
. 8° ano: Índice de Desenvolvimento Humano - IDH (dados, gráficos e tabelas).


Espaço que transcende a sala de aula como proposta para reflexão, discussão, interação e aprendizagem acerca do universo de abrangência da Geografia e de outras áreas de conhecimentos.



A escola, no entanto, tem o papel de auxiliar o desenvolvimento das capacidades e habilidades do aluno, capaz de lhe garantir a construção do seu conhecimento, isto é, a sua formação plena, bem como prepará-lo para o exercício de sua cidadania, da sua inclusão social e inserção futura no mercado de trabalho.
Elementos necessários e obrigatórios:
Como todos sabem, as mudanças previstas no Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entraram em vigor recentemente, em janeiro de 2009, em todo o território nacional.
Este Acordo foi firmado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990, pelos países de língua portuguesa (Portugal, Brasil, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e, depois (2004), por Timor Leste, quando este se tornou uma nação independente), sendo aprovado pelo Congresso Nacional através do Decreto Legislativo n° 54, de 18 de abril de 1995.
O seu objetivo principal é de padronizar a Ortografia entre as nações acima citadas. Em outras palavras... “facilitar o processo de intercâmbio cultural e científico entre as nações e ampliar a divulgação do idioma e da literatura em língua portuguesa”.
Nem todas as expressões utilizadas nos países de língua portuguesa apresentam o mesmo significado. Só para entender um pouco sobre as divergências existentes, o artigo de Mônica Magalhães exemplifica muito bem a situação.
HOMENS DE CAMISOLA E CALCINHA?
Depois de dez minutos e uma grande bicha na paragem, subimos no autocarro e tivemos uma péssima surpresa: ele estava lotado por uma claque! Foi desagradável viajar ao lado daqueles homens barulhentos, todos vestidos com camisolas iguais, então perdemos a paciência e descemos antes da hora. Andamos um troço a pé e logo chegamos à praia.
Foi um sábado bué fixe, mesmo eu tendo-me esquecido do fato de banho... fiquei um pouco envergonhado porque tive de nadar de calcinhas! Mais tarde comemos umas sandes de fiambre, compramos umas imperiais e sumo para o puto, e também uns rebuçados e pastilhas elásticas.
No dia seguinte estava um briol, deixamos o pequeno no hotel lendo uma banda desenhada e fomos a uma casa de pasto muito gira, mas cheia de betos. À noite, pegamos o comboio de volta para casa. Com o preço das portagens, não vale a pena viajar de automóvel!
TRADUÇÃO
“Em brasileiro”, como dizem os portugueses, a história fica assim:
Depois de dez minutos e uma longa fila no ponto, subimos no ônibus e tivemos uma péssima surpresa: ele estava lotado por uma torcida organizada! Foi desagradável viajar ao lado daqueles homens barulhentos, todos vestidos com camisetas iguais, então perdemos a paciência e descemos antes da hora. Andamos um trecho a pé e logo chegamos à praia.
Foi um sábado muito legal, mesmo eu tendo esquecido o calção... fiquei um pouco envergonhado porque tive de nadar de cueca! Mais tarde comemos uns sanduíches de presunto, compramos uns chopes e suco para o menino, e também umas balas e chicletes.
No dia seguinte estava muito frio, deixamos o pequeno no hotel lendo uma história em quadrinhos e fomos a um restaurante muito chique, mas cheio de mauricinhos. À noite, pegamos o trem de volta para casa. Com o preço dos pedágios, não vale a pena viajar de automóvel!
Há outros termos interessantes e de diferentes significados em relação ao nosso país. Futuramente compartilharei, aqui, no Blog.
PRINCIPAIS TÓPICOS DA NOVA ORTOGRAFIA (resumo)
Alfabeto
• Nova Regra: O alfabeto agora é formado por 26 letras;
• Regra Antiga: O ‘k’, ‘w’ e ‘y’ não eram consideradas letras do nosso alfabeto.
• Como Será: Essas letras serão usadas em siglas, símbolos, nomes próprios, palavras estrangeiras e seus derivados. Exemplos: km, watt, Byron, byroniano.
