação é que ele é um combustível mais barato e menos poluente.
(e) No Brasil, a energia elétrica tem como base as hidrelétricas, porque o país apresenta uma rica rede hidrográfica.
 
05. A energia elétrica, no Brasil, contribui de maneira significativa para atender às necessidades do país em fontes de energia. O setor que mais utiliza ou consome energia elétrica no Brasil é:
 
(a) a indústria
(b) os domicílios
(c) o comércio
(d) a iluminação pública
(e) os transportes
 
06. A mídia nacional destacou a descoberta de reservas petrolíferas nas rochas da camada Pré-Sal. As proposições abaixo tratam de características dessas reservas petrolíferas. Analise-as e assinale a única opção CORRETA:
I. Nas rochas da camada Pré-Sal existentes no mundo, a primeira descoberta de reserva petrolífera ocorreu no litoral atlântico brasileiro. A camada Pré-Sal é um grande reservatório de petróleo e gás natural localizado nas bacias de Santos, Campos e Espírito Santo (região litorânea entre os estados de Espírito Santo e Santa Catarina).
II. Segundo o Governo Federal, a exploração de petróleo nessas áreas vai proporcionar segurança energética para o Brasil e com isso “blindar” o país contra eventuais crises de energia mundiais.
III. A abundância do petróleo na camada do Pré-Sal vai contribuir para aumentar a importância econômica e um destaque na geopolítica do Brasil no espaço mundial. Ao mesmo tempo vai gerar empregos a agregar valores à produção por meio de exportação.
 
Está (ão) correta (s)
(a) Apenas a proposição III
(b) Apenas as proposições I e II
(c) Apenas as proposições I e III
(d) Apenas a proposição I
(e) Todas as proposições
 
07. UFRGS/2002: Assinale a alternativa correta com relação aos recursos energéticos:
 
 a) Os combustíveis fósseis, recursos finitos e não renováveis, têm os custos econômicos de sua exploração encarecidos, quando a sua localização ocorre em consideráveis profundidades.
b) São chamadas de combustíveis fósseis as fontes energéticas geradas pela fossilização de material orgânico. Os mais importantes combustíveis fósseis são o carvão, o petróleo e os derivados do álcool.
c) A queima de combustíveis fósseis provoca a liberação de gás carbônico na atmosfera, o que ocasiona o resfriamento das temperaturas globais.
d) Os maiores responsáveis pela poluição atmosférica causada pela queima dos combustíveis fósseis são os países periféricos, uma vez que as indústrias dos países tecnologicamente mais avançados já operam, em sua maioria, com a chamada "tecnologia limpa".
e) A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) congrega exclusivamente países árabes, constituindo-se numa organização essencialmente política, baseada no poder econômico possibilitado pelo domínio da exploração do mais importante dos combustíveis fósseis.
 
08.  A bacia sedimentar do Brasil, que responde pela maior produção de petróleo é:
 
(a) Bacia de Tabuleiro do Martins
(b) Bacia de Carmópolis
(c) Bacia do Recôncavo Baiano
(d) Bacia de Campos
(e) Bacia do Meio-Norte
 
09. (TAUBATÉ) Usina brasileira que se revelou um verdadeiro fracasso em todos os aspectos: técnico, financeiro, social e ecológico. Inundou 2.360 metros quadrados de floresta, sem qualquer aproveitamento, e vai gerar uma energia muito cara em relação ao investimento, sem atender à demanda da região:
 
(a) Balbina
(b) Orocó
(c) Tucuruí
(d) Paratinga
(e) Xingó
 
10. (UFRN) Um empresário deseja instalar uma indústria no Brasil, em uma localidade produtora de energia renovável e limpa. Avaliadas as condições geográficas das regiões brasileiras, o empresário escolheu estabelecer sua empresa no Nordeste, porque esta é a região que:
 
(a) possui a maior quantidade de usinas hidrelétricas instaladas.
(b) possui a maior capacidade instalada de energia eólica.
(c) se destaca como principal produtora de energia a partir da biomassa.
(d) se destaca pelo maior número de usinas termoelétricas em funcionamento.
 
