domingo, 12 de julho de 2009

Estados Unidos da América - 1ª Parte


Conforme havia prometido, no dia 4 de julho, Dia da Independência dos Estados Unidos, estou postando alguns dados geográficos e históricos do referido país.

Em função da riqueza que o tema apresenta, optei por dividir o conteúdo em duas partes.


Imagem capturada da Internet


. Nome Oficial: Estados Unidos da América (United States of America);
 
. Sigla: EUA (em português, Estados Unidos da América) ou USA (em inglês, United States of America);
 
. Capital: Washington DC;

. Localização Geográfica (continente): América (América do Norte);

. Limites (porção territorial maior): Norte (Canadá); Sul (México); Leste (oceano Atlântico) e oeste (oceano Pacífico);
 
. Área Territorial: 9 629 091 km² ((incluindo o Alasca e o Havaí);
 
. Idioma oficial: Inglês;
 
. Forma de Governo: República Presidencialista (o presidente é eleito pelo povo, indiretamente, através do Colégio Eleitoral para um mandato de 4 anos e com um limite de dois mandatos consecutivos);

. Divisão político-administrativa: 50 estados (48 em território contínuo e dois separados, Alasca e Havaí) e 1 Distrito Federal;
 
. Principais Cidades: New York (New York), Los Angeles (Califórnia), Chicago (Illinois), Houston (Texas), San Francisco (Califórnia), Washington DC (Distrito de Colúmbia), Las Vegas (Nevada), Miami (Flórida) etc.;
 
. Religião: Cristianismo 85% (58% Protestantes: Evangélicos; 21% Católicos e 6% outras religiões cristãs);
 
. Nacionalidade: norte-americana ou estadunidense;

. População Absoluta: 308.798.281 habitantes (dados de 2008);

. Densidade Demográfica (População Relativa): 32 hab/Km² (2008);

. População urbana: 81% (2005);

. População rural: 19% (2005);

. Crescimento Demográfico: 1% ao ano (2006);

. Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,951 (12° - Elevado: dados 2006/2008);

. Moeda: Dólar americano (US$);

. Data Nacional: 04 de julho (Independência);

. PIB: US$ 13.776.472 milhões (2007);

. PIB per capita: US$ 45.047 (2007);


Curiosidades:

História:

Povos indígenas: Antes da chegada do colonizador europeu, as atuais terras dos EUA eram ocupadas por diversas tribos indígenas (moicanos, sioux, apaches, iroqueses, algonquinos, hurões, havaianos, esquimós etc.). Por sua vez, estas famílias indígenas eram divididas em várias tribos menores, como por exemplo, os cherokees que eram da tribo dos iroqueses.

Apesar dos dados imprecisos, estima-se que eram 15 milhões de nativos que existiam em terras estadunidenses antes da colonização inglesa.

Com a expansão territorial dos EUA, muitos povos indígenas foram dizimados pelos brancos em suas conquistas em direção a oeste, vivendo - hoje – em reservas e nas periferias das grandes cidades, em sua maioria, em condições precárias.
 
Na verdade, os EUA são considerados a nação que mais dizimou os povos indígenas sob processo de dominação e de conquista de terras em seu território em prol do desenvolvimento do país.
 
 
Sioux - Imagem capturada da Internet

Comanche - Imagem capturada na Internet
 
 
Colonização: Embora haja registro da chegada do europeu no século XVI, a colonização transcorreu, efetivamente, no decorrer do século XVII e início do XVIII, quando os colonos ingleses chegaram e formaram, ao longo da costa atlântica, as treze colônias britânicas.
 

As Treze Colônias Britânicas - Imagem capturada da Internet
 
Indivíduos de diferentes grupos sociais, políticos e religiosos e com motivos distintos vieram habitar as terras do chamado “Novo Mundo”, neste caso específico, as atuais terras dos Estados Unidos. Em razão disso, dois tipos de colonização foram implantados nos EUA, a saber:

Colônias do Norte: Ao Norte foram estabelecidas as colônias de Massachusetts, New Hampshire, Connecticut, Rhode Island, Nova York, Nova Jersey, Pensilvânia e Delaware.

Para estas colônias vieram várias famílias protestantes, principalmente de ingleses, que fugiam das perseguições político-religiosas nas ilhas britânicas e, que buscavam encontrar no novo continente, tanto liberdade religiosa quanto política, assim como uma nova pátria.

Nesta região, também chamada de Nova Inglaterra, foi implantada a Colonização de Povoamento, cujas principais características eram: mão-de-obra livre, sociedade não-escravocrata, economia baseada no comércio e nas pequenas propriedades, cuja produção era destinada para o consumo do mercado interno.

Colônias do Sul: Ao Sul foram fundadas as colônias de Maryland, Virginia, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Geórgia.

Esta região foi submetida à Colonização de Exploração, empreendida pela Inglaterra, seguindo o Pacto Colonial. Suas principais características eram: economia baseada na monocultura, principalmente a de algodão, produzida em grandes propriedades (latifúndios), cuja produção era destinada à exportação para a metrópole, com uso de mão-de-obra escrava (sociedade escravocrata).

Foi à partir da fundação dessas 13 colônias, localizadas na costa leste (atlântica), que se sucedeu a história dos EUA, a da sua independência, ocorrida em 4 de julho de 1776, sua expansão territorial interna e internacional, assim como a sua supremacia em termos de grande potência mundial, nos dias de hoje.
 

Independência dos Estados Unidos (4 de julho de 1776) - Imagem capturada da Internet
 
Vale lembrar, aqui, que a herança histórica colonial deflagrou um grande conflito entre os estados do Norte e do Sul. Enquanto os estados do Norte defendiam a abolição da escravidão e sua economia se baseava no setor secundário (industrialização), os estados do Sul eram escravocratas, tendo uma economia baseada na monocultura e no latifúndio.
 
