terça-feira, 31 de março de 2015

Capitalismo versus Socialismo


Imagem capturada na internet para fins ilustrativos
(Fonte: Brasil Escola)

Como vimos na postagem sobre a Guerra Fria (Período de Paz Armada: Guerra Fria), após a II Guerra Mundial (1945), a nova Ordem Mundial instituída caracterizava-se pela bipolaridade, tendo como grandes potências hegemônicas os Estados Unidos da América (EUA) e a antiga União Soviética (ex-URSS).
 
Ambas, no entanto, destoavam-se em termos posicionamento ideológico, uma vez que os EUA seguiam e defendiam o sistema Capitalista e seus países aliados, enquanto a antiga União Soviética professava o Socialismo e controlava o bloco de países socialistas.
 
Sistemas sócio-político-econômicos, estes, totalmente antagônicos e conflitantes em seus fundamentos e práticas. E foi, justamente por seus princípios distintos e, sobretudo, dos riscos eminentes da influência soviética, principalmente, sobre os países europeus, arruinados economicamente e estruturalmente em consequência da II Guerra Mundial, que teve o início da Guerra Fria.
 
A Guerra Fria acabou no começo dos anos 90 (Século XX), mediante a crise no Socialismo e a extinção da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), o que provocou o desmantelamento quase por completo do bloco dos países socialistas, de regimes comunistas.
 
Embora o Socialismo Real tenha contrariado os princípios do Socialismo Científico de Marx e Engels, caracterizando-se como um regime ditatorial, dizer que o Capitalismo é o melhor sistema é, indiscutivelmente, leviano para qualquer análise.
 
Daí, a importância de conhecermos as características de cada um.
 
Imagem capturada para fins ilustrativos (Fonte: Desconhecida )
Imagem disponibilizada por cursista no
Fórum do Curso de Formação Continuada em Geografia (CECIERJ) 
 
CAPITALISMO

Sistema socioeconômico e político desenvolvido na Europa, a partir do Século XV e XVI, passando a vigorar com o estímulo da burguesia e com a ascensão do Absolutismo, suplantando o sistema de produção vigente, na época, que era o Feudalismo.
 
Entre as principais características do Capitalismo, pode-se destacar:
 
. Predominância da propriedade privada dos meios de produção (terras, indústrias, comércio, bancos, fazendas etc.), ou seja, os meios de produção têm dono, podendo este ser uma única pessoa ou um grupo de pessoas.
 
 Imagem capturada na Internet para fins ilustrativos
 
. Objetivo Principal: Obtenção de lucro a partir do aumento do consumo e da oferta de serviços.
 
. Divisão da Sociedade em Classes Sociais: Burguesia e Proletariado.
Os proprietários dos meios de produção, que representam a minoria da sociedade, são os burgueses (comerciantes capitalistas ou empresários). Enquanto, a maioria da população é representada pelos proletários (trabalhadores) que, para garantir a sua sobrevivência, vivem dos salários pagos em troca de sua força de trabalho.
 
Esta relação assinala outra característica do sistema, com a sociedade dividida em classes sociais, que é a má distribuição de renda da população.

 

 Imagem capturada na Internet para fins ilustrativos
 

. Economia de mercado (livre comércio): A economia é baseada em empresas privadas (particulares) e regulada pelo mercado, ou seja, pela “lei da oferta e da procura”, a qual traduz uma relação em que se a oferta de um determinado produto é maior que a sua procura, o seu preço tende a ser baixo, enquanto que, se a procura for maior que a oferta do mesmo, o preço deste tende a ser mais alto (produto raro = valor mais alto).

 Verificando-se, ainda, a competitividade e a livre concorrência no mercado, onde todos são livres para produzir, vender, comprar etc., tendo uma baixa interferência do Estado nos negócios.
 

