domingo, 17 de setembro de 2017

Campanha da Solidariedade em Reta Final

Da esquerda para a direita, a
s alunas Ingrid Pessoa e Thaís da Silva

Por incrível que pareça, a I Campanha da Solidariedade da E.M. Dilermando Cruz chegou ao fim!

Para muitos que, talvez, estejam achando estranho essa minha expressão “Por incrível que pareça”, acreditem, é espantoso mesmo! Afinal, o seu encerramento deveria ter sido em julho e não em meados de setembro. E, assim mesmo, ainda amanhã deveremos ganhar mais donativos, pois um professor avisou-me, na última 6ª feira, que a turma dele (Projeto) vai entregar as doações na segunda-feira (amanhã).
 
Sendo assim, não considero fechado o quantitativo calculado na quarta-feira passada (13/09), quando eu e as alunas Ingrid Mª P. França e Thaís R. da Silva fizemos a triagem (verificação dos produtos fora da validade e/ou com data muito próxima) e separamos para cada Instituição beneficiada pela Campanha da Solidariedade da nossa Unidade Escolar.

 
Como já é de conhecimento geral, as duas Instituições são:

. Hospital Mário Kroeff – Penha Circular
 
 
O total de donativos arrecadados e contabilizado - até o dia 13 do mês corrente – ficou aquém da nossa expectativa e metas estabelecidas, mas temos que reconhecer falhas durante o seu processo.
 
Total arrecadado:
 
. 456 (quatrocentos e cinquenta e seis) Gelatinas em Pó;
 
. 14 (quatorze) latas de Leite em Pó (400 gr);
 
. 25 (vinte e cinco) sacos de Leite em Pó (400 gr);
 
. 01 (um)  saco de Vitalon /Cereal para alimentação infantil de milho.

 
 
Aproveitamos, também, para registrar em fotos, os brinquedos que comprados no SAARA (Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega), no sábado retrasado (09/09), com o dinheiro arrecadado entre os alunos da turma e a minha contribuição. As notas de compra seguem abaixo.
 
Total arrecadado com os alunos da Turma 1701: R$ 40,00
Total gasto: R$ 85,82

  
 
Após a entrega dos donativos, agendada para o dia 20/09 (4ª feira), devemos avaliar e articular novas estratégias para a segunda edição da Campanha (final de 2017), capazes de dinamizar e aumentar a participação de todos e, consequentemente, o número de doações.
 
Todavia, embora, esta tenha ficado abaixo das nossas expectativas, o pouco que conseguimos já é motivo de comemorarmos como mais um sucesso! E, ainda, como disse Herbert de Souza, o Betinho...
 
“Solidariedade amigos,
Não se agradece, comemora-se!"

Notas de compras:



sábado, 9 de setembro de 2017

Turma 1701: Solidariedade Sempre!


Estava devendo as fotos e, como eu prometi a alguns alunos, aqui estão!
 
Os alunos da Turma 1701, responsável pela Campanha da Solidariedade deste ano. É claro que muitos são estreantes, pois são novos e vieram a completar a turma, tendo em vista que uma grande parcela da classe do ano passado (1601) não foi promovida de ano, ou seja, foi reprovada.


 
 A turma quase completa (alguns alunos faltaram no dia)


As meninas

Os meninos

 
O grupo reduzido da antiga turma 1601 (2016),
hoje, na Turma 1701

05/09: Dia D da Campanha da Solidariedade

Os alunos da Turma 1701 e a Letina,
a Mascote da Campanha da Solidariedade


Na terça-feira passada, dia 05/09, realizamos mais um Dia D da Campanha da Solidariedade da E.M. Dilermando Cruz. Os alunos da turma 1701 se revezaram nos dois turnos do diurno (manhã e tarde) para receber os donativos dos membros da Comunidade Escolar.
 
Recebemos de alguns alunos, sobretudo, do 1◦ Turno (manhã) e, também, as gelatinas que comprei com o dinheiro doado pela prof.ª Vera Lúcia de Matemática (R$ 50,00), além de leite e mais gelatinas que eu também doei. 
 
 Da esquerda para direita, os alunos
Luís Henrique Araújo, João Pedro Galdino,
Gabriel dos Santos e Ingrid Maria Pessoa


 

As alunas da Turma 1903 entregando seus respectivos donativos,
Maria Eduarda (esquerda) e Érica Faustino (direita)

 
 

 Alunos da Turma 1901 que também fizeram a diferença,
doando gelatina e leite em pó
 
No turno da tarde, só recebemos dinheiro de duas professoras para compra de donativos, no total de R$ 40,00.

