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domingo, 4 de junho de 2017

Filme Mississipi em Chamas: Resposta da Atividade Dirigida


Imagem capturada na Internet
Fonte: Filmes para Downloads
 
RESPOSTAS DA ATIVIDADE ORIENTADA:

1. O processo de colonização dos EUA (final do sec. XVII e início do XVIII) foi marcado por treze colônias ao longo da costa atlântica. As colônias do Norte foram submetidas a um tipo de colonização, enquanto as colônias do Sul a outro, os quais eram, respectivamente:
(X) Colonização de povoamento e colonização de exploração                                  
(   ) Colonização de exploração e colonização de povoamento
 
2. Ela representa a mesma guerra, ou seja, a Guerra Civil Americana (1861-1865), ocorrida entre o Sul e o Norte, após vários estados escravocratas do Sul declararem sua separação e formarem os Estados Confederados da América:
(   ) Guerra dos Cem Anos                                                        (   ) Guerra de Troia
(X) Guerra da Secessão                                                            (   ) Guerra Mexicano–Americana

3. Sobre a Ku Klux Klan (KKK), assinale a única afirmativa INCORRETA:
(   ) Foi uma organização secreta que nasceu na segunda metade do século XIX, em reação contrária à abolição e integração dos negros recém libertados à sociedade, no sul dos EUA.
(X) Defendia a supremacia branca no país, promovendo a violência contra os escravos (negros).
(   ) Ao longo dos anos, a organização passou a odiar não só os negros, como também os judeus, os imigrantes em geral e outros grupos.

4. Seu nome foi citado no filme, pois - na época - este era um importante ativista político estadunidense, negro, que lutava pelos direitos civis e pelo fim da segregação racial, cuja luta obteve a aprovação da Lei de Direitos Civis (1964) e da Lei de Direitos Eleitorais (1965). Em 1964, ele recebeu o Prêmio Nobel da Paz e, em 1968, acabou sendo assassinado:
(   ) Malcolm Little (Malcolm X)                                             (   ) Desmond Tutu
(   ) Nelson Mandela                                                                  (X) Martin Luther King

5. A bandeira dos Estados Confederados aparece em várias cenas do filme, mas, hoje, ela causa muita polêmica nos EUA devido ao fato de:
(X) Ser considerada um símbolo de ódio racial   
(   ) Representar o símbolo de defesa dos direitos civis                                       
(   ) Fazer parte da história e da herança cultural do Sul     
(   ) Simbolizar o nacionalismo do movimento dos negros

6. O filme foca que os comunistas também passaram a fazer parte dos grupos perseguidos pela Ku Klux Klan. Esse fato nos remete ao período Pós-II Guerra Mundial (1945), cujo conflito marcante foi: A Guerra Fria

7. Cite uma situação, retratada no filme, que comprova a política de discriminação (segregação) racial na prática, sem levar em conta a violência tão assinalada na história:
Os bebedouros diferenciados no início do filme (ou ainda, setores distintos no restaurante e no Tribunal para brancos e negros). 

sábado, 3 de junho de 2017

Filme Mississipi em Chamas: Atividade Dirigida


Imagem capturada na Internet
Fonte: Filmes para Downloads

 
PROJETO VÍDEO NA ESCOLA

PROF.ª MARLI VIEIRA (Geografia)                              DATA: __/__/___
ALUNO (A):______________________________ TURMA: _____
 
CONTEXTO HISTÓRICO: O preconceito e a segregação racial no Sul dos EUA e a atuação da Ku Klux Klan (década de 60/Século XX).
 
FILME: “MISSISSIPI EM CHAMAS” (Mississippi Burning, EUA, 1988, Direção Alan Parker) – Baseado em fatos reais.
 