 Imagem capturada na Internet para fins ilustrativo
(Fonte: Economia)



SOCIALISMO

Sistema socioeconômico e político desenvolvido, na Europa, em oposição ao sistema Capitalista. Suas origens datam do Século XVI, quando o inglês Thomas More – em sua obra (o livro Utopia) propôs uma nova forma de organizar a sociedade, que ficou conhecida com o nome de Socialismo (Socialismo Utópico). Outros idealizadores foram Claude-Henri de Rouvroy (1760-1825), Charles Fourier (1772-1837), Pierre Leroux (1798-1871), Louis Blanc (1811-1882) e Robert Owen (1771-1858).

Mas, foi no Século XIX, que os alemães Karl Marx e Friedrich Engels - preocupados com as “mazelas” do sistema capitalista (exploração do homem pelo homem, pobreza, grande desigualdade social, entre outros aspectos) - aprofundaram os seus estudos e se tornaram os mais conhecidos defensores do Socialismo e, ao mesmo tempo, opositores e críticos ao Capitalismo. Estes propuseram nova forma de organização social-política e econômica da sociedade, conhecido como o Socialismo Científico.

Entre as principais características do Socialismo, pode-se destacar:

. Predominância da propriedade coletiva dos meios de produção (terras, indústrias, comércio, bancos, fazendas etc.), ou seja, há uma socialização dos meios de produção, os quais pertencem a todos, à sociedade.

. Seu Objetivo Fundamental: O bem estar da sociedade.
 
. Não há divisão da Sociedade em Classes Sociais e, com isso, haveria uma divisão igualitária da renda.
 
. Economia Planificada: As decisões econômicas perpassam por um plano, o qual é elaborada e administrado pela sociedade.
 
 
 SOCIALISMO REAL

 Imagem capturada na internet para fins ilustrativos
 
Diferentemente desse Socialismo Utópico e do Socialismo Científico, o Socialismo Real, tal como ocorreu na Rússia e em outros países socialistas, no Século XX, não se caracterizou com às ideias de Marx e Engels, tornando-se uma forma de ditadura por parte do Estado. Sendo assim, entre outros aspectos, o que ocorreu de fato foi:
 
 - A socialização dos meios de produção, mas o governo era o único proprietário e administrador;
 
- Houve uma certa divisão de classes sociais, a partir do momento que o Estado e pessoas ligadas a este passaram a ter determinados privilégios em detrimento a maior parte da população; 
 
- As decisões econômicas continuaram a perpassar por um plano, mas este é elaborado,  administrado e controlado pelo Estado, que regulava o mercado como um todo, determinando o que produzir, os preços, os salários etc.;
 
- Embora, não houvesse a prática de lucro, típica do sistema capitalista, houve acumulação de capitais particulares.

 

segunda-feira, 30 de março de 2015

Dica de Jogo: Países do Mundo


Imagem capturada no Site oficial para fins ilustrativo

Mais uma dica de jogo educativo na área de Geografia. Trata-se de um jogo de localização de países no mapa-múndi. Os países já se encontram assinalados no mapa, devendo o usuário clicar no mesmo, conforme o nome que aparecer na tela.
 
Na verdade, este é um dos 41 jogos que Site Edumed (de Eduardo Medeiros) oferece. Vale a pena conferir e, também, testar o seu domínio no campo da Geografia.
 
Vale ressaltar, ainda, que o mesmo oferece outros materiais, no âmbito ou não desta área de conhecimento.
 
Para conhecer o site, clique no link disponibilizado no segundo parágrafo e, para testar os seus conhecimentos em termos de localização dos países, clique AQUI!
 

domingo, 29 de março de 2015

Período de Paz Armada: Guerra Fria

 
   
Ordem Mundial Bipolar após II Guerra Mundial
Imagem capturada na Internet para fins ilustrativos
(Fonte: Guerra Fria)
 
 
 Texto atualizado em 30/03/2015 às 07h51
 
Desde agosto de 1945, quando – na intenção de forçar a rendição do Japão - os EUA lançaram duas bombas atômicas (nucleares) em seu território, sendo primeiro na cidade de Hiroshima, no dia 06 de agosto e a segunda, em Nagasaki, no  dia 09 do mesmo mês, atingindo o seu objetivo e assinalando o final da II Guerra Mundial (1939-1945), a humanidade poder constatar o poder de destruição em massa deste armamento e passou a viver sob o temor de um futuro conflito direto, capaz de envolver países que possuíssem esse tipo de material bélico (armas nucleares).

O mesmo temor e preocupação que perdurou durante a chamada Guerra Fria, período conhecido pelo embate indireto entre os EUA e a antiga URSS, cada qual possuindo o seu arsenal nuclear e suas respectivas zonas de influência (países aliados).  

Com o fim da II Guerra Mundial e a vitória dos Estados Unidos da América (EUA) e da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS ou CCCP), a nova Ordem Mundial tornou-se bipolar, isto é, o mundo passou a se estruturar e a se organizar, em termos político, econômico e militar, a partir da influência entre ambas, as superpotências, a qual vigorou até o final da década de 1980 e início dos anos 90 do Século XX.

 

Imagem do meu acervo particular

(Fonte: Geografia, Sociedade e Espaço, W. Vesentini)

 
No entanto, essa disputa também envolvia sistemas político-ideológicos distintos, totalmente contraditórios em seus fundamentos teóricos e de prática. De um lado, os EUA que lideravam e defendiam o sistema Capitalista, que sempre almejou o lucro, tendo como base uma economia de mercado e a divisão da sociedade em classes sociais, entre outros aspectos. Do outro lado, a URSS na liderança do sistema Socialista, que baseava-se na economia planificada, no unipartidarismo (partido único) e, inicialmente, na construção de uma sociedade mais igualitária.
 
Neste cenário pós-guerra, a Europa – palco das duas Guerras Mundiais - ficou dividida politicamente: a Europa Ocidental (capitalista) e a Europa Oriental ou do Leste (socialista).
 
Vale ressaltar, aqui, que essas expressões (“Ocidental” e “Oriental”) não possuem uma conotação de localização geográfica, isto é, em relação ao ponto de referência longitudinal, a partir do Meridiano de Greenwich, pois a sua base é meramente ideológica, discriminando os países do bloco capitalista (Europa Ocidental) dos demais, pertencentes ao bloco socialista (Europa Oriental ou Leste Europeu). Tendo, ainda, como fronteira geopolítica, a chamada Cortina de Ferro.
 
Cortina de Ferro foi uma expressão empregada, após a II Guerra Mundial, pelo então, primeiro-ministro britânico, Winston Churchill, em razão desta divisão geopolítica no referido continente, entre os países de formação capitalista e aqueles sob a influência da União Soviética (socialistas).
 
Diante da ameaça de expansão do Socialismo na Europa, em razão da localização geográfica da URSS, da situação caótica dos países europeus arruinados pela II Guerra Mundial e dos riscos eminentes da influência soviética sobre os mesmos, inclusive, países do bloco capitalista, em 1947, o presidente Truman (EUA) deu início à uma política de contenção da expansão socialista, a qual ficou conhecida como Doutrina Truman.
 
Esta política marcou o início de uma grande disputa geopolítica e militar entre ambas potências envolvidas (EUA x URSS) não só a nível continental (Europa) como a nível mundial, gerando um período de grande tensão no mundo inteiro, em razão de ambas conterem arsenal nuclear, isto é, ela marcou o início da Guerra Fria.
 
O termo Guerra Fria consiste no fato de que - na realidade -  não houve um embate direto entre as referidas potências (EUA X URSS). Elas, no entanto, se tornaram patrocinadoras de diversos conflitos envolvendo países sob a influência de uma ou de outra, os quais foram financiados, abastecidos de armamentos, de reforços e outros tipos de ajuda – cada qual– conforme os seus respectivos interesses (a favor do Capitalismo ou do Socialismo).
 
Guerra Fria: charge mostrando, à esquerda, o líder da URSS, Nikita Kruschev 
e, à direita, o presidente dos EUA, John Kennedy.
Imagem capturada na Internet (Fonte: História por Imagem)
 

Ainda no mesmo ano (1947), o Secretário de Estado norte-americano, George Marshall, anunciou um plano de ajuda financeira para a reconstrução e reestruturação econômica dos países afetados direta e/ou indiretamente pela guerra. Esse Programa de Recuperação Europeia, conhecido como Plano Marshall ficou restrito aos países da Europa Ocidental e a alguns países asiáticos (Japão, Coreia, Formosa, Filipinas).
 
Embora, a União Soviética e os países do Leste Europeu tenham sido convidados, Josef Stalin – então Dirigente da URSS - não permitiu a participação de nenhum país sob o seu controle a aceitar o referido Programa.
 
Inicialmente, os recursos foram destinados à aquisição de alimentos, fertilizantes e rações, mas logo depois, os mesmos foram utilizados para obtenção de matérias-primas, produtos semi-industrializados, combustíveis, veículos e máquinas. Os países conseguiram se recuperar, mas – sem dúvida nenhuma – quem mais prosperou com o referido Programa foram os Estados Unidos.
 
Neste cenário pós-Guerra, a Alemanha também ficou dividida em quatro áreas, cada qual comandada e administrada pelos EUA, Grã-Bretanha, França e URSS. Em 1949, os países capitalistas (EUA, França e Grã-Bretanha) fizeram um acordo para integrar suas três áreas formando a República Federal da Alemanha (Alemanha Ocidental) e, pelo lado soviético, a Berlim Oriental, passou a se integrar à República Democrática da Alemanha.
 
Até o ano de 1961, os cidadãos berlinenses não eram impedidos de circular de um lado para o outro da Alemanha dividida, porém com o agravamento da Guerra Fria e mediante a grande ocorrência de migrações de berlinenses do lado oriental para o ocidental, o governo socialista da Alemanha Oriental decidiu construir um muro dividindo os dois setores, criando leis que proibiam a passagem das pessoas para o setor ocidental da cidade.
 
Conhecido como o Muro da Vergonha, o Muro de Berlim é considerado o maior símbolo da Guerra Fria. Sua construção começou no dia 13 de agosto de 1961, sem respeitar casas, prédios ou ruas e, muito menos, as famílias. Para dificultar a fuga, o muro possuía cercas elétricas e valas, além de cerca de 300 torres de vigilância. A ordem era impedir e até mesmo matar quem tentasse ultrapassa-lo.

Imagem capturada na Internet para fins ilustrativos
Construção do Muro de Berlim (Alemanha)
 
Outra medida tomada por ambas as potências, neste período, foi a formação de alianças militares com o objetivo de fortalecerem os laços com os seus aliados, bem como de se protegerem de possíveis ameaças do inimigo.

Em 1949, liderada pelos EUA, foi criada a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e, pelo lado da URSS, em 1955, foi assinado o Tratado de Assistência Mútua da Europa Oriental, conhecido como Pacto de Varsóvia.

E, ainda, neste período era bastante comum a exposição de arsenais bélicos, inclusive, nucleares em desfiles militares por ambos os lados. O objetivo principal era mostrar a supremacia nesta custosa guerra a partir de seus armamentos nucleares e/ou mísseis de grande precisão etc.

 


Desfile militar com o supertanque Objeckt 271 ou 2A3 Kondensator 2P na URSS
Imagem capturada na Internet para fins ilustrativos
Fonte: TecMundo) 
 
Entre outros aspectos, a Guerra Fria se caracterizou pelo desenvolvimento de tecnologias de ponta, da corrida armamentista, da corrida aeroespacial, sendo também marcado pela “caça às bruxas” e às redes de espionagem, como a CIA (Central Intelligence Agency, em português, Agência Central de Inteligência/1947 - até hoje) e a KGB (Komitet Gosudarstvennoi Bezopasnosti, em português, Comitê de Segurança do Estado/1954-1991).
 
Ficou conhecido como o período da chamada Paz Armada, uma vez que os EUA e a União Soviética nunca chegaram a um embate direto, com uso de armamentos, mesmo cada um tendo suporte para isso, configurando-se mais como um longo período de tensão mundial.
 