 
 As alunas que ficaram à tarde, da esquerda para direita,
Maria Eduarda Soares, Ingrid Maria Pessoa,
Ana Carolina Amorim, Thaís da Silva e Carla Cristina Amorim
 



Marquei com três alunas para realizarmos as atividades de triagem, contagem, distribuição e embalagem dos donativos para as duas Instituições beneficiadas, para o dia seguinte (4ª feira), à tarde. No entanto, neste mesmo dia, pela manhã, desmarquei, pois tive que comparecer ao meu outro colégio no mesmo horário agendado.
 
Neste mesmo dia, quarta-feira, alguns alunos ainda levaram donativos.
 
 Aluna Maria Vitória (Turma 1401)
entregando a sua doação aos alunos da Turma 1701,
Beatriz da Silva Camilo e Kaique de Sales Silva

 Da esquerda para direita, os alunos
Ingrid Maria, Edcarlos de Carvalho Soares
(que doou gelatina),
Maria Eduarda Soares e Carla Cristina Amorim
 
Em razão disso, a entrega dos donativos que estava previsto para a próxima 2ª feira (11/09) foi adiado, pois teremos que cumprir as tarefas pendentes (triagem, contagem, distribuição e embalagem) na próxima 3ª feira (12/09) e, só então, no dia seguinte (4ª feira) poderemos fazer a entrega dos donativos ao Hospital Mário Kröeff e à Casa de Apoio à Criança com Câncer – São Vicente de Paulo.
 
Hoje, sábado (09/09), fui até o SAARA (Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega), no Centro, para comprar os brinquedos para as crianças da Casa de Apoio, já que o Hospital Mário Kröeff não trata mais do setor pediátrico, desde o final do ano passado (informação dada pela funcionária do referido hospital por ocasião da entrega dos donativos em dezembro).
 

Como não haverá mais divisão de brinquedos para as duas Instituições, guardei uma parte do dinheiro para comprar Sustagen para a Casa de Apoio. De acordo com o que soubemos, este é o produto que eles estão mais precisando, pois o estoque está zerado.

Self-checkouts, a Inovação Tecnológica se expande nos Supermercados Brasileiros


 Self Checkout no Supermercado Economia
(Carazinho, RS)
Imagem capturada na Internet
Fonte: Acaps
 
Aos poucos... O número de caixas de bancos foi sendo reduzido, principalmente, das redes privadas e, em seu lugar, apareceram os caixas eletrônicos, que além de oferecer diferentes serviços (saques, consultas, depósitos, emissão de cheques, pagamentos, transferências, empréstimos etc.) se encontram disponibilizados nas próprias agências bancárias e em diversos estabelecimentos comerciais, com horário de atendimento mais expandido.

Agência Bancária
Imagem capturada na Internet
Fonte: NewsRondonia
 
Aos poucos... Os cobradores de ônibus foram substituídos por roletas eletrônicas e, em razão, de falhas no próprio sistema de vinculação com a passagem, o motorista – muitas das vezes – desempenha as duas funções, sem ao menos ter um aumento do seu salário (o que já provocou mobilização da categoria profissional em represália a essa situação). A exceção daqueles que usam o Bilhete Único ou outro tipo de cartão, inclusive, de isenção (idosos e estudantes).
 
Roleta Eletrônica nos ônibus
Imagem capturada na Internet
Fonte: Notibras
 
Aos poucos... A automação (ou robotização) chegou às indústrias, aumentando a produtividade em curto espaço de tempo e, ao mesmo tempo, dispensando a mão de obra humana (gerando o desemprego).
 
 Robotização na Indústria Automobilística
Imagem capturada na Internet
A nível de produtividade, tomemos o exemplo das fábricas da Volkswagen em São Bernardo do Campo e Taubaté, ambas no estado de São Paulo (e automizadas), cada uma delas tem a capacidade de produzir um Gol por minuto.
 
Com apenas esses três exemplos, ocorrentes em nosso país, podemos observar que a automação (ou a robotização) das empresas é uma realidade e tende a se expandir nos diversos setores da economia.
 
No entanto, ela gera o chamado desemprego estrutural ou tecnológico, isto é, o desemprego causado pela substituição da mão de obra humana pela máquina. E esse é o tipo de desemprego definitivo, tendo em vista que não há como reverter tal situação, melhor dizendo, desativar a máquina e voltar ao trabalho braçal (humano).
 
Diferentemente do que ocorre com o desemprego conjuntural em face de uma crise econômica, por exemplo, pois assim que a economia volta a crescer e se estabiliza, a pessoa pode retomar o seu emprego. Já quando a máquina substitui o homem, não há o processo inverso.
 
Não resta dúvida que há uma maior eficiência e produtividade, em tempo mais curto, assim como o empresário adquire grandes vantagens nesse processo. Embora os investimentos sejam de custos elevadíssimos, em se tratando de tecnologias modernas (as chamadas máquinas inteligentes), a médio e longo prazo, o mesmo acaba ganhando e compensando o seu investimento inicial, pois não será preciso pagar salários mensais, 13◦ salário, Férias, conceder licenças médicas, licença maternidade, pagar a Previdência Social, entre outros direitos trabalhistas.

