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sábado, 16 de novembro de 2013

Projeto Herdeiros do Pré-Sal: Confecção dos Produtos: 2ª Maquete - Parte VII (d)


Reprodução do Folder do Projeto (MGEO/UFRJ - BG Brasil)

Dando continuidade ao processo de confecção das maquetes...

A segunda maquete exigiu muito mais dos alunos em termos de concentração e habilidades específicas diante de sua complexidade (plataforma de exploração de petróleo) e tamanho, sobretudo, face a quantidade e diferentes colorações de areia utilizada.
 
A mesma estratégia empregada na primeira maquete foi aplicada nesta. No entanto, com um diferencial, pois a quantidade de areias representativas às camadas do Pré-Sal, Sal e Pós-Sal não eram suficientes para cobrir toda a faixa correspondente.

Diante disso, utilizamos apenas um pedaço de placa de isopor, disposto no sentido vertical, a fim de deixar uma espessuara muito pequena na parte da frente para ser preenchida com as camadas de areia de diferentes colorações. na parte interna foi utilizada areia comprada em loja de material de construção. 
 
Outro problema que tivemos foi a quantidade incipiente da parafina gel. Compramos 1 Kg, mas este não foi suficiente. Como não havia mais tempo para comprarmos outro pote, optamos por deixar assim mesmo e explicar o ocorrido durante a exposição, até porque a camada do Pré-Sal se localiza em águas profundas ou ultra profundas e, tal como a maquete ficou, a camada pareceu estar localizada em águas pouco profundas.
 
Os alunos explicaram durante as apresentações orais e todos, a princípio, compreenderam a nossa falha técnica.
 
 

 





 
Pedaço da placa de isopor
 






 

Projeto Herdeiros do Pré-Sal: Confecção dos Produtos: 1ª Maquete - Parte VII (c)

 Reprodução do Folder do Projeto (MGEO/UFRJ - BG Brasil)

Como durante o processo de seleção dos alunos para formar a equipe ficou em evidência que a maioria deles apresentava pouca ou nenhuma noção sobre a camada do Pré-Sal, a nossa pretensão com a confecção de maquetes foi, justamente, sanar esta deficiência de modo a possibilitar a compreensão de sua ocorrência e localização, bem como introduzir ou retomar conceitos básicos sobre a origem do petróleo (Teoria Orgânica ou Biogênica), a localização dos depósitos ou reservas, entre outros aspectos quanto a sua importância geoeconômica.


Daí, o trabalho desenvolvido pela equipe de alunos do C.E. Prof.ª Sonia Regina Scudese ser de caráter, essencialmente, educativo e voltado para o público infanto-juvenil.
 Para não tornar as maquetes muito pesadas, tivemos que recorrer a certa estratégia a fim de não sanar este problema, bem como em evitar de colocar em risco a integridade das mesmas ou a segurança dos alunos durante o deslocamento das maquetes.
 
A estratégia empregada, inclusive, foi uma dica da minha irmã Sueli Vieira, que é professora de Ciências na mesma escola da rede municipal em que trabalho (E.M. Dilermando Cruz).
 
Como é uma dica bastante fácil e super válida aproveito esta publicação para compartilhá-la, tal como fiz durante a exposição na UFRJ, quando fomos indagados sobre o peso da mesma.
 
Na primeira maquete (bacia onshore), ao invés de prenchermos todo o fundo do recipiente com areia, utilizamos e dispomos pedaços isopor, no sentido vertical, deixando uma largura muito pequena na parte da frente para ser preenchida com as diferentes camadas de areia (vide foto assinalada).

Depois de atingirmos a altura desejada, cobrimos com areia toda a sua parte superior, inclusive, a do isopor.

 
Materiais utilizados para a confecção de ambas, as maquetes:

- 02 (duas) estruturas de madeira (formato de aquário);

- 02 (duas) placas de acrílico;

- Sacos de areia de coloração e granulação diversas; 

- Saco de palito de churrasco;

- Sacos de hastes para balão;

- 02 (duas) placas de isopor;

- 01 (um) saco de grama em papel crepom;

- 01 (um) saco de florzinha cosmetível (para bolo);

- 01 (um) Kg de parafina gel;

- Materiais diversos, novos e/ou usados (tintas, pincéis, arames, bonequinho, vaquinhas, bandeja de isopor etc.).
 

