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domingo, 13 de março de 2011

Japão: Retificando e atualizando os dados oficiais quanto às vítimas...

Atualizando os dados oficiais quanto ao número de mortos em consequência do terremoto seguido de tsunami no Japão... Segundo o Último Segundo, o número divulgado já chega a 1.217 mortos.

E, como eu falei na postagem anterior, este número vai aumentar a cada hora que passe...

sexta-feira, 11 de março de 2011

Japão sucumbido às forças da natureza: forte terremoto e tsunami


Ondas atingem residências em Natori, distrito de Miyagi
Tsunami invadindo Natori, no distrito de Miyagi (Fonte: Último Segundo)


Sismos no Japão não são tão assustadores, como possam ser para nós, que não estamos acostumados, mas a população japonesa já conhecem os seus efeitos e convivem com um sistema de prevenção e proteção avançado, inclusive, tendo o melhor sistema de prevenção de desastres naturais.

Entre estes, pode-se destacar o sistema de alarmes, orientações à população quanto aos cuidados em casa durante um sismo (a fim de evitar maiores danos materiais e vítimas), existência de abrigos subterrâneos, tecnologia construtiva anti-terremotos (edifícios mais resistentes aos tremores), formas eficazes de comunicação das autoridades com a população, entre outros.

Mas, os efeitos de uma tsunami, não há quem consiga mensurar a força e suas consequências. E foi esta sensação, de grande impotência diante da força da natureza, que o Japão viveu hoje (11/03), à tarde, com o forte terremoto e a formação de uma tsunami, bem como horas depois, com as réplicas.

O Japão, arquipélago com cerca de 3.500 ilhas, se encontra localizado numa área de grande instabilidade tectônica, ou seja, numa área de encontro de placas tectônicas. Por isso, fenômenos como terremotos e tsunamis são recorrentes.


Ficheiro:Japan topo en.jpg

Japão (Fonte: Wikipedia)


De acordo com o Painel Global,  o terremoto registrado no país teve uma força equivalente a 16 mil bombas atômicas. Assustador e, ao mesmo tempo, imaginável.

O forte terremoto que atingiu a costa nordeste do Japão, às 14:46h do horário local (2:46h hora de Brasília), foi de magnitude 8,9 graus na escala Richter e provocou uma tsunami de cerca de 7 metros que atingiu as cidades da região norte do país a uma velocidade de 800 km por hora.  

Trata-se do maior terremoto já registrado no Japão, o sétimo maior desde que os abalos começaram a ser listados e o quinto maior desde 1900.

O seu epicentro foi no Oceano Pacífico, a 160 quilômetros da costa. Após esse tremor, outros abalos secundários (réplicas) ocorreram.

Também no centro do país houve, hoje, um tremor de terra.

De acordo com as últimas notícias transmitidas nos jornais televisivos, o número de mortos já ultrapassa 350 vítimas. Há muitos feridos e desaparecidos.

Segundo o Painel Global, em consequência da grande intensidade e características da falha local, novos fortes tremores são esperados para as próximas horas e para os próximos dias. No entanto, a intensidade dos mesmos deve diminuir, pois deverá ocorrer uma estabilização das camadas.

Todavia, segundo o referido site, as réplicas deverão ocorrer, ainda, por um longo período, o qual poderá ser superior a um ano.

A propagação das ondas já ameaça outras regiões do planeta. Hoje, à noite, vários pontos da costa oeste do continente americano já estão sentindo os efeitos das ondas.

Mar invade a cidade de Iwanuma, no norte do país
Tsunami invandindo (Fonte: Último Segundo)

Técnico verifica fendas que se abriram em rodovia perto de Mito, no distrito de Ibaraki

Fendas abertas na rodovia perto de Mito, no distrito de Ibaraki (Fonte: Último Segundo)  


Fontes de Consulta

. G1.com

. Último Segundo

domingo, 25 de abril de 2010

Islândia: Um Laboratório Natural de conhecimento da Dinâmica Interna e Externa da Terra

 

Localização da Islândia - Imagem capturada na Internet (Fonte:luventicus.org)
Tal como prometi, vamos conhecer um pouco acerca da geografia e da dinâmica ambiental da Islândia...
 