Trema
• Nova Regra: Não existe mais o trema em língua portuguesa. Apenas em casos de nomes próprios e seus derivados, por exemplo: Müller, mülleriano;
• Regra Antiga: agüentar, conseqüência, cinqüenta, qüinqüênio, frqüência, freqüente, eloqüência, eloqüente, argüição, delinqüir, pingüim, tranqüilo, lingüiça;
• Como Será: aguentar, consequência, cinquenta, quinquênio, frequência, frequente, eloquência, eloquente, arguição, delinquir, pinguim, tranquilo, linguiça.
Acentuação
• Nova Regra: Ditongos abertos (ei, oi) não são mais acentuados em palavras paroxítonas;
• Regra Antiga: assembléia, platéia, idéia, colméia, boléia, panacéia, Coréia, hebréia, bóia, paranóia, jibóia, apóio, heróico, paranóico;
• Como Será: assembleia, plateia, ideia, colmeia, boleia, panaceia, Coreia, hebreia, boia, paranoia, jiboia, apoio, heroico, paranoico.
Observações:
• nos ditongos abertos de palavras oxítonas e monossílabas o acento continua: herói, constrói, dói, anéis, papéis.
• o acento no ditongo aberto ‘eu’ continua: chapéu, véu, céu, ilhéu.
• Nova Regra: O hiato ‘oo’ não é mais acentuado.
• Regra Antiga: enjôo, vôo, corôo, perdôo, côo, môo, abençôo, povôo.
• Como Será: enjoo, voo, coroo, perdoo, coo, moo, abençoo, povoo.
• Nova Regra: O hiato ‘ee’ não é mais acentuado.
• Regra Antiga: crêem, dêem, lêem, vêem, descrêem, relêem, revêem.
• Como Será: creem, deem, leem, veem, descreem, releem, reveem.
• Nova Regra: Não existe mais o acento diferencial em palavras homógrafas.
• Regra Antiga: pára (verbo), péla (substantivo e verbo), pêlo (substantivo), pêra (substantivo), péra (substantivo), pólo (substantivo).
• Como Será: para (verbo), pela (substantivo e verbo), pelo (substantivo), pera (substantivo), pera (substantivo), polo (substantivo).
Observação:
• o acento diferencial ainda permanece no verbo ‘poder’ (3ª pessoa do Pretérito Perfeito do Indicativo - ‘pôde’) e no verbo ‘pôr’ para diferenciar da preposição ‘por’.
• Nova Regra: Não se acentua mais a letra ‘u’ nas formas verbais rizotônicas, quando precedido de ‘g’ ou ‘q’ e antes de ‘e’ ou ‘i’ (gue, que, gui, qui).
• Regra Antiga: argúi, apazigúe, averigúe, enxagúe, enxagúemos, obliqúe.
• Como Será: argui, apazigue,averigue, enxague, ensaguemos, oblique.
• Nova Regra: Não se acentua mais ‘i’ e ‘u’ tônicos em paroxítonas quando precedidos de ditongo.
• Regra Antiga: baiúca, boiúna, cheiínho, saiínha, feiúra, feiúme.
• Como Será: baiuca, boiuna, cheiinho, saiinha, feiura, feiume.
Hífen
• Nova Regra: O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por ‘r’ ou ’s’, sendo que essas devem ser dobradas.
• Regra Antiga: ante-sala, ante-sacristia, auto-retrato, anti-social, anti-rugas, arqui-romântico, arqui-rivalidae, auto-regulamentação, auto-sugestão, contra-senso, contra-regra, contra-senha, extra-regimento, extra-sístole, extra-seco, infra-som, ultra-sonografia, semi-real, semi-sintético, supra-renal, supra-sensível.
• Como Será: antessala, antessacristia, autorretrato, antissocial, antirrugas, arquirromântico, arquirrivalidade, autorregulamentação, contrassenha, extrarregimento, extrassístole, extrasseco, infrassom, inrarrenal, ultrarromântico, ultrassonografia, suprarrenal, suprassensível.
Observação:
• em prefixos terminados por ‘r’, permanece o hífen se a palavra seguinte for iniciada pela mesma letra: hiper-realista, hiper-requintado, hiper-requisitado, inter-racial, inter-regional, inter-relação, super-racional, super-realista, super-resistente etc.
• Nova Regra: O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por outra vogal.
• Regra Antiga: auto-afirmação, auto-ajuda, auto-aprendizagem, auto-escola, auto-estrada, auto-instrução, contra-exemplo, contra-indicação, contra-ordem, extra-escolar, extra-oficial, infra-estrutura, intra-ocular, intra-uterino, neo-expressionista, neo-imperialista, semi-aberto, semi-árido, semi-automático, semi-embriagado, semi-obscuridade, supra-ocular, ultra-elevado.
• Como Será: autoafirmação, autoajuda, autoaprendizabem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semiautomático, semiárido, semiembriagado, semiobscuridade, supraocular, ultraelevado.
Observações:
• esta nova regra vai uniformizar algumas exceções já existentes antes: antiaéreo, antiamericano, socioeconômico etc.
• esta regra não se encaixa quando a palavra seguinte iniciar por ‘h’: anti-herói, anti-higiênico, extra-humano, semi-herbáceo etc.
• Nova Regra: Agora utiliza-se hífen quando a palavra é formada por um prefixo (ou falso prefixo) terminado em vogal + palavra iniciada pela mesma vogal.
• Regra Antiga: antiibérico, antiinflamatório, antiinflacionário, antiimperialista, arquiinimigo, arquiirmandade, microondas, microônibus, microorgânico.
• Como Será: anti-ibérico, anti-inflamatório, anti-inflacionário, anti-imperialista, arqui-inimigo, arqui-irmandade, micro-ondas, micro-ônibus, micro-orgânico.
Observações:
• esta regra foi alterada por conta da regra anterior: prefixo termina com vogal + palavra inicia com vogal diferente = não tem hífen; prefixo termina com vogal + palavra inicia com mesma vogal = com hífen.
• uma exceção é o prefixo ‘co’. Mesmo se a outra palavra inicia-se com a vogal ‘o’, NÃO utliza-se hífen.
• Nova Regra: Não usamos mais hífen em compostos que, pelo uso, perdeu-se a noção de composição.
• Regra Antiga: manda-chuva, pára-quedas, pára-quedista, pára-lama, pára-brisa, pára-choque, pára-vento.
• Como Será: mandachuva, paraquedas, paraquedista, paralama, parabrisa, parachoque, paravento.
Observação:
• o uso do hífen permanece em palavras compostas que não contêm elemento de ligação e constiui unidade sintagmática e semântica, mantendo o acento próprio, bem como naquelas que designam espécies botânicas e zoológicas: ano-luz, azul-escuro, médico-cirurgião, conta-gotas, guarda-chuva, segunda-feira, tenente-coronel, beija-flor, couve-flor, erva-doce, mal-me-quer, bem-te-vi etc.
O uso do hífen permanece:
• Em palavras formadas por prefixos ‘ex’, ‘vice’, ’soto’: ex-marido, vice-presidente, soto-mestre;
• Em palavras formadas por prefixos ‘circum’ e ‘pan’ + palavras iniciadas em vogal, M ou N: pan-americano, circum-navegação;
• Em palavras formadas com prefixos ‘pré’, ‘pró’ e ‘pós’ + palavras que tem significado próprio: pré-natal, pró-desarmamento, pós-graduação;
• Em palavras formadas pelas palavras ‘além’, ‘aquém’, ‘recém’, ’sem’: além-mar, além-fronteiras, aquém-oceano, recém-nascidos, recém-casados, sem-número, sem-teto.
Não existe mais hífen
• Em locuções de qualquer tipo (substantivas, adjetivas, pronominais, verbais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais): cão de guarda, fim de semana, café com leite, pão de mel, sala de jantar, cartão de visita, cor de vinho, à vontade, abaixo de, acerca de etc.
• Exceções: água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao-deus-dará, à queima-roupa.
Consoantes não pronunciadas
Fora do Brasil foram eliminadas as consoantes não pronunciadas:
• ação, didático, ótimo, batismo em vez de acção, didáctico, óptimo, baptismo
Grafia Dupla
De forma a contemplar as diferenças fonéticas existentes, aceitam-se duplas grafias em algumas palavras:
• António/Antônio, facto/fato, secção/seção.
Havendo interesse em fazer download do documento da Nova Reforma Ortográfica, acesse a página da A Tarde On Line, que oferece a versão, em PDF, do Guia Prático da Nova Ortografia Michaelis, elaborado pelo professor Douglas Tufano (Editora Melhoramentos).
Faltam poucos dias para o início das aulas. Na verdade, para nós – professores da rede pública estadual e municipal – as férias terminam hoje. Amanhã é o dia de apresentação e início do planejamento.
As aulas nas escolas da rede municipal do Rio de Janeiro começam na próxima 4ª feira (04/02) e na rede estadual, o seu início está marcado para o dia 09/02 (2ª feira).
Embora, a sensação seja de que o período das férias escolares não foi suficiente para descansar, realizar as tarefas pessoais e/ou profissionais pendentes, entre outros, “vamos em frente, que a hora é esta!”
Para começar devo dizer que, ainda, não consegui atualizar o meu Blog, porque estive envolvida com outras coisas que acabaram me ocupando e me impedindo de centrar a atenção no trabalho com o Blog.
Além de ter sido dona de casa em tempo integral, fui mordida na mão pelo meu próprio cachorro (estou sem falar com ele por esta razão), estive atrás de escola estadual no município do Rio (estou tentando remanejamento da escola de Duque de Caxias por Amparo Especial); fiz rodízio com as minhas irmãs para olhar a nossa mãe (ela tem sequelas de um AVC); estive a procura de apartamento para alugar (um maior, com três quartos); marquei consulta a médicos (eu e minha filha) e, o mais agradável, o lado social e familiar (sair com minha filha e marido para ir ao shopping, ao cinema, almoçar fora etc.).
Para complicar mais ainda, meu computador apresentou problemas (vírus).
É claro que, em minha opinião, as férias foram insuficientes. Com certeza! Mas, a expectativa do Novo Ano vale, também, para o lado profissional junto às duas escolas em que trabalho. Por isso, estou animada com o início do ano letivo.
Ainda não sei quais as turmas que pegarei em ambas as escolas. Só saberei amanhã, na Reunião Geral.
Para iniciar com o pé direito, vou compartilhar dois textos interessantes sobre o “bom aluno” e o “bom professor”.

BOM ALUNO
O que é um bom aluno?
Um bom aluno é um aluno que gosta da escola porque quer aprender. Gosta de ouvir os professores discorrer sobre as matérias leccionadas, gosta de conversar com os professores e com os colegas. Sabe que o tempo que passa na escola é precioso porque vai formá-lo globalmente, como cidadão deste país. Gosta de brincar, de conversar, de se divertir, mas nos momentos certos.
O bom aluno traz para a escola o material adequado a cada aula, porque vai necessitar dele para as tarefas em cada aula. O livro é necessário, o caderno também, a máquina de calcular faz falta, a esferográfica, o lápis, a borracha, etc., são indispensáveis. Quando não se traz o livro, há uma parte da matéria que se perde, há a tendência para conversar com o colega do lado, etc., etc..
O bom aluno está atento nas aulas e questiona, no momento, o professor sobre os pormenores menos claros. O bom aluno está sempre disponível para executar as tarefas necessárias, em cada aula.
O bom aluno não se recusa a ir ao quadro. Até gosta, porque mostra aos colegas que sabe e diz como se faz. Fica satisfeito e a sua auto-estima agradece!
O bom aluno não gosta de conflitos nem de confusão. Fica aborrecido e nervoso com as situações criadas por outros colegas.
O bom aluno pede ao professor problemas para resolver em casa. Às vezes é tímido para fazê-lo. Geralmente é o primeiro a concluir as tarefas pedidas na aula.
O bom aluno tenta ajudar os colegas com mais dificuldades e que lhe solicitam ajuda. O bom aluno é, certamente, uma boa ajuda para os professores, não só por ajudar alguns colegas, mas como fator de estabilização da turma.
O bom aluno é um exemplo para os colegas, mostrando como se deve fazer, colocando os colegas a refletirem sobre o seu exemplo. Porquê ser bom aluno se é mais divertido fazer o papel de mau aluno!
O bom aluno gosta de ver o seu trabalho recompensado. Ele trabalha com um objetivo definido (por ele e, geralmente também, pela família) e gosta que os professores reconheçam esse seu trabalho. Por isso, às vezes, alguns destes alunos discutem com o professor a nota que tiveram ou vão ter.