E, como podemos observar, o Brasil está passando por estas inovações tecnológicas já há bastante tempo.

Atualmente, estamos passando por crise econômica, o que também tem elevado as taxas de desemprego no país. Muitos estabelecimentos comerciais foram fechados, em alguns, o número de funcionários foi reduzido, entre outros aspectos associados a esse período de instabilidade econômica por qual perpassa o nosso país.
 
E, no âmbito das inovações tecnológicas...
 
Aos poucos... veremos a redução do número de trabalhadores nos caixas de supermercados, também, pois neste setor a tecnologia de caixas de autoatendimento já chegou em nosso país.  
 
Chamado também de “self checkout” (auto-pagamento, em inglês), o caixa não apresenta um funcionário específico para registrar as compras e finalizar o pagamento do cliente. Neste caso, é o cliente que faz tudo sozinho, desde o registro de cada produto (a partir da leitura do código de barras), os coloca na sacola e paga as compras, sem haver a interação com qualquer funcionário do estabelecimento comercial.
 
 Self Checkout no Brasil
Imagem capturada na Internet
 
Só no caso de haver algum problema durante o processo de autoatendimento, desde por inexperiência ainda com a tecnologia ou qualquer outro problema, um funcionário estará disponibilizado a atender e resolver o caso.

A maior preocupação de muitos é a questão cultural de muitos brasileiros, que julgam a esperteza como qualidade...
 
Esses terminais de autoatendimento são equipados com um sistema de código de barras mais sensível que dos caixas comuns de supermercados. Além disso, possuem balanças e câmeras que impedem que ações, como estas, aconteçam. Se houver essa tentativa, ou seja, o cliente colocar o produto na sacola sem o ter registrado ou se este não for colocado, o caixa de autoatendimento trava e um operador da rede de supermercado é chamado para averiguar a situação. 
 
Esse sistema de autoatendimento (self checkout) é bastante comum nos EUA e nos países da Europa. Nesses países, todas as formas de pagamentos são possíveis, como cédulas, moedas, cartão de débito e de crédito (com exceção de cheques).
 
No Brasil, pelo que pude constatar na pesquisa realizada, inclusive, nas empresas que fornecem tais equipamentos, os clientes só podem pagar com cartão de crédito, de débito e de alimentação (podendo ainda isentar o estacionamento).
 
Essa tecnologia é uma novidade nas redes de supermercados brasileiras, uma vez que já temos o mesmo sistema de autoatendimento nos cinemas, bem como em algumas redes de fast food 
 
  Sistema de Autoatendimento nos cinemas
Imagem capturada na Internet
 
Sistema de autoatendimento na rede Bob's
Imagem capturada na Internet

Segundo as matérias que li a respeito desta novidade, a iniciativa de inovação tecnológica partiu da região Sul do Brasil, mais especificamente, da empresa ZES Supermercados, de Carazinho, no interior do Rio Grande do Sul, (Supermercados Economia). Seguido pelo supermercado Zaffari, na capital (Porto Alegre).
 
Posteriormente, o sistema de “self checkout” foi implantado na capital paulista (Master Supermercado do Shopping Frei Caneca, Carrefour do Jardim Pamplona Shopping e, também, na loja de doces Tateno em Vila Mariana) e, em outros municípios do estado, como Bauru (rede Confiança).
 
De acordo com as empresas que fornecem os equipamentos de self-checkout, a Consinco e Perto, além do Rio Grande do Sul e São Paulo, a novidade tecnológica já foi implementada em diversas cidades brasileiras, abrangendo o Distrito Federal e os estados do Rio de Janeiro, Paraíba, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.
 
No caso do nosso estado ou município (Rio de Janeiro), eu desconheço a rede de supermercado que adotou o sistema. O que eu tenho conhecimento é o uso de self-checkouts nos cinemas dos Shoppings e na rede de fast food, como há na loja do Bob’s, em Bonsucesso.

“O crescimento da demanda por self-checkouts
evidencia a tendência do varejo alimentar
em investir cada vez mais
em comodidade e facilidade para os clientes”
(Silvio Sousa, diretor comercial da Consinco)

De acordo com as mesmas, a grande expectativa é reduzir em 30%, o tempo de espera nas filas dos supermercados. Elas alegam que não haveria alteração no atendimento convencional (operadoras nos caixas comuns), consistindo assim, apenas um benefício a mais para o cliente, sobretudo, para aqueles com poucos produtos de compra (até 15 unidades). 
 
Eu tenho minhas dúvidas e, espero que... aos poucos, o número de funcionários não seja reduzido.
 