A República da Islândia não é uma nação qualquer. Com uma área de cerca de 103.000 Km², este país europeu, insular (ilha), localizado a noroeste da Europa, no oceano Atlântico Norte, firma-se como a nação com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), ou seja, com o mais elevado nível de qualidade de vida do mundo (0,968 - Dados de 2006, publicados em 2008).
 
Um país, cuja dinâmica ambiental é bastante perceptível através da complexa relação de forças antagônicas da matureza, ora sob as influências das forças exógenas ora sob as influências das forças endógenas da Terra. Precipatação nival (neve) e convecção do magma na superfície, interagindo, numa combinação incessante.
 
Devido a isso, muitos consideram a Islândia como um rico laboratório natural, capaz de oferecer elementos e de apresentar fenômenos que possam subsidiar a compreensão da dinâmica interna da Terra e, principalmente, acerca da tectônica de placas.
 
A ilha tem sua origem ligada ao movimento divergente (afastamento) de duas placas, isto é, entre as placas Euroasiática e a Norte-americana. E, sobretudo, à formação da Dorsal Meso-Atlântica, que é uma cordilheira vulcânica submarina, construída pelos diversos derrames de lavas (empilhamento de lavas). Ela se estende do oceano Atlântico ao oceano Glacial Ártico. A Islândia, na verdade, se encontra posicionada no centro desta cordilheira, entre os limites das placas citadas. Ela corresponde ao ponto da cordilheira emerso.
 


Imagem capturada na Internet (Google)

Imagem capturada na Internet (Google)

Maior detalhe - Imagem capturada na Internet - Fonte: CPRM

Imagem capturada na Internet - Fonte: CPRM

Daí, a ocorrência de muitos vulcões (Hekla, Eldgjá, Laki, Eldfell etc.), fontes de águas quentes (geotermais) e gêiseres em sua área territorial (102 819 km²).
 
A força geotérmica presente no país, bem como a sua rede hidrográfica, com diversos rios e cachoeiras em seu território possibilita um maior aproveitamento da água e da energia produzida por estes.
 
Com uma população em torno de 322. 691 habitantes, a densidade demográfica na Islândia , como é de se esperar, é baixa, com cerca de 3 hab/Km² (dados de 2009). Sua capital é Reykjavík, onde há maior concentração populacional, é considerada a mais setentrional do mundo.
 
Assim como em outras regiões da zona Polar Ártica, o clima representa um obstáculo à ocupação humana.
 
O planalto central é a região que apresenta as temperaturas mais baixas. Em geral, as temperaturas nas costas são mais elevadas, mas há uma significativa diferença entre as costas norte e sul. Sob a influência da corrente quente do Golfo, a costa sul é mais quente e úmida (a corrente ameniza o clima). Em razão disso, a neve é mais comum no norte do que no sul.
 
Aliado a estas características climáticas, não podemos esquecer a instabilidade gerada por sua localização sobre a Dorsal Meso Atlântica.

As imagens abaixo foram capturadas através do IBGEpaíses@
Fenda entre as placas (movimento divergente) - Foto: Bjartur Snorranson

Reykjavík (Capital) - Fonte: www.icetourist.is


Reykjavík (Capital) - Foto: Elisa Locci


Islândia - Foto: Erikur Kristjansson


Islândia - Fonte: MDD


Gêiser - Fonte: www.icetourist.is


Islândia, próximo à cidade de Hvergerai - Fonte: www.icetourist.is


Aurora Boreal - Fonte: www.icetourist.is

Uma matéria muito interessante e enriquecedora acerca da Islândia foi produzida pelo History Channel (Como Nasceu Nosso Planeta). Como o documentário é extenso, vocês podem encontrá-lo em partes, no site YouTube, em 5 vídeos.
 
