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sábado, 16 de fevereiro de 2019

Fim do Horário de Verão 2018/2019


Foto do meu acervo particular
Pôr do Sol na Mureta da Urca (Janeiro de 2019)
 
 
Hoje, quando o relógio bater meia-noite (de sábado para domingo), os relógios deverão ser atrasados em uma hora nos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Distrito Federal, onde o Horário de Verão entrou em vigor desde o dia 04 de novembro de 2018. O relógio deverá ser ajustado para 23 horas, que corresponderá uma hora a mais no sábado.
 
Embora, muitos odeiem essa medida do Governo Federal (Ministério de Minas e Energia), como eu sempre mencionei neste espaço, eu adoro o Horário de Verão. O seu principal objetivo consiste em promover a economia de energia elétrica à partir do aproveitamento da luz natural (Sol) dos dias mais longos das estações de primavera e verão.
 

Atualmente, ele é adotado por cerca de 30 países, sendo - em alguns casos - em partes do território, tal como ocorre em nosso país.
 
Ainda não foi divulgado a análise por parte do Ministério de Minas e Energia quanto a eficácia dessa medida, mas especialistas do Setor Elétrico já apontavam que a redução no consumo de energia, nesse período, seria inexpressiva.
 
Segundo os mesmos e, como publiquei no ano passado, a redução no consumo de energia é pouco significativa e não se justifica mediante os impactos negativos sobre a população brasileira. Afinal, hoje me dia, não é mais a incidência da luz solar que está influenciando direta e/ou indiretamente os hábitos do consumidor e, sim, a temperatura.
 
Com isso, os horários de maior pico de energia também sofreram alterações, não sendo mais os mesmos. Hoje, a demanda por eletricidade está mais ligada ao aumento do uso de ar-condicionado em horários diferentes daqueles considerados, anteriormente, como de pico (entre as 17h e 20h).
 
Atualmente, os picos de maior consumo passaram a ser registrados, no final da manhã e início da tarde, justamente, quando o calor é mais intenso, assim como durante a madrugada (entre meia-noite e 7h), quando se verifica um aumento do consumo devido ao largo uso de aparelhos de ar condicionado na hora de dormir.
 
Não resta dúvida que há certa economia de energia entre 17h e 20h, no entanto, esta é expressamente menor se comparada ao aumento do consumo constatado tanto no diurno (manhã e tarde) quanto na madrugada devido ao uso do aparelho de ar condicionado.
 
A polêmica em torno de manter ou não essa medida (Horário de Verão) em vigor no país, anualmente, não foi resolvida no governo passado (Michel Temer). Eu não li nada a respeito dessa situação com o novo governo (Jair Bolsonaro), mas acredito essa discussão vai ser retomada e terá uma conclusão final.
 
Resta-nos aguardar até meia noite, ajustar os ponteiros do relógio, aproveitar uma hora a mais neste dia (sábado) e as propostas de mudanças no futuro quanto a isso. Mantê-lo ou não mantê-lo, eis a questão!

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Início do Horário de Verão e do ENEM: 04 de Novembro

Imagens capturadas na Internet e
manipuladas no Adobe Photoshop
 
No ano passado (2017), ele ficou na berlinda correndo o risco de ser extinto, mas isso não aconteceu. No entanto, a polêmica acerca de sua necessidade permaneceu e ainda divide as opiniões da população brasileira.
 
Este ano, por motivos diversos, ele quase mudou de data por duas vezes. Não chegou a tudo isso, mas a sua data inicial acabou sendo alterada por conta das Eleições Gerais.
 
Estou falando do Horário de Verão, medida adotada pelo Governo Federal, a partir do Decreto nº. 20.466 (01/10/1931), cujos objetivos iniciais visavam um maior aproveitamento da luz solar e a redução do consumo de energia elétrica.
 
Ele, no entanto, não foi cumprido de forma contínua nos anos subsequentes, sendo interrompido por muitos anos. O Horário de Verão só passou a ser cumprido de forma ininterrupta a partir de 1985.
 
Em setembro de 2008, o Decreto Federal nº. 6.558, estabeleceu que o período de sua vigência seria cumprido – anualmente - a partir do 3° domingo do mês de outubro, terminando no 3° domingo de fevereiro do ano subsequente (exceto nos casos em que a data final coincidisse com o carnaval, cabendo – neste caso – adiá-la para a semana seguinte).
 
