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terça-feira, 7 de julho de 2015

Maior favela da Europa abriga 44 mil pessoas em Madri

  
 

 Imagem capturada na Internet
(Fonte: SkyscraperCity)
 
 
Maior favela da Europa abriga 44 mil pessoas em Madri
Luisa Belchior
Crianças brincam em uma favela sem saneamento básico. No chão, lama, fezes humanas, lixo e seringas de usuários de drogas. O poder público só se nota em um carro de polícia que vigia viciados em cocaína e heroína vagando por um descampado ao redor de uma paróquia.
 
A situação de precariedade -pior do que a de muitas favelas do Brasil- retrata um domingo na Cañada Real Galiana, a menos de 15 km de Madri, na Espanha.
 
Essa é a maior favela do continente europeu, onde vivem 44 mil pessoas, entre ciganos, espanhóis, romenos e marroquinos. Uma espécie de parêntesis no Estado de bem-estar social que a Europa luta para manter entre seus cidadãos. E que os moradores dali nem sequer conhecem. Sua luta, com o agravamento da crise econômica, é pela sobrevivência.
 
"Antes da crise, dava para tirar uns € 20 por dia. Agora não mais que € 6. Não dá nem para a comida das crianças", diz Florenza Virzoga, 26, cigana romena que, como a maioria de suas conterrâneas, vive de esmolas.
 
Antigo caminho de gado, toda a extensão da Cañada Real é considerada área pública. Há 40 anos, casas surgiram no terreno. Virou moradia de espanhóis que iam a Madri trabalhar na criação de gado. Depois, foi ocupada por ciganos espanhóis. Marroquinos muçulmanos também ocuparam o local e, mais tarde, ciganos romenos ergueram um assentamento por lá.
 
Um lixão, construído na década de 80, e uma paróquia, há oito anos, completaram o cenário da favela.
 
O espaço é estreito, mas bem demarcado: em uma ponta vivem os romenos. Na outra, os ciganos espanhóis. No meio deles, marroquinos.
 
O trecho dos romenos, o Gallinero, é o mais precário. Ali, os barracos, erguidos sobre lama, são feitos de pedaços de madeira e lona.
 
Mesmo assim, todos os entrevistados pela reportagem disseram preferir morar ali a viver em seu país de origem.
 
"Na Romênia, vivíamos em acampamentos, sem comida, sem trabalho. Aqui temos um lugar e as pessoas ajudam", diz a romena Maria Radu, 23, sentada na cama, no único cômodo do barraco de 30 m².
 
A Anistia Internacional pede ao governo espanhol condições mínimas de saneamento básico, mas Madri estuda desalojar a favela, alegando ser uma via pública.
 (Folha de São Paulo - Mundo, 01 de janeiro de 2012)

 
 
Outras Imagens da Cañada Real Galiana



  Imagem capturada na Internet
(Fonte: SkyscraperCity)
 
 
 
 
  Imagem capturada na Internet

Primeira "favela" de Berlim reúne sem-tetos e ativistas


  Imagem extraída da Internet


 Imagem extraída da Internet
(Fonte: DCM)

 
Primeira "favela" de Berlim reúne sem-tetos e ativistas
Renata Miranda, de Berlim
                                                                             
Às margens do rio Spree, no bairro berlinense de Kreuzberg, um terreno baldio, mais ou menos do tamanho de um campo de futebol, chama a atenção no meio de empreendimentos imobiliários modernos e luxuosos.
 
Lá, entre o mato que não para de crescer, na esquina das ruas Cuvry e Schlesische, tendas e barracas se amontoam, formando aquilo que a imprensa local chamou de "a primeira favela da Alemanha".
 
Os cerca de 60 moradores da "Cuvry", como o local foi apelidado, não gostam de se referir ao local como favela. Eles preferem chamá-lo de acampamento.
 
A localização das barracas não parece seguir uma lógica. No entanto, imigrantes da Romênia e da Bulgária ficam numa área separada do restante dos habitantes. Os primeiros moradores chegaram em meados de 2012, depois de uma série de projetos para ocupar o terreno não ter ido para frente.
 