Este conflito de interesses deflagrou a Guerra de Secessão, conflito militar entre os estados do Sul e do Norte, que teve início em 1861, através das ações militares do Sul.
 
 
Guerra de Secessão (1861 a 1865) - Imagem capturada da Internet
 
A guerra terminou em 1865, com a vitória dos estados do Norte, mais ricos e que, por isso, se apresentavam mais preparados militarmente. A guerra provocou a morte de aproximadamente 970 mil pessoas.

Com o fim da Guerra, os interesses dos estados do Norte prevaleceram, a escravidão foi abolida e a região Sul foi ocupada, militarmente, até o ano de 1877.

Só que este processo não garantiu - aos negros - a total liberdade e integração social, visto que não houve nenhum programa por parte do governo voltado para isso e que pudesse atender aos mesmos. Os negros foram marginalizados pela grande parte da sociedade, principalmente, a sulista.

E foi nesta conjuntura, pós-guerra e na região Sul dos EUA, que surgiu a Ku Klux Klan (KKK).
 
Caracterizados por vestimenta e capuz branco, bem como uma cruz em chamas, o primeiro grupo da Ku Klux Klan surgiu em 1865, na cidade de Pulaski, no estado do Tennessee, por veteranos do exército confederado sulista (grande perdedor da referida guerra).

A KKK pregava a supremacia branca sobre o negro, bem como defendia o protestantismo em detrimento às outras religiões.
 
 
Membros da KKK - Imagens capturadas da Internet
 
 
Seus membros tinham como objetivo impedir o processo de integração social dos negros, recém-libertados, impedindo que os mesmos pudessem adquirir terras, bem como ter os mesmos direitos concedidos aos outros cidadãos, como por exemplo, votar.

Além disso, suas atividades violentas contra os negros, atendiam a um outro objetivo do grupo, o de provocar os estados vencedores do Norte.

As provocações estimuladas e provocadas por seus membros contra os negros, inicialmente, eram para efeito de divertimento, no entanto, suas ações evoluiram para um nível de violência sem precedentes, com registros de linchamentos e enforcamentos.

O Texas e o Mississipi foram os estados do Sul, onde a KKK esteve mais ativa.

Em 1872, após ser reconhecida como entidade terrorista, a Ku Klux Klan foi banida dos Estados Unidos. No entanto, ela ressurgiu no início do Século XX, em 1915, quando um segundo grupo (a “Nova KKK”) - utilizando o mesmo nome sobre uma organização dita fraternal – defendia a supremacia da população branca e protestante sobre os católicos, negros, judeus, asiáticos e outros imigrantes.
 
 
Imagem capturada da Internet
 
Na década de 20, do mesmo século, a referida entidade chegou a ter 4 milhões de membros, incluindo políticos e pessoas ligada à segurança pública.

No entanto, sua popularidade caiu durante a Grande Depressão (1929) e durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Embora, a KKK seja algo do passado dos EUA, a intolerância racial ainda existe nos EUA, defendendo a supremacia branca e incitando a perseguição contra os negros e grupos de imigrantes de diversas partes do mundo, principalmente, dos países subdesenvolvidos.

Auto denominando-se como a maior organização de descendentes da Ku Klux Klan, os integrantes da Imperial Klans of America (IKA), fundada em 1997, costumam pregar idéias racistas em pleno Século XXI.

Contrariamente aos membros da KKK, os partidários da IKA usam uniformes em estilo militar, com imagens camufladas. São conhecidos pelo emprego de cruzes e suásticas em chamas.

Há outros grupos ativos nos EUA, como por exemplo, o Nationalist Movement (Movimento Nacionalista) fundado no Mississippi (1987); o Hammerskins, criado em 1988; a National Alliance (Aliança Nacional), fundada em 1989, em Hillsboro (Virgínia Ocidental), um dos grupos mais segregacionistas dos EUA, cujos membros idolatram a imagem de Adolf Hitler.

Por ocasião das campanhas para as eleições dos Estados Unidos, o próprio candidato e atual presidente Barack Obama assistiu diversos grupos inflamando a intolerância racial face a sua vantagem nas pesquisas frente ao candidato adversário.

Mas, graças a Deus e a forte presença do espírito de igualdade, a intolerância racial perdeu nas ruas e nas urnas, dando a vitória ao primeiro presidente negro dos Estados Unidos da América: Barack Hussein Obama Jr, o 44° Presidente da história do país.

Presidente Barack Obama - Imagem capturada da Internet
 
 
Expansão territorial interna: O território original dos EUA compreendia uma área inferior a 1 milhão de km². Ela se estendia da região Nordeste até os Montes Apalaches, a oeste.

Inicialmente, a região oeste representava porção intransponível pelo homem, pois além de numerosas tribos indígenas, os montes Apalaches e as florestas se apresentavam como obstáculos para a conquista e fixação do europeu.

A expansão interna e o processo de povoamento em direção à região oeste se deram no século XIX, baseadas nas ideias religiosas conhecidas como “Destino Manifesto”, que representava o sonho missionário de estender o princípio da União até a costa litorânea pacífica.

Todavia, duas ideias contraditórias regiam o referido “Destino Manifesto”: a oposição americana às antigas potências coloniais e o sentimento de superioridade do europeu sobre os povos indígenas e os mexicanos.
 
 
Imagem capturada da Internet
 
Neste período de expansão interna dos EUA, muitos índios e mexicanos foram dizimados. As áreas territoriais adquiridas foram: Lousiana (em 1803, comprada da França); Texas (em 1845, anexada do México); Califórnia e a região sudoeste do país (período compreendido de 1848 a 1853 , uma parte adquirida através de guerra com o México e outra parte comprada do México); Oregon (em 1846, obtida através de Tratado com a Grã- Bretanha).
 