1ª Maquete: Bacia sedimentar Onshore (em terra firme)
 
 

 

 


 




Nesta imagem, os pedaços de placa de isopor aparecem nitidamente.  


Cobrindo toda a parte superior com areia, inclusive o isopor.
 


 


 
  
 
 
 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Projeto Herdeiros do Pré-Sal: Processo de Desenvolvimento dos Trabalhos - Parte VII (b)


Reprodução do Folder do Projeto (MGEO/UFRJ - BG Brasil)
 
 
. Encontros Presenciais da Equipe de alunos com a Professora-Orientadora
 
Durante o desenvolvimento dos trabalhos vários encontros presenciais foram marcados, tanto para estudo, discussões e realizações de atividades quanto para exibição de documentários pertinentes ao tema central.
 
Estes encontros foram realizados tanto nas dependências do C. E. Prof.ª Sonia Regina Scudese (Sala de Multimídia e Biblioteca) quanto nas casas da aluna Chryslaynne Melicia e da minha mãe.
 


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 Os alunos  assistiram vários vídeos, a saber:
 
 
 
 
 
 
Após estes encontros ficou decidido que os alunos iriam produzir duas maquetes, representando as bacias sedimentares onde são encontrados as reservas de petróleo, ou seja, em terras (bacias onshore) e na plataforma continental (bacias offshore).

Embora, o título do trabalho fosse "O Petróleo no Brasil: Sua História, Perspectivas e Desafios", a abordagem inicial acerca da origem do petróleo (Teoria Orgânica ou Biogênica), localização dos depósitos ou reservas petrolíferas  (bacias sedimentares onshore e e offshore) e as fases de exploração do petróleo (extração, transporte, refino e distribuição)foi considerada necessária diante da falta de conhecimento de muitos alunos sobre o assunto. E, à partir disso, abordar um breve histórico do petróleo no país, a localização de suas reservas e à descoberta da camada do Pré-Sal (perpectivas e desafios).
 
A etapa de elaboração das maquetes será publicada na próxima postagem devido a quantidade de imagens. 

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Projeto Herdeiros do Pré-Sal: Processo de Desenvolvimento dos Trabalhos - Parte VII (a)


Reprodução do Folder do Projeto (MGEO UFRJ - BG Brasil) 
 
A Seleção da Equipe de Alunos
 
Todas as fases do processo de desenvolvimento do trabalho que foi apresentado na Semana Integrada Museu e Escola tiveram  certo grau de dificuldade, cada qual com a sua especificidade.
 
Ainda mais, porque tanto eu quanto os alunos nunca havíamos tido uma experiência parecida. Da minha parte, ainda mais como orientadora de um grupo de alunos para executar tais objetivos.

Eu já preparei material e apresentei trabalhos, enquanto graduanda (bolsista do CNPq) e professora já formada em Encontros e em Congressos ligados à área de Geociências, tanto na Geografia quanto na Geologia, mas - desta vez - a minha responsabilidade caia sobre quatro adolescentes, que nunca haviam ouvido falar de petróleo de forma tão aprofundada e, muito menos da camada do Pré-Sal.

A princípio, esta etapa, talvez, fosse a mais fácil, tendo em vista o mesmo ser voltado para os alunos do Ensino Médio, mas o X da questão é a responsabilidade enquanto orientadora. 
 
A primeira etapa, a meu ver, a mais difícil, foi à seleção dos alunos, já que o universo deles é muito grande e o perfil destes influenciam, direta e/ou indiretamente, toda a produção científica.

Sendo assim, o perfil do aluno teria que se enquadrar conforme os objetivos e metas pretendidos. E para isso, eu contei com o apoio de vários professores e da própria Direção do C.E. Profa Sonia Regina Scudese.
 
O fato de ter apenas três turmas no referida Unidade Escolar facilitou ao limitar o número de alunos a serem avaliados.
 
Os critérios utilizados na seleção dos alunos se basearam em:

- Rendimento Escolar (igual ou acima de 5,0 pontos de média nos bimestres);

- Comportamento apropriado e respeitoso em seu convívio escolar (entre os colegas e professores);

- Ser extrovertido (comunicativo);

-  Ser Ativo, participativo (ação, demonstrar iniciativa própria etc.);

- Ter assiduidade no colégio;

- Ter responsabilidade (cumprimento de horários e das tarefas a serem executadas).
 
Esses critérios acabam sendo vitais diante da proposta de trabalho, na qual os alunos precisam compreender e dominar o assunto a fim de confeccionar o material pertinente ao tema escolhido e defendê-lo, apresentando-o – oralmente – durante a Exposição.
 
Contei muito com a ajuda dos professores neste momento. A Direção, por sua vez, assinalou aqueles alunos que se destacavam no Colégio em termos de desempenho escolar, embora este não fosse o único e nem o critério primordial.
 
Ainda, nesta primeira etapa e, após a seleção de um número significativo de alunos, o procedimento seguido era mais fundamental, isto é, identificar aqueles que teriam interesse em trabalhar o tema e, consequentemente, estariam predipostos a representar o Colégio e, principalmente, a estudar, discutir, confeccionar maquetes e defender oralmente o trabalho. 

Para a minha surpresa, muitos se mostraram desinteressados, tendo em vista que nem sabiam do que se tratava a camada do pré-sal e afirmaram que não era a área deles.

Do universo selecionado restaram sete alunos, distribuídos entre as três turmas. Mais uma vez, me vi em uma grande encruzilhada, sem saber como selecionar.

Foi, neste momento, que lembrei de reforçar o critério do perfil extrovertido, comunicativo e quanto a este aspecto, a Feira Cultural realizada no colégio, no bimestre passado, ajudou muito.

Uma aluna acabou desistindo, porque não poderia se dedicar as demais etapas e à própria exposição dos trabalhos, porque trabalha na parte da manhã e, outro aluno, também, acabou tendo que recusar por problemas particulares em casa.

Um terceiro aluno acabou abrindo a mão de participar, também, alegando que pensou bem e percebeu que não era a sua área.

Ao invés de ter que escolher entre os sete alunos, a equipe de quatro membros acabou se formando naturalmente. Eu apenas confirmei o interesse de todos, expliquei mais uma vez do que se tratava e, após a confirmação e aceite dos quatro alunos, os responsáveis foram convocados a comparecer no colégio para assinar os documentos necessários para a inscrição e participação na Semana Integrada Museu & Escola (SIME): “Termo de Anuência do aluno” e "Termo de Autorização de Uso de Imagem".

Diante disso foi formada a EquipeFuturo da Nação”, representantes do C. E. Prof.ª Sonia Regina Scudese, sendo composta por dois alunos de cada turma (1003 e 1008), os quais foram: Amanda Caldas de Barros, Chryslaynne Melicia dos Santos Coelho, Brendo Bandeira de Souza e Matheus Brito dos Santos.

Da esquerda para a direita, Matheus Brito, Brendo Bandeira,
Chryslaynne Melicia e Amanda Caldas


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

07 e 08 de novembro: Semana Integrada Museu e Escola (SIME)

Estive ausente do Blog devido os trabalhos finais para a apresentação na  Semana Integrada Museu e Escola (SIME) do Projeto Herdeiros do Pré-Sal (MGEO, UFRJ e BG Brasil) junto à Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC).
  
Eu e mais quatro alunos da 1ª Série do Ensino Médio do C.E. Profª Sonia Regina Scudese, que formamos a Equipe Futuro da Nação, estamos participando do referido evento com o trabalho intitulado "O Petróleo no Brasil: Sua História, Perspectivas e Desafios".
 
Além de focarmos o petróleo, enquanto recurso não-renovável e matriz energética, sua origem (Teoria Orgânica) e as fases de sua exploração (Extração, Transporte, Refino e Distribuição), nossa proposta é mostrar - com o apoio das maquetes e banners - a sua exploração tanto em terras emersas (bacias onshore) quanto no mar, em terras submersas (bacias offshore), bem como ressaltar a história do petróleo em nosso país e as atuais perspectivas e desafios das reservas de petróleo do Pré-Sal.
 
A Semana Integrada Museu e Escola (SIME) constitui-se na terceira e última etapa do Projeto Herdeiros do Pré-Sal, tal como já mencionei em postagens anteriores.
 
 Da direita para a esquerda, Chryslaynne Melícia, Brendo Bandeira,
Amanda Caldas e Matheus Brito