No entanto, em razão das Eleições Gerais deste ano, o Governo Federal assinou um novo Decreto, no final de 2017, adiando o seu início para o próximo mês, exatamente, no dia 04 de novembro.
 
Esta medida, além de ter reduzido o tempo de vigência do Horário de Verão, criou outro problema... Ela recai na mesma data da primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM (a segunda prova será no dia 11/11), em território nacional, o que pode prejudicar alguns estudantes mediante os seus efeitos negativos sobre o ritmo dos mesmos, tais como sonolência, sensação de cansaço, perda do horário, atrasos etc.
 
Em razão disso, ou seja, da realização da prova do ENEM na referida data, o Ministério da Educação (MEC) solicitou novo adiamento, o que foi acatado pelo Governo Federal, que autorizou e mudou a data do seu início para 18 de novembro.  No entanto, o respectivo Decreto que alterava a data não foi publicada – pelo Governo Federal – no Diário Oficial da União. Em virtude disso, o dia 04 de novembro, ou seja, o próximo domingo, vai valer como data de início do Horário de Verão.  
 
Sendo assim, a partir da 0h do dia 4 de novembro (de sábado para domingo), a população do Distrito Federal e dos seguintes estados, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul deverão adiantar o relógio em uma hora.
 
A data final do Horário de Verão não sofreu alteração e manteve para o terceiro domingo de fevereiro (17/02/2019).

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Fim do Horário de Verão (2017-2018)


 Horário de Verão 2017-2018
Imagem capturada na Internet
 
HORÁRIO DE VERÃO
Que vai rolar a festa, vai rolar. O povo no gueto mandou avisar...” Mandou avisar, sobretudo, às pessoas que se mostram contrárias ao Horário de Verão. Pois, hoje, à meia noite (de sábado para domingo), acaba o Horário de Verão e, sendo assim, os relógios deverão ser atrasados em 1 hora.
 
Esse reajuste nos relógios será feito em 10 estados brasileiros (os da Região Sudeste, Sul e Centro-Oeste) e no Distrito Federal.
 
Há quem não goste do Horário de Verão. Eu – ao contrário - adoro! E sou bastante criticada por opinar favorável a essa medida do governo. Mas, eu não sou a única. Muitos gostam de voltar para casa com o céu ainda claro e, acordar cedo, eu também gosto.
 
Em geral, as pessoas que odeiam alegam, como motivos para reclamar, a escuridão no início da manhã quando saem para trabalhar, os riscos da insegurança urbana e, principalmente, o desconforto diário em razão da falta de adaptação do seu relógio biológico com o adiantamento do horário, causando muito cansaço e sonolência o dia todo.
 
Se houve ou não redução significativa no consumo de energia nesse período, esses dados ainda não foram publicados, o que deve ser feito brevemente. No entanto, de antemão, os especialistas do Setor Elétrico do país já apontam que a redução deverá ser inexpressiva.
 
HORÁRIO DE VERÃO COM DIAS CONTADOS 
Essa questão da manutenção do Horário de Verão no Brasil tem sido bastante discutida, inclusive, com argumentos fundamentados em dados estatísticos, os quais confrontam a sua eficácia como medida de redução do consumo de energia no horário de maior pico. A redução no consumo de energia é pouco significativa e não se justifica mediante os impactos negativos sobre a população brasileira.
 
De acordo com Jornal Estado de Minas, um estudo do próprio Ministério de Minas e Energia concluiu que a manutenção desta medida não resulta mais em economia de consumo de energia, estando a sua aplicação próxima ao nível de neutralidade.
 
Segundo as autoridades do Setor Elétrico, a manutenção do Horário de Verão é considerada uma “questão cultural”. Afinal, a impressão que que se tem é de que a medida acarreta benefícios para a sociedade, em geral, tanto em termos de bem-estar como em termos de mobilidade urbana (trânsito). Beneficiando também o setor turístico.
 
MUDANÇAS DE HÁBITOS E
                                      DE DEMANDA DE ELETRICIDADE
Na verdade, o que o estudo mostra é que, atualmente, o Horário de Verão só serve para diminuir a concentração de carga de energia nos horários de pico. Na verdade, não é a incidência da luz solar que está influenciando direta e/ou indiretamente os hábitos do consumidor e, sim, a temperatura.
 