A conquista destas novas terras e de outras resultou na atual divisão político-administrativa dos EUA, que possui 50 estados e um Distrito Federal, sendo que 48 estados se encontram localizados em território contínuo e os outros dois separados, os quais são: o Alasca e o Havaí.
 
 
Imagem capturada na Internet
 
Os Estados Unidos também possuem outros territórios, distritos e outras possessões em torno do mundo, principalmente no Caribe e no oceano Pacífico, tendo cada um nível de autonomia ou não de acordo com o sistema federal. São eles: a Baía de Guantánamo (Cuba), Guam (no oceano Pacífico), Ilhas Virgens Americanas (Caribe), Ilhas Marianas Setentrionais (oceano Pacífico), Porto Rico (Caribe), Samoa Americana (oceano Pacífico), Ilha Navassa (Caribe) e as ilhas Baker, Howland, Jarvis, Johnston, Wake, Recife Kingman, os Atóis Midway e Palmyra (todos estes no oceano Pacífico).

Capital: Washington DC é a capital dos EUA. Esta não deve ser confundida com o 42° Estado americano (Washington). A abreviação DC significa Distrito de Columbia, o Distrito Federal americano, onde a cidade está localizada a capital do país.
 
Língua: Além do Inglês, idioma oficial dos EUA, a segunda língua mais falada é o espanhol.

Religião: O catolicismo foi introduzido nos EUA pelos franceses, espanhóis e irlandeses, enquanto os ingleses, alemães, escoceses, holandeses, noruegueses e outros trouxeram o protestantismo, aderentes do Anglicanismo (Igreja Anglicana), o Calvinismo, Batismo, Puritanismo, Presbiterianismo, Luteranismo, Quakerismo, Amish e a Igreja de Moravian.
 
Bandeira: As treze colônias estabelecidas em seu território se encontram simbolizadas nas treze listras de sua bandeira oficial, enquanto as estrelas representam os 50 estados.
 
 
Imagem capturada na Intern
et

Bandeira do Mississippi: A bandeira do estado do Mississippi remete ao seu passado escravista das antigas colônias do sul e, consequentemente, do seu estado.

Em seu canto superior, direito, a bandeira apresenta o símbolo dos Confederados do sul da Guerra da Secessão (1861-1865), conflito militar entre os estados do norte (defendiam a abolição da escravidão) e os estados do sul, que defendiam a continuação do regime escravocrata.

Em abril de 2001 foi realizado um plebiscito, na intenção de consultar à população, quanto à mudança do referido desenho. A tradição venceu, pois 65% dos votos foram favoráveis à permanência da mesma bandeira.
 
A primeira bandeira do Mississipi e a segunda versão, que perdeu no plebiscito de 2001

 
Fontes de Pesquisa
 
 
 


Imagens capturadas na Internet para efeito de ilustração
 


Localização (faltando o Havaí)
Capitólio - Washington DC


Dólar: moeda norte-americana


Declaração da Independência (4 de julho de 1776)





Selo Nacional

Pedido de desculpas

Imagem capturada da Internet


Eu sei que estou super em falta com o meu Blog, mas realmente fim de bimestre é muito complicado, ainda mais, que são duas escolas, com um total de 13 turmas.

O recesso escolar está previsto para iniciar no dia 20 (rede estadual) e no dia 27 de julho (rede municipal).

Peço mil desculpas e espero atualizá-lo assim que eu terminar tudo: a entrega das notas, o fechamento dos diários etc.

Ontem mesmo, na casa da minha mãe, a minha filha comentou que não queria ser professora, pois ela me viu com uma pilha de trabalhos e provas para terminar de corrigir, mas eu justifiquei que a culpa acabou sendo minha mesma, pois deixei acumular. Não por vontade própria, mas por ter estado doente alguns dias (pressão alta, dores de cabeça, mal estar devido a gripe).

Sei que muitos assuntos deixei de comentar, como por exemplo, temas ligados às turmas de ambas as escolas, a conjuntura atual de Honduras, a carga de toneladas de lixo que chegou em nosso país, em diversos conteiners; a segunda vítima brasileira da Gripe H1N1, uma menina de 11 anos, em São Paulo; a viagem histórica de Barack Obama a Gana, na África, entre outros.

Cheguei a postar sobre a Campanha, pois devo prestar conta à Comunidade Escolar e estamos prestes a efetuar a entrega das doações.

Aos poucos, vou retornando...

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Brinquedos novos para a Campanha da Solidariedade

Tal como mencionei em postagem anterior, eu e os alunos Lucas Melo e Thaynara dos Santos fomos no Centro da Cidade, ontem, para comprar os brinquedos da Campanha de Solidariedade.

Ganhamos, em forma de doação, mais R$ 30,00, aumentando o valor arrecadado para R$ 100,25.

Depois de almoçarmos na escola fomos ao comércio do Saara, mas antes tivemos que passar na Secretaria de Estado de Educação, pois recebi um telefonema ontem, solicitando a minha presença em razão de um processo de Contagem de Tempo de Serviço. Os alunos foram muito pacientes...

Fizemos as compras e retornamos à escola. Cansados, mas satisfeitos por termos atendido os nossos objetivos e sem problema nenhum.






Relação dos brinquedos comprados:

05 Bonecas;

20 Livros de Histórias Clássicas;

08 Jogos de Dominó;

04 Jogos de Dama de Madeira;

04 Kit de Cozinha (Fogão com panelas);

04 Kit de Cozinha (Bandeja com xícaras)

03 Cordas de Pular;

02 Kit de Vassoura e Rodo;

06 Carrinhos (Jeeps e Pick-Up);

06 Jogos de Mico Preto;

02 Jogos de Bingo;

04 Bonecos (meninos);

05 Racha-Cuca;

02 Jogos de Boliche.

As notas fiscais de compra se encontram comigo. Semana que vem, quando divulgaremos o total arrecadado e o quantitativo destinado para cada Instituição, prestaremos conta também destas compras à Comunidade Escolar.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Encerramento da Primeira Arrecadação da Campanha de Solidariedade - 2009



Gostaria de informar à comunidade interna da Escola Municipal Dilermando Cruz, que a nossa Campanha de Solidariedade vai ser encerrada na próxima 2ª feira, dia 13 de julho.