. SINOPSE: No início dos anos 60, três jovens ativistas dos direitos civis – dois brancos (Andrew Goodman e Michael Schwerner) e um negro (James Earl Chaney) - vão para o Mississipi examinar uma igreja Batista que fora incendiada e que servia, como escola, para ensinar e alfabetizar negros para serem eleitores. Em virtude da segregação racial tão enraizada e forte nos estados do Sul dos EUA, os jovens são brutalmente assassinados, seus corpos enterrados e eles são dados como desaparecidos. Dois agentes do FBI vão para a cidade, investigar o desaparecimento dos três jovens: Alan Ward (Willem Dafoe) e Rupert Anderson (Gene Hackman), os quais não são bem recebidos pela população e autoridades locais. Por trás do crime e dos diversos atos de violência praticados contra os negros da cidade estão os membros da Ku Klux Klan, da qual fazem parte elementos da comunidade branca e da polícia. Poucas pessoas dispõem a colaborar com os agentes, inclusive, os negros, principais vítimas, que se veem temerosos quanto às represálias da Ku Klux Klan. As autoridades policiais relatam apenas na prisão temporária dos jovens por excesso de velocidade e a soltura dos mesmos. Porém, a situação se agrava após a descoberta do carro dos jovens no pântano, aumentando as suspeitas destes terem sido assassinados. As investigações dos agentes do FBI prosseguem, com reforço do FBI e de reservistas da Marinha, concentrando-se na busca dos corpos e dos responsáveis pelo crime. Diante das investidas sem sucesso e sob forte pressão do experiente Rupert Anderson (Gene Hackman), o agente Alan Ward (Willem Dafoe) acaba cedendo e aceitando usar os seus métodos nada convencionais, a fim de conseguir provas contra os envolvidos no crime, todos da Ku Klux Klan. 
 
ATIVIDADE ORIENTADA:

1. O processo de colonização dos EUA (final do sec. XVII e início do XVIII) foi marcado por treze colônias ao longo da costa atlântica. As colônias do Norte foram submetidas a um tipo de colonização, enquanto as colônias do Sul a outro, os quais eram, respectivamente:
(   ) Colonização de povoamento e colonização de exploração                                  
(   ) Colonização de exploração e colonização de povoamento
 
2. Ela representa a mesma guerra, ou seja, a Guerra Civil Americana (1861-1865), ocorrida entre o Sul e o Norte, após vários estados escravocratas do Sul declararem sua separação e formarem os Estados Confederados da América:
(   ) Guerra dos Cem Anos                                   (   ) Guerra de Troia
(   ) Guerra da Secessão                                        (   ) Guerra Mexicano–Americana
 
3. Sobre a Ku Klux Klan (KKK), assinale a única afirmativa INCORRETA:
(   ) Foi uma organização secreta que nasceu na segunda metade do século XIX, em reação contrária à abolição e integração dos negros recém libertados à sociedade, no sul dos EUA.
(   ) Defendia a supremacia branca no país, promovendo a violência contra os escravos (negros).
(   ) Ao longo dos anos, a organização passou a odiar não só os negros, como também os judeus, os imigrantes e outros grupos.
 
4. Seu nome foi citado no filme, pois - na época - este era um importante ativista político estadunidense, negro, que lutava pelos direitos civis e pelo fim da segregação racial, cuja luta obteve a aprovação da Lei de Direitos Civis (1964) e da Lei de Direitos Eleitorais (1965). Em 1964, ele recebeu o Prêmio Nobel da Paz e, em 1968, acabou sendo assassinado:
(   ) Malcolm Little (Malcolm X)                                             (   ) Desmond Tutu
(   ) Nelson Mandela                                                                  (   ) Martin Luther King
 
5. A bandeira dos Estados Confederados aparece em várias cenas do filme, mas, hoje, ela causa muita polêmica nos EUA devido ao fato de:
(   ) Ser considerada um símbolo de ódio racial   
(   ) Representar o símbolo de defesa dos direitos civis                                       
(   ) Fazer parte da história e da herança cultural do Sul     
(   ) Simbolizar o nacionalismo do movimento dos negros
 
 6. O filme foca que os comunistas também passaram a fazer parte dos grupos perseguidos pela Ku Klux Klan. Esse fato nos remete ao período Pós-II Guerra Mundial (1945), cujo conflito marcante foi:
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 7. Cite uma situação, retratada no filme, que comprova a política de discriminação (segregação) racial na prática, sem levar em conta a violência tão assinalada na história:
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sábado, 21 de novembro de 2015

20 de Novembro: Dia da Consciência Negra (Atividade Dirigida) - Parte I

 Imagem capturada na Internet
 
 
Para não cair na mesmice de sempre e, também, por encontrar-me na elaboração de outros artigos, inclusive, cobrados por alguns alunos, eu não poderia deixar de mencionar acerca da data de ontem, na qual se comemorou o Dia da Consciência Negra.