Os supermercados dos EUA, que já são equipados com esse sistema de autoatendimento, mantêm os dois tipos de caixas, ou seja, os tradicionais (com funcionários da rede) e os modernos (de autoatendimento). Se houve redução de funcionários, eu desconheço...
 

Fontes de Consulta
 
 
 
 

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Terremoto no México: o Maior em um Século no País

Hotel parcialmente desmoronado
em Matias Romero (Oaxaca)
 Imagem capturada na Internet
Fonte: Portal G1 (Foto de Félix Marques/AP)

 
Como se não bastassem as tempestades tropicais e os furacões que vêm afligindo a região do mar do Caribe (América Central Insular) e o Sul e Sudeste dos EUA, na chamada “Temporada de Furacões”, em termos de desastres naturais, um outro fenômeno natural aconteceu, na ontem (07/09), no México (América do Norte), mas de origem totalmente diferente.
 
Ontem à noite (07/09), o sul da costa pacífica do México sofreu um forte terremoto, o maior em um século (100 anos).
 
Evidentemente que estou falando de duas dinâmicas antagônicas, isto é, os furacões que estão associados à dinâmica externa (agentes exógenos) e dos abalos sísmicos (terremotos) que têm a ver com a dinâmica interna (agentes endógenos).
 
Ao contrário, dos primeiros, o terremoto não há como se precaver, apenas ter conhecimentos das áreas onde estes são mais ativos, sobretudo, em áreas de movimentos convergentes (encontros) de placas tectônicas.
 
O terremoto do México, de magnitude 8,2 graus na escala Richter, é um dos mais fortes já registrados em toda a América Latina e o maior no país em um século (100 anos).
 
Ele só não causou maiores danos materiais e, também, em termos de perdas humanas porque o seu hipocentro foi a 58 km de profundidade, enquanto o seu epicentro foi a 133 Km a sudoeste de Pijijiapan, em Chiapas  
 
A nível de esclarecimento... Hipocentro corresponde ao ponto, no interior da crosta terrestre, onde se tem o foco do terremoto (de onde se origina os abalos sísmicos), já o Epicentro é o ponto da superfície terrestre atingido pelo terremoto.
 
Vale ressaltar, aqui, que há certa divergência quanto às informações sobre a magnitude e profundidade do hipocentro do mesmo, entre o Serviço Sismológico Nacional (SSN) do México e a Agência Geológica Americana (USGS). Enquanto o primeiro indicou magnitude de 8,2 e profundidade de 58 Km, a Agência estadunidense confirma sendo o tremor de magnitude 8,1 e profundidade de 70 km. Daí a confusão acerca das informações divulgadas nas mídias.
 
 Imagem capturada na Internet
Fonte: BBC Brasil
 
 
Información sobre sismo 2017-09-07 23:49:18
Retirado diretamente do SSN
 
  Magnitud: 8.2 (actualizada)
Ocurrido el 2017-09-07 a las 23:49:18 horas (tiempo del Centro de México)
Localización del epicentro: 133 km al suroeste de Pijijiapan, Chiapas
Latitud: 14.85°, longitud: -94.11°
Profundidad: 58 km
Réplicas: 337 hasta la 1:00 pm (la mayor de M 6.1)


 
De acordo com o que foi divulgado nas mídias, o sismo foi sentido em quase todo o território do  México (o centro e sul do país), além de vários países da América Central, o que gerou também alertas de formação de tsunami em oito países (México, Guatemala, El Salvador, Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Honduras e Equador). No entanto, no início da manhã de hoje (08/09), esse alerta foi suspenso.
 
Vários abalos secundários, com magnitudes variando entre 4,3 e 5,7, foram registrados no mar, próximos à costa litorânea do México. A preocupação agora é de haver algumas dessas réplicas de magnitudes elevadas e intensas, capazes de causar danos tão severos e agravar, mais ainda, a situação caótica em que as principais cidades afetadas se encontram (cidades de Oaxaca, Chiapas e Tabasco).
 
Até o presente momento, já foram confirmadas 64 mortes (dados atualizados em 09/09 às 18h00), mas o número tende a aumentar em decorrência do horário do terremoto (quase meia noite, hora local) e desmoronamento de vários  prédios, onde famílias já se encontravam dormindo. 
 
 
 
 Imagem capturada na Internet

Fonte: Portal G1 (Foto de Félix Marques/AP)
 
 
Imagem capturada na Internet
Fonte: Portal G1 - Foto Luís Alberto Cruz/AP
 

  Aeroporto Internacional Benito Juárez
(Cidade do México)
Imagem capturada na Internet
Fonte: El País - Foto de Edgard Garrido/Reuters
 

Imagem capturada na Internet

Fonte: El País
 

 
 Fontes de Consulta