Vale a pena assistir para conhecer, mais profundamente, este país onde as forças da natureza pulsam e se manifestam diariamente. Confiram através dos acessos abaixo:

. Islândia - Como Nasceu Nosso Planeta 1/5

. Islândia - Como Nasceu Nosso Planeta 2/5

. Islândia - Como Nasceu Nosso Planeta 3/5
. Islândia - Como Nasceu Nosso Planeta 4/5
 
 Islândia - Como Nasceu Nosso Planeta 5/5
Fontes:
 
 
 
 
 

domingo, 18 de abril de 2010

Caos no tráfego aéreo da Europa: Nuvem de cinzas vulcânicas provenientes da Islândia


Anúncio do cancelamento dos voos - Imagem capturada na Internet

O caos no tráfego aéreo da Europa está sendo considerado o maior desde os atentados de 21 de setembro de 2001, nos EUA. Só que desta vez, os responsáveis e nem o efeito dominó desencadeado se deu por conta de um ataque terrorista e nem em decorrência da globalização, respectivamente.
 
A causa da interrupção do tráfego aéreo em vários países do continente europeu foi devido a uma espessa nuvem de cinzas proveniente de atividades vulcânicas na Islândia.
O “protagonista” da vez foi o vulcão na geleira Eyjafjallajokull.
 
Anteriormente, no dia 20 de março do ano em curso, o governo já havia decretado estado de emergência na região sul da Islândia em razão da erupção do vulcão Fimmvorduhals, situado próximo à geleira de Eyjafjälla. As imagens chamaram a atenção do mundo inteiro, turistas, pesquisadores e outros, pela interação de forças antagônicas: geleira e o magma incandescente.
 
 

Imagem capturada na Internet (Fonte: Estadão)
 
Na época (março de 2010), por medidas de segurança, o governo local evacuou três cidades localizadas próximas ao vulcão, conduzindo os seus habitantes para uma escola, além de oferecer atendimento da Cruz Vermelha.
 
O tráfego rodoviário e, sobretudo, o aéreo - internacional e nacional - do aeroporto de Keflavik também foram interrompidos, temporariamente, em consequência das cinzas lançadas pelo vulcão.
 
O último registro de atividade vulcânica do Fimmvorduhals data de 1823, ou seja, há 187 anos.

Os sinais da segunda atividade vulcânica no país começaram na semana passada, no dia 14 de abril, através de pequenos tremores de terra e emissões de gás da cratera de um vulcão sob a geleira Eyjafjallajokull.
 
Enquanto a atividade vulcânica anterior diminuiu, não representando mais perigo à população local, esta segunda erupção liberou uma espessa fumaça preta e de cinzas, que se deslocou para o norte do continente europeu, avançando sobre o Mar do Norte até as costas litorâneas da Irlanda, da Grã-Bretanha, Noruega, Suécia e Dinamarca.
 

Imagem capturada na Internet (Fonte: O Estadão)
 
Em consequência disso, não só a economia de muitos países é afetada, cono o meio ambiente (poluição) e a saúde, principalmente, das pessoas já portadoras de problemas respiratórios.
 
Quando menciono economia estou me referindo à interrupção do tráfego aéreo em vários aeroportos na Europa, além do existente na Islândia.
 
Segundo as fontes utilizadas, em caso de emissões de cinzas em uma atividade vulcânica, a necessidade da suspensão dos voos se dá - primeiramente – pela baixa visibilidade que estas ocasionam, segundo, os problemas de ordem técnica (mecânica) no que diz respeito às turbinas dos aviões.
 
De acordo com as informações obtidas na reportagem do Último Segundo, as nuvens de cinzas vulcânicas em contato com as janelas e outras estruturas de aeronaves podem causar sérios danos materiais, além de oferecer um risco elevado das turbinas pararem de funcionar em pleno voo.
 
Além disso, a entrada de cinzas nas turbinas pode torná-las inutilizadas para voos futuros, o que acaba se convertendo – também – em um grande prejuízo econômico para as companhias aéreas.
 
Mesmo que elas voltem a funcionar, os seus componentes são danificados e a sua eficiência não vai ser mais a mesma, o que ocasionará um maior consumo de combustível.
 
E, segundo a referida fonte de consulta, o motor responde por 1/3 do custo de uma aeronave.

A perspectiva dos especialistas é que nesta semana, as condições do tráfego aéreo estejam melhores, sendo capaz de cessar a suspensão dos voos e retornar à normalidade.
 
A preocupação dos cientistas e do governo é que a erupção possa provocar uma nova erupção no vulcão Katla, que fica nas proximidades deste.
 
Na próxima postagem, o tema vai ser a Islândia, país insular da Europa, que conserva o antagonismo de forças dinâmicas da Terra: endógenas e exógenas. E, a partir disso, poderemos compreender mais acerca da sua dinâmica atrelada às atividades tectônicas, às erupções vulcânicas, aos gêiseres, às águas termais etc.
 
Fontes:
 
 
 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Haiti: O Mundo se mobiliza após o forte terremoto para a reconstrução do país

Porto Príncipe, capital do Haiti, após o forte terremoto
12 de janeiro de 2010 - Imagem capturada na Internet (Abril.com)



Em meio a tantas tragédias que vem acontecendo no mundo todo, neste início de 2010, associadas à dinâmica externa da Terra, ora “embaladas” pelas fortes chuvas, com deslizamentos de terras e enchentes ora pelos efeitos das baixas temperaturas registradas no hemisfério Norte, cuja estação do ano é o inverno... Eis que fenômenos endógenos (do interior da Terra) se manifestam em várias partes do planeta, inclusive, em nosso país, conforme mencionei em postagem anterior, com tremores de terra registrados na região Nordeste.

Todavia, a maior de todas, a mais devastadora surgiu na segunda semana de janeiro e arrasou o Haiti, país da América Central Insular, “penitenciado” por sua localização geográfica, seja por estar no caminho dos furacões e tempestades tropicais que abatem a América Central e trechos da América do Norte (México e EUA) seja por estar próximo da borda de uma placa tectônica e, com isso, ser uma região envolvida por atividades sísmicas.

E se não bastasse estas características de sua dinâmica ambiental, externas e/ou internas, para piorar, o país enfrenta uma situação caótica e bastante preocupante em virtude de uma história política marcada por ditaduras e um agravante quadro sócio-econômico que o assolou, de tal forma, que foi capaz de lhe conceder o título de o país mais pobre do continente americano.

O forte terremoto no Haiti, de magnitude 7,0 graus na escala Richter, ocorreu no último dia 12de janeiro, às 16:53h (hora local), com epicentro a 16 Km ao sudoeste da capital, Porto Príncipe, e a 10 Km de profundidade. Foi o segundo maior terremoto que a ilha Hispaniola (onde se localizam o Haiti e a República Dominicana) sofreu nos últimos dois séculos e meio (o primeiro foi em 1751).

Sua proximidade à capital do Haiti agravou mais ainda a situação, pois atingiu uma área populosa e pobre. Inclusive, em termos de moradias (construções), mas até os prédios públicos e a sede da ONU foram destruídos parcialmente ou totalmente.

De acordo, com as notícias vinculadas ao fenômeno e divulgadas nas mídias, logo após o grande tremor de terra, dois fortes abalos ocorreram, cujas magnitudes foram, respectivamente, 5,9 e 5,5 graus na escala Richter. Posteriormente, mais de 30 abalos se sucederam no período das 10 horas subsequentes.

Calcula-se que o número de mortos supere 140 mil mortos. Até o momento já foram enterrados, em covas coletivas, cerca de 70 mil vítimas.

De acordo com o geofísico João Willy Rosa da Universidade de Brasília (UnB), o referido terremoto liberou uma energia equivalente a 18 bilhões de toneladas de TNT, semelhante à explosão de mais de 30 bombas atômicas (Globo.com).