 A Paz Armada - Charge capturada na Internet
  
No entanto, o mundo presenciou conflitos das mais diferentes naturezas financiados e orientados por ambos, com o objetivo primordial de defenderem os seus interesses. Tanto os EUA quanto a URSS procuraram recrutar, para si, o maior número de países aliados.
Como exemplos de guerras e conflitos indiretos, sob a influência tanto dos EUA quanto da União Soviética, durante a Guerra Fria, pode-se citar a Guerra da Coreia (1950-1953), a Guerra do Vietnã (1962-1975), a Crise dos mísseis em Cuba (1962) e a Guerra do Afeganistão (1979-1989).
 
 A disputa entre o poder de influência política, econômica e ideológica
da URSS (CCCP) e dos EUA
Imagem capturada na Internet para fins ilustrativos
 
Em meados da década de 70, a União Soviética, sem capital suficiente para expandir o seu arsenal bélico, começou a apresentar propostas de desarmamento aos EUA. Situação esta, que já assinalava a crise no próprio sistema socialista.
Além disso, em razão do Socialismo Real se configurar distinto daquele apresentado por Karl Marx e Engels (Socialismo Científico), primando por um regime ditatorial, a própria população se sentia insatisfeita com o regime e a falta de liberdade.
   
Nos anos 80, a crise era eminente devido ao esgotamento do modelo socialista, a problemas da economia planificada, da ausência de liberdades democráticas e da grande diversidade étnica existente em seu território.
 
Tal conjuntura levou o presidente soviético Mikhail Gorbatchov iniciar um processo de reformas políticas e econômicas na União Soviética, em 1985, que resultou no fim do Socialismo e a fragmentação política do seu território, extinguindo a URSS.
 
Sob esta mesma conjuntura, no dia 9 de novembro de 1989, ocorreu à queda do Muro de Berlim (Alemanha), à partir da iniciativa dos manifestantes do lado soviético (Alemanha Oriental). A reunificação da Alemanha foi concluída em outubro de 1990.
 
 
Queda do Muro de Berlim
Imagem capturada na Internet para fins ilustrativo
(Fonte: Revista Veja)
Não existe um consenso geral sobre a data exata do final da Guerra Fria. Alguns especialistas consideram o ano de 1989, quando ocorreu a queda do Muro de Berlim, como a data que assinala o fim da Guerra Fria. Outros autores, no entanto, consideram o ano de 1991, quando houve a dissolução do Pacto de Varsóvia.
 
 
Imagem do meu acervo particular
Fonte: Revista Veja (Edição desconhecida)
 
Com a crise do Socialismo e a fragmentação da URSS, o Capitalismo sai vitorioso, se fortalecendo ao longo dos anos e predominando como sistema político-econômico no mundo.
 
 Imagem do meu acervo particular
Fonte: Revista Veja (Edição desconhecida)
 
Com o fim da Guerra Fria e, consequentemente, com a bipolaridade que marcou o período desde o final da II Guerra Mundial, uma Nova Ordem Mundial foi estruturada, passando de bipolar para multipolar, estando o jogo de poder a economia e envolvendo os principais líderes: EUA, a União Europeia e o Japão.


Imagem do meu acervo particular
(Fonte: Geografia, Sociedade e Espaço, W. Vesentini)
 
Hoje, cinco países ainda seguem o sistema socialista, são eles:
 
1. Cuba (em processo de abertura econômica, aos moldes capitalistas, como por exemplo, a indústria do turismo. O Estado ainda controla as áreas da Saúde, Educação e Planejamento);
 
2. China (“Um governo sob dois sistemas”, isto é, um país de sistema político socialista e sistema econômico capitalisçmta);
 
3. Coreia do Norte (país socialista mais fechado e radical/ditatorial. O país insiste na obtenção de posse e testes de armas nucleares);
 
4. Laos (após quase duas décadas de isolamento, o Laos começa a abrir suas portas para o turismo, mas se mantém socialista);
 
5. Vietnã (abriu sua economia ao capitalismo, apesar de se manter socialista).
 
 
Fontes de Consulta
  
. Fontes citadas nas imagens

. Guerra Fria
 
. Material didático (particular)

. Wikipédia (várias edições)