Há duas entradas e cartazes espalhados por todos os cantos avisando que fotos são proibidas. A proibição atrapalha passeios guiados especializados em grafite, já que no local estão dois dos principais murais de arte de rua de Berlim, feitos pelo grafiteiro italiano Blu. (...)
 
A comunidade é fechada, e os habitantes são muito reticentes na hora de dar entrevistas. A grande maioria se recusa a falar com jornalistas. Os poucos que cederam aos pedidos de entrevista pediram para não ser identificados. (...)
 
Em tese, qualquer um pode morar na Cuvry. De acordo com alguns moradores, quem quiser montar uma barraca no local só precisa conversar com os futuros vizinhos para verificar se o espaço está realmente livre.
 
Também não há uma liderança definida, e tudo é decidido em reuniões plenárias entre os moradores – desde os responsáveis por pequenos reparos nas moradias até como separar o lixo na hora de fazer a reciclagem.
 
As discussões são, em sua maioria, feitas em inglês por conta da mistura de nacionalidades. Não há água encanada e os banheiros são improvisados, com buracos feitos no chão.
 
(...) É possível ver garrafas de bebidas alcoólicas em todos os cantos – há até um bar funcionando no local. Todas as noites, uma fogueira é acesa, e, com alguma frequência, festas são realizadas. O uso de drogas é comum.
 
"Passo minhas tardes sempre aqui, fumando maconha e relaxando", conta um imigrante africano de Gâmbia que pediu para não ser identificado. Um outro morador do local, que se identificou como Philip, até mostrou o lugar preferido de alguns moradores para o consumo de drogas – uma área escondida, no meio do mato, com sofás e poltronas amontoadas. (...)
 
(...) apesar de o clima entre os moradores ser tranquilo na maior parte do tempo, o consumo de drogas ainda é um problema. "O que me incomoda mais são as crianças que moram aqui. Um lugar assim não é o melhor ambiente para alguém crescer."
 
A ocupação do terreno onde a Cuvry está instalada começou em 2012, depois de artistas, ativistas e sem-teto se mudarem para o local seguindo manifestações contra a construção de um shopping center. O projeto foi interrompido após protestos dos moradores de Kreuzberg contra a gentrificação do bairro.
 
O impasse, porém, continua até os dias de hoje, e os moradores da Cuvry estão constantemente sob ameaça de despejo.
 
Há até um abaixo-assinado na internet, no site www.change.org, que pede que o local seja transformado num parque. "Queremos discutir com os habitantes, com os vizinhos e com a cidade a criação de um parque semipúblico que também funcionaria como um espaço para moradia de refugiados, sem-teto, artistas e pessoas que querem viver fora do sistema 'normal'", afirma o texto do abaixo-assinado.
 
"Sabemos que há um problema de violência e alcoolismo entre alguns dos habitantes dessa área e nós apreciamos a tolerância e paciência de nossos vizinhos e esperamos poder evitar a ação policial ou o despejo dos moradores", diz o documento.
 
Num vídeo da campanha pelo abaixo-assinado, postado no YouTube, um dos porta-vozes da comunidade, identificado apenas como Sascha, diz que muitos dos que moram na Cuvry estão ali para lutar contra a gentrificação de Berlim.
 
"Nós ocupamos este espaço para mostrar que há um estilo de vida diferente do estilo de vida pregado pelo 'sistema'", diz ele. "Esta é uma luta contra os investidores que querem explorar a nossa cidade."

 

  Imagem extraída da Internet
 
 

 

Vista da Terra no espaço, à noite, assinala as principais áreas urbanizadas



 Imagem extraída na Internet (Fonte: APOD)
 
A imagem da Terra à noite, iluminada artificialmente é, sem dúvida alguma, impressionante!
Na verdade, segundo o site consultado, a imagem acima foi produzida a partir de centenas de imagens feitas por um programa de satélites DMSP (Defense Meteorological Satellite Program). Este entrou em vigor em 1960, destinado a atividades de defesa, porém seus dados também têm sido utilizados para estudos meteorológicos.
 
