quarta-feira, 6 de abril de 2016

Debatendo a Lei Maria da Penha nas Escolas

 
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Grave, frequente e silenciosa...
         (...) a violência contra a mulher no Brasil é cultural”.

Mais um ano trabalhando um tema tão importante! Importante por tratar da mulher e, sobretudo, por estender o mesmo à Lei de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Lei nº 11.340), que foi sancionada pelo então, Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 7 de agosto de 2006, a qual é mais conhecida como Lei Maria da Penha.

Anualmente, eu abordo a temática “Mulher” no 1˚ Bimestre do ano letivo escolar em razão de duas datas comemorativas, o Dia Internacional da Mulher (08 de março) e o Dia Nacional da Mulher (30 de abril), sendo esta última pouco divulgada nas mídias até hoje.

Eu trabalho com a temática “Mulher”, tanto em razão do cumprimento dos Temas Transversais propostos nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs/MEC), nos quais há a inserção deste tópico (a mulher) quanto em razão da necessidade de se promover a conscientização dos alunos quanto à importância do papel desta na sociedade e no mercado de trabalho, do machismo e os preconceitos ainda muito ocorrentes culturalmente, da violência contra a mulher e, sobretudo, a violência doméstica e familiar, com foco na Lei Maria da Penha.

A abordagem serve para esclarecer origem da escolha das datas comemorativas e conscientizar aos alunos quanto a importância do tratamento do gênero feminino em nossa sociedade, cujos traços culturais ainda trazem embutidos, em muitos casos, o modelo patriarcal instituído desde à época colonial. 

 

 Imagem capturada na Internet
 
“O modelo patriarcal, como o próprio nome indica, caracteriza-se por ter como figura central o patriarca, ou seja, o “pai”, que é simultaneamente chefe do clã (dos parentes com laços de sangue) e administrador de toda a extensão econômica e de toda influência social que a família exerce” (FERNANDES, Brasil Escola)
 

Esses traços culturais respondem direta e/ou indiretamente aos casos de machismo na sociedade, do preconceito de gênero, da violência contra a mulher, da exploração sexual, do tráfico de mulheres, entre outros aspectos.

Em agosto, a Lei Maria da Penha completará uma década, ou seja, 10 anos de existência e, embora, dados oficiais constatem uma redução nos registros de violência às mulheres, estes continuam ainda elevados.

O foco da Lei Maria da Penha é tratar os casos de violência cometidos por uma pessoa (agressor) que tenha ou que teve alguma relação com a vítima, seja este cônjugue, ex-marido ou ex-companheiro, filho, pai, namorado, noivo, entre outros. Daí, ela ser específica para a questão da violência doméstica e familiar.

O governo brasileiro só criou Lei Maria da Penha, em homenagem à farmacêutica bioquímica Maria da Penha Maia Fernandes, após sofrer grande constrangimento internacional, pois o agressor da vítima, Marco Antônio Heredia Viveros, que era seu marido na época, embora tenha atentado contra a vida de sua esposa por duas vezes, conseguiu escapar da prisão.
 
Diante do descaso das autoridades brasileiras quanto ao caso, em 2001, o Brasil foi acusado de ser “covarde” e omisso por fechar os olhos à violência contra suas cidadãs. Sob a iniciativa da Comissão Interamericana dos Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), o que divulgou o descaso a nível global, o governo brasileiro decidiu -  movido por esta pressão e humilhação a nível internacional - pela elaboração do seu texto e promulgar a referida Lei contra a violência doméstica e familiar.
 
A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), em seu Artigo 7º, considera e estabelece as seguintes formas de violência doméstica e familiar contra a mulher:

I. Violência Física, entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal;
 
II. Violência Psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação;

III. Violência Sexual, entendida como qualquer conduta que a constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada, mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força; que a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos;

IV. Violência Patrimonial, entendida como qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades;

V. Violência Moral, entendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria.

 
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Segundo dados do "Mapa da Violência 2015: homicídio de mulheres no Brasil", o número de mulheres, vítimas de assassinatos, cresceu muito no período de 1980 a 2013, contabilizando um total de 106.093 homicídios.

