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quinta-feira, 12 de junho de 2025

A História do Plástico (Um curta Animado) e o seu Contexto Ambiental

Dando continuidade à questão da poluição dos corpos d’água por plásticos... 


Devemos ter em mente três pontos importantes, os quais precisam ser considerados e repensados criticamente: 

. PRIMEIRO: O plástico é o verdadeiro e grande vilão da poluição na atualidade. E por sua produção elevada (sem mencionar as consequências desta), muitos dizem que estamos vivendo na Era do Plástico; 

Foram as indústrias petroquímicas que proporcionaram o seu aparecimento e uso pela sociedade, tendo em vista que o plástico é um derivado do petróleo. E, ele só tem sentido de produção e de existir por conta do consumo humano; 

. SEGUNDO: A falta de uma valorização e respeito ao meio ambiente, capaz de permitir uma maior conscientização acerca da importância da relação interdependente entre o homem e a natureza, capaz de efetuar uma análise crítica acerca das consequências da permanência dos velhos hábitos, sobretudo, para todos os seres vivos. Devemos promover e incentivar uma cultura voltada para uma valorização e respeito ao meio ambiente in-tegrado; 

. TERCEIRO: A produção elevada e o consumo humano não seriam problemas, se – nesta relação (Produção versus Consumo) – o descarte dos resíduos fosse realizado de forma adequada e se houvesse, também, uma política comprometida em promover a reciclagem.  

Ainda estamos engatinhando neste processo. Para atingirmos tal evolução, as mudanças perpassam, em conjunto, com o nosso pensamento acerca dos nossos velhos hábitos insensatos sobre as questões ambientais, por nossas ações concretas e conservacionistas individuais e coletivas, o consumo consciente, promoção de Educação Ambiental, melhorias e ampliação das infraestruturas de serviços à população, o cumprimento das leis ambientais, os incentivos do governo, entre outros aspectos.


terça-feira, 19 de julho de 2022

Dica de Vídeo: Tutorial de como fazer Cordel

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Fotografia do meu acervo particular

Texto modificado em 21/07/2022 às 9h12 

Como vamos entrar no mês de agosto e, em 22 de agosto, é comemorado o Dia do Folclore, resolvi retomar o tópico sobre Cordel, pois gosto muito.   

Embora, eu já tenha sugerido como “Dica”, neste espaço, em 05/12/2011, um site para criar o seu Cordel (vejam AQUI!), eu achei muito interessante o Tutorial abaixo, no qual Anne Karolynne ensina o passo a passo de como criá-lo.  

Sendo assim, este, além de ser uma dica de Vídeo, serve, ao mesmo tempo, como sugestão de Atividade Pedagógica contextualizada para ocasião (Folclore). 

Quem nunca viu um varal com vários folhetos de literatura de cordel? Ou teve a oportunidade de folhear um deles, seja rua ou em algum evento cultural na escola?  

Eu posso dizer que já tive vários exemplares, tanto como apreciadora da cultura nordestina, quanto por conta de orientação de uma turma em uma Feira Cultural do C.E. Prof.ª Sonia Regina Scudese, em 2014, na qual os alunos optaram por presentear os jurados (professores e outros profissionais) com uma lembrancinha sobre Luiz Gonzaga e sua região de origem, o Nordeste. E a lembrancinha foi um folheto de Cordel.  

Lembrancinha da Turma na Feira Cultural
Fotografia do meu acervo particular

Na época, encontramos facilmente os folhetos no Centro do Rio, na proximidade do Edifício Central e da estação do metrô do Largo da Carioca. Mas, sabíamos que na Feira de São Cristóvão, também, seria possível encontrá-los.   

De acordo com fontes de pesquisa, a tradição do barbante (cordas ou cordéis) remonta a Portugal, que – ao parece – herdou essa tradição cultural de outros povos, por volta do século XVI.  

O termo literatura de “cordel” vem do fato destes serem expostos, pendurados em cordas (ou cordéis). 

Imagem capturada na Internet
Fonte: Curso do E-Proinfo

Em solo brasileiro, a literatura de cordel foi trazida pelos colonizadores portugueses, mas, este tipo de poema popular só se popularizou no Século XIX, tornando-se uma forma de expressão cultural, mais especificamente, da região Nordeste. E como traço da cultura nordestina, a tradição de pendurá-lo em barbantes se tornou opcional (Neoenergia).   

Escritos sob forma rimada, este gênero literário popular é feito em versos, abordando uma linguagem regional e temas populares, o que lhe diferencia da literatura tradicional. As estrofes mais comuns são as de dez (décima), oito ou, a mais comum, a de seis versos (sextilha). A capa dos folhetos é ilustrada com xilogravura, remetendo a desenhos baseados na história contada em verso, no seu interior.  

Os versos são recitados de forma melodiosa e cadenciada, podendo ser acompanhados por uma viola ou, não, quando são apenas lidos ou declamados por seus autores ou cordelistas.  

Hoje, a expressão adotada e mais coerente com o seu sentido popular é, simplesmente, “Cordel”.  

Em virtude de sua importância cultural e histórica, a literatura de cordel recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro, em setembro de 2018, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). 


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Dica de Vídeo: Rússia x Ucrânia: Qual o impacto de um conflito para o mundo?

 Dando continuidade ao tópico anterior, acerca da crise entre a Rússia e a Ucrânia, compartilho uma dica de vídeo para exploração do tema junto aos alunos.


segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

A Importância da Mineração na Sociedade e no Desenvolvimento dos países

Esse vídeo, “O Mundo sem a Mineração”, eu usei - como recurso didático - em uma das minhas aulas na Plataforma de Ensino Remoto da rede estadual (SEEDUC/RJ), este ano. Ele destaca a importância dos minerais (e dos minérios) no nosso dia a dia, isto é, o quanto eles são importantes para a humanidade.  

Aplicáveis, como matéria-prima, no campo, tanto no cultivo da terra quanto em atividades agropecuárias, como nos mais variados tipos de indústrias e na construção civil, a sua utilidade, com o passar do tempo, foi sendo valorizada e explorada conforme o desenvolvimento das Ciências e das Tecnologias.   

Mas, vale lembrar que, a descoberta da importância de sua aplicabilidade em favor à vida do homem e ao desenvolvimento dos países (ou em outro nível de tratamento do espaço político) não só acarretaram benefícios. No âmbito de sua descoberta, valorização e exploração, conflitos também foram travados, os quais são verificados até hoje. 

Além desses conflitos, não devemos esquecer dos diversos impactos ambientais negativos que as atividades de mineração causam, sobretudo, em áreas protegidas por legislações ambientais, tais como Reservas Ambientais; Áreas de Preservação Permanente (APP); Terras Indígenas; Unidades de Conservação Ambiental; Comunidades Quilombolas; Cavidades Subterrâneas, entre outras.  

A existência de legislações ambientais que as ampare, no entanto, não assegura  proteção e nem a integridade das mesmas, sendo estas, muitas das vezes, submetidas por práticas ilegais de exploração (crime ambiental) em todo o território nacional. A falta ou a precariedade de uma fiscalização efetiva e de punição rigorosa por parte do Governo e dos Órgãos competentes faz com que estas práticas ilegais perpetuem em nosso país.

É difícil imaginarmos um mundo sem os benefícios que estes elementos da natureza (recursos minerais/minérios) proporcionam à sociedade e ao desenvolvimento de uma nação. 

O vídeo acima fica como dica da parte introdutória ou da parte conclusiva (final). Eu usei na finalização do conteúdo.  

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Outubro Rosa: O Câncer de Mama no Alvo da Moda

ALVO AZUL
Imagem capturada na Internet


Há muito tempo estou para compartilhar este vídeo e, aproveito o presente mês e o contexto da Campanha Outubro Rosa, para assim fazê-lo. Não vou negar que todas, às vezes, que assisti, me emocionei profundamente. E até hoje! Quem é que não conhece alguma pessoa ou teve algum parente com este problema?

Trata-se da Campanha “O Câncer de Mama no Alvo da Moda” do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer, o qual – na ocasião da divulgação do referido vídeo (2015) completava 20 anos de existência.

Apesar de não ter obtido sucesso, em pesquisa na Internet, acerca da data exata de sua criação, a mesma já deve ter ou se encontra prestes a completar 25 anos, em 2020.

O vídeo tem o mesmo objetivo da Campanha, isto é, destacar a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama pelo autoexame e, ao mesmo tempo, incentivar a comercialização de produtos com o Alvo Azul.

Considerado o tipo de câncer que mais mata mulheres, no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer – INCA (2020), sua iniciativa é louvável mediante o nível de gravidade da doença, o número de óbitos e da importância do diagnóstico precoce a tempo de trata-lo com maior margem de segurança de cura.

Tudo começou com uma história real vivenciada pelo estilista estadunidense Ralph Lauren, que acompanhou a batalha, travada por sua amiga e jornalista Nina Hyde, contra o câncer de mama. Posteriormente, ele decidiu divulgar a importância do diagnóstico precoce da referida doença e, com isso, alertar o maior número de mulheres acerca da mesma. Resultado, ele foi bem sucedido na sua ideia original, associando a moda como “estratégia” de publicidade. Foi assim que surgiu o “Alvo Azul”, enveredado por meio da campanha Fashion Targets Breast Cancer (1994).

Em 1995, o Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC) trouxe a ideia para o Brasil, após estabelecer uma parceria com o Conselho dos Designers de Moda da América (CFDA, sigla em inglês).

O Brasil foi o primeiro país estrangeiro a realizar a Campanha “O Câncer de Mama no Alvo da Moda”, tendo um sucesso extraordinário. De acordo com o site do IBCC Oncologia, o sucesso alcançado da campanha brasileira foi tanto ao ponto de superar os resultados obtidos no país de origem da iniciativa (EUA). 

Em decorrência do seu sucesso, a campanha brasileira passou a ser o principal case mundial para o Conselho dos Designers de Moda da América (CFDA), sendo utilizado como marketing para que outros países se interessem a participar, abraçando e implantando a campanha em seus respectivos territórios.  