O que ela nos remete? Às regiões mais desenvolvidas do planeta, considerando que a iluminação artificial serve como um indicador econômico e, também, nos remete às mais urbanizadas (lembrando que a urbanização só decorre quando a população urbana supera a população rural).
 
Todavia, não devemos esquecer que além dos espaços rurais, há a ocorrência de áreas anecúmenas, aquelas de difícil acesso e fixação do homem, como os desertos, as regiões polares, as florestas, entre outras, onde os padrões de iluminação não apresentam intensidade capaz de serem equiparadas às principais áreas urbanas.
 
Fonte: Astronomy Picture of the Day (APOD)

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Paraisópolis: uma favela encravada no Morumbi, junto a mansões e condomínios de luxo


Imagem capturada na Internet
(Fonte e Foto: Tuca Vieira
 
Texto atualizado em 25/06/2015 às 18h15

Esta foto já correu todo o Brasil e mundo afora e, mesmo sem mostra-la aos alunos da 2ª Série do Ensino Médio, mas a descrevendo por detalhes, muitos a reconheceram e afirmaram já terem visto na Internet só pela minha descrição minuciosa.
 
Trata-se da segunda maior favela de São Paulo, Paraisópolis, localizada no Morumbi, na região Sul da cidade, considerada uma das mais ricas do município.
 
A foto foi obtida no ano de 2003 pelo fotógrafo Tuca Vieira, que na época fazia parte da equipe de fotografia do jornal Folha de S. Paulo (2002 a 2009), estando cobrindo uma série de fotos sobre a cidade de São Paulo.
 
De acordo com a pesquisa realizada a respeito da mesma, quando a foto foi publicada, muitos consideraram tratar-se de uma montagem, tão grande foi o trabalho do referido fotógrafo em registrar - do melhor ângulo e bem definido - “o muro que divide os dois lados em partes iguais; cortei o céu buscando um efeito bidimensional e hipnótico”.
 
Seu tino profissional deu certo e, de acordo com o mesmo, a referida fotografia alcançou tamanho sucesso que o projetou em território nacional e internacionalmente. Ganhou prêmio e o levou a diversas exposições no Brasil e no exterior.
 
No entanto, Tuca Vieira afirma que – muitas vezes – a sua fotografia foi e é exposta e/ou publicada, inclusive, na Internet e seu nome não aparece associado à autoria da mesma. Segundo o mesmo, “o fato é que a imagem me fugiu do controle.
 
Fica claro em suas palavras, que anos atrás, tais atitudes o incomodava muito, enquanto que com o passar dos anos e a disseminação da mesma de forma descontrolada o fez refletir e chegar à conclusão que:
 
E hoje essa situação já não me incomoda.
Criada no ambiente do jornalismo, essa foto talvez me faça atingir
o que deveria ser o grande objetivo de um artista:
provocar uma reflexão sobre o mundo e não sobre a obra e seu autor.
Talvez esse seja o grande mérito da foto.
Ela se libertou do autor e do contexto original para enriquecer um debate sobre o Brasil,
sobre a América Latina, sobre a desigualdade.
Para um filho de socialista,
criado num ambiente de indignação e desejo de transformação social,
nada poderia ser mais gratificante.
Jornalismo, arte e política aqui são indissociáveis”.
 
Eu mesma já vi várias publicações da foto em diversos sites na Internet, sem os créditos devido ao seu autor Tuca Vieira, tendo um, inclusive, afirmado erroneamente de que se tratava de uma favela da cidade do Rio de Janeiro.
 
Como se pode observar, a fotografia retrata as diferenças sociais existentes dentro de um mesmo espaço, onde favela e condomínios de luxo coexistem, delimitados apenas por um muro.
 