Ilha Hispaniola (Haiti e República Dominicana) - América Central Insular

Imagem capturada na Internet



O Haiti se encontra localizado na porção oeste da ilha Hispaniola (a porção leste é ocupada pela República Dominicana). A América Central Insular faz parte as Placa do Caribe, que é vizinha das placas Cocos, Sul-Americana e Norte-Americana.


Disposição mundial das placas tectônicas - Imagem capturada na Internet (Google)


Detalhe da Placa do Caribe, sobre a qual se encontra o Haiti

Imagem reproduzida no Adobe Photoshop



A ilha Hispaniola é o ponto de convergência, isto é, de encontro entre as Placas do Caribe com a Norte-Americana, cujo movimento se dá por deslizamento lateral (a placa da América do Norte se movimenta em direção leste-oeste, enquanto a placa do Caribe se movimenta em direção oposta). O ritmo médio do deslizamento lateral entre as placas tem sido na ordem de 8 milímetros por ano.




Movimento das Placas por deslizamento lateral

Imagem capturada na Internet (Apolo11.com)



Além deste movimento entre as duas placas, há um sistema de falhas no país, composto pela falha Setentrional, ao norte, e pela falha Enriquillo-Plaintain Cargen, ao sul do Haiti. Esta última se estende da República Dominicana à Jamaica e foi a responsável, direta, pelo terremoto no Haiti, ocorrido no dia 12 de janeiro.

A falha Enriquillo-Plaintain Cargen é, em grande parte do seu comprimento, firmemente travada e, ao mesmo tempo, submetida a uma forte tensão. Por isso, segundo os especialistas, fratura-se substancialmente mais ou menos a cada século.

Segundo dados da Faculdade de Geociências da Universidade do Texas (EUA), o padrão de rupturas na referida falha segue uma progressão no sentido leste-oeste, com registros de terremotos em 1751 na Ilha Hispaniola (República Dominicana) e, em 1907, em Kingston, capital da Jamaica.

O epicentro do terremoto do Haiti, situado a 15 Km da capital do Haiti (Porto Príncipe) e a 10 Km de profundidade se situou a apenas 3 Km da referida falha.



Registro das ondas sísmicas - Terremoto - Haiti 12/01/2010

Embora, terremotos de origem tectônica sejam difíceis de serem previstos, em março de 2008, durante a 18ª Conferência de Geologia Caribenha, realizada em Santo Domingo, na República Dominicana, o pesquisador Paul Mann, do Instituto de Geofísica da Universidade do Texas (EUA) e mais quatro especialistas apresentaram um relatório acerca de um estudo realizado ao longo da linha da falha Enriquillo-Plantain Garden.

De acordo com os dados obtidos na pesquisa - realizada em 2004 e publicada no Journal of Geophysical Research, estes afirmaram que a referida falha, localizada ao sul da ilha, poderia representar um grande risco sísmico.

Além destes dados, Mann e sua equipe constataram que há um grande risco de novos tremores de terra ao longo da zona de falha Setentrional, que percorre o Vale do Cibao, no norte da República Dominicana. Ou seja, a região apresenta uma grande atividade sísmica, podendo ser considerada "uma das área sísmicas mais ativas do mundo" – de acordo com Jian Lin (Instituto de Geologia de Massachusetts/EUA) e um dos geólogos da equipe de pesquisa de Paul Mann.


Imagens de Porto Príncipe (Haiti) após o terremoto (12/01/2010) - Todas capturadas na Internet


Fonte: Google



Fonte: Abril.com




Fonte: Abril.com





Fonte: Abril.com





Fonte: Abril.com






Fonte: Abril.com






Fonte: AFP - Revista Veja


Fonte: G1 (Globo.com)






Ajuda brasileira ao Haiti - Fonte: Abril.com






Ajuda do governo Chinês ao Haiti - Fonte: Abril.com




Fontes Complementares de Pesquisa

. Ambientebrasil

. Estadão.com.br

. G1 - Globo.com

. Veja.com