Data esta que não deveria ser uma específica, mas de reflexão todos os dias. Assim como, não deveria ser chamada “Consciência Negra”, pois o seu sentido é dúbio, podendo ser interpretada como um direcionamento ao negro quanto ao conhecimento de seu papel e importância na sociedade brasileira. E antes do que qualquer outro grupo de cor distinta (branca, indígena, parda e amarela), acredito que eles sabem muito mais do que estes acerca de sua importância na sociedade.

O que falta mesmo é o tripé a ser estabelecido com base no reconhecimento, na valorização e no fim do preconceito.

Como professora regente, eu repudio todas as formas de preconceito e de discriminação, onde quer que ela seja vivenciada e demonstrada. E, a escola – enquanto espaço de grande diversidade cultural – é o ambiente onde mais se manifestam estes tipos de comportamento e, ao mesmo tempo, torna-se o lugar comum para discuti-los.

O preconceito tem várias facetas, baseado em uma relação humana, desigual, marcada por um indivíduo que se acha superior em detrimento a outro que, em geral, faz parte de um grupo minoritário, isto é, em menor número.

Já a discriminação consiste na ação, isto é, na atitude movida pelo preconceito. E é justamente sob estes dois conceitos (preconceito e discriminação racial) que gostaria de tratar a data comemorativa, em questão, compartilhando uma atividade que realizei no C.E. Profª Sonia Regina Scudese, no âmbito do Projeto Étnico-Racial da Unidade Escolar, em um dia de “Sábado Letivo”.

A referida atividade teve por base trabalhar uma letra de música contextualizada, visando não só a leitura e a interpretação da mesma, como também ascender discussões acerca do preconceito racial, sobretudo, aquele que se configura velado e, não, explícito.

Vale ressaltar, ainda, que a mesma fez parte do Projeto “Canto o que não Silencia”, o qual desenvolvi na E.M. Dilermando Cruz e que consistia em trabalhar letras de músicas contextualizadas a questões políticas, sociais, econômicas, ambientais e culturais (leitura e interpretação).
 
Sendo assim, no contexto do Projeto Étnico-Racial do C.E. Profª Sonia Regina Scudese, a música selecionada foi “O Meu Guri”, composta por Chico Buarque (lançada em 1976).

 
A riqueza de sua letra nos leva a traçar detalhes acerca das condições de vida da mãe, antes e após o nascimento do “Meu Guri” e, sobretudo, as atividades que ele pratica no papel de provedor da família. E, ainda, por meio da representação em desenho e descrição do perfil do “Meu Guri”, por cada aluno, é possível traçar a linha de debate para as questões raciais e para o preconceito racial. Mesmo para aqueles que afirmam que não são preconceituosos.
 
A diversidade étnico-racial do nosso país é algo incontestável, tendo em vista a grande miscigenação na formação da sociedade brasileira, com a união entre diversos grupos humanos, como os indígenas (nativos do nosso país), os brancos (colonizadores europeus), os negros (africanos que foram traficados na condição de mão de obra escrava), os amarelos (imigrantes) e tantos outros povos imigrantes que para o nosso país vieram e fixaram residência definitiva.  
 
Em razão disso, a temática em si é de uma riqueza ímpar na compreensão da formação histórica do povo brasileiro. Todavia, entre estes grupos citados e, dentre as diversas facetas do preconceito racial, o grupo negro é – sem dúvida nenhuma – um dos que mais sofre preconceito e discriminação em nossa sociedade.
 
E, levando em conta que o ambiente escolar, por ser um espaço de grande diversidade cultural, social e étnico, reproduz comportamentos desiguais, sob um falso conceito de relação de superioridade x inferioridade, marcada sobretudo pela intolerância ao grupo de alunos negros (cor preta e parda), discutir estas atitudes discriminatórias e, ao mesmo tempo, promover debates acerca da importância de cada um na constituição e no retrato fiel do nosso povo (e de sua cultura) ganham dimensões concretas, capazes de atenuar ou, pelo menos inibir, tais comportamentos inconcebíveis nos dias de hoje.
 
Ainda, neste contexto, não devemos esquecer que há mais de 12 anos, o Governo Federal tornou – através da Lei 10.639/2003 - a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira no currículo escolar do Ensino Fundamental e Médio.
 
