sexta-feira, 24 de julho de 2009

História do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e da Lagoa

 

 
Logotipo oficial do Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Antes de postar as imagens acerca do passeio ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro, gostaria de escrever sobre a história da sua criação.
 
Situado no bairro de mesmo nome, na zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, o Jardim Botânico foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 1937, em razão de sua importância histórica, cultural, científica e paisagística.
 
Considerada como uma das mais belas e bem preservadas áreas verdes da cidade, com uma grande diversidade de espécies vegetais nativas e estrangeiras, distribuídos em uma área de 54 hectares, ao ar livre e em estufas, em 1991, a UNESCO o definiu como área de Reserva da Biosfera.
 
Antes da chegada dos portugueses e da família Real à cidade do Rio de Janeiro, a extensa área, onde se localiza os atuais bairros de Copacabana, Ipanema, Leblon, Gávea, Humaitá e Jardim Botânico era habitada pelos índios tupinambás.
 
Com a chegada dos portugueses, no século XVI, os índios foram desaparecendo. A paisagem começou a sofrer modificações e vários engenhos de cana-de-açúcar foram se instalando na região.
 
O primeiro deles foi o Engenho Del Rey fundado pelo governador Antonio Salema para a Coroa portuguesa. Posteriormente, este foi dividido em 3 engenhos: o Nossa Senhora da Conceição da Lagoa, o Nossa Senhora da Cabeça e o Vale da Lagoa.
 
A propriedade de Antonio Salema foi vendida para Diogo de Amorim Soares, que ao retornar a Portugal, em 1609, repassou o engenho ao seu genro, Sebastião Fagundes Varela.
Sebastião Fagundes expandiu suas terras, foi criador de gado e passou a extrair madeira.
 
Na época, uma grande festa foi realizada no Engenho da Lagoa em celebração ao casamento de Petrolina Fagundes com o capitão português Rodrigo de Melo Castro Freitas. Esta é a razão da Lagoa ser denominada de Rodrigo de Freitas, antigo dono do Engenho ali existente: o Engenho da Lagoa.
 
De acordo com fontes bibliográficas, a lagoa Rodrigo de Freitas passou a ser chamada assim desde o ano de 1660.
 
A extensa propriedade continuou nas mãos desta mesma família até a chegada da corte real portuguesa no Rio de Janeiro, no início do século XIX (08 de março de 1808).
 
Com a vinda da família real portuguesa houve a necessidade premente de assegurar a defesa da região. Sendo assim, no dia 13 de junho de 1808, D. João assinou um Decreto, no qual desapropriava o Engenho da Lagoa Rodrigo de Freitas para que fosse construída - em sua área - uma fábrica de pólvora, a Real Fábrica de Pólvora.
 
Junto à Fábrica de Pólvora, D. João criou, sob o mesmo Decreto, um "Jardim de Aclimação", com a finalidade de aclimatar as plantas advindas do Oriente, ou melhor, especiarias das Índias Orientais, tais como noz moscada, pimenta do reino, cravo, caneta etc.
 
A direção tanto da Fábrica de Pólvora quanto do Jardim de Aclimação ficou sob a responsabilidade do militar João Gomes da Silveira Mendonça, grande conhecedor de botânica, o qual recebeu, décadas depois, o título de Marquês de Sabará (no dia 04 de maio de 1826).
 
O Jardim de aclimação sofreu diversas alterações e, logo depois, em 11 de outubro de 1808, recebeu o nome de Horto Real.
 
A Real Fábrica de Pólvora funcionou até o ano de 1831 quando, após sucessivas explosões, foi transferida para a região de Petrópolis.
 
O Tenente General Carlos Antônio Napion, de origem italiana (Turim), que veio ao Brasil, integrando a comitiva da Família Real, substituiu João Gomes da Silveira Mendonça (Marquês de Sabará) na direção da Fábrica de Pólvora.
 
Para o Real Horto foram trazidas mudas de espécies vegetais bastante diversificadas e das mais diferentes regiões e países.
 
As primeiras espécies de plantas exóticas foram introduzidas no Horto Real por iniciativa do capitão de fragata portuguesa Luiz de Abreu Vieira e Silva. Este, após naufrágio em Goa, na Índia, em 1809, foi feito prisioneiro pelos franceses e enviado para a Ilha de França (atualmente Ilhas Maurício), local onde havia um jardim botânico Jardim Gabrielle), repleto de plantas de estimado valor econômico.
 
Ao fugir para o Brasil, Luiz de Abreu trouxe mudas e sementes de abacateiros, moscadeiras, frutas-pão, cajazeiras, sagüeiros e de palmeira (Roystonea oleracea) cuja origem é caribenha, as quais foram presenteadas a D. João e imediatamente plantadas no Real Horto.
O primeiro exemplar de palmeira (Roystonea oleracea) foi plantada por D. João, em 1809, quando passou a ser conhecida como Palmeira Imperial.
 
Diz a lenda que o diretor do Jardim, na época, queria monopolizar o plantio das plameiras, isto é, restringir o seu cultivo à área do Real Horto. Porém, durante a noite, os escravos subiam nas árvores, colhiam as sementes e as vendiam, na intenção de juntar dinheiro para comprar suas respectivas cartas de alforria.
 
Em razão disso, a palmeira imperial foi amplamente disseminada e desta descenderam todas os espécimes desta palmeira, daí sua denominação de Palma Mater.
 
A primeira palmeira plantada por D. João (1809) foi destruída após ser atingida por um raio, durante uma tempestade, no ano de 1972.
 
Em 1812, Raphael Bottado de Almeida, que também havia sido refém dos franceses, enviou as primeiras sementes de chá (chá verde, preto etc.). Estas foram cultivadas por cerca de 300 colonos chineses, que vieram para o país para ensinar a preparação do produto.
 
A produção de chá teve muito êxito, chegando a ser empreendido o cultivo para fins de exportação, porém a iniciativa para o mercado esterno não obteve o mesmo sucesso, mediante a produção competitiva da Inglaterra, ficando o cultivo de chá destinado somente para consumo interno.
 
O Real Horto passou a ser denominado Real Jardim Botânico em 1818, após a coroação de D. João como Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, isto é, como D. João VI.
 
Caracterizado como uma área praticamente particular, local preferido de passeio de D. João VI, o Real Jardim Botânico foi aberto ao público para visitação no século XIX, em 1819, com a devida permissão do diretor e acompanhamento de praças do corpo de Veteranos.
 
Na época, a referida área do Jardim Botânico e adjacências já era muito procurada e, em consequência disso, vários hotéis e restaurantes foram surgindo ao longo da travessia que levava ao jardim, como por exemplo os Hotéis Orléans e o L'Étoile du Sud.
 
De acordo com as fontes de pesquisa, o original Jardim de Aclimação, construído em anexo à fäbrica de Pólvora, recebeu as seguintes denominações até chegar o seu atual nome: Real Horto (1808); Real Jardim Botânico (1818); Jardim Botânico da Lagoa Rodrigo de Freitas (1825); Jardim Botânico (1833); Jardim Botânico do Rio de Janeiro e/ou Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (1998).
 
Sua importância foi tão grande que acabou dando nome a todo o bairro: Jardim Botânico.

Fontes de Consulta Complementar
 
Anotações registradas por ocasião do Curso de Educação Ambiental que eu e os professores Sandra Amadeu e Roberto fizemos no ano passado acerca do Jardim Botânico)
 
 
. Guia Jardim Botânico e Lagoa (Coleção Bairros do Rio, Editora Fraiha);
 
 


Imagens capturadas da Internet para efeito ilustrativo

 
Pintura, autoria de FACCHINETTI, Nicolau (1887): Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas, ao fundo se vê o Pão de Açucar e o Corcovado. No lado direito, o Morro dois Irmãos e no lado esquerdo, palmeiras e uma construção, possivelmente do Jardim Botânico.
 



Rua Jardim Botânico, Fotografia de FERREZ, Marc (1880):
O Jardim Botânico e a rua do mesmo nome.
O bondinho, puxado a burro, começou a funcionar em 1871.

 

Jardim Botânico, Fotografia de LEUZINGER,Georges (1865):
Aléia das Palmeiras. Em primeiro plano, o antigo chafariz

 
Fotografia de FERREZ, Marc (1890): O lago Frei Leandro.

 
Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008, Jardim Botânico, Rio de Janeiro - Brasil


Quem tiver interesse e curiosidade, acesse AQUI e realize uma Visita Virtual ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
 

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Entrega das Doações: Casa de Apoio à Criança com Câncer - São Vicente de Paulo




Imagem capturada da Internet



Hoje foi um dia muito especial, pois estivemos envolvidos com a entrega das doações da Campanha de Solidariedade, com o passeio ao Jardim Botânico, entre outros assuntos pendentes acerca da mesma.

Lamentavelmente, muitos alunos não compareceram e, por isso, não puderam participar da entrega das doações e, muito menos, do passeio ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Alguns já haviam me informado sobre a impossibilidade de ir (consulta médica, viagem etc.) e outros se mostraram desestimulados a partir do cancelamento e transferência do passeio ocorrido na última 3ª feira (21/07). Verdadeiramente foi uma pena!

Eu já estava chateada pela questão do horário do ônibus: fomos informados que o tempo disponibilizado com o ônibus era de 7h30min às 13h (horário de chegada na escola).

A minha preocupação era em razão do engarrafamento da Linha Vermelha ou da Avenida Brasil na parte da manhã.

O nosso plano era entregar, primeiro, as doações à Casa de Apoio à Criança com Câncer – São Vicente de Paulo, no bairro de Irajá e, depois, visitação ao Jardim Botânico.

Quando eu cheguei à escola soube que ônibus estava na praça, em um ponto distante da Unidade Escolar. Fui até lá para pedir ao motorista que estacionasse perto da escola devido as caixas e os sacos com os donativos.

Só que o motorista não se encontrava no local e eu fiquei o aguardando, junto ao veículo, depois de procurá-lo também no Posto de Combustível.

Nisso apareceu o aluno Marcus Vinícius Muniz Lobato dizendo que tinha uma péssima notícia: na hora de pegarem as caixas, eles perceberam que uma caixa com leite em pó destinada ao Hospital Mário Kroeff havia ficado (a entrega das doações ao referido hospital foi feita no dia 20).

Lamentei e respondi que a saída seria voltar ao hospital e entregá-la. O que fazer? Só isso, mesmo!

Marcus Vinícius voltou à escola e eu continuei esperando. A aluna Camila Nascimento da Costa chegou e ficou me fazendo companhia. Nisso, chegou o motorista, o Sr. Edmar.

Quando eu pedi para ele confirmar o horário do regresso à escola, quase “desmaiei”, pois este me respondeu “12 horas” e mostrou o documento que comprovava a sua resposta.

Expliquei a minha preocupação em relação ao curto tempo no Jardim Botânico mediante o congestionamento diário e este se mostrou solidário às nossas intenções.

Ele, prontamente, ligou para a empresa do ônibus (Cruzeiro do Sul) e perguntou sobre a possibilidade de estender o horário para - pelo menos - 13 horas. Solicitação aceita, para a minha alegria e da Camila, as primeiras a saberem do curto tempo previsto, inicialmente.

O ônibus foi para perto da escola e, por causa do adiantado da hora, eu não pude conferir todas as caixas e sacos com os donativos. Confiei nos “meninos”.

Chamei, nominalmente, cada aluno para entrar no ônibus a partir das autorizações assinadas e entregues. Foram apenas 21 (vinte e um) alunos, eu e uma mãe, srª. Maria de Fátima Silva Rosendo de Oliveira, responsável da aluna Victória da Silva Oliveira.

A Galera da Turma 1801


Os alunos Jhonatas e Agatha Cristina, tranquilos, tranquilos


O sorriso bonito do aluno Reinaldo Oliveira e a galera atrás



O aluno Lucas Melo estava quieto, no seu canto (Milagre!)



Responsável de aluna: Srª Maria de Fátima Silva Rosendo de Oliveira




Sr. Edmar - Motorista da Cruzeiro do Sul

Ao chegarmos à Casa de Apoio à Criança com Câncer – São Vicente de Paulo, o ônibus teve que estacionar do outro lado da calçada, o que acabou implicando em uma maior atenção com os alunos na hora da travessia da rua, uma vez que esta é muito movimentada.

Tudo correu muito bem. Os funcionários e até alunos ajudaram a transportar os donativos para o interior da Instituição.

Foi, justamente, neste momento que eu percebi que os alunos esqueceram de pegar a sacola com as roupas e acessórios, bem como a boneca grande e uma sacola branca com alguns brinquedos de pelúcia.


Momento da chegada na rua da Casa de Apoio à Criança com Câncer - São Vicente de Paulo


A responsável do dia pela Casa de Apoio e que nos atendeu foi a Srª. Gleidi Corrêa. Esta se mostrou bem atenciosa conosco, apesar de se encontrar atribulada com obras, por quais a Instituição está passando.

Foram entregues 1.193 unidades de gelatinas (a maioria de coloração vermelha, porém outras de sabor limão, maracujá etc.); 51 sacos e/ou latas de leite em pó (sendo 1 lata de Leite Molico Desnatado); 02 unidades de Achocolatados (1 lata de Nescau e 1 saco de Amigo); Brinquedos diversos, as roupas e acessórios (que ficaram na escola junto com uma boneca e uma outra sacola de brinquedos).

Eu a comuniquei sobre a falta das sacolas e me prontifiquei de levá-los amanhã, 6ª feira (24/07).

Algumas crianças brincavam no pátio interno. Todas, segundo a srª. Gleidi Corrêa, doentes (câncer). Segundo a mesma, três idosos também se encontravam alojados na Casa, pois moram longe (bairros distantes e até outros municípios do Rio de Janeiro) e precisam de - pelo menos – quinze dias para fazer o tratamento no hospital.

Os alunos tiraram fotos, mas não com as crianças, pois estas se negaram. Vergonha ou não, nós respeitamos. Um menino chegou a levar os alunos a conhecer as dependências da Casa de Apoio e eles, inclusive, viram um dos idosos.


Os alunos com a Srª Gleidi Corrêa (com touca na cabeça)






Os donativos

Despedimos-nos com o convite para voltarmos em outras ocasiões e, inclusive, com a informação que a Instituição promove uma festa para os aniversariantes do mês sempre no último sábado (das 14h às 17h).

Cada aluno recebeu um folder da Instituição e eu recebi uma quantidade maior para expor e distribuir na escola.

Saímos de lá e fomos direto ao Jardim Botânico. Chegamos às 10h 07min e combinamos com o Sr. Edmar, o motorista do ônibus, de retornarmos ao ponto de encontro às 12 h.

A visitação ao Jardim Botânico merece outra postagem... Foi super legal e proveitosa. Um segundo responsável veio até o grupo, o pai da aluna Bruna Kelly, que trabalha perto do Jardim Botânico e ficou com o grupo até o final da visitação.


A partida



O nosso ônibus

Documento entregue à Instituição (Casa de Apoio São Vicente de Paulo)

Detalhe dos itens doados

No retorno à escola, os alunos Camila Nascimento e Gabriel Novaes se ofereceram a me acompanhar ao Hospital Mário Kroeff para entregar a caixa com os leites em pó.

Quando chegamos em Bonsucesso, próximo à escola, o Sr. Edmar se ofereceu para nos deixar perto do hospital, pois era o caminho dele em direção à empresa do ônibus.

Os alunos desceram do ônibus e a grande maioria foi embora direto para casa, enquanto algumas alunas, cujas mães se prontificaram a ir buscá-las, ficaram com a Srª. Maria de Fátima, aguardando-as.

No hospital, eu e os alunos Camila e Gabriel entregamos a caixa a um funcionário da cozinha.

Os alunos e o funcionário da Cozinha, que recebeu a caixa com leite em pó

A Srª. Sueli Citrangolo apareceu depois e eu comuniquei o ocorrido (esquecimento da caixa). Registramos tudo através de fotos.

Através desta nova vinda descobrimos que, todas às quinta feiras, há uma feirinha de artesanato no hospital, com produtos feitos pelos pacientes e outros, assim como consegui anotar as referências quanto aos bustos existentes no pátio interno do hospital.


No centro, busto do Professor, médico e patrono do Hospital, Mário Kroeff (1891-1983);

à direita, o busto do Prof. Jorge de Marsillac (Presidente da A.B.A.C) e

à esquerda, a do Prof. Alberto Coutinho ( 1902-1984) - pioneiro do ensino da Cancerologia no Brasil

Saímos do hospital e fomos para o centro da Penha, em frente a estação ferroviária. O nosso objetivo era tirar foto com o gerente do Supermercado SuperPrix, Sr. Eronides Silva.

Foi ele que recebeu, de minhas mãos, o ofício da Unidade Escolar solicitando contribuição quanto às doações de gelatina e que fez o encaminhamento à Central da rede de supermercado. Através dele obtivemos 1.530 unidades de gelatinas (quantidade esta, dividida entre as duas Instituições beneficiadas).


Sr. Eronides Silva, eu e os alunos



Supermercado SuperPrix, localizada na Rua Nicarágua, n° 294,

em frente a Estação Ferroviária da Penha

Missão cumprida! Enfim, retornamos à escola. Os alunos foram para suas respectivas residências, enquanto eu ainda fui falar com a Coordenadora Pedagógica, Márcia Ruggi, bem como as Professoras Sandra Amadeu e Margarida.

Na saída, encontrei-me com a Diretora Geral, Angela Gaeta, que perguntou sobre o passeio e a entrega das doações. Quando comentei sobre as sacolas esquecidas, esta se prontificou a nos levar de carro (eu e mais dois alunos), amanhã, na Casa de Apoio à Criança com Câncer – São Vicente de Paulo.

Ótimo! Somente amanhã, eu poderei dar por encerrada a entrega das doações. E como é o último dia de aula, só colocarei os cartazes para prestar conta acerca dos documentos entregues e assinados pelas respectivas Instituições beneficiadas no ato da entrega dos donativos, em agosto, quando do início do segundo semestre.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Entrega das primeiras doações: Hospital Mário Kroeff

Logotipo da Campanha de Solidariedade da E. M. Dilermando Cruz




Ontem, eu, a Profª Sueli Vieira (minha irmã) e os alunos Carlos Eduardo Rodrigues Mello, Lucas Melo de Queiroz e Matheus Monteiro Magalhães fizemos a entrega das doações da primeira arrecadação da Campanha de Solidariedade (2009) ao Hospital Mário Kroeff, localizado na Rua Magé, n° 326, na Penha Circular, no município do Rio de Janeiro.

No sorteio dos alunos que iriam fazer a entrega das doações, eu optei por indicar dois nomes por merecimento. Indiquei os alunos Lucas Melo e Matheus Monteiro, pois foram os que mais ajudaram. Já a escolha do Carlos Eduardo foi resultado de sorteio.

Como todos os alunos da turma 1801 poderão participar da entrega das doações à casa de Apoio à Criança com Câncer – São Vicente de Paulo, pois ganhamos um ônibus pela 4ª Coordenadoria Regional de Educação, eu avisei a eles que, para o hospital, eu escolheria só os meninos.

Afinal, foram eles que mais ajudaram no turno da tarde e, sinceramente, sem eles, eu não conseguiria separar as gelatinas, os leites e, muito menos, os brinquedos. Daí, o trio masculino nos acompanhando no hospital.

O tempo estava bastante chuvoso, mas conseguimos entregar e voltar na “Santa Paz”, satisfeitos com a missão cumprida, mais uma vez (quinta arrecadação desde 2007).

Hoje, nós iríamos entregar as doações à Casa de Apoio, mas devido o mau tempo, a Coordenadoria cancelou o ônibus.

Os alunos ficaram decepcionados, mas não tive culpa e nem sabia – tal como eles – acerca do cancelamento e da transferência.

Além da entrega das doações, o ônibus iria proporcionar um passeio extra à turma e nós optamos pelo Jardim Botânico.

Assim sendo, a nossa ida à Casa de Apoio e ao Jardim Botânico ficou marcada para a próxima 5ª feira (23/07). E para aliviar os corações, a previsão do tempo já indica melhora, com sol, à partir de amanhã.

Foram entregues no referido Hospital: 1.180 gelatinas; 50 sacos e/ou latas de leite em pó; 01 lata de Toddy e brinquedos diversos (tanto para meninos quanto para meninas). Vide documento em anexo.

Doações destinadas ao hospital Mário Kroeff



Da esquerda para a direita: Lucas Melo, Matheus Monteiro e Carlos Eduardo






Entrega dos brinquedos à responsável (Chefe) pela

Sala de Captação de Recursos Externos do Hospital (srª Sueli Citrangolo)






Entrega dos gêneros alimentícios ao responsável pelo Setor da Cozinha





Eu, os alunos e o funcionário responsável





Profª Sueli Vieira, os alunos e o funcionário










Documento entregue à Instituição (Hospital Mário Kroeff)

Detalhe dos itens doados

20 de julho: 40 anos da chegada do homem à Lua




Imagem da Terra acima do horizonte lunar (NASA photo ID AS11-44-6552)

Ontem, também, foi lembrado o dia em que o homem pisou na Lua. O grande feito ocorreu há 40 anos, mais precisamente, no dia 20 de julho de 1969.

A conjuntura histórica vigente, na época, era a Guerra Fria, que marcou a divisão geopolítica do mundo.

O embate era entre as duas grandes potências mundiais, Estados Unidos (EUA) e a União da Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), caracterizando a bipolaridade da Nova Ordem Mundial, após a II Guerra Mundial (1945).

Mais do que uma disputa pelo poderio militar e/ou econômico entre ambas as potências, o embate perpassava a nível de sistema político-ideológico, tendo os EUA na liderança do sistema capitalista e a URSS à frente do socialismo.

E ambos desejavam a manutenção e a expansão de áreas de influência de seus interesses, capazes de consolidar suas respectivas lideranças.

E foi nesta conjuntura, que o mundo presenciou não só conflitos - das mais diferentes naturezas - financiados e orientados por ambas potências, como também o desenvolvimento e desfiles de materiais bélicos, redes de espionagem, a corrida espacial, o surgimento do próprio terrorismo (preconizado pelo embate entre as duas nações envolvidas), entre outros.

A corrida espacial teve início à partir da década de 50 e esta representava, tanto para os Estados Unidos (capitalista) quanto para a antiga URSS (socialistas), não só a questão de vanguarda nesta área, mas sobretudo, a afirmação quanto à supremacia como potência mundial.

Os russos foram os pioneiros na corrida espacial, em 1957, lançando foguetes, satélites artificiais com o nome de SPUTINIKS, assim como foram os primeiros a colocar um homem no espaço.
Em 12 de abril de 1961, a antiga União Soviética (URSS) lançou a nave Vostok 1 com o astronauta Yuri Gagarin, que na época tinha 27 anos.

Yuri Gagarin se tornou o primeiro homem a ir ao espaço, dando uma volta completa em órbita ao redor do nosso planeta. Sua proeza ficou marcada pela sua célebre frase: “A Terra é Azul!”.

No dia 16 de julho de 1969 foi a vez dos Estados Unidos e o acontecimento foi ainda maior.

O governo estadunidense enviou uma nave tripulada à Lua. O grande acontecimento, que marcou a história da humanidade, teve seu início às 9h32min da manhã no Complexo de Lançamento 39, do Centro Espacial Kennedy, na Flórida com o lançamento da espaçonave Apollo 11.

A tripulação era constituída pelos astronautas Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins.

Imagem capturada na Internet


Após entrar na órbita da Lua, no dia 19 de julho, a espaçonave Apollo 11 se desmembrou em dois módulos (duas naves), as quais receberam os nomes de Columbia e Águia.
A nave Columbia permaneceu na órbita lunar, sob o comando de Michael Collins, enquanto a segunda nave (Águia), com os astronautas Neil Armstrong e Edwin Aldrin desceu até a Lua, no dia 20 de julho de 1969.

E foi às 22h56 min deste dia, que Neil Armstrong se tornou o primeiro homem à pisar na superfície da Lua. Quinze minutos depois foi a vez de Edwin Aldrin, segundo homem a pisar no solo lunar.

Imagem capturada da Internet (NASA photo ID AS11-40-5878)


Michael Collins foi o único que não pode realizar esta proeza, pois ficou na outra nave, esperando o momento de resgatá-los.

Os astronautas ficaram 2 horas e 32 minutos na superfície lunar. Além de fotos, do hasteamento da bandeira dos EUA e da placa que foi deixada no solo lunar, com a seguinte mensagem "Aqui os homens do planeta Terra pisaram pela primeira vez na Lua. Julho de 1969. Viemos em paz, em nome de toda a humanidade", os astronautas coletaram fragmentos de rochas (37 Kg).

E, justamente, são estas rochas que comprovam que a chegada do homem à Lua não foi uma farsa, como muitos postulam até hoje. De acordo com os pesquisadores, não há rocha similar na natureza terrestre.

Além de ter sido o primeiro homem a pisar em solo lunar, Neil Armstrong proferiu uma das mais famosas frases da história: "Este é um pequeno passo para um homem, mas um salto gigantesco para a humanidade".

Os três astronautas voltaram à Terra, salvos, na nave Columbia. E no dia 24 de julho do mesmo ano, às 12h 50 min, a nave pousou à à 812 milhas náuticas do sudoeste do Hawai, no oceano Pacífico.

A chegada do homem à Lua foi um grande fato histórico não só no âmbito da chamada Guerra Fria, como na história da humanidade. Provou que a evolução tecnológica, mesmo repleta de riscos e desafios, permitiu o êxito da missão e a supremacia dos Estados Unidos.

Reflexo de Armstrong no visor de Edwin Aldrin

Imagem capturada na Internet (NASA photo ID AS11-40-5903)

Fontes complementares de Pesquisa;

. Apollo 11.com

. Apollo 11: 40 anos

. Veja.com

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Dia do Amigo II


20 de julho: Dia do Amigo








Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.


Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.


Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.


Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.


Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.


Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.


Albert Einstein

Para a minha surpresa, 26 de março consta como Dia do Amigo Virtual. Eu achei estranho, pois independente do tipo de rede de amizade que você tenha, amigo é amigo.

Eu considero hoje e, por isso, a estes meus amigos especiais, que conquistei através de Cursos a Distância, tal como os da Escola Conectada (Instituto Ayrton Senna), estou deixando mais uma mensagem - já bastante conhecida - mas jamais cansativa de ser lembrada.




Amigo Virtual



Meu amigo virtual é diferente...
Ele não olha nos meus olhos,
Mas, ele vê meu coração...



Meu amigo virtual é diferente...
Ele não percebe as minhas lágrimas
Mas, percebe o momento de me confortar



Meu amigo virtual é diferente...
Ele não sorri, mas ele me faz sorrir...



Meu amigo virtual...
Você não sabe...
Mas te procuro todas as noites.



Você não sabe...
Mas fico feliz quando você vem...
Olho para você, na expectativa de um sorriso...



Te espero assim como o Sol, espera pelo amanhecer...
Te espero assim como a Lua, espera pela noite,
Certa que virá!



Não me importa se vens através de telas...
O que importa, é que venhas..
Não sei porque te escolhi como amigo...



Suas letrinhas são iguais a de todos os outros,
Apenas suas palavras são firmes...



Você consegue me fazer acreditar.
Talvez você não saiba, mas quando me falas...
Quando brinca comigo...
Quando me escutas...
Quando me amas...



Exerce a nobre tarefa de um amigo REAL.
Assim... Cativa-me...



Escuto seu sorriso, através dos sons do teclado.
Ouço teu coração através do meu coração,
Sinto tua alegria através da minha alegria...



Nunca deixe de vir...
Só conhece a importância dos verdadeiros amigos,
Quando começamos a perceber sua ausência,
Quando chamamos por todos,
E somente ele vem...

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Recesso Escolar chegando... Vamos descontrair!

Imagem capturada na Internet

O Recesso Escolar na rede pública estadual do Rio de janeiro começa amanhã, já que às vezes temos Sábado Letivo. Na rede pública municipal (Rio de Janeiro) só inicia à partir do dia 25 de julho.

As turmas já estão esvaziando, pois muitos alunos começaram a viajar com os seus responsáveis. E, em consequência deste "clima" de descanso temporário, o estresse diminui e a gente fica mais "light". Por isso, nada melhor que rir... Rir faz bem e afugenta o mau humor e a depressão.

Para aliviar um pouco a carga de responsabilidade diária do professor, bem como do aluno, estou compartilhando, neste espaço, de algumas "piadinhas" leves acerca da escola. Vamos lá...

1. Dia de Prova na Escola (texto modificado)

Dia de prova na escola, 50 alunos na sala, professor chato, impaciente e louco pra ir embora...

- Meio dia em ponto, a prova termina. Quem não entregar até esta hora, não entrega mais! - diz o professor.

As 12h10min, um aluno corre com a prova na mão e a entrega ao professor, que arrumava o seu material para ir embora.

- Eu avisei que não aceitaria nenhuma provas fora do horário! Esqueça!

O aluno com ar de autoritarismo, pergunta ao professor:

- O senhor sabe com quem está falando???

A resposta do professor tinha certo sarcasmo.

- Não, não faço a menor idéia. Empinando mais o nariz, tornou a repetir.

- Tem certeza disso? Indagou o aluno, novamente.

- Absolutíssima!!!

O aluno levantou a imensa pilha de provas, enfiou a dele no meio, deu uma embaralhadinha e disse:

- Então, descobre...

2. Exemplo de Injustiça

Na escola, a professora pergunta ao Joãozinho:

- Joãozinho, me dê um exemplo de injustiça.

- Esta é fácil, professora! É o caso do filósofo Sócrates. Respondeu o aluno.

- Por que? Perguntou a professora, curiosa.

- Ora, ele disse "Só sei que nada sei" e ficou na História. Já eu, disse-lhe o mesmo no ano passado e a senhora me fez repetir de ano. É ou não é injusto?

3. Na aula de Físico-Química

Durante a aula, o professor de Ciência pergunta para a Mariazinha:

- Mariazinha, o que significa a formula H2SO4 ?

E a aluna responde: - Eu sei ! Eu sei ! Está aqui professor, na ponta da língua...

Joãozinho, mais rápido, dá uma palmada na cabeça da Mariazinha dizendo:

- Cospe ! Cospe que é Ácido Sulfúrico.

4. Conjugação do Verbo

O professor de Língua Portuguesa solicita à aluna que conjugue o verbo Andar, no Presente do Indicativo.

A aluna levanta e começa falar:

- Eu ando... Tu andas... Ele anda...

Como ela estava conjugando muito devagar, o professor falou:

- Mais rápido!

- Nós corremos, vós correis, eles correm.

5. Sinônimo

Na sala de aula, durante uma Prova de Redação, a amiga loira pergunta para a colega morena:

- Pssiiuu... amiga! Você sabe um sinônimo para MUITOS?

- Vários! Respondeu a morena.

- Tá, mas eu só quero um!

6. As Mudanças na Educação



Gripe H1N1: Sintomas e formas de contágio


Como a preocupação vem aumentando, infelizmente, entre nós brasileiros em razão dos últimos números acerca dos casos confirmados e das mortes registradas em nosso país devido ao vírus influenza A da Gripe Suína, achei oportuno relembrar os sintomas e as formas de contágio.

O Rio Grande de Sul, em razão de sua localização geográfica, próximo aos países Argentina e Uruguai, tem sido destaque nos jornais e outras mídias devido a elevada taxa de letalidade do vírus (5,22%) no estado, de acordo com os números oficiais publicados hoje, dia 17 de julho.

O Brasil passou a integrar o rol dos países, onde o vírus circula livremente no território nacional. O que isso significa? Significa que qualquer pessoa pode contrair o vírus Influenza A, a qualquer momento e com qualquer pessoa. Antes, os casos confirmados da Nova Gripe se restringiam às pessoas que tinham viajado para algum país com ocorrência da doença ou por ter tido contato por alguém que tivesse viajado.

Agora, vamos dizer assim: "o perigo passou a morar ao lado", seja numa fila de um banco, seja sentada em um ônibus...

É claro que o fato não se encontra em um quadro bastante crítico, mas como ele vem se desenvolvendo é algo a ser considerado bastante preocupante.

Selecionei e estou compartilhando as informações, abaixo, a respeito dos sintomas e das formas de contágio da FolhaOnLine.

Sintomas e como a doença é transmitida

. O que é o vírus da gripe suína?

A gripe suína é causada por um vírus de uma família de vírus que incluem influenza A, B e C. Esta doença é resultado do vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é diferente do H1N1 totalmente humano que circula nos últimos anos, por conter material genético dos vírus humanos, de aves e suínos, incluindo elementos de vírus suínos da Europa e da Ásia.

. Quais são os sintomas?

Os sintomas são muito similares aos de uma gripe comum ou mesmo aos da dengue. O paciente com gripe suína tem febre acima de 39ºC, falta de apetite, dores musculares e tosse. Algumas pessoas com a gripe suína também relataram ter apresentado catarro, dor de garganta, náusea, vômito e diarreia forte.

O período de incubação da gripe - o tempo até que a pessoa desenvolva os sintomas - é de entre 24 e 48 horas, embora não haja confirmação de um padrão para o atual surto.

. Como a gripe é transmitida?

Em casos registrados nos últimos anos, a doença foi contraída por pessoas que tiveram contatos com criações de porcos, mas não há registro de que o mesmo tenha acontecido no atual surto. Ela está sendo da mesma forma que a gripe comum: por via aérea, de pessoa para pessoa, por meio de espirros e tosse. Os especialistas apontam que, normalmente, as partículas com vírus viajam por até um metro de distância.

As pessoas podem transmitir o vírus antes mesmo de sentir os sintomas e depois de já terem melhorado. Os vírus da gripe suína podem ser encontrados não apenas nas secreções nasais, mas nas fezes.

Os vírus da gripe também sobrevivem por dias ou até mesmo semanas em superfícies secas.

Evidências apontam que as pessoas podem se contaminar ao encostar em superfícies contaminadas - como teclados e maçanetas - e depois tocar nariz, olhos ou boca.

. Como se prevenir?

A melhor maneira de se prevenir é evitar as formas mais comuns de contágio - contato com pessoas infectadas ou que apresentem os sintomas e contato com objetos de manuseio por muitas pessoas como maçanetas, teclados e telefones.

O governo mexicano, país onde o surto começou, aconselha que as pessoas evitem apertos de mão e beijos, além do uso de máscaras que cobrem o nariz e a boca ao sair nas ruas.

A União Europeia e Cuba recomendaram ainda que os turistas evitem viajar para os países e áreas infectadas pela gripe suína.

. Quais os riscos da gripe suína?

Embora a Organização Mundial de Saúde (OMS) tenha pedido cautela diante do pânico criado pelo surto de gripe suína, os vírus da gripe são frequentemente fatais. A própria OMS estima que variações da gripe matem de 250 mil a 500 mil pessoas em um ano normal, número que aumenta significativamente durante pandemias.

As últimas pandemias - epidemias generalizadas - ocorreram em 1968, 1957 e 1918.

A gripe pode matar também ao causar uma pneumonia ou ao deixar o sistema de defesa do organismo mais vulnerável a infecções bacterianas.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Gripe H1N1: 11 vítimas fatais no Brasil

As notícias não são nada boas em termos da Gripe N1H1 no Brasil; primeiro, porque o número de vítimas fatais no país subiu para 11 (onze), sendo sete no Rio Grande do Sul, três em São Paulo e uma no Rio de Janeiro.

A primeira em nosso estado e no município (Rio de Janeiro); segundo, o Brasil passou a ser considerado país com transmissão sustentada do vírus, isto é, o Brasil apresenta circulação livre do vírus no território nacional e não apenas nos casos da pessoa ter viajado para o exterior ou que tiveram contato com pessoas que viajaram para países com registros da doença.

O próprio minsitro da Saúde, José Gomes Temporão, confirmou este quadro em entrevista coletiva.

De acordo com os especialistas, em artigo publicado na Revista Nature, a diferença entre o vírus da gripe comum e a H1N1 é que se esta, última, não for tratada rapidamente e de maneira adequada, o pulmão é afetado gravemente.

Entretanto, uma esperança ainda existe e veio com as palavras de uma especialista da Organização Mundial da Saúde (OMS), que assegurou que até o início de setembro deverá estar disponíveis as primeiras doses de uma vacina contra a gripe H1N1.

Contudo, Marie-Paule Kieny, diretora da Iniciativa da OMS para a Pesquisa de Vacinas, ressaltou que o tempo necessário para levar a imunização a todos os países dependerá de licenciamento local e da eficiência de cada tratamento.

Fontes de Consulta:

. Correio Braziliense

. estadao.com.br

. globo.com

Campanha da Solidariedade: Novidades



Hoje, pela manhã, recebi mais gelatinas de alguns alunos e três Leites em Pó, sendo uma lata da inspetora Penha e dois sacos da professora Angela (Matemática). Com estes, agora, ficam faltando apenas duas unidades de Leite em Pó para atingirmos a meta das cem unidades.

À tarde, eu, Matheus Monteiro, Felipe (Turma 1901) e Lucas Melo separamos os brinquedos. Algumas alunas, na parte da manhã, limparam alguns brinquedos, mas o trabalho maior - mesmo - ficou para o segundo turno, principalmente, comigo e os dois primeiros alunos. O Lucas Melo chegou depois.

Separamos os brinquedos para as duas Instituições, cabendo a maior diversidade à Casa de Apoio à Criança com Câncer - São Vicente de Paulo, uma vez que esta recebe também a família e, por isso, alguns brinquedos que se mostraram incovenientes para um ambiente hospitalar, como por exemplo, vassourinha, bola ou flauta, foram destinados para esta Instituição.

Fiquei muito feliz com a ajuda dos alunos, pois sem eles, eu jamais conseguiria, sozinha.

A professora e diretora Angela Gaeta veio ao nosso encontro (estávamos no andar superior, em frente ao Laboratório de Informática) para nos dar uma ótima notícia.

Os alunos da Turma 1801 vão adorar saber... Conseguimos o ônibus e, após a entrega das doações, a turma poderá realizar um passeio. Os alunos que estavam comigo e ouviram as palavras da Diretora, vibraram. E eu, também!

A Diretora só me pediu para escolher o roteiro do passeio. Eu perguntei ao Lucas Melo e Matheus Monteiro. Tínhamos duas opções mais viáveis: o Clube Aeroespacial e o Jardim Botânico.

A segunda opção foi a escolhida. Inclusive, no ano passado tivemos dois ônibus, em momentos diferentes, para irmos ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro, com a mesma turma, mas não fomos, pois a chuva nos impediu nos dois dias alternados.

Quando descemos com os sacos, encontramos a aluna Bruna Kelly, da mesma turma (1801), que estava com a sua mãe para buscar a irmã mais nova. Ela quando soube da novidade, também, ficou muito feliz e concordou com a escolha. Ela disse que avisaria aos outros alunos.

Saímos de escola às 16h40min e já com a data certa da entrega das doações da Casa de Apoio e do passeio, será no próximo dia 21 de julho (3ª feira). Vou fazer de tudo para irmos ao Hospital, na 2ª feira, dia 20 (Dia do Amigo).