O bom aluno é pontual e assíduo. Sabe que há regras que têm de ser cumpridas e não gosta de ser advertido pelos professores. Sabe também que a avaliação do seu trabalho tem diferentes componentes, sendo a pontualidade e a assiduidade duas delas. Além disso, ele tem uma imagem a defender.
O bom aluno tem geralmente boas notas às diferentes disciplinas. Ele foi adquirindo competências transversais que lhe são muito úteis em todas as disciplinas (métodos de trabalho, organização do trabalho, atitudes e valores, etc.).
O bom aluno é organizado e metódico. Tem apontamentos bem organizados nos cadernos e com qualidade. Há alunos que não querem, ou não sabem, tirar apontamentos e não se preocupam em mantê-los organizados.
O bom aluno estuda diariamente as matérias de cada disciplina. Deste modo, na véspera dos testes já tem as matérias estudadas, basta-lhe recapitular calmamente cada assunto. Este método tem uma grande vantagem que reside no fato de o aluno aproveitar muito mais cada aula a que assiste, pois está sempre ‘em cima’ dos assuntos!
O bom aluno sabe, desde muito novo, que pode escolher uma dada profissão, pois começou muito cedo a trabalhar para ela.
Fonte: BomAluno JMatias 25/11/06

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PROFESSOR HOJE
Bom professor é aquele que valoriza todas as potencialidades do aluno. Este precisa sentir que é aceito, amado e respeitado. Sua atividade deve ser uma manifestação de ternura e vigor.
O bom professor, na construção do coletivo em sala de aula, educa para a responsabilidade, desenvolvendo a auto-estima e a autoconfiança.
O bom professor não sabe apenas transmitir conhecimentos, mas é o motivador, o articulador, o doador, o esclarecedor.
O bom professor é alguém que leva o aluno a reconstruir suas estruturas e a construir outras novas, não levando simplesmente à memorização e acumulação passiva de informações.
O bom professor implementa, cria e aplica atividades interessantes, ricas e variadas, em função das características, necessidades e realidades dos alunos aos quais serve.
O bom educador planeja e troca experiências com seus alunos, recupera e trabalha com a fala e as hipóteses destes, para melhor avaliar seu trabalho. Ele é capaz de coordenar esse processo que favorece o trabalho coletivo.
O educador consciente da importância do seu trabalho, da sua função, enfatiza, valoriza e incentiva o pensamento e a criatividade do aluno na resolução de situações diversas.
Todo bom educador assume o papel de problematizador, para que os alunos busquem novas conclusões, através do conflito. Dessa forma, ele leva o aluno a observar, comparar, classificar, analisar, sintetizar, interpretar, criticar, imaginar, aplicar, concluir, transferir, decidir...
Este educador, para oferecer uma aprendizagem de qualidade ao aluno, mantém um compromisso permanente:
• com a melhoria do que ensina (valores, habilidades e conhecimentos);
• com a melhoria de como ensina (métodos, técnicas);
• com a melhoria dos materiais que usa para ensinar (livros, jornais, vídeos...);
• com a melhoria das estratégias de avaliação (desempenhos, projetos etc.);
• com a utilização de variadas tecnologias de aprendizagem e de ensino, na intenção de enriquecer a sua prática pedagógica;
• com a participaçao em eventos, cursos de capacitação e atualização, de crescimento humano, social e profissional.
O bom educador não convive com fracassos, não avalia baseado no medo, nas notas, no erro, na crítica pura dos pontos fracos.
O bom educador, ao contrário, constrói um clima de estimulação, cooperação, autonomia, parceria, confiança e sucesso do aluno.
O bom educador, por fim, em uma sociedade transformadora e em constantes mudanças, forma cidadãos críticos e atuantes, trabalhando o aluno na sua totalidade e individualidade.
O bom educador promove assim um processo educativo que satisfaz e capacita o aluno a poder intervir, transformando e melhorando a sua sociedade.
Fonte: Instituto Vicente Pallotti
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JOHN ADAMS
WILLIAM HENRY HARRISON
JAMES KNOX POLK
MILLARD FILLMORE
FRANKLIN PIERCE
ULYSSES SIMPSON