Em 1980 foram registradas 1.353 mulheres assassinadas, já em 2013, este número subiu 252%, tendo sido registrado 4.762 homicídios. O mais agravante é que, desse último levantamento realizado, ou seja, em 2013, constatou-se que 50,3% dos assassinatos foram cometidos por familiares e que, cerca de 33% destes por parceiros ou ex-parceiros das vítimas.

Esses dados apresentados no “Mapa da Violência 2015" só ratificam que a principal forma de violência fatal (assassinato) praticada contra as mulheres, em nosso país, continua sendo aquela praticada por agressores que tinham ou tiveram ligação afetiva com a vítima (violência doméstica e familiar).

Tornar crime a violência contra a mulher acabou ajudando a diminuir as estatísticas destes atos cometidos, covardemente, pelo sexo oposto.

A violência contra a mulher não é um fato novo. Pelo contrário, é tão antigo quanto a humanidade. O que é novo, e muito recente, é a preocupação com a superação dessa violência como condição necessária para a construção de nossa humanidade. E mais novo ainda é a judicialização do problema, entendendo a judicialização como a criminalização da violência contra as mulheres, não só pela letra das normas ou leis, mas também, e fundamentalmente, pela consolidação de estruturas específicas, mediante as quais o aparelho policial e/ou jurídico pode ser mobilizado para proteger as vítimas e/ou punir os agressores(Mapa da Violência 2015: homicídio de mulheres no Brasil, pag. 7).

Não restam dúvidas que, após a promulgação da Lei Maria da Penha, verificou-se uma redução nos registros de violência às mulheres e de homicídios cometidos contra as mesmas, mas os números continuam ainda elevados.

Considerando o período analisado pelo Mapa de Violência 2015, de 1980 a 2013, sob dois momentos distintos, isto é, antes e depois da promulgação da Lei Maria da Penha (2006), os resultados mostram que:
 
. 1980/2006 (antes da Lei Maria da Penha)
- O crescimento do número de homicídios de mulheres foi de 7,6% ao ano;
- O crescimento das taxas (%) de homicídios (por mil) no mesmo período foi de 2,5% ao ano.
 
. 2006/2013 (já com a referida Lei em vigor)
- O crescimento do número de homicídios de mulheres caiu para 2,6% ao ano;
- O crescimento das taxas (%) de homicídios (por mil) no mesmo período caiu para 1,7% ao ano.

Vejam esses números na tabela abaixo:
 

Os dados apresentados no Mapa da Violência 2015 também revelam que o número de homicídios entre mulheres negras aumentou 54% em dez anos (2003 a 2013), passando de 1.864 (2003) para 2.875 (2013), enquanto que, neste mesmo período, o número de assassinatos de mulheres brancas, ao ano, diminuiu 9,8%, ou seja, caiu de 1.747, registrado em 2003 para 1.576, em 2013.
 
 
Fontes de Consulta
. FERNANDES, Cláudio. "Família patriarcal no Brasil"; Brasil Escola.
Disponível em http://brasilescola.uol.com.br/historiab/familia-patriarcal-no-brasil.htm  Acesso em 03 de abril de 2016.
. Lei Maria da Penha (material didático particular)
 
. WAISELFISZ, Julio Jacobo. Mapa da Violência 2015: homicídio de mulheres no Brasil.
    1ª Edição - Brasília, DF - 2015. Disponível em PDF:
 
. WESTIN, Ricardo. Artigo: Brasil só criou Lei Maria da Penha após sofrer constrangimento internacional. Jornal do Senado, Edição de 04 de julho de 2013. Disponível em:
 
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terça-feira, 5 de abril de 2016

Mês de Abril: Datas Comemorativas



17 de abril
 Dia Internacional de Luta dos Trabalhadores do Campo
Imagem capturada na Internet (Fonte: Somos Andando
 
