domingo, 5 de junho de 2016

Trabalho Bimestral: Cartazes com Temas Ambientais



Imagem do meu acervo particular 

Com exceção da Turma 1601, os alunos do 8˚ e 9˚ Ano da E. M. Dilermando Cruz farão pesquisa sobre os temas abaixo sob a modalidade de cartaz. Daí a postagem anterior sobre a elaboração de trabalhos escolares sob esta modalidade.
 
Tive que selecionar muitos temas, pois decidi que o trabalho será em dupla.
 
Temas Ambientais 
A Camada do Pré-Sal
A Cidade dos Meninos e o Pó de Broca
A Despoluição do Rio Tâmisa: o Grande Fedor
A Doença de Minamata
A Europa e os incêndios florestais
A Eutrofização de lagos e lagoas
A Polêmica das Sacolas Plásticas
A Tragédia na cidade de Pompéia
A Usina Hidrelétrica de Balbina
Acidente radioativo em Goiânia - Césio-137
Água Virtual
Aquecimento Global
Aquífero Alter do Chão
Aquífero Guarani
As Queimadas no Brasil
O Lixo: Aterro Sanitário, Aterro Controlado e Não Controlado (Lixão)
Chuva Ácida
Cidade de Cubatão (SP): Ex-Vale da Morte
Combustíveis Fósseis (Carvão, petróleo e gás natural)
Defensivos Agrícolas (Agrotóxicos)
Desastre Ambiental de Mariana (MG)
Desastre de Bhopal
Desenvolvimento Sustentável
Desertificação
Desmatamento
Efeito Estufa

Fenômeno El Niño

Fenômeno La Niña
Floresta Amazônica
Hotspots
Ilha de Calor
Mata Atlântica
O Acidente nuclear de Chernobyl
O Grande Nevoeiro de Londres de 1952 (Big Smoke)
O Mal da Vaca Louca
O Mar Aral
O Mar Morto
O processo de Arenização no Rio Grande do Sul
O sistema dos 4 R
O sistema dos 5 S
Pegada Ecológica
Poluição da Baía de Guanabara
Sequestro de Carbono
Transgênicos

 

05 de Junho: Dia Mundial do Meio Ambiente


 Foto do meu acervo particular



"Não se trata de questões tecnológicas
ou do excesso de dióxido de carbono,
assim como não se trata apenas de desperdício.
Tudo isso são sintomas do problema,
que é o modo como pensamos.
O problema é, fundamentalmente,
 um problema cultural".
Thom Hartmann
                                                                                                                
Hoje – 5 de junho – comemora-se o Dia Mundial do Meio Ambiente ou, como outros preferem, Dia Mundial do Ambiente.
 
Embora, a situação atual não esteja para haver comemorações em face dos grandes impactos ambientais de origem antrópica (causados pela ação do homem) e as mudanças - desencadeadas a partir destas intervenções - na dinâmica da natureza, temos que acreditar que a conscientização vai mover velhas ideias e conceitos, capaz de assegurar novas condutas nas relações do homem com o ambiente, seja este qual for (uma área florestal, um grande centro urbano, uma escola, um espaço rural ou industrial).
 
É preciso, sim, iniciar com pequenas mudanças de maneira local, sempre projetando a contribuição desses atos em termos globais a partir do fato que os exemplos e os bons resultados obtidos serão expandidos a outros níveis de tratamento e de relações humanas aumentando, assim, mudanças efetivas em prol do Planeta Terra. É aquela famosa frase, “Pensar globalmente, agir localmente”.
 
E sob esta perspectiva, vamos antes responder uma única questão, o que é meio ambiente?
 
Como já postei neste espaço, muitos irão defini-lo sob uma ideia de cunho extremamente natural, sem a presença do homem, como um cenário de uma floresta densa e fechada ou de um rio sinuoso em uma vasta planície sedimentar ou, ainda, de um topo de uma cordilheira. Majoritariamente, este é o conceito que as pessoas têm, sobretudo, os alunos.
 
Mas, o conceito de meio ambiente ou ambiente difere de acordo com as relações estabelecidas. Sendo assim, ela pode ser uma floresta para uma tribo indígena, pode ser um grande centro urbano para pessoas, como eu, que vive na cidade do Rio de Janeiro ou, ainda, pode ser uma vasta área rural, com muitas fazendas e sítios para outros. Daí a importância de valorizarmos e conservarmos o nosso ambiente, seja o tipo que for.
 