Sendo assim, hoje, é notório que a demanda por eletricidade está ligada ao aumento do uso de ar-condicionado. Com isso, os horários de maior pico também foram alterados, não sendo mais os mesmos.
 
A aquisição e uso – cada vez mais crescente – de aparelhos de ar condicionado, principalmente, nessa época mais quente do ano, o verão, faz com que o aumento do consumo de energia seja mais significativo em horários diferentes daqueles considerados, anteriormente, como de pico.
 
O "horário de ponta” ou “horário de pico” consiste no período do dia, entre as 17h e 20h, quando há maior consumo de energia elétrica, segundo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). No entanto, hoje, os picos de maior consumo passaram a ser registrados, no final da manhã e início da tarde, justamente, quando o calor é mais intenso, ou seja, o horário de ponta ocorre entre 14h e 15h, assim como, de madrugada (entre meia-noite e 7h), quando se verifica um aumento do consumo devido ao largo uso de aparelhos de ar condicionado na hora de dormir.
 
Não resta dúvida que, durante o Horário de Verão, ocorre certa economia de energia entre 17h e 20h, no entanto, esta é expressamente menor se comparada ao aumento do consumo constatado tanto no diurno (manhã e tarde) quanto na madrugada devido uso do ar condicionado.
 
Notadamente, em virtude das altas temperaturas, o ar condicionado que, antigamente, era um símbolo de status, passou a ser um objeto de primeira necessidade, capaz de proporcionar conforto térmico em boa parte das residências, inclusive, aqueles usados de forma clandestina (a partir de gatos instalados em comunidades carentes).  E, como é sabido, entre os aparelhos domésticos, ele é o que mais consome energia, ultrapassando o chuveiro elétrico que, até então, era o grande vilão do setor elétrico.
 
De acordo com os dados do Ministério de Minas e Energia, no ano passado, o período do Horário de Verão (126 dias) gerou uma economia de R$ 159,5 milhões ao sistema, com a redução em termos do acionamento de usinas termoelétricas para complementar a demanda por energia. Para o Setor Elétrico, esse valor é considerado irrisório (baixo).
 
REDUÇÃO DO HORÁRIO DE VERÃO 2018-2019
Essa discussão acerca de manter ou não manter, em vigor, o Horário de Verão no Brasil ainda não está resolvida (ela chegou a ser descartada no ano passado), mas, o presidente Michel Temer acatou um pedido do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, e assinou um Decreto – em dezembro de 2017 - modificando o período de abrangência do Horário de Verão deste ano (2018-2019).
 
O presidente do TSE solicitou a mudança em razão das eleições de 2018 (Presidente da República, Governadores, Senadores, Deputados Federais e Deputados Estaduais/Distrital) e, em acordo, o referido Decreto reduziu, em duas semanas, o período vigente do Horário de Verão, a fim de facilitar a apuração dos votos das eleições.
 
O Decreto n˚6.558/2008, definiu as datas de início e fim do Horário de Verão, assim como também estabeleceu a periodicidade em quatro meses. De acordo com o referido Decreto, o Horário de Verão sempre terá o seu início no 3˚ domingo de outubro e o seu término no 3˚ domingo de fevereiro.
 
Com a redução de duas semanas, aprovada em Decreto, assinado em dezembro do ano passado, o início do Horário de Verão de 2018 será no domingo de novembro e a data do seu término foi mantida, ou seja, no 3˚ domingo de fevereiro (2019).

domingo, 22 de outubro de 2017

Trabalhando com Charges: Horário de Verão

 Imagem capturada na Internet
Fonte: HC - UNICAMP
 
 

Como eu adoro trabalhar charges em avaliações e atividades dirigidas, selecionei algumas encontradas durante as minhas buscas na Internet (fontes diversas) sobre Bullying.
 

 
 



























 
 
 
Cyberbullying



 
 

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Horário de Verão 2017: Começou o período dos choros, das lamentações

Imagem capturada na Internet
 
Eu, particularmente, adoro, contrariando a opinião do meu esposo e filha, bem como da maioria dos meus conhecidos. E porque não dizer da maior parte da população brasileira?!!
 
Este ano, a divulgação de uma possível extinção do Horário de Verão, por parte do Governo Federal, provocou certo ânimo na “galera” avessa à referida medida, mas no primeiro minuto do domingo passado (15/10), os relógios tiveram que ser adiantados em uma hora. Não houve jeito!
 