 
ABRIL
 
01. Dia da Mentira
       Dia do Tomate

02. Dia do Propagandista
        Dia Mundial da Conscientização do Autismo

04. Dia Nacional do Parkinsoniano

05. Dia das Telecomunicações
        Dia do Propagandista Farmacêutico
        Dia dos Fabricantes de Materiais de Construção
 
06. Dia Nacional de Mobilização pela Promoção da Saúde e Qualidade de Vida
 
07. Dia do Corretor
       Dia do Jornalismo
       Dia do Médico Legista
       Dia Mundial da Saúde

08. Dia da Natação
        Dia do Correio
        Dia Mundial do Combate ao Câncer
        Dia Nacional do Sistema Braile

09. Dia Nacional do Aço

10. Dia da Engenharia

11. Dia da Organização Internacional do Trabalho (OIT)
       Dia do Infectologista
       Dia da Escola de Samba

12. Dia do Médico Obstetra
       Dia Nacional do Humorista

13. Dia do Office-Boy
       Dia dos Jovens
       Dia da 1º Execução do Hino Nacional Brasileiro (1831)
       Dia do Beijo

14. Dia Pan-Americano
       Dia das Américas
       Dia Mundial do Café

15. Dia da Conservação do Solo
       Dia Mundial do Desenhista
       Dia do Desarmamento Infantil

16. Dia da Voz

17. Dia do Lojista de CD
      Dia Internacional de Luta dos Trabalhadores do Campo
 
18. Dia Nacional do Livro Infantil  
       Dia de Monteiro Lobato
 
19. Dia Nacional do Índio
       Dia do Exército Brasileiro
 
20. Dia do Diplomata
        Dia do Disco
 
21. Dia de Tiradentes
       Dia da Latinidade
       Dia do Metalúrgico
 
22. Dia do Descobrimento do Brasil
       Dia da Força Aérea Brasileira (FAB)
       Dia da Comunidade luso-brasileira
       Dia do Planeta Terra
 
23.  Dia Mundial do Escoteiro
         Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor
         Dia Nacional da Educação de Surdos
 
24. Dia do Agente de Viagem
        Dia Internacional do Jovem Trabalhador
 
25. Dia do Contabilista 
        Dia da Organização das Nações Unidas (ONU)
 
26. Dia do Goleiro
        Dia da 1ª Missa no Brasil
 
27. Dia da Empregada Doméstica
       Dia do Sacerdote
 
28. Dia da Educação
        Dia da Sogra
        Dia Nacional da Caatinga
 
29. Dia Mundial da Dança
        Dia do Crítico Teatral
 
30. Dia do Ferroviário
        Dia Nacional da Mulher
        Dia da Baixada
        Dia Internacional do Jazz

sábado, 19 de março de 2016

Um Ato Simbólico de Cunho Ambiental chamado a Hora do Planeta

Imagem capturada na Internet


Daqui a poucos minutos, em um ato simbólico de apoio às questões ambientais, sobretudo, aos efeitos do Aquecimento Global, muitas pessoas em suas cidades, em seus respectivos países e continentes apagarão as lâmpadas de suas residências: a Hora do Planeta.
 
O mesmo efeito em prol desta Campanha será visível em diversos monumentos das principais cidades do mundo.
 
Embora pareça ser algo tão simples, de pouco ou nenhum efeito concreto em relação ao fenômeno do Aquecimento Global, a referida Campanha tem por objetivo principal conscientizar as pessoas acerca do problema em si.  E, com este direcionamento e o aumento de adesões à mesma, grandes serão as expectativas de ações concretas em benefício da sustentabilidade ambiental e, indubitavelmente, de nossa própria sobrevivência na Terra. Nossa e de todos os demais seres vivos.
 
Sabemos que não basta, apenas, a conscientização quanto às questões ambientais intrínsecas às causas e os efeitos do Aquecimento Global, não restam dúvidas, que este é o primeiro passo para que atitudes individuais e coletivas sejam tomadas, consubstanciando mudanças efetivas não só na melhoria dos padrões de vida, como também nas relações Homem x Natureza.
 
Estas questões sempre interferiram direta e/ou indiretamente, de forma negativa, no meio ambiente e, consequentemente, influenciaram e agravaram as condições climáticas do planeta, verificado a partir do aumento da temperatura média da Terra (Aquecimento Global).
 
