domingo, 9 de agosto de 2015

Dia dos Pais: Mensagem


 Eu no colo do meu pai (já falecido), atrás minha mãe (já falecida) e
minhas duas irmãs mais velhas.
(Imagem do acervo da família)

Hoje, embora seja um dia especial para muitos, aqui – em casa – os momentos de alegrias se limitaram às horas das refeições, desde o café da manhã, passando pelo almoço e lanche da noite, quando nós três estávamos reunidos à mesa (eu, meu esposo e minha filha).
 
Nem mesmo a entrega do presente da minha filha ao pai foi igual ao dos anos anteriores, pois o deste ano não foi surpresa, pois o meu esposo estava junto na hora da compra, na intenção de escolher o que ele realmente queria.
 
Apesar de saber que devemos celebrar a vida e agradecer a Deus por cada dia vivido, hoje, em minha casa, as lembranças quase dominaram o ambiente por completo, tendo em vista a morte prematura do meu pai há 22 anos (23 anos em dezembro) e a mais recente do meu sogro. E este por ter há menos de dois meses foi bastante sentido, sobretudo, pelo meu esposo.
 
A dor da perda é algo que nos rouba a paz no coração a todo instante. Não há como deixar de pensar e chorar, mas as lembranças dos feitos dos nossos pais, do amor, das lições de vida e das relações estabelecidas acabam tornando-se alívios para os corações ainda sentidos.
 
E foi assim, que me senti assim, hoje. E, compreendo, o estado do meu esposo.
 
Por isso, gostaria de republicar uma mensagem para os Dias dos Pais, a qual publiquei no ano de 2009, neste espaço (há 6 anos). Trata-se de uma história verídica, da qual não tenho nenhuma informação quanto a sua origem e autoria.
 
 Imagem capturada na Internet para efeito ilustrativo
 
 
PAI TÔ COM FOME!

Ricardinho não aguentou o cheiro bom do pão e falou:
 
- Pai, tô com fome!!!
 
O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência...
 
- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!!

Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente...

Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:

- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!

Amaro, o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho...

Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito) - arroz, feijão, bife e ovo...
 
Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua...
 
Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá...
 
Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada...

A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades...

Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:

- Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim... Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?!?!
 
Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer...
 
Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho...
 
Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas...
 
Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório...
 
Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de pequenos 'biscates aqui e acolá', mas que há 2 meses não recebia nada...
 
Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias...

Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho...

Ao chegar em casa com toda aquela 'fartura', Agenor é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso...

Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores...

No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho...
 
Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando...
 
Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele chamava-o para ajudar aquela pessoa...
 
E, ele não se enganou - durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres...

Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar....
 
Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta...
 
Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula...
 
Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros , advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro...
 
Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o 'antigo funcionário' tão elegante em seu primeiro terno...

Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço...
 
Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista...
 
Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um...
 
Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido...
 
Ricardinho , o filho mandou gravar na frente da 'Casa do Caminho', que seu pai fundou com tanto carinho:
 
'Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!'

sábado, 1 de agosto de 2015

Mês de Agosto: Datas Comemorativas


Imagem capturada na Internet para fins ilustrativo
(Cultura Nordestina - Fonte: Na Parede do Quarto)


AGOSTO

1º. Dia Nacional do Selo Postal Brasileiro
       Dia do Cerealista
       Dia Mundial da Amamentação
 
02. Dia do início da Semana da Cultura Nordestina
 
03. Dia do Tintureiro
        Dia do Capoeirista
        Dia do Telefone
 
04. Dia do Padre
        Dia das Vocações Sacerdotais
 
05. Dia Nacional da Saúde
 
06. Dia da Revolução Acreana
 
07. Dia em que Tim Berners-Lee colocou on-line o primeiro website, inaugurando a World Wide Web (www)
 
08. Dia dos Bandeirantes
 
09. Dia Internacional dos Povos Indígenas
        Dia dos Pais (2º Domingo de agosto/2015)
 
10.  Dia Internacional do Biodiesel
 
11. Dia da Televisão
      Dia do Advogado
      Dia do Estudante
      Dia do Garçom
      Dia do Pendura
      Dia do Hoteleiro
      Dia do Magistrado
      Dia Internacional da Logosofia
 