Apesar de seu reconhecimento tardio, a legislação em questão assinalou um grande avanço nas discussões acerca da contribuição e do papel do negro na história e na pluralidade cultural do nosso país. E, mais do que nunca, que estas discussões necessitam perpassar pelo combate à discriminação racial, agressiva, escancarada e/ou velada.
 
Sendo assim, a escolha da atividade – em questão - foi mais que uma proposta pedagógica, voltada para leitura e interpretação de letra de música, foi uma tomada de decisão para trabalhar efetivamente a cidadania, o respeito à pluralidade étnico-racial do país e, também, debater o racismo, sobretudo, o velado. 
 
Os Procedimentos Metodológicos adotados perpassaram pelas seguintes etapas:
 
. 1ª Etapa: Leitura da letra da música selecionada (cópia reproduzida para cada aluno e leitura individual);
 
. 2ª Etapa:  Audição e canto da música (acompanhando a mesma a partir do uso de equipamento eletrônico, por duas vezes);
 
. 3ª Etapa:  Análise e reflexão crítica da letra da música por meio da realização de Atividade Dirigida (questões pertinentes à interpretação da música em folha reproduzida para cada aluno);
 
. 4ª Etapa: Reprodução do agente principal da música por meio de desenho e descrição do seu perfil (desenho do "O Meu Guri" em folha de Papela A4 e colorido com lápis de cor, tal como cada aluno o imaginou, assim como a descrição de seu perfil);
 
. 5ª Etapa:  Apresentação individual dos resultados (desenho e perfil) para a turma;
 
. 6ª Etapa:  Análise final e discussões em grupo, contextualizando a letra da música de acordo com a sua significância real e, posteriormente, com as interpretações feitas pelos alunos;
 
. 7ª Etapa: Exposição dos trabalhos no Mural da Unidade Escolar, tendo a atenção de agrupar os diferentes desenhos do “O Meu Guri” de acordo com a cor definida por eles, ou seja, no caso desta atividade, foram as seguintes: preta, parda e branca.
 
A minha contribuição no Mural foi apresentar a letra da música, destacando a análise dos fatos conexos a esta.
 
Quanto aos resultados, como era de se esperar, a grande maioria concebeu “O Meu Guri” de cor preta, embora a música – em nenhum trecho de sua letra – deixa esta característica de forma explícita. A cor parda apontou como segunda opção e, apenas quatro alunos, desenharam “O Meu Guribranco.
 
Vale lembrar, ainda, um outro aspecto direta e/ou indiretamente associado à determinação da cor do perfil do “Meu Guri”, que foi a sua condição social, família em situação de vulnerabilidade social (pobreza e extrema pobreza).
 
______________
Observação: Em razão da extensão do presente texto, continuarei o mesmo em outra publicação (Parte II).

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Ano Letivo 2014: Seminários do 9˚ Ano da Escola Municipal Dilermando Cruz



 
 
Outra atividade escolar que merece ser citada e publicada neste espaço foi a série de Seminários que os alunos da turma 1901, da Escola Municipal Dilermando Cruz, apresentaram, como um dos instrumentos avaliativos, do 4˚ Bimestre de 2014.
 
Embora, fosse a primeira experiência deles neste tipo de atividade dirigida, muitos se empenharam e atenderam aos objetivos propostos. Em contrapartida, em razão de ser uma novidade para a turma, eu fui mais flexível e ponderada na hora de avaliar as apresentações dos grupos.
 
Sendo assim, fui um pouco branda com o recurso de apoio - ao domínio conteúdo - feito por papel (o chamado “cola”) ou pela leitura no próprio cartaz. Além disso, não levei em consideração o fator nervosismo, pois este é natural neste tipo de atividade e, eu mesma, não exigi a participação de todos os elementos do grupo na apresentação oral. Deixei-os livres para escolher os colegas que iriam expor o trabalho, mas todos teriam que participar – de alguma forma - em todas as etapas do trabalho, cabendo ao grupo me comunicar aquele que não participou de nada.  
 
Os grupos mantiveram contato comigo, além dos muros da escola, a fim de estabelecer comunicação e as devidas orientações acerca do conteúdo a ser abordado por meio de correio eletrônico (e-mail). A todos os grupos, eu cobrei este contato até como forma de avaliação (o número de feedback), pois além da apresentação à turma, os grupos teriam que entregar um resumo do conteúdo explicado na sala de aula para cada aluno. Sendo assim, era necessário ver se os mesmos estavam atendendo aos objetivos e ao foco a ser abordado por eles.
 
As intervenções necessárias, complementação e os exercícios ficaram por minha conta. Inclusive, ao final de todos os Seminários (ao todo foram oito), eu comentei - de uma forma geral -  as principais falhas ocorrentes e os acertos (sem citar os grupos), assim como apontei o que seria mais correto em uma apresentação oral.
 
Em se tratando de principiantes, todos os grupos atenderam aos objetivos, sendo alguns mais que os outros.
 
Ao final de cada apresentação, os alunos ouvintes poderiam fazer perguntas acerca da temática abordada aos elementos do Grupos e, por ocasião, da intervenção da aluna Vitória Vargas Azevedo a um deles acerca da experiência em si, eu tive a ideia, então, de propor uma análise avaliativa da atividade em si, das apresentações em geral e da sua experiência em termos de participação individual, a qual foi entregue após o encerramento dos trabalhos.
 
A maioria achou a experiência muito positiva, inclusive, os alunos mais tímidos. Alguns fizeram críticas à apresentação de certos grupos, seja pelo tom baixo do aluno que apresentou o trabalho seja pela forma de apresentação (tediosa/maçante/chata).
 
Para este ano (2015), espero poder realizar esta atividade (Seminários) com os alunos do 8˚ Ano até para que os mesmos se habituem a este tipo de avaliação. A penúltima vez que cobrei apresentação de trabalhos, sob a forma de Seminários foi, em 2013, com os meus ex-alunos da 3ª Série do C.E. Jornalista Tim Lopes.
 
Alguns trechos escritos pelos alunos...
 
- "Bom, o nosso grupo achou essa experiência muito legal, pois nós aprendemos muito mais sobre a economia da Índia.”
 
- “Eu aprendi muitas coisas que eu não sabia (...) E a experiência com o meu trabalho sobre a China foi ótimo”.

. “Minha experiência foi com trabalho em grupo organizado, ir na hora marcada, saber a hora de brincar e a hora de trabalhar. Como ouvinte aprendi a ficar quieto e ouvir a apresentação dos outros.”

. "Eu gostei da experiência, pois nunca tinha apresentado trabalho para uma turma. Aprendi muito sobre o nosso tema e com dos outros grupos, mas teve grupo que falou baixo e eu não entendi muito."
 
- “Aprendi várias coisas como aluno membro e ouvinte. (...) Aprendi que a sede da ONU foi projetada pelo nosso arquiteto Oscar Niemayer. E também com a ALCA. Eu pensava que ela seria ‘uma boa’ para o Brasil, mas não é bem assim e que quem sairia mais beneficiado seriam os EUA.
 
- “Nesse trabalho aprendi a perder um pouco da minha timidez (...) E também a trabalhar em grupo, apesar do meu ter sido desorganizado.”
 
Cada grupo era composto por cinco integrantes, os quais deveriam expor o trabalho para a turma, tanto oralmente quanto sob a forma de cartaz, além de entregar uma folha com resumo do tema explanado para cada aluno da turma.

Tópicos/Grupo

JAPÃO
Diana Mendonça Bomfim
Jonas Magno Campos
Nicolly de Oliveira Sales
Stephanie Caroline Leite
Vitória Vargas Azevedo


 
 
. COMUNIDADE DOS ESTADOS INDEPENDENTES - CEI
Ana Caroline Pereira
Beatriz Figueira Gomes
Bruno dos Santos
Rebert T. de Santana
Weslen Guedes Soares
 



 
. ÁREA DE LIVRE COMÉRCIO DAS AMÉRICAS - ALCA
Francisco Thiago Castro
Gabriel Holanda portela

Leonardo Cunha Pereira

Luiz Henrique Gonçalves

Luan Saavedra Santos
 



. UNIÃO EUROPEIA
Ana Carolina Lima
Kemilly Teixeira Pinto
Marcos Vinícius Torres
Taís Barros Sampaio
Thamires Marcela Alves
 


 
. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS - ONU
Almir José da Conceição
Eduardo V. de Andrade
Jonatas Magno Campos
Pedro Henrique dos Santos
Wiliam de Moura da Silva



 
. TIGRES ASIÁTICOS
Amanda Ferreira Araújo
Gislayne da Conceição
Larissa Oliveira Santos
Mayara Luiza Valle
Vitória Coutinho Rosália
 


 
 
. ÍNDIA
Dandara Mª Morais
Jussandra Nogueira Barros
Maria Gabriella Costa
Gisele de Oliveira Silva
Grazielle dos Santos
 


 
 . CHINA
Danilo Ribeiro Florêncio
Marley E. S. do Carmo
Nilson Vieira Félix Júnior
Raí Alves de Mesquita

 



 

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Atividade Dirigida: Conceito de Meio Ambiente


Imagem capturada na Internet (Fonte: Blog.Luz.VC)

Tal como havia prometido aos alunos, vou tentar atualizar as postagens e, para começar, vou iniciar com a proposta de leitura imagética articulada ao conceito de Meio Ambiente, tópico do Currículo Mínimo do 4о bimestre da 1ª Série (Questão Ambiental).
 
Esta atividade, na verdade, serve como um teste de sondagem acerca do conceito de Meio Ambiente apreendidos pelos alunos à partir da análise e leitura de diversas imagens, as quais retratavam tanto paisagens naturais (aquelas onde predominam elementos da natureza) quanto paisagens culturais ou geográficas (configuradas pelo predomínio de elementos artificiais sob intervenção antrópica).
 
A referida atividade e sua posterior discussão requer um período de tempo amplo, pois à partir da análise das diversas imagens, disponibilizadas em cima de mesas, da opção do aluno, de acordo com a sua concepção, da imagem que melhor represente a definição de “Meio Ambiente”, este deve ainda justificar a sua escolha para a turma.

O objetivo desta atividade é avaliar se a concepção sobre meio ambiente da turma se baseia em uma ótica naturalista ou sob uma visão sistêmica, levando em consideração o espaço do homem.
 
Embora, alguns alunos não tenham levado a atividade proposta com a devida seriedade, a explanação de muitos quanto foi bem interessante (eu anotei todas) e alguns alunos permitiram o registro fotográfico.
 
As imagens não saíram boas, pois como havia esquecido a máquina digital, utilizei o celular.
 
Aluna  Andressa da Costa

Aluna Bianca Costa

Aluno Felipe Riqueza

Aluna Joyce Machado
 
Aluno Lucas Ribeiro

 Aluna Manuella Barbosa
 
Pela escolha da maioria dos alunos e em face de suas respectivas justificativas, mais uma vez, pude observar que os mesmos possuem uma visão naturalista e romântica de conceber o meio ambiente (sinônimo de paisagem natural, sem a interferência antrópica). As imagens mais escolhidas foram:

14%

10%
 
10%
 
10%
 
 
 8%
 

8%

8%

Os 32% restante optou por imagens diferentes. Segue, abaixo, algumas justificativas citadas pelos alunos (sem a identificação dos mesmos):
 
- "Porque o conceito de Meio Ambiente é tudo que a natureza cria e pode ser por ela modificada" (Pôr do Sol);

- "Porque ela é bonita, limpa e tem flores" (praça com jardim florido); 

- " Porque é a que mais lembra o Meio Ambiente" (Floresta fechada, densa);

- " Porque tem água, Sol e mato" (Pôr do Sol);

- "Porque eu gosto de praia" (Fernando de Noronha);

- "Porque mostra o desmatamento e, também, o boi, que representa o Meio Ambiente" (área de pasto);

-  " Porque Meio Ambiente é água e mato" (Rio encaixado em área florestal);

- "Porque tem a urbanização e a natureza" (Calçadão de Copacabana);

- "Porque é difícil a gente ver uma imagem assim, com verde e bonita, porque onde eu ando só vejo casas" (Rio encaixado em área florestal/grifo meu, pois o aluno citou uma característica do nosso ambiente, mas sem associá-la ao conceito);

- "Porque Meio Ambiente não é só floresta, é tudo onde a gente convive" (Paris à noite)";

- "Todas expressam o conceito de Meio Ambiente, mas essas três não, com construções e nem com o homem morrendo" (o aluno até começou bem, mas...).