Sendo assim e prol desta conscientização ambiental, hoje, as luzes srão apagadas durante 60 minutos, isto é, das 20h30 às 21h30.
 
Esta Campanha é uma iniciativa da Rede World Wide Fund For Nature, mais conhecida pela sua sigla WWF e seu logotipo, um Urso Panda. Ela é uma das mais conhecidas e influentes ONG’s ambientalista do planeta.

Esta Campanha "Earth Hour" (Hora do Planeta) teve início em 2007, na Austrália e, posteriormente, outros países passaram a participar, mobilizando a Campanha em seus respectivos territórios.
 
O Brasil participa desta Campanha desde 2009, acompanhando as estratégias de outros países apagando as luzes de vários monumentos e outros símbolos da cidade serão apagados durante sessenta minutos, à partir das 20h30.
 
Vamos participar, mas com a consciência clara que nossas atitudes devem primar pela conservação do meio ambiente e outros aspectos que não prejudiquem e agravem o fenômeno do Aquecimento Global.

terça-feira, 8 de março de 2016

08 de Março: Dia Internacional da Mulher



 Imagem capturada na Internet


Hoje se comemora o Dia Internacional da Mulher, data escolhida pela Organização das Nações Unidas, em 1975 e, definida em razão de um grave incidente na história de Nova York (EUA) em relação a um incêndio em uma fábrica de tecidos, que resultou na morte de várias operárias.
 
No entanto, tal como comentei em sala de aula, em pesquisa no ano passado, encontrei algumas divergências quanto o dia e o ano do incêndio. Durante este levantamento, inclusive, pude capturar imagens reais que comprovam os fatos.
 
Há anos trabalho a temática “Mulher” no 1˚ Bimestre, tendo em vistas as duas datas comemorativas referentes a esta, melhor dizendo, dia 08 de março (Dia Internacional da Mulher) e 30 de abril (Dia Nacional da Mulher). Em geral, com foco na mulher no mercado de trabalho e na sociedade, os preconceitos e as formas de violência que ela sofre em uma sociedade machista, a Lei Maria da Penha etc.
 
Para o ano em curso, os alunos da E.M. Dilermando Cruz irão realizar entrevistas com diferentes mulheres atuantes no mercado de trabalho, com exceção da turma do 6˚ Ano que, por serem menores, terão como foco as mulheres da Comunidade Escolar.
 
Neste contexto quanto as divergências dos dados do incêndio na fábrica de tecido em Nova York, sugiro a leitura do artigo publicado no ano passado por ocasião desta data comemorativa. Para acessa-la, clique AQUI!
 
E, embora, o dia esteja acabando, feliz Dia Internacional da Mulher!

sábado, 5 de março de 2016

Greve na Rede Estadual de Educação do Rio de Janeiro


 Imagem capturada na Internet (Fonte: Blog Educação Encarcerada) 

Como reflexo da insatisfação geral mediante à grande crise econômica e política, por qual o estado do Rio de Janeiro vem atravessando e seus efeitos sobre a própria rede de ensino e outras áreas sociais, milhares de professores estaduais e outros profissionais da Educação votaram pela continuidade da Greve, na última quarta-feira (02/03).
 
A Assembleia foi realizada na parte da manhã, às 10 horas, na Fundição Progresso, na Lapa e continuou até o início da tarde.




 
 Imagens do meu acervo particular
 
Após a Assembleia, os profissionais estaduais seguiram a pé pelas ruas do Centro, em passeata, até à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), na Rua Primeiro de Março, s/n.
 
 Imagem capturada na Internet (Fonte: O DIA)

 Eu estive na Assembleia, mas não pude continuar para ir até à ALERJ, saindo assim que foi aprovado o calendário de atividades da greve.

 Eu e a Profa. Simone Ribeiro Raposo (Português)

 Votação do Calendário da Greve

De acordo com o Boletim do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (SEPE) do Rio de Janeiro, as estimativas acerca do movimento, neste dia (02/03), foi em torno de 70% de profissionais mobilizados, com forte tendência a aumentar com a adesão dos demais profissionais da referida categoria.