Ela foi prorrogada a pedido de alguns alunos, que estavam aguardando o início do mês e, consequentemente, o salário de seus respectivos pais para poder participar da Campanha, comprando gelatina ou leite em pó.

Muitos alunos me procuraram e pediram com esta intenção. Até mesmo, porque eles souberam que, em termos de atendimento à meta estabelecida no início da Campanha, o total arrecadado de leite em pó estava muito aquém da nossa expectativa (100 sacos de leite).

Em termos de gelatina, com a doação do supermercado Superprix, a meta foi ultrapassada (1000 gelatinas).

Devo admitir que há muito tempo não venho postando nada a respeito da referida Campanha. O último balanço foi no dia 10 de junho, mas com a aplicação das Provas de Língua Portuguesa e de Matemática da Secretaria Municipal de Educação (Rio de Janeiro) para os alunos da rede municipal no dia 23 de junho, a correção das mesmas pelos próprios professores da escola, bem como as avaliações específicas das disciplinas (no meu caso, Geografia), as atividades de Recuperação, encerramento das planilhas das turmas com as notas, Conselho de Classe etc., acabei ficando um tanto “enrolada”. Como sempre!

Foi, também, por estas razões que aceitei e concedi a prorrogação da Campanha da Solidariedade, pois sabia que não teria tempo disponível para realizar novo balanço, dividir o total arrecadado e fazer a entrega das doações para as duas Instituições beneficiadas (Hospital Mário Kroeff e Casa de Apoio à Criança com Câncer São Vicente de Paulo).

Até o dia 10 de junho, o total arrecadado era:

- 2.105 gelatinas;

- 47 latas e/ou sacos de leite em pó (200 gr e 400 gr);

- 02 Toddy;

- 01 Nescau;

- 01 Saco de achocolatado Mágico;

- 02 Mistura de Láctea.

Graças a muitos alunos e responsáveis, a quantidade de doações de leite em pó aumentou nos dias subsequentes à divulgação deste balanço.

Infelizmente, no momento, eu não posso afirmar o total arrecadado, tanto em termos de gelatina quanto de leite em pó, mas na próxima terça feira (dia 14) já poderei contar com esta informação (dia da contagem final).

Ainda há alguns assuntos pendentes, como a compra dos brinquedos e a fotografia com o gerente do Supermercado Superprix, que doou 1530 gelatinas para a nossa Campanha.

Amanhã, eu e os alunos Lucas Melo de Queiroz e Thaynara dos Santos Silvestre, ambos da Turma 1801, iremos ao comércio varejista do Centro da Cidade, mais conhecido como comércio do Saara (Sociedade dos Amigos e das Adjacências da Rua da Alfândega).

A escolha dos referidos alunos não se deu de forma aleatória. O Lucas foi o único indicado por mim e aceito pela turma, pois ele vem trabalhando na Campanha, no contraturno (2° turno), passando nas salas para recolher as doações, bem como dar outras informações. A aluna Thaynara, por sua vez, foi por “sorteio” do seu número de chamada.

Ambos receberam um documento de Autorização dos Responsáveis para ser entregue e assinado por estes.

O dinheiro arrecadado é proveniente da colaboração dos próprios alunos e de minha parte (inclusive do meu esposo).

Quanto a isso, a Campanha de Solidariedade não previa e nem prevê a arrecadação de dinheiro da Comunidade Escolar, visto que as doações se prendem somente à gelatina, leite em pó e brinquedos novos e/ou usados.

Todavia, este ano, optamos por tomar a iniciativa de arrecadar dinheiro na turma 1801, a fim de adquirirmos, através de compra, brinquedos novos.

Ao todo, arrecadamos R$ 70,25 (setenta reais e vinte e cinco centavos). Espero que, amanhã, tenhamos sucesso na escolha dos brinquedos e preços compatíveis em termos de qualidade do material x quantidade de aquisições.

domingo, 5 de julho de 2009

4 de Julho: Dia da Independência dos Estados Unidos da América


Imagem capturada da Internet

Ontem, 4 de julho, foi um dia especial para a sociedade estadunidense, pois se comemorou a Independência dos EUA e, apesar de todos os problemas atuais, tanto os de âmbito interno quanto externo, o país tem motivos também para festejar.
 
E, neste sentido, não podemos ter dúvidas, pois se há um povo que tem orgulho de demonstrar o seu amor e respeito à pátria é o estadunidense.
 
Eu costumo, inclusive, chamar a atenção de alguns alunos, que fazem questão de menosprezar o Brasil, comparando-os com a postura da população dos EUA.

É claro que não podemos ignorar os inúmeros problemas que a sociedade brasileira passa - há anos sem ter tido solução - mediante a falta de uma política mais séria, justa e social, além dos diversos títulos depreciativos que o país coleciona, como por exemplo, país corrupto e país da impunidade...

Pena que muitos só conseguem demonstrar amor à pátria por ocasião de algum evento esportivo, seja um Campeonato como a Copa do Mundo, Jogos Olímpicos ou Pan Americanos etc.

Com os estadunidenses, pelo contrário, é bastante comum perceber o sentimento de amor ao país, inclusive, em termos de vestuário e acessórios com a bandeira dos EUA.
 


Imagens capturadas na Internet

Apesar da crise econômica, que ainda se prolonga, os conflitos "intermináveis" com o Iraque e o Afeganistão, as ameaças dos testes atômicos por parte da Coréia do Norte, o golpe militar em Honduras, país que teve a proteção dos EUA, entre outros problemas de vinculação externa e interna, a data comemorativa deve ser festejada.

Até mesmo porque, o novo presidente e o 44º da história do país - Barack Hussein Obama Jr. - representou e, ainda, representa uma grande esperança para o país e para o mundo face a posição dos EUA como uma grande potência mundial e, mais especificamente, por este ser um presidente negro em um país marcado, historicamente, pelas diferenças raciais, onde os conflitos entre brancos e negros tiveram suas raízes ao tipo de colonização implantada nas antigas colônias do Sul (colonização de exploração).
 
A sociedade escravocrata das antigas colônias do Sul contrastavam com a sociedade das colônias do Norte, visto que os objetivos da colonização destas última eram apenas ocupar as terras e promover desenvolvimento com o trabalho (colonização de povoamento).

A história do país é rica, marcada por desafios, conquistas, guerras, conflitos e, inclusive, de intervenções políticas e militares sob um discurso de viabilizar e promover a democracia em países sob regime autoritário.

Sua posição no cenário mundial divide opiniões. Mal ou bem visto, não podemos negar que a sua história se fez dentro e fora de sua área territorial, isto é, influenciou e tem influência no mundo, também. Não estou questionando, aqui, se esta sempre foi feita de forma positiva ou negativa; justa ou injusta.

Embora, os EUA tenham muitos motivos que justifiquem as preocupações constantes, as comemorações de ontem foram marcadas pela confraternização, pelo sentimento de amor e de patriotismo e de união de diferentes nacionalidades, que junto com a sociedade estadunidense fazem com que o país caminhe sempre (imigrantes legais e ilegais do mundo todo).
 
Em geral, eu costumo postar dados geográficos (sócio-econômicos) dos países tratados neste espaço, mas vou ficar devendo para a semana, pois estou sem muito tempo para escrever. Estamos em final de bimestre e os Conselhos de Classes das duas escolas serão nestas duas semanas e eu estou ainda corrigindo algumas atividades de recuperação

Podem esperar que, em breve, postarei mais informações acerca desta grande potência mundial.


Declaração da Independência dos Estados Unidos da América (EUA)
4 de julho de 1776


Caricatura dos 44 presidentes dos EUA (autoria de Patrick Moberg)

Barack Hussein Obama Jr - Atual presidente dos EUA

sábado, 4 de julho de 2009

Honduras: Golpe de Estado de 2009


 
Imagem capturada na Internet


No dia 28 de junho do ano em curso, em pleno domingo, o mundo se viu perplexo com a notícia de que os militares tomaram o poder em Honduras, destituindo o presidente eleito Manuel Zelaya, cujo mandato termina em 27 de janeiro de 2010.

Apesar do processo histórico de consolidação da democracia na América Latina tenha sido precedido por períodos de forte instabilidade política e econômica, com a imposição de ditaturas militares em diversos países, desde o fim da chamada Guerra Fria, no final dos anos 80 e início dos 90, este foi o primeiro golpe de estado da América Central.

Para a maioria, a preocupação reside no fato deste ter tido o apoio da Suprema Corte que, inclusive, ordenou ao Exército hondurenho a deposição do presidente.

A estabilidade política que o país vivia desde o início da década de 80 (Século XX), após o fim da didatura militar no país, voltou à”estaca zero” e a prática democrática foi quebrada se mostrando ineficiente e incapaz de assegurar a exposição da vontade do seu povo.

A origem da crise política por qual o país vem passando se encontra na relação conflituosa estabelecida entre a posição do referido presidente com os Poderes Executivo, Legislativo e o Exército de Honduras.

O presidente Manuel Zelaya pretendia realizar, no dia do Golpe (28 de junho), um referendo (consulta popular) sobre a possibilidade de haver no período das eleições legais (novembro de 2009) a votação para a criação de uma Assembleia Constituinte, visando modificar a atual Constituição do país, com vista – inclusive - a permitir sua reeleição.

A Justiça hondurenha declarou a ilegalidade da proposta e, com isso, o Exército negou ajuda na organização do referendo de domingo. Em razão disso, o presidente Zelaya, na semana anterior à consulta popular, destituiu o chefe do Estado-Maior, general Romeu Vázquez.

Por sua vez, a Suprema Corte ordenou que o presidente restituísse - a seu cargo – o referido general.

Manuel Zelaya considerou a postura tomada pela Suprema Corte como uma tentativa de golpe contra ele e, assim acabou se sucedendo, com a permanência da consulta popular para o último dia 28 de junho, quando as Forças Armadas acabaram derrubando o presidente.

A detenção de Manuel Zelaya ocorreu cerca de 2 horas antes do início do referendo. O palácio presidencial foi cercado e tomado pelas Forças Armadas, pela manhã, por cerca de 300 soldados.

Todavia há aqueles que veem com outros “olhos”, a deposição do presidente e, mais especificamente, a sua conduta como chefe de Estado.

Sob o discurso de que, na verdade, o que se sucedeu foi o triunfo da lei, muitos alegam que a deposição do presidente foi necessária, pois o mesmo já havia se destituído do próprio cargo ao ordenar que todos os funcionários públicos participassem do referendo de domingo e, ainda, infringiu os artigos da atual Constituição do país, os quais não são passíveis de alteração, principalmente no que tange à proibição da reeleição de um presidente e à prorrogação de seu mandato.

Para estes, a atitude do presidente Manuel Zelaya demonstrou que o seu intento não era nada democrático. Sob uma capa tênue de prática democrática estava em jogo de poder a prevalência de uma política ditatorial.
 
