sexta-feira, 23 de março de 2012

21 de março: Dia Internacional da Síndrome de Down

 Imagem capturada na Internet - Fonte: Portal de Notícias do Senado Federal

Hoje, para minha surpresa, o aluno Renan Sampaio Lima, da Turma 1902, comentou a respeito do Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado - ontem (21 de março).

Ele considerou muito importante a criação da data e as homenagens devidas.

A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) e teve a influência do nosso país, que vem há anos lutando por uma maior inclusão social de pessoas especiais (com qualquer deficiência), sobretudo,  os com Down.

 Além das comemorações na sede da ONU, em Nova York (EUA), a data foi bastante celebrada no Senado brasileiro.
De acordo com o que noticiado estiveram presentes, o senador Lindbergh Farias e o deputado Romário, ambos pais de crianças portadoras de Síndrome de Down. Além de comemorar a vitória brasileira pela iniciativa da data comemorativa, o primeiro festejou a também a adoção do Protocolo Clínico para a Síndrome de Down, o qual estabelece procedimentos padronizados para o atendimento na rede de Saúde.

De acordo com o senador Lindbergh Farias cerca de 60% das crianças com síndrome de Down têm problemas cardíacos.

 
A Síndrome de Down não é considerada uma doença, ela é uma ocorrência genética natural, causada por um erro na distribuição dos cromossomos presentes nas células de uma pessoa. O número certo de cromossomos é 46 (23 do pai e 23 da mãe), dispondo em pares, ou seja, são 23 pares.
No caso da Síndrome de Down, durante a gestação, ocorre um erro na distribuição e, ao invés de 46 cromossomos, as células do embrião são formadas com 47 cromossomos. Este cromossomo a mais se liga ao par 21. Daí, o termo "Trissomia do 21".
Até hoje, a Ciência não descobriu a origem desta alteração genética. Sabe-se apenas que a proporção é de a cada 700 bebês nascidos, um tem Síndrome de Down e, que qualquer mulher pode gerar uma criança com Down.
Eu já trabalhei com alunos com Down, na década de 80 (século XX), inclusive foi o meu primeiro emprego. Foi na ASCE (Associação de Solidariedade à Criança Excepcional), cujo nome mudou para FRASCE. Este ano, eu também tenho um alunos com Down. Inclusive, eu já conversei sobre ele com a professora "intinerante" do Instituto Helena Antipoffi que acompanha os alunos com necessidades especiais.

É importante a inclusão social, afinal todos têm "Direitos e Deveres" iguais perante a Lei. Parabéns a todos!

Para saber mais acerca da síndrome, clique AQUI!

Fonte de Apoio

Um comentário:

Vinícius Mota disse...

É legal ter um dia pra essas crianças especiais, pois mostram a elas que não são invisíveis diante a sociedade.