Nossas atitudes individuais são capazes de produzir mudanças positivas e/ou negativas. Se nós mesmos seremos, ao mesmo tempo, os agressores e as vítimas em potencial, que tenhamos comportamentos responsáveis.
 
Não há mais o que esperar! As possibilidades de um mundo melhor começam com as nossas atitudes individuais e depois de forma coletiva.
 
Pensemos nisso, a partir do momento que saímos de casa e ganhamos o mundo aos nossos pés!
 
 Imagem do meu acervo particular

sábado, 4 de junho de 2016

Normas Básicas de Apresentação de Trabalhos Escolares (Parte I): Cartaz

Imagem capturada na Internet


As orientações abaixo já foram citadas em postagem anterior (Clique AQUI), de uma forma geral. Desta vez, no entanto, vou trata-la de forma separadamente. E, em função do trabalho solicitado às turmas do 2˚ Segmento do Ensino Fundamental ter sido na modalidade de “Cartaz”, irei iniciar com ele.

Já expliquei a algumas turmas, mais ou menos, como a apresentação do tema deve constar no cartaz e prometi postar neste espaço.
 
As normas abaixo servem, para orientar, facilitar e padronizar a apresentação dos trabalhos escolares dos alunos. No entanto, devo ressaltar que mediante o nível de escolaridade e dos objetivos propostos, as regras – aqui descritas – são básicas e simples.
 
Posteriormente, publicarei acerca do trabalho manuscrito ou digitado, também, de forma separada.
 
Modalidade do Trabalho Escolar: CARTAZ
 
. Finalidades do Cartaz: Informativa (informações claras e objetivas) e ilustrativa (imagens contextualizadas ao tema abordado). Daí ser um erro a exposição de cartazes só com textos (sem nenhuma figura ilustrativa) ou, em contrapartida, cartazes só com imagens, sem nenhuma informação. A imagem é o atrativo principal de um cartaz e o texto explicativo contribui para a compreensão do tópico abordado.  

 
Sendo assim, antes de confeccionar o cartaz, a pesquisa sobre o tema a ser abordado já teve ter sido realizada (em livros e/ou Internet) e o rascunho pronto.
 
. Materiais a serem utilizados:
- Cartolina ou Papel 40 Kg (ambos mais utilizados);
- Tesoura;
- Lápis e borracha (para marcar as bordas e as linhas);
- Figuras ilustrativas contextualizadas (preferencialmente coloridas);
- Fita Durex colorida (optativ0);
- Régua grande (30 cm ou mais);
- Caneta Hidrocor (no máximo 3 cores diferentes, combinadas) ou lápis de cor;
- Caneta Esferográfica (preta ou azul);
- Cola em bastão ou fita dupla face;
- Jogo de Letras para o Título e subtítulos (optativo).

 Imagem do meu acervo particular


. Regras Básicas:
- Não havendo nenhuma exigência por parte do professor, a escolha da cor da cartolina (0u Papel 40 Kg) é livre. Já existe, no mercado, papel 40 Kg colorido;

- A cartolina (ou Papel 40 Kg) não deve estar amassada e nem suja;

- As bordas da cartolina (ou Papel 40 Kg) não devem ser enfeitadas com babados de papel crepom (com exceção dos alunos menores, seja do I Segmento e/ou do 6˚Ano). Os demais devem ser orientados a evitar este tipo de acabamento (daí o uso ou não da fita durex colorida ou outro tipo de material de mesmo efeito, como lápis de cor, recortes de papel colorido, entre outros);

- Deve-se respeitar as margens (direita e esquerda, superior e inferior), podendo optar por 1,5 cm ou 2,0 cm;

- O trabalho deve apresentar além de texto resumido (preferencialmente manuscrito diretamente na cartolina, ou seja, escrito à mão);

- As figuras ilustrativas (recortes de revistas ou desenhadas) devem estar de acordo com o tema abordado (imagens contextualizadas). Não exagerar na quantidade;

- As figuras devem ter legendas, escritas em tamanho 0,5 cm e bem abaixo das ilustrações;

- A cor da caneta do texto e das legendas deve contrastar com a cor da cartolina. Letras claras para cartolina (ou Papel 40 Kg) de cor escura e letras escuras para cartolina (ou Papel 40 Kg) de cor clara;

- O título, o texto e as legendas não devem apresentar rasuras e nem uso de corretivo;

- A letra do texto deve ser legível e grande, capaz de ser visível a certa distância (tamanho de 1 cm);

- O título deve se encontrar centralizado na parte superior da cartolina (ou Papel 40 Kg);

- O título devem apresentar letras com tamanho – médio – de 5 cm e de cor diferente a utilizada no texto;

- Não se deve separar sílabas em Títulos. Uso de letras padronizadas, ou seja, do mesmo tamanho (daí a opção do Jogo de Letras encontrado em papelarias, em geral);

- As fontes de pesquisas (Bibliografia) devem ser citadas no canto direito inferior da cartolina (ou Papel 40 Kg) e, abaixo destas, a identificação do aluno ou grupo (nomes completos), o ano e a turma.
 
Exemplo de um cartaz:
 
  Imagem capturada na Internet


Exemplo de um Pôster (Cartaz)

 Imagem capturada na Internet
Fonte: Vê & Lê

Crônica: Existe uma Coisa Difícil de Ser Ensinada


Imagem capturada na internet

 
EXISTE UMA COISA DIFÍCIL DE SER ENSINADA

Martha Medeiros
 
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
 
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres ou dizer um simples obrigado.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas... Quando não há nenhum fotógrafo por perto.
 
É possível vê-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam....
 
Nas pessoas que escutam mais do que falam....
 
E quando falam, passam longe da fofoca e das maldades ampliadas no boca a boca.
 
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, por exemplo.
 
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
 
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas...
 
Oferecer flores é sempre elegante...
 
É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais o saber...
 
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro....

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade. É elegante o silêncio, diante de uma rejeição...

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
 
Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...

Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante...
 
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
 
A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.

A Falta do sentimento de Pertencimento à Escola por alguns alunos


  Um dos cartazes fixado na parede com a crônica e o meu protesto
 

Existe um termo muito apregoado nas relações existentes entre as pessoas e a Unidade Escolar da qual elas façam parte, sejam estes alunos, professores, responsáveis e demais funcionários (administrativo e de apoio), que é o “pertencimento”.
 
E é através da materialização de certos comportamentos e atitudes que percebemos que este sentimento de “pertence à escola e dela fazer parte” não existe, expressando assim que a Unidade Escolar não tem valor enquanto espaço de formação educacional e de socialização. É um mero espaço físico, sem valor e sem nenhuma relação de troca.
 
E foi a partir da falta deste sentimento de “pertencimento” que alguns alunos do Turno da Tarde deixaram suas expressões, neste sentido, nos trabalhos do 1˚ Bimestre dos meus alunos do 6˚ Ano, justamente, nas Entrevistas com mulheres da própria Comunidade Escolar.
 
Quase todas as fotos expostas, com estas mulheres junto com os alunos, foram pichadas ou riscadas. Estragaram as fotos e, por isso, fui obrigada a retirar todos os trabalhos.
 
As Entrevistas com outras mulheres realizadas pelas turmas do 8˚ e 9˚ ano, embora já estivem há mais tempo, não sofreram os mesmos danos. Foi intencional e específico à Comunidade Escolar, ou seja, pessoas conhecidas, do nosso cotidiano.
 
A fim de evitar que os atos de vandalismo dessem sequência, optei em pedir que um aluno de cada Grupo retirasse o trabalho e, pelo menos, salvasse a fotografia.
 
Infelizmente, a gente sabe que o projeto de reestruturação da rede pública municipal de ensino, iniciado na nossa escola, em 2014, afetou de forma significativa a sua estabilidade interna, sobretudo, porque estes ou grande parte destes não apresentam nenhuma relação intrínseca com a mesma, ou seja, não apresentam um sentimento de pertencimento à E. M. Dilermando Cruz.
 
Os alunos do 6˚ ano ficaram chateados e logo me mostraram. E por eles, pelo trabalho deles, pelas mulheres da nossa Comunidade Escolar e pela indignação quanto à falta de respeito a todos os envolvidos neste trabalho, inclusive, eu, fiz e fixei na mesma parede o meu protesto, na última 5ª feira (02/06). Na verdade, foram dois, um em cada ponto dos trabalhos.
 
Preguei a crônica de Martha Medeiros intitulada “Existe uma coisa difícil de ser ensinada” e o meu protesto ao lado.
 
Muitos professores e alunos vieram solidarizar-se a minha atitude e, ao mesmo tempo, repudiaram os atos irresponsáveis e de total falta de educação dos alunos que danificaram os trabalhos. Lamentavelmente, pois nunca passamos por isso.
 
Trabalho na E.M. Dilermando Cruz desde 2001 e sempre fiz este tipo de trabalho, com fotografias e foi a primeira vez que os trabalhos dos alunos foram danificados desta forma.
 
A crônica “Existe uma coisa difícil de ser ensinada” compartilharei em outra postagem.
 
Meu Protesto (colado em um cartaz de fundo preto) 

Realmente, como o próprio texto diz “Existe uma coisa difícil de ser ensinada”, que é a elegância do comportamento, do respeito e, ao mesmo tempo, do exercício da cidadania em termos de igualdade de direitos e deveres.
 
E a ESCOLA, enquanto espaço de referência de produção de conhecimento e de transformação social, prima também pelo resgate e a valorização de valores humanos, éticos, morais...
 
Como queremos ter uma escola de qualidade se nós mesmos não respeitamos o ambiente escolar e a sua gente?
 
Como queremos ter uma escola de qualidade se nós mesmos não desenvolvemos uma relação de pertencimento a ela, achando natural cometer atos de vandalismo no seu interior?
 
Como queremos ter uma escola de qualidade se nós mesmos não respeitamos os trabalhos escolares realizados por outros alunos, os quais se empenharam e gastaram o seu tempo e dinheiro para concluí-los?
 
Como queremos ter uma escola de qualidade se nós mesmos não valorizamos o trabalho docente, a produção do discente e o tema contextualizado sobre a Mulher e as mulheres da nossa própria Comunidade Escolar?
 
Esses atos expressaram, efetivamente, a falta de elegância de comportamento, pois os seus autores mostraram que NÃO RESPEITAM:
 
- a ESCOLA;

- os próprios COLEGAS (alunos que fizeram os trabalhos);

- o trabalho da PROFESSORA MARLI VIEIRA;

- as MULHERES da Comunidade Escolar que foram entrevistadas e, também,

- a SI MESMO, enquanto aluno de uma escola que busca oferecer QUALIDADE DE ENSINO, mesmo sabendo que um pequeno grupo não acredita na EDUCAÇÃO no sentido do seu aprimoramento e de transformação social.
 
Fiquei muito triste, pois os alunos e nem as pessoas entrevistadas mereciam este tipo de tratamento. É uma pena que certos valores, ainda, não foram compreendidos e assimilados - como deveriam ser - por este pequeno grupo de alunos.
 
 

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Datas Comemorativas: Mês de Junho

Dia Mundial contra o Trabalho Infantil
Imagem capturada na Internet

Texto atualizado e modificado em 21/06/2016 às 20h30

JUNHO

1º. Primeira transmissão de TV no Brasil
       Dia da Imprensa
       Dia Internacional da Infância

02. Dia Nacional de Combate à Cefaleia
        Dia do Repórter Policial
        Dia do Pneumologista

03. Dia Mundial do Administrador de Pessoal
        Dia do Profissional de Recursos Humanos
        Dia do Administrador de Pessoal
        Dia do Escrevente de Cartório
        Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil 
        Dia Nacional da Educação Ambiental

04. Dia Mundial das Crianças Vítimas de Agressão

05. Dia da Ecologia
        Dia Mundial do Meio Ambiente

07. Dia da Liberdade de Imprensa
 
08. Dia do Citricultor
        Dia Nacional dos Oceanógrafos
        Dia Mundial dos Oceanos
        Dia Mundial da Saudade
 
09. Dia do Porteiro
        Dia do Tenista
        Dia da Imunização
        Dia Nacional de Anchieta
 
10. Dia da Artilharia
       Dia da Língua Portuguesa
       Dia da Raça 
 
11. Dia da Marinha Brasileira
       Dia do Educador Sanitário 

12. Dia do Correio Aéreo Nacional
       Dia dos Namorados
       Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil
       
13. Dia do Turista
       Dia de Santo Antônio
 
14. Dia do Solista
       Dia Universal de Deus
       Dia da Manicure
       Dia das Musas
       Dia Mundial do Doador de Sangue

15. Dia do Paleontólogo
       Dia da Paleontologia
       Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a 
       Pessoa Idosa

16. Dia da Criança Africana

17. Dia do Funcionário Público Aposentado
       Dia Mundial de Luta contra a Seca e a Desertificação
 
18. Dia do Químico
       Dia da Imigração Japonesa
 
19. Dia do Cinema Brasileiro
       Dia do Migrante. (Brasil)
 
20. Dia do Revendedor
        Início do Inverno
 
21. Dia da Mídia
       Dia Universal Olímpico
      
22.
 Dia do Aeroviário
        Dia do Orquidófilo

23. Dia do Lavrador
        Dia do Atleta Olímpico
 
24. Dia das Empresas Gráficas
       Dia Internacional do Leite
       Dia de São João
       Dia do Caboclo

25.
 Dia do Imigrante
 
26. Dia do Professor de Geografia
        Dia Internacional de Apoio às Vítimas de Tortura
        Dia Internacional contra o Abuso e Tráfico Ilícito de Drogas

27. Dia Nacional do Progresso
        Dia Nacional do Vôlei
 
28. Dia da Renovação Espiritual
 
29. Dia da Telefonista
        Dia do Pescador
        Dia de São Pedro e Dia de São Paulo

30. Dia do Economista        
        Dia do Caminhoneiro
 

Dia 01 de Junho: Aniversário do Blog Geografia em Foco





Imagem capturada na Internet e
trabalhada no Adobe Photoshop



Hoje, o Blog Geografia em Foco está completando oito anos de atividade. Apesar de ser 8 anos e não 8 semanas ou 8 dias, considero-me uma “analfabeta digital”, tendo em vista que domino muito pouco das ferramentas e recursos que tanto o PC oferece quanto o mundo virtual (Internet).

No entanto, sigo com o meu propósito de tentar buscar o aluno para âmbito da Internet que não se limite a jogos e/ou ao Facebook. Não atinjo efetivamente, pois muitos não têm um PC doméstico com acesso a Internet. Outros, no entanto, têm dificuldades em comentar.
 
Durante o meu exercício docente no II Segmento do Ensino Fundamental, desde 1998, utilizei – gradativamente - diferentes recursos midiáticos. Iniciei com “Jornal-Mural” por meio de recortes de reportagens de jornais e revistas. Posteriormente, criei – com este mesmo objetivo - Fóruns de Discussão em uma Comunidade na antiga rede social Orkut e, desde 2008, possuo este Blog educativo, pessoal.
 
Tanto o Jornal Mural quanto a Comunidade no Orkut e o Blog foram intitulados de “Geografia em Foco”. Com a chegada e domínio do Facebook, os próprios alunos pediram para que eu abrisse uma página voltada à área geográfica, mas eu senti muito a diferença em relação ao Orkut e acabei deixando-a de lado.
 
Ao passado (2015) cheguei a fazer um Curso a Distância, oferecido pela Rede Mobilizadores, intitulado “Redes Sociais: Utilizando o Facebook como Ferramenta Mobilizadora”. Gostei e aprendi muito, mas não atende totalmente aos meus objetivos principais.
 
Não desiste do Facebook até porque o uso e exploração de imagens é super válido e assegurado de sucesso, mas temo que muitos esqueçam o Blog. E, eu mesma, acabe o colocando em segundo plano.
 
Reconheço que, muitas vezes, pequei como blogueira ao atrasar com as postagens, mas sempre foi por um motivo sério. Perdi muitos seguidores, por isso, nos últimos meses, por conta da falta de atualização com as postagens.
 
Já me perguntaram ou agradeceram como se fosse uma equipe responsável pelo mesmo, mas, não há equipe nenhuma! Sou eu apenas, a responsável pelas atividades no Blog.
 
Nesses 8 anos de atividades como blogueira já tive uma seguidora (ex-aluna) assassinada e eu sofri, também, no âmbito deste, cyberbullying e ameaças (nenhum com relação à morte da aluna).
 
No entanto, as pessoas que contribuem para a sua vigência através de comentários sobre a ajuda que este proporcionou ora para compreensão de um tópico ora para estudar para um concurso ou realizar um trabalho de pesquisa. Estes comentários são mais do que gratificantes, são suficientes para eu saber que estou no caminho certo e que a Educação é o caminho certo.
 
As falhas são inevitáveis para nós, seres humanos, pois graças a Deus, não somos máquinas!

 
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terça-feira, 31 de maio de 2016

Dia 29 de maio: Dia do Geógrafo



No dia 29 de maio (domingo passado), além do 80˚ aniversário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), comemorou-se o Dia do Geógrafo, isto é, o bacharel em Geografia.

Para quem desconhece, o Curso de Graduação em Geografia (Ensino Superior) oferece duas modalidades distintas de formação: o bacharelado e a licenciatura.

O bacharel em Geografia tem a habilitação para exercer estudos e atividades de pesquisa em sua área de concentração, enquanto que o licenciado é habilitado a atuar como docente, isto é, dar aulas de Geografia (professor) tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio (professor). Ele, ainda, pode ser professor de Universidade (Ensino Superior), no caso de ter a titulação exigida para trabalhar neste nível de ensino (Mestrado e/ou Doutorado, por exemplo).
 
Nesta última modalidade de ensino, professor universitário, tanto o bacharel quanto o licenciado podem ministrar aulas de Geografia ou de áreas afins mediante as titulações de pós-graduação mencionadas (Mestrado e/ou Doutorado).
 
O bacharel em Geografia, legalmente habilitado através da Lei 6664/79, pode ter o seu registro junto ao Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) de seu estado. Estando regularmente associado ao CREA e desenvolvendo atividades de pesquisa, o Geógrafo pode emitir parecer técnico, elaborar EIA (Estudo de Impacto Ambiental) e RIMA (Relatório de Impacto do meio Ambiente), tanto em empresas privadas quanto estatais.
 
Eu, particularmente, obtive as duas habilitações na área de Geografia, ou seja, tanto sou geógrafa (bacharel) quanto professora de Geografia (licenciada), formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ).
 
Além de docente, por muitos anos trabalhei em pesquisa, desde o período da faculdade, como bolsista do CNPq, tendo apresentado e publicados trabalhos em Congressos, em Simpósios e em livro.
 
Como bolsista (graduanda) trabalhei no Departamento de Geologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), na área de Geomorfologia e Sedimentologia. Depois, já formada e tendo as duas titulações (bacharelado e licenciatura) dei aula no mesmo Departamento da UERJ na disciplina Geomorfologia Ambiental, com contrato temporário e, depois, fui contratada como docente no Centro Universitário de Araguaína (da antiga UNITINS, hoje, UFT), para dar aula na Faculdade de Geografia (Licenciatura) e no Colégio de Aplicação.
 
Neste período em Araguaína (TO) fiz parte da Comissão Organizadora do I Encontro de Geografia do Tocantins (1º ENGETO), realizado na mesma cidade, em 1993.
 
Foi, inclusive, em Araguaína que conheci o meu atual esposo, também, Geógrafo.
 
Embora, goste de atuar em pesquisas, desde que saí de Araguaína e estando grávida, não mais me dediquei a exercer junto a algum profissional nesta área. Dediquei-me na tarefa de ser mãe e, depois, também, minha mãe caiu doente e precisou da nossa ajuda em seus cuidados (eu e mais duas irmãs sob o sistema de rodízio).
 
Hoje, atuo exclusivamente como docente na rede municipal e estadual do Rio de Janeiro, ministrando aulas no Ensino Fundamental (6º ao 9º Ano) e no Ensino Médio (1ª e 3ª Série).
 
Sinto saudades deste tempo, mas não me arrependo de ter traçado outros caminhos, pois estes nunca perderam o foco em Geografia.
 
Mais uma vez, a minha homenagem aos Geógrafos, cuja importância é, sem dúvida, essencial a muitos trabalhos sob o contexto das relações e intervenções humanas no ambiente, mesmo ciente que os mesmos ainda não têm o valor devido em face da falta da integração dos seus estudos e pesquisas em diferentes planejamentos de ordem social, econômica, ambiental e política.