Bom, de qualquer maneira e como era de se esperar, a repercussão do Golpe de Estado em Honduras foi bastante negativa. A União Europeia condenou e solicitou a imediata restituição da ordem constitucional; o Secretário-Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, também expressou sua reprovação à deposição do presidente Manuel Zelaya.

Hugo Chávez, presidente da Venezuela, também se manifestou contrário ao Golpe militar e destacou a importância do povo e dos movimentos sociais do país, bem como cobrou uma atitude do presidente Barack Obama (EUA), uma vez que – de forma análoga a postura dos EUA - uma pequena parcela da população, ou seja, a elite estaria compelida a evitar que o povo pronunciasse a respeito do seu futuro.
 
Há muito a se pensar... O golpe de estado em Honduras, infelizmente, põe em xeque a garantia institucional do regime democrático, que muitos países dizem seguir, mas que face a uma situação similar a que aconteceu em Honduras é posta de lado em detrimento à instauração de uma política autoritária.

Ou, como alguns defendem, é o outro lado da moeda, a do continuísmo, quando vemos a tendência de muitos chefes de Estado almejarem a extensão de seus mandatos, de forma ininterrupta, como forma de manter a tradição autoritária, histórica, de muitos países latino-americanos.

Há muito a se pensar...

Presidente deposto Manuel Zelaya - Imagem capturada da Internet
Imagem capturada da Internet
Fontes de Consulta
 
 
 

sexta-feira, 3 de julho de 2009

República de Honduras


Imagem capturada da Internet


- Professora, eu nem sabia que existia este país...
 
Não foi apenas um, mas três alunos que – ao menos – tiveram coragem de afirmar o total desconhecimento quanto à existência de Honduras. E, com certeza, entre as turmas, não foram os únicos.
 
Comentei por alto acerca do “golpe de estado” em Honduras, ocorrido no último dia 28 de junho (domingo passado) e, apesar de alguns terem confirmado que assistiram as notícias na TV, a maioria se manteve em silêncio.
 
Antes mesmo de falar sobre a atual conjuntura política de Honduras, que deflagrou o golpe de estado por parte do Exército, o qual derrubou o presidente Manuel Zelaya, vou delinear um quadro geral de sua geografia e das principais características sócio-econômicas do país.
 
Considerado como um dos países mais pobres e menos desenvolvidos da América, a base de sua economia ainda é a agricultura (café e banana), assim como a exportação do camarão, empregando quase 2/3 da população economicamente ativa.
 
Ao tratarmos destas questões políticas atuais, não há como não retroceder no passado da América Latina, cujo processo histórico foi marcado por períodos de grande instabilidade política e econômica sob a vigência e não de didaturas militares.
 

Dados Geográficos e Sócio-Econômicos
 
. Nome Oficial: República de Honduras;
 
. Capital: Tegucigalpa;
 
. Localização Geográfica (continente): América (América Central continental);

. Limites:
 
Norte (Golfo das Honduras);
 
Sul (Nicaraguá, Golfo de Fonseca e El Salvador);
 
Leste (mar do Caribe);
 
Oeste (Guatemala).

. Área Territorial: 112.088 km²;

. Idioma oficial: Espanhol;
 
. Forma de Governo: República Presidencialista (o presidente é eleito pelo voto popular para mandato de 4 anos);

. Divisão político-administrativa: 1 Distrito Central (Tegucigalpa) e 18 Departamentos (Atlantida, Choluteca, Colon, Comayagua, Copan, Cortes, El Paraiso, Francisco Morazan, Gracias a Dios, Intibuca, Islas de la Bahia, La Paz, Lempira, Ocotepeque, Olancho, Santa Barbara, Valle e Yoro);

. Principais Cidades: Tegucigalpa, San Pedro Sula, La Ceiba, El Progreso e Choluteca;

. Religião: Cristianismo 100% (Católicos 92%; Protestantes e outros 8%);

. Nacionalidade: Hondurenha;

. População Absoluta: 7.246.016 habitantes (dados de 2008);

. Densidade Demográfica (População Relativa): 65 hab/Km² (2008);

. População urbana: 46% (2005);

. População rural: 54% (2005);

. Crescimento Demográfico: 1,6% ao ano (2006);

. Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,700 (115° - Intermediário: dados 2006/2008);

. Moeda: Lempira;

. Data Nacional: 15 de setembro (Independência);
 
. PIB: US$ 12,322 milhões (2007);

. PIB per capita: US$ 1,734 (2007);

. Parceiros comerciais: EUA, Guatemala, México, El Salvador, Alemanha, Nicarágua e Bélgica.


Curiosidades:

. Maias: Os povos maias ocupavam e dominaram a região que hoje constitui o país até os fins do século X. Há diversas ruínas da época e sua população ameríndia reflete a predominância da origem indígena.
 
As ruínas da cidade maia de Copán, localizada perto da fronteira com a Guatemala é um dos pontos turísticos de Honduras.
 
. Moeda: O nome da moeda (lempira) foi dada em homenagem ao chefe maia Lempra, que lutou contra os espanhóis. Antes de 1933 a moeda oficial era Reales ou Peso.
 
. História: O país foi “descoberto” por Cristóvão Colombo, em julho de 1502, em sua quarta e última viagem ao continente. A colonização e o controle espanhol sobre as terras hondurenhas não foi fácil. De 1523 a 1539 espanhóis e maias enfrentaram um período de guerra, com vitória dos primeiros sobre os nativos.

Em 1570, Honduras passou a fazer parte da Capitania Geral de Guatemala, também sob domínio espanhol.

No ano de 1821, Honduras foi incorporada ao México, mas em 1840 houve a proclamação da República e esta se tornou um país independente.

Honduras enfrentou diversos conflitos por disputa de terras: em 1871 e, depois, em 1904 e 1906 com a Nicaraguá (disputa quanto à região fronteiriça de ambos), assim como, em 1969, com El Salvador (disputa pelas ilhas dos Cisne, as quais foram restuídas a Honduras).

No período de 1970 a 1980, as guerras civis na Nicaraguá e em El Salvador gera uma grande instabilidade na região (América Latina e, mais especificamente na América Central), com efeito em Honduras e outros países.
 
Com a aprovação da nova Constituição do país, em 1982, e tendo o apoio dos EUA, Honduras passou a integrar o plano de defesa desta última potência, no ano seguinte. Em razão disso, o território hondurenho passa a servir de base para treinamento de soldados estadunidenses.
 
Em 1989, Rafael Leonardo Callejas é eleito presidente de Honduras sob uma conjuntura histórica marcada pelo embate entre guerrilheiros de esquerda e as forças de segurança. As negociações levaram a uma anistia do governo em 1991.
 
. Altitude: Dentre os países da América Central, Honduras possui o território mais montanhoso. As altitudes ao longo do território oscilam entre 600 e 2.700 metros.
 
. Bandeira Nacional: A bandeira nacional de Honduras foi adotada em 9 de janeiro de 1866. Ela foi inspirada na bandeira dos Estados Unidos da América Central, antigo e já extinto país, que durou 17 anos e abrangia as atuais terras da Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicaraguá e Costa Rica.

Na bandeira há três faixas iguais horizontais, sendo que as duas azuis representam o oceano Pacífico e o mar do Caribe. As cinco estrelas azuis em forma de X, na faixa branca, representam as 5 nações deste antigo país.



Imagem capturada da Internet

. Brasão: O brasão do país é composto por símbolos alusivos ao seu território e a sua história. Na parte superior, um conjunto de flechas (população indígena) e dois “chifres da abundância”, contendo frutas e flores.
 
Na parte central deste, de forma ovalada há uma faixa com a seguinte expressão “República de Honduras, Libre, Soberana e Independiente – 15 de Septiembre 1821”. Dentro deste aparece um céu azul e sobre a água do mar, uma pirâmide e duas torres com um arco-íris. Há o Sol nascente abaixo deste e um vulcão entre os dois oceanos (Atlântico e Pacífico). Estes símbolos representam não só a história como, também, o território hondurenho.

Na parte inferior do Brasão há algumas árvores das espécies Pinus e Carvalhos (recursos vegetais), minas (ouro e prata) e ferramentas de mineiros (atividades econômicas extrativistas).



Imagem capturada da Internet


. Hino Nacional: O Hino do país (Tu Bandera És Un Lampo de Cielo - Sua Bandeira é uma Luz do Céu) foi escrito em espanhol, em 1915, por Augusto Constancio Coello e a música por Carlos Hartling.
 
. Golpe 2009: No último dia 28 de junho de 2009, o país sofreu um golpe de estado, pela força militar (Exército) e com apoio da Corte Suprema (Poderes Judiciário e Legislativo), que depôs o presidente Manuel Zelaya. Este foi exilado do país e enviado para San José, na Costa Rica.

A crise política foi acirrada após o referido presidente ter realizado uma consulta nacional acerca da possibilidade de haver uma quarta urna nas eleições gerais de 29 de novembro para convocar uma Assembleia Constituinte, com a intenção de alterar a atual Constituição do país

A pesquisa foi considerada ilegal pela Justiça, pelo Congresso e pelo Ministério Público.
O presidente deposto, o Congresso Nacional indicou Roberto Micheletti (Partido Liberal) para presidir o país até o final do mandato de Manuel Zelaya.
(Maiores detalhes na próxima postagem)



HINO NACIONAL DE HONDURAS

Tu Bandera És Un Lampo de Cielo


REFRÃO:
Tu bandera es un lampo de cielo
Por un bloque, de nieve cruzado;
Y se ven en su fondo sagrado
Cinco estrellas de pálido azul;
En tu emblema que mar rumoroso
Con sus ondas bravías escuda,
De un volcán, tras la cima desnuda
Hay un astro, de nítida luz.

Verso 1
India virgen y hermosa dormías
De tus mares al canto sonoro,
Cuando echada en tus cuencas de oro
El audaz navegante te halló;
Y al mirar tu belleza extasiado
Al influjo ideal de tu encanto,
La orla azul de tu espléndido manto
Con su beso de amor consagró.

Verso 2
De un país donde el sol se levanta,
Mas allá del Atlante azulado,
Aquel hombre que te había soñado
Y en tu busca a la mar se lanzó.
Cuando erguiste la pálida frente,
En la viva ansiedad de tu anhelo,
Bajo el dombo gentil de tu cielo
Ya flotaba un extraño pendón.

Verso 3
Era inutil que el indio tu amado
Se aprestara a la lucha con ira,
Porque envuelto en su sangre Lempira,
En la noche profunda se hundió;
Y de la épica hazaña, en memoria,
La leyenda tan sólo ha guardado
De un sepulcro el lugar ignorado
Y el severo perfil de un peñón.

Verso 4
Por tres siglos tus hijos oyeron
El mandato imperioso del amo;
Por tres siglos tu inútil reclamo
En la atmosfera azul se perdió;
Pero un día gloria tu oído
Percibió, poderoso y distante,
Que allá lejos, por sobre el Atlante,
Indignado rugía un León.

Verso 5
Era Francia, la libre, la heroica,
Que en su sueño de siglos dormida
Despertaba iracunda a la vida
Al reclamo viril de Dantón:
Era Francia, que enviaba a la muerte
La cabeza del Rey consagrado,
Y que alzaba soberbia a su lado,
El Altar de la Diosa razón.

Verso 6
Tú también, ¡oh mi patria!, te alzaste
De tu sueño servil y profundo;
Tú también enseñastes al mundo
Destrozado el infame eslabón.
Y en tu suelo bendito, tras la alta
Cabellera del monte salvaje,
Como un ave de negro plumaje,
La colonia fugaz se perdió

Verso 7
Por guardar ese emblema divino,
Marcharemos Oh Patria a la muerte,
Generosa será nuestra suerte,
Si morimos pensando en tu amor.
Defendiendo tu santa bandera
Y en tus pliegues gloriosos cubiertos,
Serán muchos, Oh Honduras tus muertos,
Pero todos caerán con honor.



Fontes de Consulta:

 
. Outros...


Todas as imagens abaixo foram capturadas da Internet com o intuito de ilustração






Capital Tegucigalpa







Ruínas de Copan



















































quarta-feira, 1 de julho de 2009

Curiosidade: Petróleo da Camada Pré-Sal



Camada do pré-sal - Imagem capturada da Internet

Para otimizar a exploração do petróleo na chamada camada do "Pré Sal", situada na costa litorânea do Brasil, a Petrobras (Petróleo Brasileiro S/A) planeja construir uma ilha artificial para servir de ponto de apoio durante as atividades de exploração no referido nível do campo submerso de petróleo.
 
Na indústria do petróleo não há nada parecido. O projeto da ilha artificial é inédito e deve estar totalmente pronto e implantado até o ano de 2015.
 
O projeto prevê a cosntrução de um heliporto, armazéns e alojamentos afim de atender os trabalhadores, no que tange - principalmente - aos problemas advindos com o transporte dos mesmos, assim como do armazenamento de cargas leves necessárias no local.
 
Com sede no Rio de Janeiro, a Petrobras é uma empresa estatal brasileira, ocupando a quarta posição no ranking das maiores petrolíferas de capital aberto do mundo.
 
Em termos de valor de mercado, ela ocupa o sexto lugar entre as maiores empresas do mundo e o terceiro lugar no continente americano (calculado em US$ 96 bilhões em dezembro de 2008).
 
A Petrobras opera em 27 países, nas diferentes fases da cadeia produtiva do petróleo, desde a sua exploração, produção, refino, comercialização e transporte do mesmo. O mesmo ocorrendo em termos de seus derivados e de gás natural.
 
Quando a ilha já estiver totalmente implantada, em 2015, o campo do pré-sal terá 11 plataformas de produção.


Camada Pré-Sal
 
A camada pré-sal corresponde a um extenso reservatório de petróleo, localizado em grandes profundidades do oceano Atlântico, bem abaixo de uma extensa camada de sal.
 

Imagem capturada da Internet (GLOBO)

Sua profundidade supera os 7 mil mil metros, ocorrendo numa faixa de 800 Km de extensão por 200 Km de largura, a qual abrange as Bacias de Santos, Campos e Espírito Santo, se estendendo desde o litoral de Santa Catarina ao do Espírito Santo.
 
Segundo os geólogos, a camada de sal, que tem cerca de 2 mil metros de espessura, conserva a qualidade do petróleo, que é considerado de melhor qualidade em comparação ao extraído da camada pós-sal, que se localizada acima desta.
 
Estima-se que as reservas de petróleo se formaram há, aproximadamente, 100 milhões de anos, a partir da decomposição de materiais orgânicos.
 
Na verdade, a existência e a potencialidade da camada pré-sal não é algo recente. Desde meados dos anos 70 (século XX), a Petrobras já cogitava a ocorrência de um "mamute" de petróleo na referida camada.
 
A expressão "mamute"é empregada pelos geólogos como referência aos campos gigantescos de petróleo.
 
Na época, a empresa não dispunha de tecnologia moderna compatível com as condições de prospecção em águas profundas.
 
Em 1979, a Petrobras atingiu a referida camada através de perfuração de poços na Bacia de Campos, mas as descobertas não foram significativas.
 
Em 2005, as expectativas quanto à potencialidade da camada do pré-sal aumentaram, consideravelmente, após a descoberta do campo Tupi, na Bacia de Santos.
 
O campo de Tupi corresponde à única área da camada do pré-sal, cujas reservas foram dimensionadas por meio de testes de produção. Estima-se que estas alcancem de 5 a 8 bilhões de barris de petróleo. A previsão é que o campo de Tupi atinja o seu pico de produção a partir do ano de 2017.
 
Na Bacia de Santos, além do Tupi, foram descobertos os campos Iara, Carioca, Júpiter, Caramba, Bem-Te-Vi, Parati, Guará e Ogum.


Imagem capturada da Internet

Para atingir à camada pré-sal, a Petrobras teve que usar tecnologia de ponta no campo de exploração de petróleo em águas profundas. Mas, ela não é a única empresa envolvida na exploração da referida camada, além da estatal brasileira, tem-se a Royal Dutch Shell, a ExxonMobil, o BG Group, a Hess Corp, a Galp, a Repsol e a Petrogal.
 
A Petrobras não descarta a hipótese de que as reservas sejam todas interligadas, formando um imenso e único campo de petróleo submerso.
 
Embora, a estatal brasileira ainda não tenha como estimar a quantidade total de petróleo e gás natural contidos na camada do pré-sal, as especulações sobre o número de barris de petróleo são enormes.
 
Alguns estimam que seja algo em torno de 30 e 50 bilhões de barris, mas há aqueles que mensuram em 100 bilhões, no mínimo ou, ainda, cerca de 338 bilhões de barris. Se um destes últimos números fosse confirmado, o Brasil poderia ocupar, respectivamente, a sexta ou a primeira posição no ranking dos países com as maiores reservas de petróleo do mundo.
Mas, ainda, é muito prematuro assegurar qual das estimativas se encontra mais próxima da realidade e potencialidade da camada pré-sal na região oceânica do Brasil.
 
Veja como foi a descoberta, até o momento, da maior jazida de petróleo do País, o campo de Tupi, na Bacia de Santos, AQUI.

Fontes de Consulta
 
 
 
 
. Outros...