Paraisópolis já foi comparada a algumas comunidades cariocas, como a Rocinha (São Conrado), Dona Marta (Botafogo) e Cantagalo (Ipanema), tendo em vista que – ao contrário da maioria das favelas de São Paulo que fica na periferia – esta se encontra localizada no Morumbi, um dos pontos mais nobres da capital. Há outras em solo carioca, com esta mesma localização.
 
E foi com este propósito, isto é, de construir residências luxuosas para atender a classe alta paulistana, que a divisão de uma antiga fazenda na localidade (Fazenda do Morumbi) foi realizada no início da década de 20 do século passado.
 
Com o loteamento realizado e restando ainda terrenos vazios, a partir dos anos 50 e, sobretudo, década de 70 (Século XX), várias invasões ocorreram no atual terreno, por famílias de classe social mais baixa, em sua maioria oriundas do Nordeste, na época, sem moradias fixas e atraídas pelas possibilidades de emprego na área de construção civil, bem como por melhores condições de vida em São Paulo.
 
Mesmo tendo o fenômeno da favelização iniciado, novas mansões e condomínios de luxo, fechados, foram construídos nas adjacências da favela, os quais - muitas vezes – tiveram os próprios moradores de Paraisópolis como mão de obra durante as obras de construção.
 
O crescimento de Paraisópolis se deu, sobretudo, pelo descaso público e a dificuldade da regularização dos terrenos. Em 1970, a mesma contava com uma população estimada em 20 mil habitantes e, de acordo com o último Censo Demográfico do IBGE (2010), esta já ultrapassa 42.800 habitantes.

Hoje, esta é referenciada como um bairro favelizado da cidade de São Paulo, pertencente ao distrito de Vila Andrade, na Zona Sul paulistana.
 
Os investimentos do poder público (municipal, estadual e federal), com foco na urbanização e na regularização dos imóveis construídos começaram no início deste século, mais especificamente, à partir de 2005. Assim como nas áreas de Educação.
 
Os créditos ao trabalho profissional do fotógrafo Tuca Vieira, específico a esta foto de Paraisópolis, retrata o alcance de seu olhar e a arte de focar o melhor ângulo da segregação sócio-espacial existente no Morumbi, na cidade de São Paulo.
 
A experiência ambiental da modernidade anula todas as fronteiras geográficas e raciais, de classe e nacionalidade, de religião e ideologia: nesse sentido pode-se dizer que a modernidade une a espécie humana. Porém é uma unidade paradoxal, uma unidade da desunidade: ela nos despeja a todos num turbilhão de permanente desintegração e mudança, de luta e contradição, de ambiguidade e angústia.
 
(Berman, Marshall, apud Daniela Mendes Cidade, em um Olhar sobre a Cidade,  2006)
 
 
Fontes de Pesquisa:
. CIDADE, Daniela Mendes. Um Olhar sobre a Cidade,  2006 (PDF);
 
. IBGE divulga levantamento impreciso sobre população de Paraisópolis
 
. Morumbi: o contraditório bairro-região de São Paulo
 
. Paraisópolis (bairro de São Paulo)
   Wikipédia;
 
. Violência em Paraisópolis, a segunda maior favela da cidade

sábado, 31 de maio de 2014

Relembrando Tópicos da Matéria: Urbanização

 
Belo Horizonte (MG)
Imagem capturada na Internet (Fonte: Câmara Municipal de Belo Horizonte):
 
 
Para os alunos da 2ª Série...


URBANIZAÇÃO

Não podemos confundir urbanização com crescimento urbano, uma vez que as cidades podem crescer, sem que – na verdade – ocorra à urbanização.


É preciso saber distinguir ambos, os conceitos, uma vez que estes refletem processos distintos.
 
Esse equívoco, tão comum de acontecer, VESENTINI (1998) ressalta e, também, exemplifica com o caso da Inglaterra, cujo processo de urbanização já cessou, passando só a ocorrer o crescimento da cidade.
 