Foi dado o início de um período de quatro meses, quando sentimentos múltiplos vão se revezar e se manifestar em meio as discussões no trabalho, na escola, numa mesa de bar ou em qualquer ponto de encontro entre pessoas... Alguns adorando, enquanto outros enfatizando o ódio por tal medida.
 
Agora, não adianta reclamar, apenas tentar conviver, com todos os desconfortos que muitos alegam sentir por causa da mudança do horário e, esperar, pois o seu término será a zero hora do dia 18 de fevereiro de 2018.
 
Embora, o Horário de Verão tenha sido adotado no Brasil, conforme o Decreto nº. 20.466 de 01/10/1931, durante o Governo de Getúlio Vargas, este só foi cumprido efetivamente como medida anual, ou seja, ininterruptamente a partir de 1985.
 
Por sua vez, o Decreto Federal nº. 6.558, publicado no dia 08/09/2008, instituiu a periodicidade de sua vigência, o qual ficou estabelecido – anualmente – no período compreendido entre o 3° domingo do mês de outubro ao 3° domingo de fevereiro do ano subsequente. E, ainda, estabeleceu as regiões a serem submetidas a esta medida, isto é, a região Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná), a região Sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais) e a região Centro-Oeste (Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás, mais o Distrito Federal). Como se pode ver, o Horário de Verão atinge apenas 10 estados e o Distrito Federal.
 
Imagem capturada na Internet
Fonte: MT Notícias 
 
Este mesmo Decreto ainda faz uma ressalva quanto ao fato de sua data final coincidir com o carnaval. Neste caso, o dia do seu término deverá ser adiado para a semana subsequente. Em 2018, o dia do seu término ocorrerá após o carnaval (13/02). 
 
De acordo com as informações divulgadas pelo Governo Federal, baseadas nos dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (NOS), nos últimos 10 anos, o Horário de Verão reduziu, em média, 4,5% da demanda de consumo de energia elétrica nos horários de pico, ou seja, entre 18 horas e 19 horas. Tal redução resultou em uma economia absoluta de 0,5%.
 
Embora essa taxa (0,5%) possa parecer mínima, levantamentos apontam que o período de vigência do Horário de Verão (quatro meses) é capaz de economizar o consumo mensal de uma cidade, como Brasília, que possui mais de 2 milhões de habitantes.
 
De acordo com o Brasil Econômico, a economia obtida com esta medida, em 2016, foi de cerca de R$ 147,5 milhões no verão, resultante da redução do consumo de energia residencial e de iluminação pública (em média, duas horas a menos ao dia). 
 
Como é possível perceber, a adoção do Horário de Verão tem a finalidade de amenizar os impactos negativos no sistema elétrico do país, em razão – justamente - do aumento na demanda de energia no horário de pico (mais ou menos, por volta das 18h), quando muitas pessoas retornam aos seus lares e que, conjuntamente e ao mesmo tempo, lâmpadas são acesas, chuveiros e aparelhos de ar condicionados são ligados, bem como ventiladores e outros aparelhos elétricos. Além da iluminação pública também é ligada neste mesmo horário.
 
Sendo assim, a adoção do Horário de Verão pelo Governo Federal – através do Ministério de Minas e Energia – se dá essencialmente para garantir segurança ao Sistema Elétrico do país mediante à redução da demanda de energia nos horários de maior consumo, proporcionando a economia de energia elétrica.
 
 
Atualmente, o Horário de Verão é adotado por cerca de 30 países, sendo - em alguns casos - em partes de seus territórios.
 
Muitas pessoas sentem grandes dificuldades em se adaptarem à alteração de horário, alegando que o seu “relógio biológico” não consegue acompanhar efetivamente o Horário de Verão. Segundo especialistas, os efeitos desta relação Horário de Verão versus Horário Biológico pode desencadear a chamada “desordem temporal interna”, cujos sintomas mais comuns são: sonolência diurna, cansaço, mal-estar, mau humor, insônia, entre outros.
 
Mau Humor
Imagem capturada na Internet
 
 
 Sonolência Diurna
Imagem capturada na Internet
 
De acordo com os mesmos, dependendo do indivíduo, estes sintomas podem diminuir e/ou acabar após alguns dias ou semanas.
 
Enquanto isso não acontece, as lamentações repercutem...

 
Para saber mais sobre o Horário de Verão no Brasil e ter acesso a todos os Decretos Federais, acesse o site Divisão Serviço da Hora (DSHO)