quarta-feira, 29 de julho de 2015

Dica de Curso: Utilizando o Facebook como Ferramenta Mobilizadora


 Imagem capturada na Internet e
trabalhada no Adobe Photoshop
 
 
Ao navegar na Internet deparei-me com esta dica de curso no Blog Tecnologia Educacional em Foco e, de imediato me interessei, pois sempre quis utilizar o Facebook como ferramenta para fins educativos, tal como usei na antiga rede social Orkut, por meio da minha Comunidade “Geografia em Foco (o mesmo que intitula o meu Blog e intitulou o meu antigo e original Mural-Jornal), com publicações no Fórum e de Enquetes contextualizadas ou não à área geográfica.
 
Eu cheguei a criar uma página no Facebook, como o mesmo título (Geografia em Foco), mas – talvez – a minha inexperiência tenha causado desânimo em termos de usá-la para estes fins. Inclusive, por diversas vezes, o comparei com o Orkut, do qual obtive grande participação dos alunos e, com isso, atingir os meus objetivos.
 
Espero poder utilizar o Facebook para este mesmo fim, isto é, para fins educativos. Fica assim, a dica (leiam abaixo).
 
Curso: Redes sociais: Utilizando o Facebook como Ferramenta Mobilizadora

. Modalidade: Curso online;
 
. Data de Início: 03/08/2015;
 
. Data de Término: 03/09/2015;
 
. Duração: 30 Horas
 
. Objetivos:

– Apresentar um histórico das redes sociais, com foco no Facebook;

– Demonstrar algumas ferramentas do Facebook, utilizando um passo a passo;

– Abordar o uso do Facebook como um instrumento de mobilização social;

– Capacitar pessoas para o Mobcidadania, uma nova proposta da Rede Mobilizadores, que será lançada no dia 01/09/2015. A iniciativa é uma estratégia de mobilização que incentiva pessoas a desenvolverem iniciativas voltadas para a promoção da cidadania. Basta criar um grupo no facebook e convidar amigos para juntos debaterem temas e definirem ações virtuais ou presenciais, a serem realizadas de forma coletiva.
 
. Público-Alvo: Mobilizadores (pessoas cadastradas na Rede Mobilizadores); jovens e lideranças do projeto “Comunidades Semiárido”; secretários executivos dos COEPs (regionais e estaduais)

 . Inscrições: Para efetuar a inscrição no curso, acesse AQUI!

terça-feira, 28 de julho de 2015

Aconteceu na E. M. Dilermando Cruz: Subprojeto do 2˚ Bimestre de 2015 - Parte II


 
Prof.ª Dr.ª Edna Maria dos Santos (IFCH/UERJ) e
o Prof. Harold Hobbes Silva (Diretor da E.M. Dilermando Cruz)
 
 
Ainda no âmbito do subprojeto “Contribuição do Negro na Construção da Cidade do Rio de Janeiro” (2˚ Bimestre de 2015), a Prof.ª Dr.ª Edna Maria dos Santos, Vice-Diretora do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) acolheu a um convite meu e veio dar uma palestra sobre o negro africano em nossa escola.
 
A palestra foi realizada no Auditório da Unidade Escolar, no dia 07 de julho. Todos os alunos das turmas 1801, 1803 e 1804, presentes no dia, participaram, assim como o nosso Diretor, o Prof. Harold Hobbes Silva, os professores Leandro (Ciências) e Jules Rimet (História), eu (Geografia) e o nosso ex-aluno (e atual do Colégio Pedro II), Deyvison Sousa.
 
A referida professora veio abrilhantar a temática do subprojeto do 2˚ Bimestre, focando diversos aspectos da vida do negro africano, tanto em suas terras de origem, na África, quanto em território nacional e, mais especificamente, no Rio de Janeiro, na condição de migrante forçado e escravo.
 
Outros enfoques, no entanto, se fizeram oportunos e foram complementados pela fala do nosso diretor, uma vez que a escola – por ser um espaço plural e de grande diversidade cultural – estes são bastante comuns entre os alunos, os quais permeiam atitudes baseadas na intolerância religiosa, no preconceito, no racismo, na prática de Bullying, entre outros.

 
 








 





 


 

Aconteceu na E. M. Dilermando Cruz: Subprojeto do 2˚ Bimestre de 2015 - Parte I


Imagem capturada na Internet

Entre as atividades desenvolvidas no âmbito da E.M. Dilermando Cruz, no 2˚ Bimestre de 2015, vale destacar o subprojeto elencado para o período, o qual foi pertinente à temática “Contribuição do Negro na Construção da Cidade do Rio de Janeiro”.
 
O evento foi realizado no dia 22 de maio, muito embora - durante o bimestre todo - alguns professores da Unidade Escolar tenham dado continuidade aos trabalhos sob o mesmo foco. 

Neste dia, a solenidade de Abertura foi no pátio interno da escola, com a execução do Hino Nacional, cantado por todos os alunos do turno da manhã e, também, do 2˚ Turno, presentes na cerimônia.
 
A Programação contava com diversas atividades, tanto no pátio interno e em outros recintos, próximos a este, quanto no Auditório.
 
No pátio interno e arredores foram expostos os trabalhos dos alunos (cartazes), assim como a exposição de alguns pratos da culinária africana, apresentação de dança (Maculelê) etc. Infelizmente, o grupo que iria jogar capoeira não compareceu. 
 
No Auditório, além da realização de peças teatrais sob a mesma temática, contracenada pelos alunos do 9˚ Ano (Turmas 1901, 1902 e 1903) houve Roda de Conversa com o Diretor do Grupo Panela de Barro, Haroldo Mário Rosa, cujo tema, entre outros, versou sobre a Lei 10.639/03, a qual estabelece a obrigatoriedade do ensino da História e Cultura Africana e Afro-Brasileira na Grade Curricular tanto nas escolas de Ensino Fundamental quanto de Ensino Médio, públicas e privadas.
 
Vale ressaltar aqui, ainda, que a referida Lei foi alterada pela Lei 11.645/08, com a inclusão da importância dos povos indígenas, também, na formação da sociedade brasileira (ver a referida Lei, AQUI).
 
Infelizmente, diante do adiantado da hora e do meu exercício em outra Unidade Escolar, à tarde, não pude participar da Roda de Conversa, que contou com a participação do Diretor da nossa escola, o Prof. Harold Hobbes Silva, outros professores, alunos e até ex-alunos.
 
 Exposição dos Trabalhos dos Alunos
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dança (Maculelê)




 
 

 


Auditório
 
Alunos do  9˚ Ano (Peça Teatral)
 
 
Roda de Conversa
 
 

Diretor da Escola Municipal Dilermando Cruz
Prof. Harold Hobbes Silva






 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Recesso Escolar: Uma pausa sem interrupção do Processo Educativo


Imagem capturada na Internet



Enquanto o recesso escolar da rede estadual começou a partir do dia 18, os alunos da rede municipal de ensino só vão poder contar com esta semana para descansar e aproveitar o tempo sem as responsabilidades escolares.
Mesmo sendo um período curto, de apenas uma ou duas semanas, o recesso escolar no meio do ano é fundamental e importante tanto para os alunos quanto para os professores. Na verdade é uma pausa necessária.

E, por incrível que pareça, esta não significa um rompimento do processo educativo, tendo em vista que os alunos passam a desenvolver outras habilidades importantes em seu próprio processo educativo, assim como que - para os professores - representam além de um momento de descanso, também, de reflexão e avaliação de sua prática escolar, com grandes possibilidades de engendrar um novo planejamento, se necessário for, visando melhorar tanto o ensino quanto à aprendizagem.
 
Além do recesso e das férias escolares, os especialistas assinalam os intervalos de recreio como relevantes para o desenvolvimento dos alunos, tal como afirma um artigo publicado pela Academia Americana de Pediatria (AAP), na Revista Pediatrics (Revista Veja).
 
As férias escolares e também a "hora do recreio" são essenciais para um bom desenvolvimento da criança e é crucial que os estudantes não sejam privados, por qualquer motivo, desse tempo de descanso. (...) Para os médicos, ainda, essas pausas são importantes para que o jovem desenvolva outras habilidades além das acadêmicas, como a comunicação, a cooperação e a partilha. ”
 
O mesmo condena situações em que os alunos são privados de aproveitar destes períodos de pausa, seja do recreio pelos professores e/ou outra autoridade da escola seja no recesso ou férias escolares, pelos pais, como forma de punição.
 
É preciso compreender que estas pausas não representam interrupções no processo educativo, mas sim, uma via integrante e complementar ao seu desenvolvimento intelectual e social.
 
O importante é saber aproveitar o máximo do seu tempo, pois este passa, mesmo contra a sua vontade e, quando você se atenda pra isso, ele já passou e você não fez nada.  
 
Fonte:

. Veja.com Saúde

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Dica de Site: Em Tempo Real, a Terra e a Lua


 
Gostei e resolvi compartilhar mais um gadget para colocar em Blog. O mesmo permite a visão, em tempo real, do movimento de Rotação da Terra e a fase da Lua.
 
A sequência de imagens acima, eu selecionei - em diferentes horários do dia - e trabalhei no Adobe Photoshop.
 
Para incorporá-lo em seu Blog, acesse o site AlbinoBlacksheep.  

terça-feira, 14 de julho de 2015

Região Sul do Brasil: Tornado no Paraná


Imagem capturada na Internet
(Fonte: Geoenciclopedia)
 

Como professora apaixonada pela minha disciplina, eu sempre destaco a importância do estudo da Geografia na compreensão da dinâmica do mundo, aos alunos, pois vivenciamos direta e/ou indiretamente de todo o universo de sua abrangência, quer seja a nível social, econômico, político, cultural e de intervenção ambiental.
 
Hoje mesmo, comentei com alguns alunos do 8˚Ano, o quanto fico feliz ao vê-los associando fatos atuais e/ou sub-atuais à matéria dada, pois isso vem a ratificar não só a aprendizagem por parte deles, como também a análise e associação contextualizada dos mesmos.
 
Outro dia, comentei com algumas turmas tanto do Ensino Fundamental quanto do Ensino Médio sobre a ocorrência, em 2011, de um tornado em Nova Iguaçu, em nosso estado (Rio de Janeiro). As imagens capturadas por alguns moradores locais não deixaram dúvidas... Foi um tornado, de baixa intensidade, segundo os especialistas, mas foi.
 
Imagem divulgada e capturada em vídeo no You Tube
(Fonte: Vídeo "Tornado na Baixada 2")

 
Imagem divulgada e capturada de vídeo
(Fonte: TVIG) 
De acordo com o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Lúcio de Souza, no Rio de Janeiro são mais comuns as trombas d’água (ou como são chamados, “tornados no mar”).
 
O referido especialista, na época, afirmou:
 
"Não me lembro de um evento desse no continente aqui no Rio. Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, é mais comum haver isso".
 
E ele tem razão, pois - segundo dados do Centro Universitário de Estudos e Pesquisas Sobre Desastres da Universidade Federal de Santa Catarina (CEPED/UFSC), só o estado de Santa Catarina, nos últimos 40 anos, já registrou mais de 80 tornados.
 
No final de abril deste ano, dois tornados - em terras catarinenses - causaram destruição, perdas materiais e humanas (mortes). O primeiro, com uma velocidade superior a 250 km/h, atingiu a cidade de Xanxerê, com uma duração um pouco menos de 10 minutos, mas com resultados assustadores: 2,5 mil casas afetadas, 120 pessoas feridas e duas vítimas fatais.
 
Imagem capturada na Internet
 

O segundo durou menos de 5 minutos e atingiu a cidade de Ponte Serrada. Sua velocidade foi inferior, 200 km/h e, entre os estragos, contabilizaram 200 casas e oito feridos, sem registro de óbito.
 
Imagem capturada na Internet
(Fonte: G1 - Santa Catarina - Foto: Rádio Nambá)
 
Muitos atribuem às mudanças climáticas - em consequência do aquecimento global - como responsáveis pelos diversos registros de tornados no estado de Santa Catarina. É claro que não devemos desconsiderar esta possibilidade, mas o que mais interfere é que o referido estado se encontra localizado em uma área favorável à formação desse tipo de ciclone, ou seja, em uma zona de Baixa Pressão (receptora de ventos e de ocorrência de chuvas), o chamado Sistema de Baixa Pressão do Chaco.
 
Imagem capturada na Internet
 
Ontem, 13 de julho, no entanto, outro estado da região Sul virou notícia em razão da ocorrência de um tornado. Foi o Paraná, mais especificamente, a região sudoeste do estado. Mais de 50 pessoas ficaram feridas.
 
Imagem capturada na Internet
(Fonte: G1 - Foto de Josiane Regina / VC no G1)
 
Embora, a ocorrência de tornados seja rara no referido estado, de acordo com os especialistas, as condições climáticas na região propiciam a sua formação.
 
 
Fontes:
 
 
. Jornal O Globo impresso
 
 

domingo, 12 de julho de 2015

Artigo: Japoneses abrem mão do automóvel. E se espremem nos trens.

 
 Imagem capturada na Internet
 
Texto atualizado em 14/07/2015 - 19h28
 

Aproveitando o tema da última postagem e o fato do metrô ser a base da mobilidade urbana das cidades de Tóquio (Japão), Nova York (EUA), Londres (Inglaterra), Paris (França) e Moscou (Rússia), as quais foram apontadas – em 2013 - como as cidades que mais se destacam em termos de transporte coletivo de qualidade, vou compartilhar o artigo abaixo, publicado e copiado na íntegra do Blog Ensaios da Arquitetura e trabalhado com a turma da 3ª Série do Ensino Médio.
 
 
 
Japoneses abrem mão do automóvel.
E se espremem nos trens.


 
Explosão populacional e alto custo do carro particular levam o transporte público a atender 43 milhões de passageiros por dia. A hora do rush na maior mancha urbana do mundo, com 35,3 milhões de moradores, é semelhante à de qualquer outra megalópole com uma exceção: os japoneses se disciplinaram para conviver com ela. Os passageiros do metrô que querem tentar um cobiçado assento formam uma fila ao lado daqueles que preferem partir rapidamente. Assim que o trem fecha as portas, a fila dos que esperaram para viajar sentados se desloca para o lugar da outra. É um movimento tão sincronizado que parece ensaiado. Funciona perfeitamente. As pessoas espremem-se nos ônibus, trens de superfície e no metrô, onde funcionários com uniforme azul-marinho e luvas brancas tratam de empurrar vigorosamente os passageiros vagão adentro. Tudo para manter a eficiência no atendimento à população. Sem atrasos, sem demora.
 
O desconforto de viajar colado ao corpo de estranhos é compensado não só pela pontualidade, mas também pela organização e abrangência da rede. São 283 estações e 292 quilômetros de linhas, cinco vezes a extensão do metrô de São Paulo. Graças a isso, a maioria dos habitantes da região metropolitana abre mão do veículo próprio. Segundo o último relatório anual do Governo Metropolitano de Tóquio, de 2006, o número de passageiros do sistema, que inclui ônibus, metrô, trens de superfície e bondes, chega a 43 milhões por dia - ele supera o da população total porque as pessoas fazem mais de uma viagem diariamente. Desse total, 66% utilizaram os 7,5 mil km de linhas de trens metropolitanos. O metrô é o preferido de 19% e os ônibus - 8.200, equipados com GPS -, de 10%. Os outros 5% utilizam táxis e bondes.
 
Mesmo com o domínio do transporte de massa, a metrópole não está livre dos congestionamentos. Principalmente nas vias que ligam áreas de subúrbio ao centro. "Essas regiões são mal servidas de transporte coletivo", diz o professor Akito Murayama, da Universidade de Nagóia. Na região metropolitana, para cada pessoa que circula com veículo próprio, há duas que usam o sistema coletivo. Na cidade de Tóquio, a proporção favorável ao transporte público é bem maior: 5 para 1. 
 
 

Fonte citado no referido Blog: