domingo, 12 de julho de 2015

Estação Uruguaiana do Metrô: A Violência Urbana ao Extremo


Imagem capturada na Internet


Recentemente, li em um jornal de grande circulação no Rio de Janeiro, que as pessoas estavam inconformadas e assustadas com a onda de violência que tem sido registrada no metrô de nossa cidade... Estas alegavam que consideravam o mesmo um meio de transporte seguro.
 
Arrastões, assaltos, troca de tiros e, infelizmente, o último registro – sexta feira passada (10/07) - teve uma vítima fatal e um ferido, ambos ainda na fila da bilheteria para comprar a passagem, na estação da Uruguaiana, no Centro e, em um horário de grande movimento.
 
Embora, suas estações sejam equipadas com câmeras, além de contar com a presença de seguranças (vigilantes desarmados), eu mesma nunca considerei o metrô um meio de transporte seguro. Até porque já vivenciei – em duas ocasiões distintas, anos atrás – assaltos nas bilheterias de uma mesma estação da Zona Norte, nos arredores da Tijuca, na parte da manhã, onde eu – inclusive – entrei sem pagar, pois todos os bilhetes haviam sido levados pelos assaltantes.
 
Eu, particularmente, prefiro andar de ônibus ou de táxi, mesmo sendo o primeiro recordista em assalto a mão armada, mas o fato de poder ver quem entra e de poder descer logo em seguida, quando a desconfiança supera a nossa tranquilidade, já me traz um pouco de segurança maior.
 
Há muito tempo, o metrô da cidade do Rio de Janeiro é notícia nos meios de comunicação, seja pela superlotação diárias seja pelo tempo de espera ou, também, pelas falhas em seu sistema de refrigeração, que não atende ao mínimo de qualidade e conforto ambiental.
 
Agora, os fatos estão mais evidência, assim como a ousadia dos criminosos. Infelizmente, a violência urbana também é fato real neste tipo de transporte coletivo, o qual poderia ser destaque nas mídias não por este motivo, mas por sua eficiência em termos de mobilidade urbana, conforto, rapidez, limpeza, entre outros aspectos. 
 

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