12. Dia Nacional das Artes
       Dia dos Escoteiros do Mar
       Dia do Cortador de Cana
 
13. Dia do Economista
       Dia do Azar
       Dia da Bandeirante
       Dia dos Encarcerados
 
14. Dia do Cardiologista
       Dia do Protesto
       Dia da Unidade Humana
       Dia do Artista Plástico
       Dia do Combate à Poluição
 
15. Dia da Informática
       Dia dos Solteiros
       Assunção de Nossa Senhora
 
16. Dia do Filósofo
 
17. Dia do Patrimônio Histórico Nacional
       Dia Nacional da Construção Social
 
18. Dia da Revolução Cultural
       Dia do Estagiário
       Dia Mundial da Libertação Humana
       Dia das Vocações Religiosas
 
19. Dia do Artista de Teatro
       Dia Internacional da Fotografia
       Dia Internacional do Fotógrafo
       Dia Mundial da Fotografia
       Dia Nacional do Historiador
 
20. Dia dos Maçons
        Dia do Vizinho
        Dia do Caçador
 
21. Dia do Início da Semana Nacional da Criança Excepcional
       Dia Nacional da Habitação
 
22. Dia do Folclore
       Dia do Supervisor Escolar
       Dia do Religioso
 
23. Dia contra a Injustiça
       Dia dos Artistas
       Dia do Aviador Naval
 
24. Dia da Infância
        Dia dos Artistas
 
25. Dia do Feirante
       Dia do Soldado
       Dia da Careta
       Dia do Catequista
       Dia das Obras Pontifícias
       Dia das Vocações Leigas
 
26. Dia Internacional da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão
       Dia Internacional da Igualdade da Mulher
 
27. Dia do Corretor de Imóveis
       Dia do Psicólogo
       Dia do Peão de Boiadeiro
 
28. Dia da Avicultura
        Dia do Avicultor
        Dia Nacional do Bancário
        Dia do Legionário
 
29. Dia Nacional do Combate do Fumo
 
30. Dia do Vendedor Lojista
 
31. Dia Nacional da Nutricionista

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Crônica: Aos Remos


Imagem capturada na Internet para fins ilustrativo
(Fonte: JusBrasil)

Eu, particularmente, adoro as crônicas de Martha Medeiros. Sua sensibilidade expressa entre linhas varia do humor à seriedade, em todos os aspectos da vida social, política e econômica do nosso país.
 
Selecionei para fechar as publicações do mês de julho, um tema muito controverso e atual, grave, cujos reflexos interferem direta e/ou indiretamente cada um de nós e, mais do que isso, aos olhos externos nos condenam, quando somos vítimas e, ao mesmo tempo, co-responsáveis pelo nível baixo que imputa a política brasileira.
 
A crônica abaixo reflete o sentimento de muitos brasileiros...
 
 
 AOS REMOS
Martha Medeiros


Não sou só eu que tenho a impressão de que estamos sentados sobre um barril de pólvora. É só dar uma espiada nos comentários deixados nas redes sociais, em conversas de bar, nas trocas de mensagens por WhatsApp, nos telejornais. O Brasil descarrilou, e agora?
 
Apagões, crise hídrica, obras superfaturadas que não terminam, escândalos de corrupção em todas as esferas, ausência crônica de segurança, aumento de impostos, saúde e educação vergonhosas, desgoverno evidente e início de uma recessão de que não se conhece ainda as consequências. Uma amiga pergunta no Facebook: “Todo mundo já decidiu para onde vai se mudar?”.
 
Ah, se fosse fácil assim. Fazer as malas e se mandar para algum lugar em que se pudesse caminhar pelas ruas sem medo, em que os policiais fossem bem treinados, em que houvesse metrô e muitas ciclovias, em que não se racionasse nada, a luz não caísse no meio da tarde e os tributos pagos revertessem em uma vida digna. É claro que qualquer nação tem problemas, mas o Brasil abusou da prerrogativa.
 
Eu adoraria fechar minhas contas e zarpar. Tenho condições de que raríssimas pessoas dispõem para fazer isso, a começar pelo meu trabalho, que não depende de nada a não ser de um laptop. Ainda assim, é muito difícil deixar amigos e familiares. E é frustrante desistir. Quem deserta está colocando um ponto final na confiança que um dia teve.
 
Por ora, ficarei, mas me pergunto: como ajudar este raio de país? De nada adianta declarar guerra à ponderação e incitar a violência. Em termos coletivos, o melhor caminho continua a ser a defesa da imprensa livre e sair todos às ruas de forma pacífica, como fizeram recentemente os parisienses por ocasião do atentado à Charlie Hebdo, como fizeram os argentinos por ocasião da morte do promotor Alberto Nisman, como fizemos nós mesmos em 2013 – é o jeito de exercer pressão e mostrar que nosso povo não é tão mole quanto parece.
 
Detalhe: de cara limpa, sem máscaras, sem queimar ônibus e destruir agências bancárias. Depredações são prova de fraqueza, não de força.
 
Nossa indignação coletiva precisa ser fotografada, filmada e difundida para o Planalto e o planeta, sem deixarmos de lado as atitudes particulares, que são fundamentais. É hora de agir com total responsabilidade dentro de casa, apagando as luzes, fechando as torneiras, economizando os gastos do prédio, do condomínio, da empresa. Essa corja política não merece nossos sacrifícios, eu sei, mas não podemos continuar esperando que eles resolvam hoje o que nunca os preocupou antes. Temos que tomar conta do Brasil, assumir este país que deu profundamente errado, mas que é nosso. Porque até aqui, perdemos de lavada. Eles lavavam dinheiro e nós lavávamos as mãos. Deu no que deu: escassez de água e de futuro.
 
Fonte: ZH

Lua Azul marca o final do Mês de Julho de 2015

  Foto da lua cheia no dia da Lua Azul de 31 de agosto de 2012
vista do Observatório Municipal de Campinas Jean Nicolini, no Brasil
(Fonte: Wikipédia)
 
O mês de julho não poderia encerrar de maneira mais especial, como a de hoje, tendo como fechamento o fenômeno da chamada "Lua Azul". Fenômeno este, que ocorre a cada 2,7 anos.
 
Sua última ocorrência foi em 31 de agosto de 2012 e, a partir deste ano (2015), o próximo irá se repetir no dia 31 de janeiro de 2018.
 
E, como vimos – desde ontem – o céu está limpo, com névoa na parte da manhã, mas o ar seco vai possibilitar que a lua seja vista à noite. Nos principais telejornais da manhã já confirmaram esta previsão.
 
Só que não pensem que a imagem que veremos será de uma lua de cor azul, pois este termo foi empregado como referência à segunda lua cheia que ocorre em um mesmo mês.
 
A primeira lua cheia do mês de julho aconteceu no dia 02, sendo esta – então – o segundo registro da fase da lua cheia. Com isso, o ano de 2015 fechará com a ocorrência de 13 luas cheias.
 
Há bastante controvérsias quanto à origem da denominação ao fenômeno de “ Lua Azul” e, uma delas explica que esta pode ter surgido devido a expressão em inglês empregada - na Edição da Revista Sky and Telescope, de março de 1946 -  “once in a blue moon”, cuja tradução é “acontecimento raro(Galeria do Meteorito).

