segunda-feira, 31 de março de 2014

Fusos Horários



Fusos Horários
Imagem capturada na Internet (Fonte: Jogos 10)



FUSOS HORÁRIOS 
 
Podemos definir Fusos Horários como faixas imaginárias, longitudinais (entre dois meridianos), que possuem o mesmo horário.
 
A Terra se apresenta dividida em 24 fusos horários, cada qual equivalendo 15º de longitude. O Brasil voltou a ter 4 fusos horários, desde o final do ano passado.
 
Mas, vamos entender como funciona este sistema...
 
Antes do estabelecimento do sistema de fusos horários no mundo, o instrumento utilizado na definição das horas era o relógio de Sol, uma vez que a passagem do tempo era observada, através das sombras projetadas em sua superfície, de acordo com a posição do Sol.
Relógio de Sol do Planetário da Gávea, Rio de Janeiro (RJ)
Imagem do meu acervo particular

Diante da necessidade de padronizar um horário mundial, no final do Século XIX, em 1883, foi criado o sistema de fusos horários durante a Conferência de Roma (Itália), onde a proposta partiu em dividir a circunferência da Terra (360°) em 24 fusos horários de 15°. Com isso, toda a região situada dentro de um fuso horário (região entre dois meridianos) passou a ter a mesma hora.

Levando em consideração esse tempo que a Terra leva para dar a volta completa ao redor do seu eixo (24 horas) e que este giro completo é de 360º, o resultado obtido consta que a Terra gira 15º de longitude a cada 1 hora.

360º :  24  =  15º

E que, por conseguinte:
                    15º = 1 hora (60 minutos)
                                                                  1º = 4 minutos
 
No ano seguinte, 1884, houve a Conferência Internacional do Meridiano, em Washington (EUA), na qual ficou estabelecido que o Meridiano principal (0º) seria o meridiano que passa pelo Observatório de Greenwich, em Londres (Inglaterra). Sendo assim , este seria empregado como o meridiano inicial para a contagem das horas.
A escolha do meridiano que passa pelo Observatório de Greenwich, em Londres, deu-se em razão da maior parte das cartas geográficas da época, que eram inglesas, empregava esse meridiano como referência.

 Imagem capturada na Internet (Fonte: Wikipédia)

Nesta mesma Conferência ficou acordado, também, o estabelecimento do antimeridiano de Greenwich (180º), ou seja, a linha vertical, imaginária, localizada exatamente no lado oposto do Greenwich. Ponto este, onde o dia termina e um outro começa, a qual foi denominada de Linha Internacional da Data (LID) ou Linha Internacional de Mudança de Data.

 Imagem capturada na Internet (Fonte: Desconhecida) 

Mais abaixo falarei da LID.

O sistema de fuso horário foi estabelecido com base no movimento de Rotação, isto é, o movimento que a Terra executa ao redor do seu eixo imaginário, o qual dura cerca de 24 horas, sendo, portanto, responsável pelo dia e pela noite.

Como todos nós sabemos, em consequência da Rotação (24 horas) e de sua forma esférica, a Terra apresenta uma parte de sua superfície voltada para o Sol, estando iluminada por ele (dia), enquanto a outra parte - oposta a este - não recebe luminosidade (noite).

Imagem capturada da Internet (Fonte: Dinâmicogeo)

 
Os efeitos do movimento de Rotação da Terra não se restringem apenas à sucessão do dia e da noite, ele  também explica o movimento aparente do Sol, aquele que produz a impressão que o astro solar se movimenta ao longo dos períodos diurno e vespertino (manhã e tarde, respectivamente), nascendo, todos os dias, na direção leste (nascente) e se pondo a Oeste (poente).
Mas, na verdade, quem está em movimento não é o Sol, mas - sim - o planeta Terra (movimento de Rotação), ocorrendo o mesmo, durante à noite, em relação às estrelas.


  Imagem capturada na Internet (Fonte: Ciências E.F.)
Agora não esqueçamos que além desses efeitos, a Rotação também responde pela diferença térmica (temperatura) ao longo do dia em razão da variação da obliquidade (inclinação) dos raios solares sobre um mesmo lugar.
Como o movimento de rotação ocorre no sentido Oeste-Leste, as horas no oriente (Leste) são sempre adiantadas, enquanto no ocidente (Oeste), elas são sempre atrasadas.
Sendo assim, para Leste, as horas aumentam em 1 hora, de 15º em 15º de longitude, enquanto que para Oeste, as horas diminuem em 1 hora, de 15º em 15º de longitude.
  
 
Planeta Terra - 24 Fusos Horários
 

  


  Imagem capturada na Internet (Fonte:
Como se pode observar no segundo mapa, acima, as linhas que demarcam os fusos horários, no planisfério, não são linhas retas. Isso decorre em razão dos interesses políticos e econômicos dos países ao estabelecer a diferença de horários em seus respectivos territórios e/ou alterar o número deles ao longo do tempo.
Como exemplo, pode-se citar o caso da China, terceiro maior país do mundo em extensão territorial, com uma área de aproximadamente 9.600.000 Km2, que possui - desde 1949 - um único fuso horário oficial (a hora de Pequim, sua capital). Já a Rússia, maior país do mundo (17.098.240 Km2), reduziu de 11 para 9 fusos horários, em 2010.

O próprio governo brasileiro realizou mudanças no número de fusos horários do país. Até o ano de 2008, o nosso território possuía 4 fusos horários, quando estes foram reduzidos para três, descartando o quarto fuso (Acre e parte ocidental do Amazonas), que passou a vigorar no terceiro fuso horário.


No final do ano passado (2013), entretanto, o Governo Federal revogou a lei de 2008 e restabeleceu o quarto fuso horário do país. Hoje, portanto, o Brasil possui 4 fusos horários, com algumas alterações em seus limites.
É preciso ter muita atenção quanto a esta mudança recente (final de 2013), pois a maioria dos livros, mapas específicos (fusos horários) e sites na rede ainda não se atualizaram e, por isso, os mesmos descrevem os 3 fusos horários em todo o território nacional. Na próxima postagem, detalharei mais sobre esta questão.

LINHA INTERNACIONAL DE DATA (LID) OU
LINHA INTERNACIONAL DE MUDANÇA DE DATA
 
Como falei inicialmente, além da definição do Meridiano de Greenwich como meridiano inicial para contagem das horas (0º), estabelecido na Conferência realizada em Washington (EUA), em 1884, outra linha imaginária - oposta a este - também foi definida, ou seja, o antimeridiano ( 180º), onde se verifica o fim de um dia e o começo do outro. Em outras palavras, é uma linha imaginária na superfície terrestre que implica uma mudança de data obrigatória ao cruzá-la.
Esta linha recebeu o nome de Linha Internacional de Data (Linha de Data/LD) ou Linha Internacional de Mudança de Data.

Ela se encontra localizada no oceano Pacífico e foi traçada de forma irregular, justamente, para não atravessar nenhuma terra emersa (ilhas).

De acordo com a mesma, ao cruzarmos a LD de leste para oeste, diminui-se um dia e ao passarmos de oeste para leste acrescenta-se um dia no calendário.
Se observamos no planisfério (mapa-múndi), ela separa o extremo oeste do planeta do extremo leste. Embora, estes se apresentem distantes no mapa-múndi, por ser uma representação cartográfica plana, na realidade, ambos se encontram juntos, pois a forma do planeta Terra é esférica.

Imagem capturada na Internet (Fonte: Mundo Educação)
 

Imagem capturada na Internet (Fonte: Aprendendo por Aí)
e modificada no Adobe Photoshop

Fontes de Consulta

. InfoEscola

. Monólito Nimbus
 


. Wikipédia (várias edições)

, Material Didático (acervo particular)

sábado, 22 de março de 2014

21 de Março: Dia Internacional da Síndrome de Down


Imagem capturada na Internet - Facebook  (Fonte desconhecida) 


Atualização em 18/03/2014 às 21h04

Ontem foi o Dia Internacional da Síndrome de Down. Data esta, comemorada desde 2006, cuja proposta de criação, tal como já mencionei em outra postagem, partiu da Down Syndrome International, Instituição sediada no Reino Unido.
 
A escolha da data, o 21º dia do 3º mês, foi intencional em relação à singularidade da triplicação (trissomia) do cromossomo 21 que causa a síndrome de Down.

Como muitos sabem, o número de cromossomos presente nas células de uma pessoa é 46 (23 do pai e 23 da mãe), dispostos em pares, somando 23 pares. No caso da Síndrome de Down, durante a gestação, ocorre um erro na distribuição e, ao invés de 46 cromossomos, as células do embrião são formadas com 47 cromossomos. Este cromossomo extra se liga ao par número 21. Daí, o termo "Trissomia do 21".

 
 Imagem capturada na Internet (Fonte: Revista Galileu)
 
Este cromossoma, extra, altera o desenvolvimento regular da criança que, apesar de variar de indivíduo para indivíduo, faz com que os mesmos apresentem características semelhantes, tais como:
 
- os olhos puxados (semelhantes aos orientais); 
- mãos e pés pequenos; 
- a parte posterior da cabeça é levemente achatada (aparência de arredondada); 
- rosto com contorno achatado (os ossos faciais são pouco desenvolvidos); 
- nariz e boca pequenos; 
- orelhas pequenas; 
- algumas crianças mantêm a boca aberta e a língua projetada - um pouco - para fora; 
- pescoço de aparência larga e grossa; 
- os meninos são estéreis e as meninas ovulam, embora de forma irregular; 
- abdômen costuma ser saliente (barriga) etc.
 
A data só foi oficializada, em 19 de dezembro de 2011, pela Organização das Nações Unidas (ONU), contando as comemorações a partir do ano seguinte (2012). A ONU se pronunciou a respeito, convidando a todos, seus países-membros e organizações internacionais, a sociedade civil, as Organizações Não-Governamentais (ONGs) e do setor privado a lembrar da referida data, a fim de fazer valorizar o Dia Mundial (ou Internacional) da Síndrome de Down de forma a contemplar e sensibilizar o público quanto aos indivíduos com esta síndrome.    
 
O primeiro a observar pessoas com estas características foi o Dr. John Langdon Down, em 1866. Médico de renome, na época, em pesquisas e trabalho com crianças com deficiência mental.
 
 Dr. John Langdon Down
Imagem capturada na Internet (Fonte: Wikipédia)
 
Ele observou que certas crianças, com comprometimento cerebral, apresentavam fisionomias semelhantes (olhos puxados, entre outras características). Sem conhecimento mais aprofundado acerca do que, mais tarde, viria ser a ser classificado como anormalidade genética e cromossômica, o referido médico empregou o termo “mongolismo” em razão das características de sua aparência com os povos mongóis (Mongólia, norte da China).
 
Somente no século passado, mais precisamente em 1958, é que o geneticista francês Dr. Jérôme Jean Louis Marie Lejeune verificou, a partir de suas pesquisas, a ocorrência de um erro na distribuição de cromossomos nos indivíduos ditos “mongoloides” (termo empregado pelo Dr. John Langdon Down), ou seja, ele descobriu que se tratava de uma síndrome genética associada ao número e distribuição dos cromossomas. A ocorrência de 47 ao invés de 46 cromossomos é que respondia pelo referido “mongolismo”.
 
Com a sua descoberta e em homenagem ao referido Dr. John Langdon Down, o Dr. Jérôme Lejeune denominou esta alteração genética de "Síndrome de Down".
 
Dr. Jérôme Lejeune
Imagem capturada na Internet (Fonte:  Celebrate LIFE Magazine)
 
Outro termo também empregado é  "Trissomia do 21", no entanto, o primeiro é o mais popular.
 
Como vimos, ela é uma alteração genética que ocorre por ocasião da formação do bebê, no início da gravidez. Por isso, qualquer mulher, independente de raça ou condição social, se encontra sujeita a ter um filho com Síndrome de Down. No entanto, sabe-se que algumas têm maior propensão do que as outras, tais como: mulheres com idade avançada, com histórico familiar com registros de crianças com a mesma síndrome e, também, casamentos consanguíneos, como a união entre primos de 1º e 2º graus.
 