A situação caótica por qual os profissionais da Educação e as Unidades Escolares estão passando, assim como outros servidores da mesma rede é resultado do grau de endividamento do estado, considerado o pior de todos.
 
Atrelado à má gestão política e econômica do atual governo (e do anterior também), o Rio de Janeiro não é o único estado brasileiro nestas condições, mas é – sem dúvida alguma – o de conjuntura mais grave.  Com isso, além dos atrasos dos pagamentos dos servidores e do parcelamento em cinco vezes do 13˚ salário, o governo mudou a data de pagamento dos salários para o sétimo dia útil e, ainda, propõe alterações no sistema previdenciário do funcionalismo estadual.
 
A crise, na verdade, afeta não só os professores estaduais e os alunos, mas todo o funcionalismo público, bem como os fornecedores, o pessoal terceirizados e, sobretudo, a população que dependem diretamente dos serviços básicos afetados pelos efeitos da mesma.
 
Vale ressaltar, aqui, sob o contexto da greve dos profissionais da Educação, a conscientização e participação direta do segmento aluno ao movimento, com forte presença na Assembleia e na passeata.
 
Alunos de diferentes Unidades Escolares e municípios, carregando faixas de protestos e grito de ordem contra a situação atual das escolas em termos de precariedade de infraestrutura, do quadro de Pessoal (funcionários públicos e/ou terceirizados), dos cortes de material de consumo, na redução da merenda, entre outros aspectos.
 
Verdadeiramente, eles fizeram uma grande diferença qualitativa à nossa luta. Conversei com alguns deles e me surpreendi com os posicionamentos e discursos politizados da maioria.


Alunos mobilizados e apoiando o movimento
Imagens do meu acervo particular
(com as devidas autorizações de uso)




 Alunos e ex-aluno de Magé
(CIEP 128, CIEP 260, C.E. de Magé e C.E. Visconde de Sepetiba)


Ex-aluno de Magé dando apoio com participação


Alunas do CIEP 409 - Bairro Coelho, São Gonçalo

sexta-feira, 4 de março de 2016

Datas Comemorativas: Mês de Março


 Imagem capturada no Facebook, crédito para Denise Martini


MARÇO
 
01. Aniversário da Cidade do Rio de Janeiro (2016/451 anos)
       Dia Internacional da Proteção Civil

02. Dia Nacional do Turismo

        Dia da Oração

03. Dia do Meteorologista

04. Dia Mundial da Oração

05. Dia do Filatelista Brasileiro

06. Dia Internacional do Optometrista

07. Dia dos Fuzileiros Navais

08. Dia Internacional da Mulher
        Dia da Criação da Casa da Moeda do Brasil (1694)

09. Dia Internacional do DJ

10.  Dia do Telefone
        Dia do Sogro

11. Dia Internacional das Vítimas do Terrorismo

12. Dia do Bibliotecário

13. Dia do Conservacionismo

14. Dia do Vendedor de Livros
       Dia Nacional da Poesia
       Dia dos Animais

15.  Dia da Escola
        Dia Mundial dos Direitos do Consumidor

16. Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas
       Dia Nacional do Ouvidor

18. Dia Nacional da Imigração Judaica

19.  Dia do Carpinteiro
        Dia do Marceneiro
        Dia de São José

21. Início do Outono
       Dia Internacional da Síndrome de Down
       Dia Internacional Contra a Discriminação Racial
       Dia Universal do Teatro

22. Dia Mundial da Água
 
23.  Dia Mundial da Meteorologia
 
25. Dia internacional da Solidariedade da Pessoa Detenta ou Desaparecida
 
26. Dia do Cacau
       Dia do Amigo Virtual

27.  Domingo de Páscoa
        Dia do Circo

28.  Dia do Diagramador

30. Dia Mundial da Juventude

31.  Dia da Integração Nacional
        Dia da Saúde e Nutrição
        Aniversário do Golpe Militar - 1964