Edição de Março de 1946 da revista Sky and Telescope.
Créditos: NASA / Sky and Telescope - Edição: Galeria do Meteorito

 Conforme explica a Galeria do Meteorito:
 
"O ciclo lunar dura 29.53 dias, e o ano tem 365.24 dias, portanto, a Lua Cheia acontece 12.37 vezes em cada ano. Existem 12 meses em cada ano, e uma pequena fração de 0.37 se acumula, resultando em 13 Luas Cheias a cada 2 ou 3 anos."
 
Vamos esperar até à noite para podermos apreciar a chamada “Lua Azul”. Vou tentar registrar com a minha câmera...
 

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Campanha da Solidariedade 2015: O quê aconteceu?

 
 
Logotipo da Campanha da Solidariedade da E.M. Dilermando Cruz
 

Muitos alunos e até responsáveis me cobraram, no primeiro semestre deste ano, quando eu iria começar a arrecadação dos donativos para a Campanha de Solidariedade da E. M. Dilermando Cruz, da qual sou professora responsável desde 2007.
 
Como muitos sabem, tanto por fazer parte da Comunidade Escolar da mesma quanto por acesso ao Blog, a segunda turma - que assumiu o compromisso de arrecadação de donativos às duas Instituições ligadas ao tratamento de crianças com câncer (Hospital Mário Kroeff e Casa de Apoio à Criança com Câncer – São Vicente de Paulo) - concluiu o Ensino Fundamental no ano passado, cabendo a escolha de uma nova turma para o ano subsequente, ou seja, 2015.
 
A escolha foi feita e alguns alunos da antiga turma (1901/2014), assim como o ex-aluno Deyvison Sousa (blusa e bermuda vermelha), todos no Ensino Médio, foram até à Unidade Escolar, no dia 06 de março do ano em curso, fazer o comunicado e convite à Turma 1602, a qual havia sido sugerida pelos próprios professores do I segmento do Ensino Fundamental, no ano passado.

 
Feito o convite e aceito, os alunos da Turma 1602 levaram o Termo de Autorização aos seus respectivos responsáveis, mas a Campanha mesmo não foi realizada.

No dia da Reunião dos Responsáveis do 1˚ Bimestre, realizada no sábado, dia 16 de maio, além dos informes gerais sobre o desempenho escolar e outros referentes à referida turma e a entrega dos boletins, os mesmos tomaram ciência dos motivos da não realização da Campanha  diante do quadro geral de indisciplina dos alunos.
 
As atividades pertinentes à arrecadação implicam, entre outras coisas, responsabilidade, compromisso, respeito, seriedade e organização. E, de uma forma geral, a grande maioria dos alunos ainda se mostra imatura a assumir tais “obrigações”.
 
Mas, tanto o último Conselho de Classe (2˚ Bimestre), onde – nós, professores e Direção - discutimos e procuramos estabelecer estratégias para amenizar a indisciplina geral das turmas do 6˚ Ano, quanto esse período do recesso escolar foram fundamentais para avaliar as possibilidades de engendrar ou não a I Campanha da Solidariedade do ano de 2015.
 
Sugeriram até que eu pegasse outra turma que leciono (no caso do 8˚ Ano) para que eu iniciasse a mesma, mas esta alternativa foge à regra de iniciar as atividades com os alunos que ingressaram no 6˚ Ano e, com a qual, vão assumir o compromisso até o 9˚ Ano, em 2018.  E, além disso, os responsáveis já concordaram com a participação dos alunos.
 
Neste primeiro semestre, a incerteza dominou a minha cabeça, mas eu fiz a minha parte, embora parcialmente, mas fiz. Arrecadei e doei, à Casa de Apoio à Criança com Câncer – São Vicente de Paulo, algumas unidades de leite em pó, brinquedos usados em bom estado de conservação e roupas semi-novas e/ou usadas. A entrega foi feita no último dia 25 de julho(sábado).
 
Aguardem novidades...
 

 

Mensagem: Racismo e outros tipos de preconceitos são "coisas" de adulto

 

Imagem capturada na Internet
(Fonte: Blog do Ozaí)
 
"Ninguém nasce odiando outra pessoa
pela cor de sua pele,
ou por sua origem, ou sua religião.
Para odiar, as pessoas precisam aprender,
e se elas aprendem a odiar,
podem ser ensinadas a amar,
pois o amor chega mais naturalmente
ao coração humano do que o seu oposto.
A bondade humana é uma chama que pode ser oculta,
jamais extinta".
Nelson Mandela
 
 
Nelson Mandela (1918-2013)
Imagem capturada na Internet
(Fonte: Wikipédia)

Curiosidade: As Excepcionais Esculturas de Chicletes


Imagem capturada na Internet
(Fonte: Blog AletP.com)

 
Diante dos diversos usos indevidos, em sala de aula, em algumas Unidades Escolares, por quais lecionei eram comuns – como regra – não usar, como, por exemplo, frasco de corretivo (liqui paper) e chicletes.
 
A princípio, pode até parecer um absurdo para muitos, mas quem vive a realidade de uma sala de aula, sabe muito bem que muitos alunos (e não são poucos) os empregam, tanto o corretivo quanto a goma de mascar, de forma indevida e, muitas vezes, com a intenção de prejudicar terceiros e/ou a parte estética da escola, sobretudo, de seu mobiliário.
 
Embora, alguns alunos continuem com a prática de usar o corretivo para pichar paredes e carteiras escolares, eu não os proíbo em sala de aula, advertindo sempre daquele que é flagrado fazendo o seu uso indevido.
 
No entanto, em minhas aulas, pelo menos, nas turmas do II segmento do Ensino Fundamental, eu não aceito o uso de chiclete.
 
É claro que eu justifico esta minha orientação, no primeiro dia do ano letivo, enumerando os reais motivos. Não se trata, apenas, de uma proibição pessoal, uma vez que a orientação também já partiu da Direção.
 
Os principais motivos perpassam não só por questões da origem da matéria-prima do chiclete (a borracha sintética), que é derivada do petróleo, assim como em outros aspectos ligados à saúde (dentária, mandibular, estomacal e higiênica, quando muitos levam as mãos a boca e ao chiclete), como por questões das expressões faciais (caras e caretas) de quem não sabe mascar direito e, também, pelo barulho ao produzir e estourar bolas de chiclete, os quais tiram a atenção dos colegas.
 
Incluo ainda, rol de motivos, as questões de educação e de respeito ao próximo, como por exemplo, fazer uso deste como um artifício para brincadeiras de mau gosto com os colegas, como colocar o chiclete na cadeira, no cabelo da menina, entre outras ações de efeito negativo.
 
Mas, diferentemente, das minhas advertências habituais, hoje, resolvi postar algo diferente e até curioso produzido a partir do chiclete, como matéria-prima. E, chiclete rosa.
 
Trata-se de esculturas de chicletes, verdadeiras obras de arte de autoria do artista italiano Maurizio Savini. Ele já expôs suas esculturas em diversas galerias de Arte, como em Londres (Inglaterra), Edimburgo (Escócia), Roma (Itália) e Berlim (Alemanha).
 
Suas esculturas são moldadas à partir do uso de uma faca em milhares de pedaços de chicletes quentes, as quais – depois de concluídas – são fixadas com formol e antibiótico, segundo informações prestadas no Zupi.com (Arquitetura & Design). Ainda de acordo com o referido site, os valores de suas peças chegam a 40 mil libras (sendo que, hoje, 1 libra equivale a, aproximadamente, R$ 5,20).
 





 



 






 
De repente, se o pessoal da limpeza da escola (COMLURB) conseguisse retirar e reservar todos os chicletes encontrados embaixo das carteiras, nas paredes e/ou jogados no chão, algumas esculturas poderiam ser reproduzidas, também, na escola. É claro que estas não ficariam tão perfeitas, não teriam a mesma cor e nem seriam peças a serem comercializadas, mas podem acreditar, matéria prima teríamos suficiente.
 
Fontes: