segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Países, Capitais e Imagens da América

CONTINENTE AMERICANO
DIVISÃO FÍSICA


(Montagem a partir de imagens capturadas)


PAÍSES E CAPITAIS DA AMÉRICA


1. Antígua e Barbuda - Saint John’s
2. Argentina – Buenos Aires
3. Bahamas - Nassau
4. Barbados - Bridgetown
5. Belize - Belmopan
6. Bolívia – La Paz
7. Brasil – Brasília
8. Canadá - Ottawa
9. Chile – Santiago
10. Colômbia – Bogotá
11. Costa Rica - San José
12. Cuba - Havana
13. Dominica - Roseau
14. El Salvador - San Salvador
15. Equador – Quito
16. Estados Unidos - Washington
17. Granada - Saint George’s
18. Guatemala - Cidade da Guatemala
19. Guiana – Georgetown
20. Haiti - Porto Príncipe
21. Honduras - Tegucigalpa
22. Jamaica - Kingston
23. México - Cidade do México
24. Nicarágua - Manágua
25. Panamá - Cidade do Panamá
26. Paraguai – Assunção
27. Peru – Lima
28. República Dominicana - Santo Domingo
29. Santa Lúcia - Castries
30. Saint Cristóvão e Nevis - Basseterre
31. São Vicente e Granadinas - Kingstown
32. Suriname – Paramaribo
33. Trinidad e Tobago - Port of Spain
34. Uruguai – Montevidéu
35. Venezuela – Caracas


Todas as imagens abaixo foram capturadas da Internet
com o objetivo de ilustrar a grande riqueza do continente americano.
Chicago, EUA





Buenos Aires, Argentina



Bogotá (Colômbia)




São Paulo, Brasil





Caracas, Venezuela



Toronto, Canadá




Santiago, Chile



Deserto do Atacama, Chile



Canal do Panamá, Panamá



Havana, Cuba




Foz do Iguaçu, Paraná





Lago Titicaca, Bolívia-Peru



Floresta Amazônica






Machu Picchu, Peru







Grand Cannyon, EUA





Cataratas do Niágara, Canadá

Países, Capitais e Imagens da África

Continente Africano

Texto atualizado em 27/07/2011, às 10h28,
com a introdução do novo país Sudão do Sul











PAÍSES E CAPITAIS DA ÁFRICA

1. África do Sul –Pretória/Tshwane
2. Angola – Luanda
3. Argélia – Argel
4. Benin – Porto Novo
5. Botsuana – Gaborone
6. Burkina Faso – Ouagadougou
7. Burundi – Bujumbura
8. Cabo Verde – Praia
9. Camarões – Yaoundé (Laundê)
10. Chade – Ndjamena
11. Comores – Moroni
12. Congo – Brazzaville
13. Costa do Marfim – Abidjan
14. Djibuti – Djibuti
15. Egito – Cairo
16. Eritréia – Asmara
17. Etiópia – Adis-Abeba
18. Gabão – Libreville
19. Gâmbia – Banjou
20. Gana – Acra
21. Guiné – Conacri
22. Guiné Equatorial – Malabo
23. Guiné-Bissau – Bissau
24. Lesoto – Maseru
25. Libéria – Monróvia
26. Líbia – Trípoli
27. Madagascar – Antananarivo
28. Malawi – Lilongue
29. Máli – Bamaco
30. Marrocos – Rabat
31. Mauritânia – Nuakchott
32. Maurício – Port Louis
33. Moçambique – Maputo
34. Namíbia – Windhoek
35. Níger – Niamei
36. Nigéria – Abuja
37. Quênia – Nairóbi
38. República Centro Africana – Bangui
39. República Democrática do Congo – Kinshasa
40. Ruanda – Kigali
41. São Tomé e Príncipe – São Tomé
42. Senegal – Dacar
43. Serra Leoa – Freetown
44. Seychelles – Vitória
45. Somália – Mogadíscio
46. Suazilândia – Mbabane
47. Sudão – Cartum
48. Sudão do Sul - Juba
49. Tanzânia – Dodoma
50. Togo – Lomé
51. Tunísia – Túnis
52. Uganda – Campala
53. Zâmbia – Lusaca
54. Zimbábue – Harare

Todas as imagens abaixo foram capturadas da Internet com o objetivo de ilustrar a grande riqueza do continente africano, bem como os seus graves problemas




Pretória - África do Sul



Pretória - África do Sul



Cataratas de Vitória





Rica fauna


Deserto do Saara, o maior do mundo



Extração de diamantes




Grande diversidade étnica e cultural






Escassez de água potável





Fome, miséria, desnutrição ...

Temos ainda, conflitos internos, altos índices de contaminação pelo HIV, avanço da desertificação, baixa expectativa de vida, entre outras mazelas que assolam o seu território tão rico em termos de recursos naturais e humanos.

II Campanha de Solidariedade 2008

Logotipo da Campanha de Solidariedade da E.M. Dilermando Cruz



Estamos nos organizando, novamente, para a segunda arrecadação de alimentos e brinquedos para as Instituições que a Comunidade Escolar da E. M. Dilermando Cruz atende:


. Hospital Mário Kroeff (http://www.mariokroeff.org.br/)

. Casa de Apoio à Criança com Câncer - São Vicente de Paulo (http://www.casaapoiocancer.org.br/).

A tarefa não é nada fácil, pois temos que mobilizar a todos, inclusive, a comunidade externa e comerciantes do bairro e adjacências.

Como estamos no final do ano, esperamos que o sentimento natalino, que sempre aproxima as pessoas, fazendo-as compartilhar de forma mais efetiva, possa assegurar uma arrecadação maior.

Precisamos da união dos alunos, responsáveis, professores, Direção e pessoal de apoio a fim de que, mais uma vez, os nossos objetivos sejam alcançados.




"Aquele que tem caridade no coração tem sempre qualquer coisa para dar".
( Santo Agostinho )



Imagem capturada da Internet

domingo, 9 de novembro de 2008

Vitória do Democrata Barack Hussein Obama Jr


Imagem capturada da Internet

O resultado das eleições para a presidência dos Estados Unidos já era esperado. Nós mesmos, localizados em outra parte do mesmo continente, distantes direto das manifestações populares, porém informados diariamente pelas mídias (Televisão, Internet, rádio, jornais etc) conseguimos prever os resultados favoráveis ao senador democrata Barack Obama.

O momento histórico não se traduz na vitória do candidato do partido Democrata sobre o Republicano, partido perdedor, que é o mesmo do atual presidente George W. Bush.

O feito histórico implica em muitos outros aspectos, principalmente, pela história desta nação tão marcada pelo preconceito racial, cujas raízes remontam aos sistemas coloniais implantados em seu território (colonização de Povoamento e de Exploração), sobretudo, ao de Exploração instituído nas Colônias do Sul, como também pelo surgimento e as fases da famosa Organização Ku Klux Klan e os diversos registros de violações aos direitos humanos, tentativas e assassinatos de líderes de movimentos de negros, como Martin Luther King e Malcolm X (El Hajj Malik El Shabazz), que lutaram pela igualdade racial nos EUA.


Ku Klux Klan - Imagem capturada da Internet


Martin Luther King e Malcolm - Imagem capturada da Internet


Todavia, a vitória de Barack Hussein Obama Jr., não vai aniquilar – de vez - o racismo individual no território estadunidense, mas indubitavelmente, o 44º Presidente dos Estados Unidos marcará a história desta grande potência mundial pelo fato de ser o primeiro presidente negro do país e, sobretudo, por seguir os preceitos de igualdade racial.

Pelo menos é o que a maioria dos estadunidenses esperam e, a sociedade mundial, também!

Que o seu governo, a ser iniciado sob a vigência de uma grave crise econômica de efeito global, possa reverter tal situação atual e primar por uma política interna e/ou externa mais responsável, justa e humana, capaz de manter sua popularidade nos mais altos níveis de apoio.

Segundo pesquisas realizadas no ano passado, George W. Bush obteve os mais baixos índices de apoio da população (cerca de 29%), o que lhe garantiu o título do presidente mais impopular dos últimos tempos dos EUA.




Imagem capturada da Internet

Eis o discurso da vitória de Barack Obama ao povo estadunidense, proferido no Grant Park de Chicago (Illinois) por volta das 23h, do dia 04 de novembro (3 h do dia 5/11, no horário de Brasília) para mais de 100 mil pessoas.


"Olá, Chicago!

Se alguém aí ainda dúvida de que os Estados Unidos são um lugar onde tudo é possível, que ainda se pergunta se o sonho de nossos fundadores continua vivo em nossos tempos, que ainda questiona a força de nossa democracia, esta noite é sua resposta.

É a resposta dada pelas filas que se estenderam ao redor de escolas e igrejas em um número como esta nação jamais viu, pelas pessoas que esperaram três ou quatro horas, muitas delas pela primeira vez em suas vidas, porque achavam que desta vez tinha que ser diferente e que suas vozes poderiam fazer esta diferença.

É a resposta pronunciada por jovens e idosos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, indígenas, homossexuais, heterossexuais, incapacitados ou não-incapacitados.

Americanos que transmitiram ao mundo a mensagem de que nunca fomos simplesmente um conjunto de indivíduos ou um conjunto de estados vermelhos e estados azuis.

Somos, e sempre seremos, os Estados Unidos da América.

É a resposta que conduziu aqueles que durante tanto tempo foram aconselhados por tantos a serem céticos, temerosos e duvidosos sobre o que podemos conseguir para colocar as mãos no arco da História e torcê-lo mais uma vez em direção à esperança de um dia melhor.

Demorou um tempo para chegar, mas esta noite, pelo que fizemos nesta data, nestas eleições, neste momento decisivo, a mudança chegou aos EUA.

Esta noite, recebi um telefonema extraordinariamente cortês do senador McCain.

O senador McCain lutou longa e duramente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e duramente pelo país que ama. Agüentou sacrifícios pelos EUA que sequer podemos imaginar. Todos nos beneficiamos do serviço prestado por este líder valente e abnegado.

Parabenizo a ele e à governadora Palin por tudo o que conseguiram e desejo colaborar com eles para renovar a promessa desta nação durante os próximos meses.

Quero agradecer a meu parceiro nesta viagem, um homem que fez campanha com o coração e que foi o porta-voz de homens e mulheres com os quais cresceu nas ruas de Scranton e com os quais viajava de trem de volta para sua casa em Delaware, o vice-presidente eleito dos EUA, Joe Biden.

E não estaria aqui esta noite sem o apoio incansável de minha melhor amiga durante os últimos 16 anos, a rocha de nossa família, o amor da minha vida, a próxima primeira-dama da nação, Michelle Obama.

Sasha e Malia amo vocês duas mais do que podem imaginar. E vocês ganharam o novo cachorrinho que está indo conosco para a Casa Branca.

Apesar de não estar mais conosco, sei que minha avó está nos vendo, junto com a família que fez de mim o que sou. Sinto falta deles esta noite. Sei que minha dívida com eles é incalculável.

A minha irmã Maya, minha irmã Auma, meus outros irmãos e irmãs, muitíssimo obrigado por todo o apoio que me deram. Sou grato a todos vocês. E a meu diretor de campanha, David Plouffe, o herói não reconhecido desta campanha, que construiu a melhor campanha política, creio eu, da história dos Estados Unidos da América.

A meu estrategista chefe, David Axelrod, que foi um parceiro meu a cada passo do caminho.
À melhor equipe de campanha formada na história da política. Vocês tornaram isto realidade e estou eternamente grato pelo que sacrificaram para conseguir.

Mas, sobretudo, não esquecerei a quem realmente pertence esta vitória. Ela pertence a vocês. Ela pertence a vocês.

Nunca pareci o candidato com mais chances. Não começamos com muito dinheiro nem com muitos apoios. Nossa campanha não foi idealizada nos corredores de Washington. Começou nos quintais de Des Moines e nas salas de Concord e nas varandas de Charleston.

Foi construída pelos trabalhadores e trabalhadoras que recorreram às parcas economias que tinham para doar US$ 5, ou US$ 10 ou US$ 20 à causa.

Ganhou força dos jovens que negaram o mito da apatia de sua geração, que deixaram para trás suas casas e seus familiares por empregos que os trouxeram pouco dinheiro e menos sono.

Ganhou força das pessoas não tão jovens que enfrentaram o frio gelado e o ardente calor para bater nas portas de desconhecidos, e dos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários e organizaram e demonstraram que, mais de dois séculos depois, um Governo do povo, pelo povo e para o povo não desapareceu da Terra.

Esta é a vitória de vocês.

Além disso, sei que não fizeram isto só para vencerem as eleições. Sei que não fizeram por mim.

Fizeram porque entenderam a magnitude da tarefa que há pela frente. Enquanto comemoramos esta noite, sabemos que os desafios que nos trará o dia de amanhã são os maiores de nossas vidas - duas guerras, um planeta em perigo, a pior crise financeira em um século.

Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos valentes que acordam nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para dar a vida por nós.

Há mães e pais que passarão noites em claro depois que as crianças dormirem e se perguntarão como pagarão a hipoteca ou as faturas médicas ou como economizarão o suficiente para a educação universitária de seus filhos.

Há novas fontes de energia para serem aproveitadas, novos postos de trabalho para serem criados, novas escolas para serem construídas e ameaças para serem enfrentadas, alianças para serem reparadas.

O caminho pela frente será longo. A subida será íngreme. Pode ser que não consigamos em um ano nem em um mandato. No entanto, EUA, nunca estive tão esperançoso como estou esta noite de que chegaremos.

Prometo a vocês que nós, como povo, conseguiremos.

Haverá percalços e passos em falso. Muitos não estarão de acordo com cada decisão ou política minha quando assumir a presidência. E sabemos que o Governo não pode resolver todos os problemas.

Mas, sempre serei sincero com vocês sobre os desafios que nos afrontam. Ouvirei a vocês, principalmente quando discordarmos. E, sobretudo, pedirei a vocês que participem do trabalho de reconstruir esta nação, da única forma como foi feita nos EUA durante 221 anos, bloco por bloco, tijolo por tijolo, mão calejada sobre mão calejada.

O que começou há 21 meses em pleno inverno não pode acabar nesta noite de outono.

Esta vitória em si não é a mudança que buscamos. É só a oportunidade para que façamos esta mudança. E isto não pode acontecer se voltarmos a como era antes. Não pode acontecer sem vocês, sem um novo espírito de sacrifício.

Portanto façamos um pedido a um novo espírito do patriotismo, de responsabilidade, em que cada um se ajuda e trabalha mais e se preocupa não só com si próprio, mas um com o outro.
Lembremos que, se esta crise financeira nos ensinou algo, é que não pode haver uma Wall Street (setor financeiro) próspera enquanto a Main Street (comércio ambulante) sofre.

Neste país, avançamos ou fracassamos como uma só nação, como um só povo. Resistamos à tentação de recair no partidarismo, na mesquinharia e na imaturidade que intoxicaram nossa vida política há tanto tempo.

Lembremos que foi um homem deste estado que levou pela primeira vez a bandeira do Partido Republicano à Casa Branca, um partido fundado sobre os valores da auto-suficiência e da liberdade do indivíduo e da união nacional.

Estes são valores que todos compartilhamos. E enquanto o Partido Democrata conquistou uma grande vitória esta noite, fazemos com certa humildade e a determinação para curar as divisões que impediram nosso progresso.

Como disse Lincoln a uma nação muito mais dividida que a nossa, não somos inimigos, mas amigos. Embora as paixões os tenham colocado sob tensão, não devem romper nossos laços de afeto.

E àqueles americanos cujo apoio eu ainda devo conquistar, pode ser que eu não tenha conquistado seu voto hoje, mas ouço suas vozes. Preciso de sua ajuda e também serei seu presidente.

E a todos aqueles que nos vêem esta noite além de nossas fronteiras, em Parlamentos e palácios, a aqueles que se reúnem ao redor dos rádios nos cantos esquecidos do mundo, nossas histórias são diferentes, mas nosso destino é comum e começa um novo amanhecer de liderança americana.

A aqueles que pretendem destruir o mundo: vamos vencê-los. A aqueles que buscam a paz e a segurança: apoiamo-nos.

E a aqueles que se perguntam se o farol dos EUA ainda ilumina tão fortemente: esta noite demonstramos mais uma vez que a força autêntica de nossa nação vem não do poderio de nossas armas nem da magnitude de nossa riqueza, mas do poder duradouro de nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e firme esperança.

Lá está a verdadeira genialidade dos EUA: que o país pode mudar. Nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já conseguimos nos dá esperança sobre o que podemos e temos que conseguir amanhã.

Estas eleições contaram com muitos inícios e muitas histórias que serão contadas durante séculos. Mas uma que tenho em mente esta noite é a de uma mulher que votou em Atlanta.
Ela se parece muito com outros que fizeram fila para fazer com que sua voz seja ouvida nestas eleições, exceto por uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.

Nasceu apenas uma geração depois da escravidão, em uma era em que não havia automóveis nas estradas nem aviões nos céus, quando alguém como ela não podia votar por dois motivos - por ser mulher e pela cor de sua pele.

Esta noite penso em tudo o que ela viu durante seu século nos EUA - a desolação e a esperança, a luta e o progresso, às vezes em que nos disseram que não podíamos e as pessoas que se esforçaram para continuar em frente com esta crença americana: Podemos.

Em uma época em que as vozes das mulheres foram silenciadas e suas esperanças descartadas, ela sobreviveu para vê-las serem erguidas, expressarem-se e estenderem a mão para votar. Podemos.

Quando havia desespero e uma depressão ao longo do país, ela viu como uma nação conquistou o próprio medo com uma nova proposta, novos empregos e um novo sentido de propósitos comuns. Podemos.

Quando as bombas caíram sobre nosso porto e a tirania ameaçou ao mundo, ela estava ali para testemunhar como uma geração respondeu com grandeza e a democracia foi salva. Podemos.

Ela estava lá pelos ônibus de Montgomery, pelas mangueiras de irrigação em Birmingham, por uma ponte em Selma e por um pregador de Atlanta que disse a um povo: "Superaremos". Podemos.

O homem chegou à lua, um muro caiu em Berlim e um mundo se interligou através de nossa ciência e imaginação.

E este ano, nestas eleições, ela tocou uma tela com o dedo e votou, porque após 106 anos nos EUA, durante os melhores e piores tempos, ela sabe como os EUA podem mudar.

Podemos.

EUA avançamos muito. Vimos muito. Mas há muito mais por fazer. Portanto, esta noite vamos nos perguntar se nossos filhos viverão para ver o próximo século, se minhas filhas terão tanta sorte para viver tanto tempo quanto Ann Nixon Cooper, que mudança virá? Que progresso faremos?

Esta é nossa oportunidade de responder a esta chamada. Este é o nosso momento. Esta é nossa vez.

Para dar emprego a nosso povo e abrir as portas da oportunidade para nossas crianças, para restaurar a prosperidade e fomentar a causa da paz, para recuperar o sonho americano e reafirmar esta verdade fundamental, que, de muitos, somos um, que enquanto respirarmos, temos esperança.

E quando nos encontrarmos com o ceticismo e as dúvidas, e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com esta crença eterna que resume o espírito de um povo: Podemos.

Obrigado. Que Deus os abençoe. E que Deus abençoe os Estados Unidos da América".



Leiam mais sobre a vitória de Barack Obama e sua Biografia:

. Biografia de Barack Obama

. Histórico de votação de Barack Obama: Meio-ambiente e Legalização

. Líderes mundiais reconhecem vitória de Barack Obama nos EUA

. Obama deve ser melhor para o mundo e o Brasil, dizem especialistas

. Saiba por que a eleição de Barack Obama como presidente dos EUA é histórica

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terça-feira, 4 de novembro de 2008

Mensagem: O Mestre dos Mestres

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O MESTRE DOS MESTRES

Texto de Augusto Cury


Que o "Mestre dos Mestres" lhe ensine que nas falhas e lágrimas


se esculpe a sabedoria.



Que o "Mestre da Sensibilidade" lhe ensine a contemplar as coisas simples


e a navegar nas águas da emoção.



Que o "Mestre da vida" lhe ensine a não ter medo de viver


e a superar os momentos mais difíceis da sua história.



Que o "Mestre do Amor" lhe ensine que a vida


é o maior espetáculo no teatro da existência.



Que o "Mestre Inesquecível" lhe ensine que os fracos julgam e desistem,


enquanto os fortes compreendem e têm esperança.



Não somos perfeitos.



Decepções, frustrações e perdas sempre acontecerão.



Mas Deus é o artesão do espírito e da alma humana.



Não tenha medo.



Depois da mais longa noite surgirá o mais belo amanhecer.



Espere-o.

Vídeo: "Saiba como é o sistema de votação nas eleições presidenciais nos EUA"




Fonte: Globo Vídeos (Globo.com)

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

04 de Novembro: Eleições à Presidência dos EUA



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Na próxima terça-feira, toda a mídia internacional estará voltada para as eleições presidenciais da maior potência mundial: os Estados Unidos da América (EUA).

A Era George W. Bush está acabando e o que conta, agora, é a reta final da disputa pelo cargo entre o Republicano John McCain e o Democrata Barack Obama, representantes dos dois principais partidos dos EUA.

E este ano, a eleição dos EUA tem um sentido especial: concorre para o cargo da Presidência, o primeiro negro estadunidense.

Nos EUA, o processo eleitoral é bastante diferente e lento (além de custoso). Oprocesso eleitoral teve início em 3 de janeiro deste ano, com as primárias, onde estes dois partidos (Republicano e Democrata) começaram a definir os seus pré-candidatos à eleição presidencial.





Os democratas Hillary Clinton e Barack Obama / Os republicanos John McCain e Rudolph Giuliani
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No final das prévias. após a escolha de seus candidatos, o vencedor de cada partido foi anunciado às eleições gerais, justamente, as que vão acontecer terça-feira.


No próximo dia 4 de novembro, além da eleição presidencial serão eleitos os 435 membros da Câmara dos Deputados e 34 do Senado.

A eleição do novo presidente americano ocorrerá por meio de um Colégio Eleitoral, através do qual, os delegados escolhidos - representantes dos 50 estados dos EUA (constituído por 538 membros) vão definir as eleições presidenciais.

Como os EUA são uma Federação, em cada estado ocorrerão as eleições. Os delegados entram em cena ao final da apuração local, os quais - em geral - votam no candidato escolhido pela maioria da população que representam.

Ou seja, o Colégio Eleitoral é composto por representantes do povo (voto direto) e, este sim, vai escolher o futuro presidente de acordo com os anseios da população do respectivo estado.

A quantidade de delegados de cada Colégio Eleitoral vai depender do número total de habitantes (População Absoluta), sendo três , o número mínimo.





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Para entender melhor o processo eleitoral dos EUA, eu selecionei os seguintes artigos:

. Como funcionam as eleições nos Estados Unidos

. Como funcionam as eleições nos EUA

. Conheça a origem e o objetivo do Colégio Eleitoral norte-americano

. Entenda como funcionam as eleições nos Estados Unidos

domingo, 2 de novembro de 2008

O Brasil diante da Crise Mundial




Imagem capturada da Internet




Desde a primeira e última postagem que me referi à crise financeira mundial, a preocupação de certos segmentos da cadeia produtiva do Brasil – mesmo diante da posição otimista do governo federal – veio a se validar, pois o medo da recessão, as quedas das bolsas de valores e a cotação do dólar subindo passou a ter reflexos diretos e/ou indiretos em nossa economia.

De forma mais prática e simples de visualizar os efeitos da crise no Brasil podemos constatar através da falta de propagandas de Financiadoras oferecendo empréstimos nos meios de comunicação de massa (TV e rádio).

Antes mesmo de tomarmos ciência maior acerca da crise, já que ela não é tão recente assim, era bastante comum assistirmos ou ouvirmos anúncios de empréstimos para aposentados ou não, sem consulta ao SPC e Serasa etc.



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A oferta de crédito era farta, hoje – no entanto – suas restrições derivam da crise: redução no prazo do financiamento e juros maiores.

Imagem capturada da Internet

O desemprego é inevitável mediante a influência da crise na demanda das mercadorias e serviços. Se há pouca oferta de dinheiro, o consumo cai e, consequentemente, a cadeia produtiva sofre direta e/ou indiretamente seus efeitos, pois a produção deve acompanhar a redução do poder de compra. Além disso, os investimentos também sofrem cortes.

A taxa de desemprego nos EUA, segundo Opinião Notícias (27/10/08), tende a alcançar níveis bastantes elevados, podendo chegar a 8% ou 8,5% até o final do ano que vem. Índices nunca mais alcançados desde 1980.

As demissões já começaram e grandes empresas, como a Merck, Xérox, Yahoo!, General Electric, Coca Cola, entre outras, já anunciaram cortes de postos de trabalho.

No Brasil, a Vale – maior empresa privada do país e maior produtora de minério de ferro do mundo – anunciou, no final do mês passado, cortes na produção e férias coletivas no Brasil (Pará, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro) e no mundo (Noruega, França, China e Indonésia).

Aumento do Desemprego - Imagem capturada da Internet

Segundo Paulo Francini (Diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos/Depecon da Fiesp), “quando a economia se desacelera, primeiro as empresas reduzem horas extras e dão férias coletivas e, só depois, demitem”.

É preciso aguardar que a crise não se estenda por muitos meses a fim de que o efeito dominó, que se viu em terras estadunidenses e em alguns países da Europa, não tome proporções desastrosas em nossa economia.

Para saber mais, acesse os seguintes artigos que serviram de fontes de pesquisa, além do:

. Jornal O Globo (Pág. 27, 01/11/2008);

. Entenda como a crise dos EUA afeta o Brasil

. Efeito da crise chega às empresas brasileiras

sábado, 1 de novembro de 2008

Pedidos de Desculpas e Retorno



Imagem capturada da Internet



Desculpe-me pela ausência, desde a última postagem, mas estive muito atarefada, além de doente.

Quisera eu justificar a minha ausência em razão de estar...




Lendo, excessivamente, para adquirir mais conhecimentos - Imagem capturada da Internet


Surfando como a atriz Carolina Dieckmann, que interpreta Suzana,
uma professora de Geografia na novela Três Irmãs (Globo).
Bem que o meu visual e a minha idade poderiam ser os mesmos da atriz, não?! (rsrsrs)
Imagem capturada da Internet




Entrevistando os candidatos mais visados na mídia internacional, isto é
os candidatos à presidência dos EUA. Imagem capturada da Internet



Analisando e discutindo os resultados do Segundo Turno
das Eleições Municipais do Rio de Janeiro
Imagem capturada da Internet



Porém, quem me conhece, seja na condição de membro da minha família ou meu amigo ou colega de trabalho ou, ainda, aluno, sabe que minha vida se resume na relação minha casa- duas escolas-casa da minha mãe.

Sendo, cada espaço com suas particularidades e compromissos:

Casa: tarefas domésticas (mesmo tendo uma pessoa que me ajuda de segunda à sexta-feira), minha filha (auxílio e orientação quanto aos estudos e o seu novo Blog), marido (que viajou, mas retornou sábado) etc.



Imagem capturada da Internet


Construindo, junto com a minha filha, o seu Blog

Escolas: 13 turmas (do sexto ao nono ano), elaboração de projetos na rede Estadual; Projeto Canto o quê não Silencia na rede municipal; Blogs (Geografia em Foco e Canto o quê não Silencia); Orkut e Comunidades; planejamento (aula); pesquisa; correção de provas, testes e trabalhos etc. etc. etc.


Pintura de Karl Hubbuch ("Sala de Aula", 1925) - Imagem capturada da Internet


Projeto Canto o Quê não Silencia


Mãe: horários na semana sob a forma de rodízio com as minhas duas irmãs mais nova, ficando pela manhã, tarde e noite (ela teve um AVC em 2002 e necessita de acompanhamento permanente, pois tem dificuldades em se locomover).
Além disso, passei mal domingo e segunda feira retrasada (19 e 20 de outubro).
Na verdade, o meu dia deveria ter 36 horas, pois as vinte e quatro se tornaram insuficientes.

Tenham um pouco mais de paciência, pois aos poucos vou postar mais tópicos. Espero que compreendam, pois como alertei a minha filha (ao querer construir um Blog, também)... Blog é um espaço que deve passar credibilidade e seriedade. Não é brincadeira e, por isso, temos que ter tempo para nos dedicar a sua construção e manutenção.