Só para relembrar aos alunos, a urbanização decorre do aumento da população urbana sobre a população rural, isto é, ela se dá – propriamente dito - quando a população urbana supera a do campo.
 
Este fenômeno se encontra associado e  foi intensificado com a industrialização, em razão da localização das indústrias próximas ou nas cidades e, consequentemente, do desenvolvimento das atividades industriais (setor secundário), do crescimento do comércio e serviços (setor terciário), nas cidades. 
 
Além desses, outro fator vinculado ao desenvolvimento industrial-urbano é o êxodo rural (migração do home do campo para a cidade), seja na situação do campo estar passando também por uma revolução (mecanização) e/ou pelo poder de atração das cidades em razão das maiores oportunidades de emprego (setor secundário e terciário) e melhores condições de vida (serviços, lazer etc.).

Êxodo Rural 
Imagem capturada na Internet (Fonte: Wood4ever)

De acordo com o referido autor (op.cit.), enquanto processos, a urbanização possui um limite, ou seja, tem um “ponto final” (grifo meu) ao passo que o crescimento das cidades pode se dar de forma infinita.

No Brasil, assim como em outros países subdesenvolvidos, o processo de industrialização foi tardio 
Por muitos séculos, o setor primário (agricultura, pecuária e extrativismo) foi o “carro-chefe” da economia do nosso país, tanto durante o regime escravocrata quanto após a abolição dos escravos e com a vinda dos imigrantes.
 
Direta e/ou indiretamente, a influência dos imigrantes e da monocultura do café, principal produto primário da época, proporcionaram condições favoráveis para alavancar o desenvolvimento industrial no Brasil e, consequentemente, o processo de urbanização, ocorrido apenas na segunda metade do Século XX.
 
Com isso, não só a economia do Brasil sofreu alterações, passando de um país agroexportador e, predominantemente, rural para uma nação industrializada e urbana.

Como se pode observar na Tabela abaixo, até meados do Século XX (década de 50), a população rural era maior que a população urbana.



Durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1956-1960), a industrialização no Brasil ganhou novos rumos e feições. O país abriu suas portas ao capital internacional, atraindo diversas empresas estrangeiras, as multinacionais (internacionalização da economia).
 
Foi durante este período que ocorreu o incentivo à indústria automobilística, com a instalação de montadoras de veículos internacionais em nosso território, como a Ford, a General Motors, a Volkswagen e a Willys, assim como outras de outros ramos, também, se instalaram em nosso território, progressivamente.
 
Com todas essas mudanças, não só a industrialização como a urbanização brasileira tomou forte impulso, fazendo com que a população urbana crescesse rapidamente.
 
No quadro demográfico brasileiro, tal como mostra a tabela acima exposta, a população urbana só ultrapassou a rural no final dos anos 60 e início dos 70. Nas décadas seguintes, a industrialização do Brasil continuou a crescer, embora tenha sofrido estagnação, em determinados momentos, em razão de crises econômicas.
 
As migrações que ocorreram, neste período de desenvolvimento industrial-urbano, perpassaram não só a nível de campo-cidade (êxodo-rural), como também entre estados e regiões, sobretudo, com destino à região Sudeste, em destaque pela concentração industrial.
 
O período de maior ocorrência de migrações inter-regionais, principalmente, Nordeste-Sudeste foi durante os anos de 1950, 1960 e 1970(Século XX), mais especificamente, para o eixo Rio-São Paulo, atraídas pelas oportunidades de emprego e pelas melhores condições de vida (sistema médico-hospitalar, transportes, saneamento básico, lazer etc.).
 
De acordo com os dados do IBGE (2012), cerca de 84,9% da população brasileira é urbana, enquanto 15,1% é rural.
 
 
Fontes
 
. Material Didático (particular)

. MOREIRA, João Carlos e SENE, Eustáquio de, Geografia (Volume Único), Scipione, São Paulo, 2005.
 
. VESENTINI, José William, Brasil: Sociedade e Espaço, Geografia do Brasil, Editora Ática, SP, 1998.