11. A Usina Hidrelétrica de Itaipu surgiu de um acordo bilateral, isto é, entre dois países para o aproveitamento do potencial hidrelétrico do rio Paraná, que faz parte da Bacia Platina ou Bacia do Rio da Prata. A Usina é um empreendimento conjunto entre os países:
 
(a) Brasil-Uruguai
(b) Brasil-Paraguai
(c) Brasil-Argentina
(d) Brasil-Chile
(e) Brasil-Bolívia
 
12. (FGV) Sobre o consumo de energia no Brasil é correto afirmar que:
 
(a) Nesta década, devido às sucessivas crises econômicas, não tem havido aumento do consumo de energia.
(b) O petróleo e o carvão mineral representam mais de 70% de energia produzida para consumo no país.
(c) Mais da metade da energia consumida no país provém de fontes renováveis, como a hidráulica e a biomassa.
(d) O setor residencial e de comércio representam 80% do consumo total de energia.
(e) A Região Sudeste não consegue consumir toda a energia que produz.
 
13. Acerca do carvão mineral, assinale a única afirmativa INCORRETA:
 
(a) O carvão mineral é um combustível fóssil e, entre os outros recursos desta categoria, ele é o mais abundante.
(b) As principais reservas brasileiras de carvão mineral estão localizadas na região Sul, especialmente, no Rio Grande do Sul.
(c). O uso energético do carvão mineral ainda é bastante restrito em nosso país, representando apenas 6,6% da matriz energética brasileira. Entre outras restrições, os altos teores de cinza e enxofre (da ordem de 50% e 2,5%, respectivamente) são os principais responsáveis pelo baixo índice de aproveitamento do carvão no Brasil.
(d) Ele é altamente nocivo ao meio ambiente, tanto pela liberação de dióxido de carbono que causa poluição atmosférica, agravando o aquecimento global, quanto na contribuição para a chuva ácida.
(e) As reservas de carvão mineral se localizam, em geral, nos dobramentos modernos, datados do período Terciário, Era Cenozoica.
 
14. Analise o quadro abaixo e assinale a única afirmativa INCORRETA:
 
 
(a) Em geral, quanto mais acesso ao desenvolvimento tecnológico o país dispuser, maior será o consumo de energia.
(b) Os países desenvolvidos tendem a serem os maiores consumidores de energia.

(c) A energia elétrica nas casas é uma necessidade para toda a população mundial e, hoje, não há um sequer lugar no mundo em que esta não esteja presente.

(d) Um colapso no setor energético pode significar uma crise em todas as atividades desenvolvidas em um país.

(e) Grande parte dos avanços tecnológicos que alcançamos se deve à energia elétrica.

 

15. 1. Assinale V (Verdadeiro) ou F (Falso) nas afirmativas abaixo:
 
. A energia elétrica é produzida em usinas termelétricas (carvão e óleo), hidrelétrica (águas fluviais) e termonuclear (urânio). (   )
. O petróleo já foi causa de muitos conflitos e é a principal fonte de renda de muitos países, sobretudo, no Oriente Médio. (   )
. Os combustíveis fósseis são os grandes vilões dos fenômenos do Aquecimento Global e da chuva ácida. (   )
. Para a realização de grandes obras, como a construção de usinas hidrelétricas e outras, a execução e elaboração, respectivamente, de EIA/RIMA se fazem necessários, mas estes – no entanto - não são obrigatórios, segundo a legislação brasileira. (   )
. Após a crise do petróleo (1973) e de sua forte dependência ao combustível importado, o Brasil diversificou suas fontes de energia, buscando soluções domésticas, como investimentos no Proálcool, incentivo e aumento da produção interna de petróleo e gás, incentivos à produção de biodiesel e aumento da capacidade geradora das usinas hidrelétricas. (   )
 
 
Gabarito:
 
01.  (e)
06. (e)
11. (b)
02. (a)
07. (a)
12. (c)
03. (b)
08. (d)
13. (e)
04. (a)
09. (a)
14. (c)
05. (a)
10. (b)
15. (V) (V) (V) (F) (V)