Utilizando a linguagem “fashion” para o mesmo problema – o câncer de mama – mais de 20 países aderiram à campanha publicitária do Alvo Azul, alguns seguindo o mesmo modelo estadunidense e outros inovando de acordo com a sua criatividade.

Vale a pena assistir o vídeo e, principalmente, ter a consciência quanto à importância, em primeiro lugar, do diagnóstico precoce através da realização do autoexame e, segundo lugar, de procurar um médico especialista da área para maiores exames e estudos para tanto para confirmar a ocorrência ou não de um nódulo benigno ou maligno na mama.

O vídeo foi criado em homenagem aos 20 anos da Campanha em nosso país pela IBCC Oncologia. Para sua produção foram convidadas sete personalidades da área artística (atores e cantores) e três do segmento esportivo (vôlei e judô), dos quais fizeram parte, os atores Vanessa Gerbelli, Mia Mello, Rafael Cardoso, Marcos Pasquim e Sheron Menezzes; os cantores, Luciano Camargo e Wanessa Camargo; os ex-jogadores, Isabel Salgado (vôlei), Fávio Canto (judô) e o Tande (vôlei).

Orientados pela própria diretora e fotógrafa, Meran Vargens, os convidados – inicialmente - declararam suas opiniões acerca da doença, aguardando o início da sessão de fotos. Em determinado momento foi a vez de Meran Vargens tomar a palavra e contar a sua história, como vítima da mesma doença e que foi submetida à mastectomia (cirurgia de remoção completa da mama). 

Detalhe, Meran Vargens foi submetida à mastectomia dupla, isto é, nas duas mamas. Primeiramente, as reações dos artistas e esportistas foram de forte impacto e, depois, mais sensibilizados, demonstraram total apoio e força à diretora do vídeo.

Para assistir o vídeo, clique AQUI!

sábado, 7 de julho de 2018

Dica de Vídeo: Vida na Caatinga Seca e na Caatinga Verde

Vida e Morte na Caatinga (Calango-Lengo”)
Imagem capturada na Internet
Fonte: Estadão

Como dica de vídeo, contextualizado a um tópico geográfico abordado nas turmas do 7° Ano do Ensino Fundamental, estou compartilhando o desenho animado “Calango-Lengo”, dirigido por Fernando Miller, em 2008. Este é tratado como o primeiro desenho animado com tema nordestino. Não sei se isso procede.
 
O vídeo é bem interessante e o seu foco em um bioma típico do Sertão Nordestino (clima semiárido), a Caatinga. Sua história se desenvolve sob a relação de enfrentamento da vida com a morte diante do período de seca na Caatinga, representada por duas espécies da fauna local (a cabra e o calango, espécie de lagarto), assim como a forte religiosidade do povo do Nordeste (Católica).
  
Vida e Morte na Caatinga (Calango-Lengo”)
Imagem capturada na Internet
Fonte: YouTube

Com cerca de 800 Km2, a Caatinga ou Mata Branca ocupa 11 % do território brasileiro e 70 % da área da região Nordeste, ocorrendo nos estados da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí, além de uma pequena parte de Minas Gerais, na região Sudeste.
 
Sua vegetação é resistente e adaptada às condições ambientais adversas do Sertão Nordestino, cujo clima é o semiárido, marcadas pela aridez do solo e pela escassez de chuvas. Os índices pluviométricos (chuvas) são baixos, concentrando o período de chuvas de 4 a 5 meses do ano.
 
Mas, ao contrário do que se pensa, sua vegetação não é pobre, caracterizando-se por uma grande riqueza de espécies vegetais, inclusive, em termos de endêmicas (específicas da região).
 
E esse aspecto relacionado a sua dinâmica ambiental é muito bem retratado no vídeo. No primeiro momento, ele mostra o referido bioma no período de estiagem, quando o mesmo é chamado de Caatinga Seca, tendo em vista que suas espécies arbustivas ficam praticamente sem folhas. No segundo momento, após os primeiros pingos de chuva, a vegetação renasce e mostra a sua grande riqueza e diversidade. É o período da Caatinga Verde.

Vale a pena assistir! Para assistir, clique AQUI!

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Dica de Vídeo: "Bata Nela!"


 Imagem capturada do vídeo e
trabalhada no Adobe Photoshop


Um dos vídeos exibidos na palestra da Promotora de Justiça Alexandra Carvalho Feres faz parte de uma Campanha italiana e, embora alguns alunos já conhecessem, a maioria assistiu pela primeira vez, assim como eu e foi, como posso dizer, tocante e lindo. 

Algumas alunas mencionaram que se esta Campanha fosse realizada com meninos brasileiros, elas tinham certeza que a atitude deles não seria a mesma. Eles, com certeza, agiriam com violência. 

Eu também não iria duvidar! É como eu falei e já está provado, em nosso país (assim como em outros), a violência é uma questão cultural.  
 
Vale a pena assistir! Para acessa-lo no You Tube, clique no seu Título "Bata Nela!"