Como não tenho a pretensão – aqui, neste espaço - de discursar ou aprofundar o tema, para maiores informações acerca dos fatores e causas mais comuns de sua ocorrência, a Internet oferece uma gama de sites especializados e seguros sobre o mesmo ou acessem as Fontes de Consulta desta postagem.
 
No meu caso, esta data é marcante tanto por eu ter trabalhado com crianças especiais (entre elas, crianças com Síndrome de Down), no meu primeiro emprego, como professora, na antiga ASCE (Associação de Solidariedade à Criança Excepcional), no bairro de Del Castilho, quanto por ter um aluno muito querido e especial desde 2012 na E. M. Dilermando Cruz, o aluno e atleta (natação), Henrique Matheus Lima.
 
Este se encontra, totalmente, integrado à turma e interage muito bem com os colegas. Eu posso até afirmar que observei algumas evoluções em sua prática diária, como aluno, neste início de ano. Ele está escrevendo mais rápido do que antes e já tomou a iniciativa de ler, em voz alta, a resposta do exercício de casa.
 
A turma toda gosta dele e o trata com carinho. E essa interação é de suma importância no seu desenvolvimento e no seu processo de inclusão social. Aliás, não só os colegas, mas – sobretudo – a família. Estas relações (tanto na escola quanto em casa) podem o auxiliar a adquirir competências, bem como incentivar as suas habilidades a permitir o seu desenvolvimento enquanto aprendiz (aluno), indivíduo (alcançar certa autonomia) e ser social (inclusão na sociedade).
 
Ele participou da 16ª edição da Olimpíada da Pessoa Deficiente (Olimpede), no ano passado, em Volta Redonda (RJ) e conquistou a primeira colocação na natação. Vejam a matéria, AQUI!
 
Não resta dúvida que, ainda, há muito a melhorar em termos do programa de Educação Inclusiva, tal como prevê a legislação brasileira acerca de pessoas especiais (incluindo neste, os de síndrome de Down), pois o processo não contempla apenas reformas estruturais nos prédios escolares (rampa, alargamento da abertura das portas etc.) ou adaptações do conteúdo e dos instrumentos de avaliação, entre outros aspectos. Ele requer a inclusão social efetiva e, não, apenas a sua integração física e social na escola, considerando-o exclusivamente como um mero telespectador do processo educativo.
 
Inclusão social não se enquadra apenas – no âmbito da Educação Escolar – na sua matrícula no ensino regular. Há a necessidade de uma prática de olhar e de ensinar do professor articulada as suas necessidades e dificuldades. Infelizmente, muitos ainda não concebem assim... 
 
Como forma de não passar em branco a data comemorativa, uma vez que, ontem, eu cheguei muito tarde em casa e não pude publicar algo a respeito, dedico o meu carinho pela passagem deste dia ao aluno e atleta Henrique Matheus Lima, da Turma 1801.         




 
 

 
 

 
 
Fontes de Consulta
 
 
. Doenças Genéticas - Bebê.com.br
 
 
. Síndromes - Arts Brasil 
 
. Síndrome de Down - Dr. Drauzio 
 
 
. Wikipédia



quarta-feira, 19 de março de 2014

Território Marítimo e suas Delimitações


Imagem capturada na Internet (Fonte: Geografia e Tal)
 
O mar costeiro, aquele que acompanha a faixa litorânea de um país ou ilha, passou a ser mais valorizado e se tornou pauta de grandes discussões a nível mundial, no final do século passado, sobretudo, em razão de sua imensa riqueza (uso e exploração dos recursos marinhos), como também da questão ambiental e da soberania exercida sobre ele pelo Estado (parte integrante do território).
 
Só para se ter uma ideia acerca do nosso país:
Extensão do território nacional: 8.511.965 de Km²
 
Extensão marítima: cerca de 3,5 milhões de Km²**
 
**(Sua extensão poderá chegar a cerca de 4,4 milhões de Km² se se for aprovada uma área adicional, requerida às Nações Unidas como Zona Econômica Exclusiva - ZEE, ao redor das ilhas oceânicas e do arquipélago de São Pedro e São Paulo, na região marinha do Nordeste, logo acima da linha do Equador).
 
A Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), em dezembro de 1982, na Jamaica, definiu e regulou a grande província do direito internacional, isto é, o direito do mar costeiro. Além da soberania do Estado sobre este e suas águas adjacentes, a CNUDM estabeleceu também conceitos e normas quanto à gestão dos recursos marinhos e de controle da poluição.
 
E, ainda, com o objetivo de julgar possíveis controvérsias em relação à interpretação e à aplicação deste Acordo, a Convenção criou o Tribunal Internacional do Direito do Mar.
 
O Brasil participou e assinou a referida Convenção, ratificando-a em dezembro de 1988.
 
Sendo assim e, em função da importância do mar costeiro e de todas as águas adjacentes torna-se de importância vital a compreensão da área de abrangência do que se denominou Território Marítimo e suas respectivas delimitações.
 
Sendo assim, o Território Marítimo compreende as seguintes áreas delimitadas:
 
1. Águas interiores: são considerados os rios e ribeirões de drenagem exorreica, isto é, aqueles que desembocam diretamente no mar;

2. Mar Territorial: corresponde à faixa de águas costeiras que se estende desde a linha de baixa-mar do litoral continental e insular até 12 milhas náuticas, ou seja, 22 km. A soberania do Brasil se estende ao mar territorial, ao espaço aéreo sobrejacente, bem como ao seu leito e subsolo;

3. Zona Contígua: Continua depois do Mar Territorial, em 12 milhas marítimas, o Estado tem direito para fins de fiscalização alfandegária, saúde, imigração etc.;

4. Zona Econômica Exclusiva (ZEE): considera-se 200 milhas (370 kma partir da linha da costa. Não se tem soberania absoluta na ZEE, havendo apenas o direito de exploração econômica;

5. Plataforma Continental: é a extensão do continente, sobre a qual o país tem soberania na exploração econômica de seu subsolo.
 
Recursos Marinhos
Os recursos marinhos são classificados em quatro categorias, a saber:
 
. Minerais: cascalhos, areias e argilas (para a construção civil); calcário (para a agroindústria) e metais nobres, como ouro, platina, magnetita, cassiterita, óxidos de titânio etc.;
. Vivos: a pesca e a biotecnologia marinha;
. Energéticos: Petróleo e gás natural que são combustíveis fósseis, além uso dos recursos energéticos alternativos tais como a força das marés, das ondas ou dos ventos costeiros
. Não-extrativos: trata-se do mar enquanto uso, ou seja, como via de transporte (passageiro e mercadorias*), atividades portuárias, turismo marítimo, esportes náuticos e sua forte  influência no turismo costeiro (costa litorânea).
*Cerca de 95% do comércio exterior é feito por via marítima.
AMAZÔNIA AZUL
 
 Imagem capturada na Internet (Fonte: Poder Naval)
 
A expressão "Amazônia Azul" foi criado pelo Almirante de Esquadra Roberto de Guimarães Carvalho, então Comande  da Marinha e Coordenador da Comissão Interministerial para os Recursos  do  Mar (CIRM) na intenção de fazer um paralelo e destacar as riquezas e recursos naturais existentes  nesta  imensa  área azul (mar costeiro) com  as  que  ocorrem em nossa Floresta Amazônica (Amazônia Verde).
 
A Amazônia Azul compreende a imensa extensão de mar brasileiro, constituída pela soma da Zona Econômica Exclusiva com a Plataforma Continental. Sua extensão poderá chegar a cerca de 4,4 milhões de Km² se for aprovada uma área adicional, requerida às Nações Unidas como ZEE, ao redor das ilhas oceânicas e do arquipélago de São Pedro e São Paulo, na região marinha do Nordeste, logo acima da linha do Equador).
 
 Imagem capturada na Internet (Fonte: Sucupira com Geografia)
 

 
Fontes de Consulta
 
. BRANDINI, Frederico: Amazônia Azul...uma ova! ((o)) eco
 
 

. SOUZA, J.M. de: Mar territorial, zona econômica exclusiva ou plataforma continental? Revista Brasileira de Geofísica, Volume 17, N. 1, São Paulo, 1999.